Divergente
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4,2
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Silvana R.
Silvana R.

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5,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Divergências à parte

Filme excitante, que mostra uma sociedade excludente, o que faz com que essa realidade surreal, não esteja tão distante de nosso presente, já que preconceitos separam os seres humanos há séculos, seja classe social ou raça, gênero ou opção sexual, ... porém, é bem verdade que vivemos uma revolução em que as vozes caladas gritam o que há pouco estava oculto, as diferenças tem que serem aceitas!!! E o melhor de tudo é que "Beatriz" consegue ver que dentro desse meio hostil, equivalente a "Era Hitler", ela vê que não está só, que lutar contra o sistema é seu destino, ela percebe que é de quem é hostilizado que deve partir a reação, ela deve mudar essa realidade. Ser divergente é ser único, capaz de mudar um mundo através de suas diferenças!!!
Jéssica F.
Jéssica F.

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4,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Vou pegar carona na critica sobre Divergente do Bruno Carmelo postada no site (Adoro Cinema).
O filme começa com a Beatrice explicando que existem 5 facções e que cada pessoa pertence a uma. Como surgiu a ideia das facções? Essa é a narração da Beatrice e ela não sabe ainda como foi dividida as facções.

Beatrice nasceu Abnegação e agora tem que escolher uma facção, ela escolhe a Audácia junto a com a mudança de facção muda de nome de Beatrice para Tris. A partir desse ponto do filme para quem não leu o livro fica meio confuso.

Tetarem adaptar o filme bem igual o livro só que um filme não funciona como um livro. Falto informação, o porque dos personagens fazerem isso ou aquilo. Cortaram a explicação e deixaram as ações, assim não é possível compreender a essência da historia.

O Bruno Carmelo comparou Divergente com Crepúsculo, como fã de Divergente fiquei muito triste com a comparação, por outro lado me fez perceber um erro da adaptação. Beatrice cresceu na Abnegação
toda forma de carinho é repreendida pela Abnegação um dos lemas dessa facção "o bem estar do próximo é bem mais importante do que o seu'. A Tris não tem medo do sexo ela tem medo da intimidade, na facção anterior ela aprendeu que deve guardar seus sentimentos, ela não podia nem abraçar a mãe ou conversar sobre algo que ela achasse interessa pois isso era considerado egoismo. Falto explicar sobre as facções o que elas acreditam, suas regras e tudo mais.

spoiler: A Tris ficou muito "não humana" ela apanha, ela um tiro, apanha de novo, e o corpo dela não fica esgotado com todas essas situações. Para quem leu o livro não teve problema em entender os trechos mal contados, Tirando isso o filme é incrível, a parte que a mãe da Tris salva ela e ela mata o Will e depois a mãe dela morro, ficou muito bem adaptado eu diria que ficou ate melhor do que no livro.
Clara R.
Clara R.

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1,0
Enviada em 19 de abril de 2014
spoiler:
Como já li o livro senti a ausência de vários personagens que em Insurgente vai ter uma participação muito importante. O filme não tem nenhuma emoção, e é muito confuso, eu não consegui identificar quem era cada personagem. Esperava muito mais, uma total decepção...
Gabriela O.
Gabriela O.

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3,5
Enviada em 19 de abril de 2014
A mania do momento é adaptar livros para jovens adultos para as telonas. Tris Prior (Shailene Woodley) descobre que ela é uma Divergente, alguém que não é definido por uma só característica como o resto de sua sociedade e obviamente não se encaixa em seu mundo. A jovem descobre que há uma trama para eliminar qualquer Divergente, então Tris se une ao misterioso Quatro (Theo James), e juntos eles vão viver um romance mas irão descobrir o que torna os Divergentes tão perigosos para aquela sociedade distópica.
Divergente é Harry Potter em tempos distópicos, ou seja, um mundo totalitário e opressivo com um toque diferente. Por exemplo, ao invés de Grifinória temos a fação da Audácia, que possuem a tendência de buscar a adrenalina. Woodley é uma atriz que ainda vai dar o que falar, sua atuação em Os Descendentes (2011) é memorável e aqui ela também faz um bom trabalho. Sua personagem Beatrice que poderia ser um ícone feminino nas telas, se vê em determinado momento como uma mocinha simplória por isso muitos andam preferindo o filme Jogos Vorazes do que este. Falta mais viço aos personagens como um todo. Contudo, a história a seu redor não proporciona muito para a atriz aprofundar. As cenas de ação são adequadas e os efeitos especiais não são exagerados. Todo filme adaptado de um livro sofre modificações, e nesse caso não foi diferente. Entretanto as mudanças nos filmes, em minha opinião foram fúteis, tudo para deixar o filme com uma ponta gigante para o próximo. Para ser sincero meu maior problema com o filme é como ele é lento. A maior parte do filme é focado nos testes, o que poderia ser até feito de maneira intrigante. Por outro lado, especialmente no final o ritmo se atrapalha um pouco. Vemos uma sequência de momentos dramáticos que tornam o clímax bagunçado, difícil de gerar um envolvimento emocional com a platéia. Isso ocorre em especial para os que não leram, que não tem uma intimidade maior com os personagens. Ainda que o filme nos dê um parecer do estado mental e da história dos protagonistas, falta um pouco para nos importarmos com muitos dos eventos. Mas apesar de tudo, não vale a pena entrar no mérito das mudanças que a história original sofreu – o principal está aqui, e funciona. O filme termina bem ainda que as partes mais interessantes estejam mais cedo e deixa as portas abertas para uma sequência: “Insurgente” foi recentemente anunciado para 2015.
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de abril de 2014
‘Divergente’ é saga adolescente com mensagem

Adaptação literária comandada por Neil Burger traz lutas, ação e romance, mas esses elementos não estão desvinculados de reflexões sociais

Em um futuro distópico, a sociedade é composta por cinco facções bem definidas: Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição e Franqueza. As pessoas são obrigatoriamente encaixadas em uma dessas classes. Um teste aplicado em todos os seres humanos é crucial para definir a qual casta cada um pertence. Nesse cenário é que transcorre a trama de ‘Divergente’, filme do diretor Neil Burger baseado em livro de Veronica Roth.
O “quê” necessário para desencadear os conflitos, tão elementar para fazer de um romance um romance, de um filme um filme, é o fato de a protagonista Tris (Shailene Woodley) sair do teste de aptidão com um resultado inconclusivo e, portanto, ser “diagnosticada” como “divergente”. Assim como extremamente raro, ser divergente é extremamente indesejado. Na sociedade imaginada pela trama, a divergência compromete o equilíbrio do sistema e, portanto, a paz social.
Tudo bem, a história bebe (sem reservas) na trama de ‘Jogos Vorazes’: saga adolescente, sociedade distópica, romance em meio ao caos, investimento na superação, fartura de lutas e cenas de ação, vínculos familiares postos em xeque (“a facção antes do sangue” é o lema). Porém, como seu similar, o filme de Neil Burger é um filme de adolescente para adolescente (mas não apenas) que aposta no cérebro sem deixar de apelar para o coração. Entre pinceladas de romance e muita ação, existem menções explícitas à luta de classes, à agonia de ser diferente em uma sociedade cirurgicamente estratificada e aos questionamentos tanto sobre a estereotipagem de seres humanos quanto aos atritos de se impor permanentemente o social acima do individual.
Inspiradas pelos clássicos da literatura ‘1984’, de George Orwell, e ‘Admirável Mundo Novo’, de Aldous Huxley, filmes (e trilogias) como ‘Jogos Vorazes’ e ‘Divergente’ colocam no centro das discussões da cultura pop o tema de futuros (?) distópicos. Nada mais sugestivo em uma sociedade submersa, entre tantas características, na hipervalorização da tecnologia e na frieza do ultracapitalismo em detrimento do humano.
Matheus V.
Matheus V.

31 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Sempre tive um pé atrás com adaptações de livros para a telas de cinema, mas convenhamos, tenho razão. Temos vários fracassos que nós deixam com o coração nas mãos, entre eles: Percy Jackson, Dezesseis Luas, Cidade dos Ossos e por aí vai… E devo dizer que Divergente não é uma boa adaptação, mas pelo menos segue a maior parte do livro, fazendo com que eu gostasse bastante do filme.

Uma coisa que gostei muito, na questão técnica, foi dos efeitos especiais e da sonoplastia. Foi tudo bem encaixado e não teve gafes na produção estilo Once Upon A Time. Uma coisa que costumo reparar bastante é a questão da fotografia do filme, e a de Divergente é muito boa. Algumas cenas usam a “câmera em movimento”, como em Jogos Vorazes, mas tudo tem seu contexto, é para dar sensação de ação e inquietude. O elenco, nem preciso comentar, meu chapéu está no chão para todos eles, menos para Milles Teller que não conseguiu ser o Peter que eu tinha imaginado, e sim, um simples cara que pratica Bullying. Mesmo com um texto/subtexto rico para o personagem, não consegui captar a essência do Peter.

E como em toda adaptação, há falhas no roteiro em relação ao livro. Pensando nisso, separei 10 diferenças entre o livro e o filme, que pode conter spoiler de Insurgente e Convergente.

1- Edward e Myra não aparecem, de fato.

Edward e Myra são um casal de namorados que transferiram-se da sede da Erudição para a Audácia. Edward é sempre descrito como alguém forte e alto, sempre no topo da lista de classificação, em contraste com sua namorada, Myra, que sempre está nos últimos colocados.

No filme, Edward não passa de um rosto e de um nome chamado por Eric na hora da Caça a Bandeira. E o final de Edward não é deixado claro, assim como o de Myra que nem aparece ou é citada, talvez tenha aparecido seu nome do placar.

Já em contraste com o livro, Edward está sempre nas primeiras posições, gerando inveja em Peter, que fica sempre com o segundo lugar. Levado pela ambição e cegado pela inveja, Peter cega Edward com uma faca de manteiga, sendo ajudado por Drew. (Outro que fica nas sombras) Edward e Myra resolvem desistir da iniciação depois do incidente e viver como sem-facção.

Myra só é citada nos outros livros, não aparece. Mas Edward junta-se ao comando dos sem-facção com Evelyn Johnson e torna-se violento e agressivo, quase mata Drew e Molly que também viram sem-facção, e ajuda no ataque à Erudição.

2- Não falam sobre a Paisagem do Medo.

Não sei por que tiraram a Paisagem do Medo e deixaram tudo como simulações. No livro há simulações e a Paisagem do Medo, uma os alunos não sabem que estão dentro de uma alucinação, portanto demoram a processar suas ações -Exceto os Divergentes que conseguem manipular a simulação; E a Paisagem do Medo, onde todos sabem que trata-se de uma alucinação de seus piores medos.

A prova final dos “iniciandos” é passar por sua paisagem do medo, com a supervisão dos Líderes da Audácia, mas no filme tratam do assunto como uma simulação, onde até Jeanine Matthews está presente para supervisionar.

3- Christina não pega a bandeira; Tris pega.

Na Caça a Bandeira há algumas diferenças com o do livro. A primeira são as armas, no livro são armas de paintball, já no filme são armas que simulam a dor de um tiro. Outro erro, mas que eu particularmente gostei, é o tiro que Christina e Tris dão em Peter, determinando a aversão que as duas sentem pelo garoto.

Mas um erro que não gostei foi o de Tris pegar a bandeira e não, Christina. No livro a ação de Christina forma todo um julgamento na cabeça de Tris que fica com um pé atrás na amizade com a garota, mas que vence barreiras de outras maneiras. Mas no filme elas viram BFF’s no primeiro momento que se encontram.

4-Tris perde sua última luta.

As primeiras lutas de Tris são marcadas por derrotas, em sua primeira luta ela já acaba com Peter como oponente e é derrotada. Em sua última luta, pega Molly como oponente e consegue com os conselhos de Quatro, atingir os pontos fracos da menina e vencer a luta, subindo na classificação e garantindo-se na segunda fase da iniciação.

No filme colocam Tris e Molly para lutar na primeira luta, Tris obviamente perde por ser sua primeira luta e não ter um físico bom, (Gostei das cenas que mostram ela desenvolvendo suas habilidades e progredindo)e colocam Peter na última luta, derrotando-a. Chegam até a afirmam que Tris estava cortada da segunda fase, sendo salva, no filme, pela Caça a Bandeira.

5- O modo como descobrem sobre o Soro da Simulação.

Isso foi um erro gritante. Não tem nem como não perceber ou deixar baixo.

No livro, Tris encontra Jeanine e Eric conversando no meio da noite e especula uma conspiração, mas nada concreto. Ao poucos vai juntando as peças e descobre que a Erudição pode ser capaz de fazer um soro de comando a longa distância, mas precisa de uma exército, ou seja, da Audácia.

No filme, o soro é introduzido no final, e quem descobre tudo é Quatro que explica tudo sobre ele numa única cena.

6-Dia da Visita.

Quem somente viu o filme deve estar perguntando o que é isso, simples, no livro é um dia onde os pais podem ir visitar os filhos transferidos e ver como estão se adaptando a nova facção. Mas eles não deveriam demonstrar saudade, pois facção antes do sangue é um lema forte.

No livro, a mãe de Tris visita-a na sede da Audácia e traz um recado para Caleb, irmão de Tris, pedindo que ele estude sobre o Soro da Simulação “desenvolvido” pela Erudição. Pede também que ela esconda-se o máximo que conseguir durante a segunda etapa da iniciação, não tente aparecer, pois poderiam descobrir que ela é uma Divergente.

No filme, a cena passasse na cidade, logo após os “iniciandos” completarem a primeira etapa. Se fosse só isso, tudo bem, mas a mãe de Tris não cita o Soro da Simulação que é um dos objetivos principais da conversa no livro.

7-Desativando o Soro da Simulação.

No livro, Tobias é levado para a sede da Audácia e controla de lá todo o sistema de controle do Soro da Simulação, sob efeito de um soro mais poderoso. Na sala de controle só encontram-se ele, os computadores e Tris. A luta é travada entre os dois e Tris quase morre, mas consegue trazer Tobias de volta quando escolhe tirar sua vida ao invés da de Quatro. Os dois juntos, desativam o sistema e pegam o disco que contém o programa do Soro da Simulação.

No filme, a sala está cheia de pessoas, incluíndo Jeanine, que tem uma pequena participação na luta e ganha até uma facada na mão. O modo como Tris traz Quatro de volta é o mesmo, mas o jeito que desativam o programa muda.

8- Jeanine Matthews aparece mais que o normal.

Sobre Jeanine Matthews e suas diversas aparições, desnecessário. Há todo um mistério onde Tris encontra Jeanine falando com Eric no meio da noite, os encontros delas que só faltam pular faíscas do livro de tamanha intensidade. No filme ela vive na sede da Audácia como se fosse de casa.

9-O modo como tentam matar Tris.

No livro, Tris é colocada dentro de uma caixa de vidro que começa a encher de água, ideia de Eric, após ver os medos de Tris. Tentam matá-la afogada, mas sua mãe chega e a salva.

No filme, após ser dispensada por Jeanine, tentam matar Tris com tiros e não enfrentando seu medo na caixa de vidro. Como no livro, a mãe de Tris aparece e a salva.

10 – Não há namoro entre Christina e Will.

No livro, Christina e Will iniciam um relacionamento, mas que é impedido pela morte de Will, causada por Tris. A morte de Will é um novo fardo pra Tris na continuação Insurgente, e quando Christina descobre quem realmente matou Will, não há retorno para ela a não ser encarar as consequências.

No filme, Christina e Will são apenas amigos, então a morte de Will não irá afetá-la tanto como no livro, onde o relacionamento foi formado de maneira mais amorosa, e a perda é levada para o lado pessoal.

Alguns erros são para o bem da continuidade do filme, outros custarão algumas explicações na próxima franquia. Mas no geral, o filme segue uma boa linha na história e tem grandes chances de fazer sucesso aqui no Brasil.A bilheteria nos Estados Unidos foi tão rentável que os dois últimos livros já estão em fase de roteirização, sendo que o último livro, Convergente, será dividido em duas partes, como Harry Potter, A Esperança e outros sucessos.

As datas provisórias para os próximos filmes são: Insurgente, em março de 2015, Convergente – Parte 1, em março de 2016 , e Convergente – Parte 2 em março de 2017.

Preparem-se para mais uma saga eletrizante, pois depois de esperar a perfeição nas adaptações, aprendi a me contentar com o pouco.

Matheus Vieira
Lucas A.
Lucas A.

40 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Primeiro é um fato que as adaptaçoes de livros para o cinema nem sempre sao bem recebidas pelo publico, talvez pelo fato do curto espaço de tempo para apresentar os personagens ao publico. Porem um fato é que Divergente nao passa de um filme muito mal adaptado, com personagens sem sal, narrativa ruim e efeitos inexistentes. Como li o livro posso falar com propriedade que o diretor nao conseguiu passar VARIAS cenas importantes pra telona (talvez por causa da censura de faixa etaria). Conversando com a amiga que assistiu comigo sentimas falta da duvida que a personagem principal tinha ao fazer suas escolhas já que essa é a principal caracteristica dela . Um ritmo frenetico filmagem que tambem atrapalhou no desenrrolar da historia, tudo acontece mtuito rapido, e as adaptaçoes nada legais que foram feitas terminaram de estragar o filme. Portanto se você nao leu o livro talvez goste do filme ( nao vai entender mta coisa), e se voce leu o livro vai se decepcionar com a adaptação. Tomara que mudem o roteirista pras proximas continuaçoes, por que se nao.....
julia q.
julia q.

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4,0
Enviada em 18 de abril de 2014
Eu achei um filme bom em certas partes,mais em outras não .
Sim tem romance mas tem muitas cenas de ação,(a maioria na verdade).Adorei a parte em que a Tris coloca o soro na Jeanine e a obriga a desativar todo em que estão com com esse emocionei muito na parte em a mãe e o pai dela para mim foi um bom filme de se ver mas com algumas coisas faltando, vamos esperar o proximo para ver se essas coisas que faltam nesse, iram ser incluídas no próximo filme da trilogia obrigado ate a proxima
Zeca L.
Zeca L.

22 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de abril de 2014
Fui assistir Divergente sem grandes expectativa, pois já tinha lido livro e me apaixonado pela históanto, saí do cinema satisfeito com o filme que vi.
A produção é parcialmente parcialmente ao livro, embora não consiga superá-lo; a produção foi muito bem executada:roteiro bem escrito e excelentes cenas de ação e anto, o filme pecou no setor de atuação, pois a maioria dos atores se mostraram sem profundidade.
Enfim, é um bom filme, mas nada extraordinário; vale a pena o ingresso, contanto que você vá buscando apenas uma boa diversão descompromissada.
Guuh C.
Guuh C.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de abril de 2014
Mudaram muita coisa do livro. De detalhes que eu considero importantes a cenas essenciais mudadas e cenas acrescentadas desnecessarias. Fizeram a Tris ser um fracasso nas lutas...ela perdeu as duas, no livro ela ganha da Molly e perde do Peter antes. Colocaram ela la no fim da lista..Depois nem fizeram o Al se apaixonar por ela...eles nem se aproximaram direito, tanto que quando ele se matou ninguem nem deve ter sentido falta. A cena do abismo da Christina foi nada a ver....eles nem criaram a cachoeira e as pedras na agua do fundo...era simplesmente um buraco negro. Na hora que o Peter,Al e Drew iam jogar a Tris do abismo foi em outro lugae,tipo nem era no abismo,enquanto no livro era. Ela nem via o rosto do Al. A Jeanine apareceu na Audacia varias vezes, no livro a Tris so escuta a voz dela. Eles descobrem sobre o soro de um jeito nada a ver. Fizeram a mae da tris encontrar ela escondida, nem existiu Dia Da Visita. A parte das paisagens do medo foram estranhas, os segredos do Quatro foram revelados a Tris muitp facilmente. Nao fizeram a aproximacao dos dois ser tao intensa quanto no livro, nao senti aquela paixao, aquele romance. Caca a bandeiras deveria ser em uma floresta/parque, com paintball, nao em um predio com dardos que simulam a dor de um tiro. Cade a rede de braços humanos na hora da tirolesa? A morte da mae da tris nao demonstrou um signifcado tao bonito como no livro, ela simplesmente levou um tiro sem querer. E que morte tosca aquela do pai da Tris. E depois aquele fim tosco que so deveria ter a Tris e o Quatro na sala de controles, tinha varioa guardas, Jeanine..aff nada a ver. Triste e lamentavel :l ps: e varias outras coisas.

A Shailene interpretou muito bem a Tris. Mas nao se pode dizer o mesmo do Theo. Enfim... decepcionante!
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