Divergente
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4,2
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297 Críticas do usuário

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Rafael R.
Rafael R.

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0,5
Enviada em 24 de abril de 2014
Um filme bobinho, SEM GRAÇA, sem sal, sabe?

Acho que nem merecia eu vir aqui pra relatar dele…

Lembrou-me muito o filme A HOSPEDEIRA.

Cheguei até em buscar no google os diretores pra saber se são os mesmos, mas não eram.

Ou seja, UM PEGOU A IDEIA PARECIDA E CAMUFLADA DO OUTRO, né? Só pode pow. Ou talvez tenha sido uma MESMA INSPIRAÇÃO.

Você duvida?

Pow, a atriz principal de DIGERGENTE e a atriz principal de A HOSPEDEIRA são nada mais, nada menos que TONTAS. Sério, parecem retardadas.

A ficção de ambos os filmes se parecem de cabo a rabo, de ponta a ponta( CÓPIA FIEL).

Em ambas ficções, a pessoa está tendo que sofrer uma espécie de DITADURA MENTAL E FÍSICA.

Em ambos os filmes me deu uma vontade DO CARALH$#@ de levantar e sair do cinema.

Filme babaca, sabe?

Assistiu JOGOS VORAZES ? Pois é, MUDOU PORRA NENHUMA. Foi a mesma merda.

PS : Quando digo que “mesma merda”, digo que ELE PEGOU O MESMO ESPÍRITO, A MESMA MOTIVAÇÃO, A MESMA CAMUFLAGEM DO FILME ANTERIOR,e que também foi uma merda…Saca?

Embora os JOGOS VORAZES, eu gostei um pouco.

Tenho que gravar os nomes desses diretores PRA PAFAR DE ASSISTIR FILMES DELES.

A atriz beija um carinha, eu, particularmente, achei que teria PAU A DENTRO.
sabe o que é PAU A DENTRO?
Sabe o que e VAI E VOLTA?
Sabe o que é LAMBIDINHAS DISFARÇADAS?

Não? Sem problema, nem precisou de saber mesmo. O filme não mostrou.

Nem o OLHO DO CU dele, a garota tem tempo de cume.

Acho que se eu tivesse que me penalizar e me martirizar, não seria tendo que ir assistir esse filme, bastava ouvir um SERTANEJO UNIVERSITÁRIO.

Sem mais
mateus f.
mateus f.

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5,0
Enviada em 20 de abril de 2014
É uma sociedade que convêm em um mundo diferente .
Diferente em vários aspectos,como ser dividida por facções ,ter que fazer um teste para qual facção irá servir . O filme mostra um mundo totalmente sóbrio , com limitações coexistentes. spoiler:
Davi R.
Davi R.

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3,0
Enviada em 19 de abril de 2014
A análise desse filme começa ainda antes do apagar das luzes, quando percebi que eu era a pessoa mais velha da sessão, para a minha grande surpresa e frustração. Embora eu seja um cinéfilo, foi Kate Winslet que me arrastou para dentro daquela sala, fato que não deixa de revelar a minha idade e a minha preferência dramatúrgica. Quando as luzes se apagaram, a versão cinematográfica do best-seller de Veronica Roth foi um pulo numa piscina rasa. Com a cabeça quase machucada, tive que nadar entre um roteiro frágil e cenas veladas de violência. A grande musa Kate não conseguiu carregar nas costas a ineficiência da equipe técnica, ressaltando as falhas de edição e direção de arte. Entretanto, o jovem elenco mostrou disposto a aprender regras básicas de atuação e imersão, destacando a cena de choro de Shailene Woodley ao lado da mãe (Ashley Judd) no final do filme e o galã-vilão Jai Courtney, que fez muitas meninas atrás de mim suspirarem de emoção. Perfeito para o entretenimento dos adolescentes, Divergente poderia agradar um público maior se tivesse tomado uma outra rota de produção, ressaltando os conflitos de tomada de decisão dos seres humanos e trazendo, consequentemente, o público mais jovem para dentro da trama.
Malu P.
Malu P.

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3,5
Enviada em 19 de abril de 2014
Eu olhava das redes sociais e todas as páginas de sagas faziam contagens regressivas e não deixavam de falar de um único assunto, Divergente. Procurei saber o que era, e descobri a história e que seria lançado o filme em apenas vinte dias.
Corri até a livraria e comprei o livro. Comecei a ler e me apaixonei pela história que Veronica Roth criou. Acabei o livro em cinco dias. E fiquei enchendo a paciência dos meus pais e dos meus amigos, por que, eu queria ver o filme! Eu precisava ver o filme!
Quando chegou o dia eu estava eufórica e quase chorando. Depois que a sessão acabou, analisei todas as diferenças do filme e do livro. Sim, mudaram cenas, e cortaram outras. Não colocaram os personagens. Mas, percebi que o contexto da história estava lá. Só por que mudaram 60% do livro, não quer dizer que foi mal adaptado. Gostei do filme, mas acho que tiveram cenas que mereciam estar nele. Uriah, Edward, Lynn, Drew, Susan... Fizeram uma falta tremenda.
Ingrid B.
Ingrid B.

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4,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Na última quinta-feira (17/04) estreou nos cinemas brasileiros o filme Divergente, baseado na obra homônima da escritora americana Veronica Roth, e que conta a história de Beatrice Prior, mais conhecida como Tris que mora numa Chicago futurística.
O filme possui um bom elenco que consegue cativar o público, fazendo não só se apegar ou odiar um personagem, como também sentir o que os atores estão tentando passar na atuação. Os grandes destaques são as atrizes Shailene Woodley que encena perfeitamente ou quase o que Tris sente e pensa durante todo o filme e a veterana Kate Winslet, a eterna Rose de Titanic, que mostra nas telonas a busca pelo poder de Jeanine e seu ódio pelos divergentes e pela facção da Abnegação que governa a cidade, fazendo com que o público que não leu o livro odeiem a personagem e os que já leram a odeiem ainda mais.
Também tem destaque, não tão grande como das atrizes citadas acima, o ator Theo James que consegue mostrar o lado meio misterioso de Quatro (Tobias), como também traz um lado mais humano ao personagem e possui falas espirituosas.
Assim como toda adaptação, Divergente não é cem por cento fiel ao livro, com partes que para os fãs da saga são inesquecíveis, spoiler: como a facada que Edward leva no olho
, que foram cortadas no longa e outras cenas que foram colocada, spoiler: como a facada que Jeanine leva
. O filme não desaponta seus fãs e diferente de algumas adaptações, como Percy Jackson, o filme é praticamente oitenta por cento fiel à obra.
Divergente tem tudo para ser um dos grandes sucessos deste ano e se os outros três filmes desta saga forem tão fiéis quanto este foi, com certeza o sucesso será garantido.
Então que venha Insurgente no próximo ano!
Thiago B.
Thiago B.

11 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Divergente é uma adaptação para o cinema do romance, escrito por Veronica Roth, que acontece em uma Chicago Futurista . A sociedade que reside lá está dividido em cinco grupos ou "facções ", cada um representando virtudes diferentes: abnegação , amizade , sinceridade , audácia , erudição. Em um determinado dia de cada ano , todos os jovens que possuem 16 fazem um teste, que determina qual a facção é melhor para eles . No final, não importa o resultado , um é livre para escolher qualquer facção que deseja . No entanto, se essa facção é diferente da que eles foram criados , eles devem deixar suas famílias e tudo o mais para trás e totalmente comprometer-se a seu novo papel na ( Shailene Woodley ) é uma dessas jovens de 16 anos a ser separada de sua família . No dia de testes , ela mostra igual aptidão para três facções distintas , fazendo-a " divergente " . Confuso, Tris é dito para manter os resultados em segredo e acaba escolhendo a facção da audácia . Como Tris lida com os desafios da audácia, ela descobre que ser divergente implica muito mais do que ela jamais imaginou.

Eu acho que os fãs do livro vai ficar muito contente com a adaptação .O filme faz um ótimo trabalho em fazer o livro um filme emocionalmente divertido , sem sacrificar principais pontos da trama que, caso contrário deixam fãs decepcionados . Tris e Quatro ( Theo James) são bem expressos. Não há nada de particularmente notável , mas eles são agradáveis ​​de se ver. O romance foi reduzidos significativamente para o filme, que eu acho que funcionou para melhor. Eu realmente gostei de como seu relacionamento desenvolvido . E embora seja um importante papel , não ofuscar a história como um todo.

Fiquei realmente impressionado com a música. A trilha sonora é excelente . Mas a música , composta por Junkie XL, é o que se mais se destacou para mim . Há muitas cenas emocionais , que com a música az você sentir o que realmente os personagens estão sentindo, deixando você mais próximo ao filme. Eu gostei muito do filme . Os obstáculos que encontra Tris irá traduzir para o público de todas as idades. É uma grande história com várias cenas que me levaram a refletir sobre não só a minha própria adolescência , mas também na minha jornada como um adulto. Fora de todos os romances para jovens adultos - livros que foram transformadas em filmes , este é definitivamente o meu favorito chegando a superar o clássico Jogos Vorazes. Um filme recheado de ação e aventura que recomendo para que todos possam assistir. O motivo de eu dar 4 e não 5 estrelas é simplesmente que o filme foi curto, o roteirista encurtou muito a história para aqueles que não leram o livro não vão perceber, mas tem muita coisa que poderia ter sido mostrada e não foi, mas foi uma boa adaptação apesar de ter resumindo bastante, poderia ter explicado melhor de como os divergentes são uma grande ameaça para o sistema, pegou alguns pontos principais para que possamos entender a história e esperar ansiosamente por Insurgente. Espero que o roteirista melhore nisso, pelo livro podemos fazer um roteiro que dê um filme com mais de três horas sem ser cansativo.
Caio M.
Caio M.

52 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de abril de 2014
Divergente em sua soma total acaba por surpreender. Claro, erra em alguns aspectos, mas nada que deixe o filme menos espetacular. Repito, o filme, não o livro. Iria ver esse filme por qualquer coisa, a trama futurista foi o que mais me chamou atenção, mas nunca na estreia ou na pressa de ver fiquei, ainda mais por não ser fã do livro, alias nunca o li; o fator importante foi a bilheteria de estreia nos EUA.
Desde o sucesso repentino de Crepúsculo no mundo, as produtoras vem procurando sagas juvenis para adaptações no cinema, das varias que aconteceram, acredito que a unica que teve mesmo sucesso e não algo medíocre, foi a saga Jogos Vorazes e agora depois de muitas tentativas vem Divergente, que mostra um conceito "novo", mas que dessa vez é feito de outra forma.
Em um futuro próximo a cidade de Chicago é dividida em cinco facções, onde o jovem terá que escolher entre elas. Beatrice (Shailene Woodley) escolhe a Audácia, que acaba por ser uma pequena surpresa, mesmo já sabendo disso a atuação impecável de Shailene nos faz acreditar que Tris (nome que ela escolhe quando entra na facção) não teria coragem para isso. As comparações com Jogos Vorazes começam por aumentar agora, não só mais o mundo futurístico que os personagens vivem, agora temos a personagem principal passando de uma garota comum para uma heroína depois de muito treinamento e competição. Com Crepúsculo aquele clima de romance de vai e não vai, que demora a esquentar, mas que quando esquenta... Mas ai já tem o diferencial, não só da saga vampiresca como de muitas outras, é que não é um triangulo amoroso, pelo menos não por enquanto, vai que um lobo aparece na vida de Tris no segundo filme assim como aconteceu com a Bella. Neil Burger soube (ainda bem) adotar uma forma diferente de romance para Tris e Quatro (Theo James), mesmo de uma leve comparação com o primeiro filme da saga Crepúsculo, em Divergente não tem aquela coisa melosa e cansativa entre os personagens, como falei lá em cima, demora a esquentar, mas quando... Quando eles finalmente se beijam é claro que a sala toda soltou aquele grito, não irei omitir, até eu, Neil soube trabalhar muito bem essa questão no filme, assim como o aspecto visual, não é aquilo frio ou quente, é simplesmente normal, que nos faz acreditar realmente que aquilo um dia possa acontecer.
Em atuação o filme até que consegue passar, Kate Winslet acaba por ser prejudicada, talvez pelas limitações do roteiro ou do próprio personagem. Theo James, novo galã de Hollywood tem muito trabalho a fazer, não que a atuação dele seja ruim, mas por ter Shailene como companheira de cena, a moça já foi indicada ao Globo de Ouro, sem falar no talento nato que é observado através de suas expressões faciais.
Vários dos aspectos que muito veem como negativo, acredito que são os positivos do filme, o visual por não fazer aquilo mega colorido como vemos em Jogos Vorazes, o romance tendo uma logica perfeita na questão que os personagens acabaram de se conhecer logo não tem aquilo de Crepúsculo, a simplicidade por ser algo mais próximo da nossa realidade e as cenas de ação, muitos veem como desculpa para disfarçar o que o filme tem de ruim, mas nesse caso é diferente, principalmente na parte da simulação que os jovens da Audácia fazem, vemos o romance crescendo aos poucos, um cenário simples, mas muito coesivo pro filme e também tiro pra tudo que é lado, o que não deixa de ser legal.
Divergente sabe cumprir seu papel, se a adaptação foi boa ou não, eu não sei, mas que o filme é. Uma diversão para qualquer um, intrigante e espetacular. Só torcemos para que continue assim nos próximos filmes.
Wagner R.
Wagner R.

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3,0
Enviada em 19 de abril de 2014
Adaptação literária de Veronica Roth, o ‘novo Jogos Vorazes’, traça o mesmo caminho de sua companheira.

Não é gratuita, a comparação entre Jogos Vorazes e Divergente existe. O que não é o fim do mundo, já que os produtores também acham isso. Com o sucesso da trilogia escrita por Suzanne Collins, não seria uma surpresa absurda a confirmação da trilogia de Divergente (Divergent) no cinema. Comparação que vai muito além de uma história e personagens, sendo elevada uma crítica subliminar a sociedade que, a cada vez mais, está divida no que acha correto.

A promissora Shailene Woodley dá vida a Beatrice "Tris" Prior, que explica muito bem que, quando os jovens completam 16 anos idade, são obrigados a escolherem entre 5 facções existentes, criadas principalmente para erradicar quaisquer desordem do mundo, após algumas catástrofes da guerra. Os que culpavam a agressividade formaram a Amizade, são eles sempre bondosos e sorridentes. Os que culpavam a ignorância se tornaram a Erudição, os inteligentes, que buscam o conhecimento acima de tudo. Os que culpavam a duplicidade fundaram a Franqueza, verdadeiros e sinceros. Os que culpavam o egoísmo geraram a Abnegação, não se preocupam com a beleza e são sempre altruístas. E os que culpavam a covardia se juntaram à Audácia, a polícia, encarregados de proteger toda a sociedade. Apesar de que, como no livro, algumas facções ficam “escondidas” no contexto geral da história e não possuem, nesse primeiro momento, muita importância.

O conto distópico de Divergente, em uma Chicago Futurista, reflete muito na mesma distopia de Katniss Everdeen e seus distritos, em Panem. Tris, trás a mesma mensagem de Katniss, o poder e a dominância feminina, ao tomar as rédeas e assumir as responsabilidades. Porém, quando comprada a sua colega, Tris, possui um desenvolvimento muito mais graduado. Sua história de ser divergente, apesar de muito complicada, a qual o filme não oferece muitas explicações, possui um contexto muito simples para trazer o espectador a pensar sobre o problema de possuir mais que uma facção: Tris, mesmo sabendo ser uma divergente, não sabe a real importância de ser diferente.

Comparado a tudo isso, Divergente, não abusa do romantismo visto em todas as adaptações juvenis. Apesar de existir, sua relação com Four (Theo James), é muito mais “profissional” do que simplesmente um afeto criado para distribuir corações aos espectadores. Focando apenas nas cenas de ação, em lutas muito bem trabalhadas e na própria trama de Tris e o percurso que a mesma deverá seguir.

Infelizmente, Divergente é apenas um filme, no máximo, legal. Tudo que é proposto no filme, como a dominância de Kate Winslet – uma das melhores coisas de todo o filme – na pele de Jeanine Matthews, ao governo, é muito superficial. Neil Burger, o diretor do filme, apresenta uma ficção apenas para ser comercializada lucrativamente, uma produção que não ousa em vários aspectos: Como explicar o porquê não existiu contradições ao dividirem as facções, ou até mesmo o real sentindo para Jeanine, atacar primeiramente a facção, teoricamente, mais fraca. Jogando tudo isso para o já confirmado segundo filme.

Com todos os problemas do filme, entre elas, atuações fracas e inexpressivas e um roteiro apenas quadrado para apresentar o filme ao público, Divergente diverte os fãs, adaptando ao máximo possível a história muito mais complexa do livro, para a tela grande.
Clayse S.
Clayse S.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de abril de 2014
Assim como muitos filmes baseados em best seller, Divergente deixou muito a desejar.
A Obra futurística e envolvente de Veronica Roth, não foi bem aproveitada neste primeiro filme, onde cenas intensas, que com certeza prenderiam o público, foram ignoradas e repaginadas de formas à torná-las fracas e fora de contexto. A atriz Shailene Woodley, é outro ponto negativo na trama cinematográfica. Ela conseguiu apagar, literalmente, a grandeza de sua personagem, Beatrice. O filme não obteve o impacto tão esperado. Alterando de forma "erradíssima" uma obra fantástica.
Thainá A.
Thainá A.

9 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de abril de 2014
O filme explorou bem o que podia do livro,claro que cortaram algumas cenas do livros,mas isso não danificou quase nada na histó conseguiram transmitir a mesma emoção de ler o livro para as telas do cinema e isso é o principal de se transformar um livro em filme.
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