As Sessões
Média
4,1
195 notas

26 Críticas do usuário

5
9 críticas
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5 críticas
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10 críticas
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Filton Baumgartner
Filton Baumgartner

68 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de dezembro de 2025
É um bom filme, porém há um endeusamento muito grande em cima dele! Embora seja baseado em uma estória real acredito que certas situações devem ser tratadas com mais zelo ao longo do tempo ,! O personagem já tinha conhecimento de sexo através de revistas pornográficas ! A religião não incitaria nunca uma situação dessa! Aconselhamento desse tipo acredito que nao se enquadra! Para finalizar: aquela cena da atriz fazer sua necessidade e ele ficar excitado com o ruido foi ridícula! Respeito as opiniões contrárias!
Fábio R.
Fábio R.

9 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de setembro de 2020
Esse filme mudou algo em mim, de certa forma.
Consegue tratar de uma forma tão visceral e profunda um tema que é tão tabu.
Uma obra sensível, com um tema mais do que necessário, que merece ser assistida por todos.
João R.
João R.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de abril de 2017
Filme fantástico, sublime. A maneira como aborda a sexualidade, de uma forma sensível e sem tabus é incrível. Atores excelentes e um enredo maravilhoso, fazem deste um dos melhores filmes da década.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.282 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2017
Muito bom filme! Atuações e direção marcante, roteiro interessante, drama que envolve stigmas e cenas de emoção que comove a todos.
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de abril de 2016
As Sessões é uma comédia romântica-dramática-sexual baseada em fatos reais, com um tema inusitado: Mark O'Brien (1949-1999) (John Hawkes) é um poeta, professor universitário, católico praticante ainda que nem tão fervoroso e... vítima da pólio. Devido à doença que o acometeu ainda na infância, ele só consegue mover a cabeça.

Mas O'Brien, aos 38 anos, quer uma única coisa: perder a virgindade.

Apesar do tema, o filme tem uma "pegada" agridoce, arejada pelo humor, em especial pela fantástica autoironia de O'Brien. Com a ajuda de uma terapeuta sexual (eis a pequena polêmica do filme), a Cheryl (Helen Hunt), em seis sessões O'Brien vai descobrindo as sutilezas do sexo.

O que não estava escrito no script é que isso marcaria a vida de O'Brien e de Cheryl para sempre.

Sensível, procurando equilíbrio entre a pieguice e uma história sincera, sem muitas condescendências, entre a comédia, o romance e o drama, As Sessões marca não só pela poesia das cenas, pela nudez de Helen Hunt, pela performance incrível de Hawkes, mas pela mensagem, de uma doença que marcou definitivamente a vida de um homem, mas que não o impediu de viver o sexo... e o amor.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 28 de maio de 2015
Uma narrativa interessante da dura vida de Mark,logo após, já entramos pra valer em sua vida íntima. As Sessões,faz parte de um grupo de dramas que abordam um pouco de comédia ao longo.E não precisa de um.super elenco para mostrar um boa história. Temos apenas John Wawkes e Helen Hunt,fazendo brilhantes personagens.
Adriano W.
Adriano W.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de abril de 2015
Assisti por acaso o filme, achei interessante a ideia do tratamento, digamos, um tanto fora do padrao proposto pela doutora... mas como minha mente nao se permite viajar em algo q tenta ser serio e nao é... algumas questoes vieram
A Poliomelite nao paralisa ninguem, ela no maximo ataca um dos membros inferiores, pode causar flacidez muscular no mesmo e ponto. Fora isso,, pode levar a morte, mas nao a paralisia completa

Se eu assemelhasse a doenca a uma tetraplegia ou paraplegia, em ambos, a pessoa nao tem qualquer sensibilidade ao ser tocada, pois ocorre um desligamento dos nervos nas partes afetadas, seja ela do pescoco pra baixo ou da cintura pra baixo, em ambos o cara nao pode ter erecao... pode ate ter ejaculacao por ser algo mental...

Logo, este filme apesar de inicialmente interessante, nao faz o menor sentido
A.Ligia
A.Ligia

18 seguidores 20 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de julho de 2014
Excelente Filme! Não é a toa que o New York times deu 5 estrelas.. Partindo do enredo que tem uma história magnifica,e de quebra baseada em fatos reais. Talvez muitos de nós não tenham parado para pensar sobre a condição de um tetraplégico, ou alguém com paralisia quase que total como o protagonista do filme.. Coisas simples do cotidiano,se tornam obstáculos quase que insuperáveis. E nesse filme,uma coisa bem peculiar é retratada: a falta de sexo. Ou mais claramente,o sexo nunca experimentado. O que impressiona,é que um assunto que é tratado como um grande tabu,é mostrado com uma delicadeza impressionante! O protagonista e a grande Helen Hunt,mostram uma química envolvente que não permite que pisquemos nem por um minuto. Vale ressaltar que não recomendo esse filme para menores de 18anos, e quem sabe maiores de 70. Muitas cenas de nudez e linguajar especifico do erotismo. Bacana pra assistir sozinho, ou no maximo com um colega ao lado. Alguns momentos acabam sendo constrangedores,mas acho que essa mistura de sensações que dá a tensão,e a graça ao filme. Super Recomendado!
Yan
Yan

8 seguidores 47 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2014
"As pessoas o superestimam, mas é necessário"...a frase entabula o centro deste filme: a busca pelo sexo. Não por uma pessoa comum, mas por Mark O' Brien (John Hawkes), que mantem deficiência física desde a infância e só consegue mover a cabeça. O personagem de Mark é encantador de fato, apesar de nada poder expressar com seu corpo, seus olhos dizem muito. Nessa toada aparece Cheryl (Helen Hunt), uma terapeuta sexual, que o ajuda nesta empreitada rumo ao objetivo de Mark. O tema é arejado, fica leve a medida em que o filme se desenvolve, que ao final se demostra que sim, qualquer pessoa deficiente pode (e deve) levar uma vida inteiramente normal, pode sentir e amar. Do tipo de filme centrado na história que quer contar e seus personagens, sem a pretensão de ser engraçado, chega a ser cômico. Nada de importante no aspecto fotográfico. Boas atuações de John e Helen Hunt.
Rafael A.
Rafael A.

23 seguidores 40 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de novembro de 2013
Dirigido por Ben Lewin, o filme “As Sessões” conta a história de Mark O’Brien, um escritor e poeta que contraiu poliomielite quando criança e agora se completamente paralisado do pescoço para baixo. Isto leva Mark a precisar de ajuda constante de pessoas para realizar as tarefar mais simples que o ser-humano pode fazer. Como se alimentar, fazer um telefonema, comprar roupas, entre outra coisas. Mark esta constantemente com uma acompanhante que o ajuda a se vestir, tomar banho e comer. Quando ele se apaixona por uma destas acompanhantes e é rejeitado, ele percebe que precisa fazer alguma coisa com sua vida sexual e amorosa. Isto significa que terá que explorar outras partes do seu corpo. Completamente sem saber por onde começar, Mark contrata uma terapeuta chamada Cheryl Cohen Greene que é especialista em exercícios de consciência corporal, que o inicia no sexo.

“As Sessões” conta com um ótimo elenco, com John Hawkes, Helen Hunt, William H. Macy, Moon Bloodgood, Annika Marks, W. Earl Brown, Adam Arkin, Jennifer Kumiyama, Robin Weigert.

Hawkes é o responsável por dar vida a Mark e sua interpretação é sem dúvida o ponto alto do filme. Como interpretar um personagem que não se expressa corporalmente? Como um ator consegue essa façanha? É difícil, sem dúvida, mas Howkes faz com propriedade. Sem dúvida teve de fazer muita pesquisa e entrevistar algumas pessoas que sofrem de poliomielite, e isto lhe deu repertório para construir Mark. Sim, é verdade que Mark não passa por grandes situações emocionais, tais como a morte de alguém, ou a perda dos pais, o filme mostra a vida de Mark já em busca dessa solução sexual, que é um ponto curioso que o filme se propõe a responder, mas sem dúvida Hawkes não precisou levar grande carga emocional ao personagem, mesmo assim o desafio de fazer cenas se poder mover um músculo é muito bem feita.

Helen Hunt é a terapeuta sexual de Mark, e da mesma forma como o personagem principal ela não enfrenta muitas cargas emocionais, e isto deixa o personagem um pouco razo para a narrativa. Hunt sem dúvida tira o personagem de letra, que precisa ter relações sexuais com seus clientes e não se envolver emocionalmente. Sim, você deve estar pensando: “Igual uma prostituta!”, porém o filme já responde essa questão, explicando o qual a diferença entre uma especialista em exercícios de consciência corporal e uma prostituta. E sim, a diferença é basicamente a intenção da relação e obviamente, seus clientes.

Em termos técnicos o filme não tem nenhum tipo de novidade, e sua maior virtude é a fotografia. Pois o filme nos proporciona cenas muito boas com Mark, justamente por não se mexer, a questão chave da fotografia é a paisagem ou o ambiente em que o personagem esta.

A direção também é simples e sem dúvida o filme não tem muitas novidades neste campo, ou seja, podemos concluir que “As Sessões” tem um roteiro interessante, mas não muito profundo por parte dos personagens, e na parte técnica é regular. O que chama a atenção mesmo é a atuação de Hawkes que consegue levar o filme a um outro nível.
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