Lucy (Emily Browning) é uma jovem universitária que vive precisando de dinheiro. Para isso, divide o apartamento com outras duas pessoas e possui uma série de pequenos empregos. Através de um anúncio de jornal, entra em contato com uma inusitada agência, que a contrata para prestar um trabalho estranho chamado beleza adormecida. Ela adormece. Ela acorda. É como se nada tivesse acontecido...
2,5
Regular
Beleza Adormecida
Bonito e vazio
por Lucas Salgado
Beleza Adormecida conta a história de uma jovem que ingressa em um misterioso trabalho envolvendo fetiche e desejo. A intenção da estreante Julia Leigh parece ser uma só: fazer uma espécie de "A Bela da Tarde do século XXI". Não há problema algum em ser pretencioso, mas é preciso tomar alguns cuidados. Óbvio que não podemos exigir que o longa seja tão bom quando o clássico de 1967 dirigido por Luis Buñuel e estrelado por Catherine Deneuve, mas é impossível não sair com a impressão de que a pretensão da produção não foi atingida. O filme é bem sucedido na escolha do título – uma brincadeira óbvia com o conto de fadas A Bela Adormecida – e em suas opções estéticas. Os cenários, os figurinos, o desenho de produção e a fotografia impressionam e conseguem criar um ambiente atraente, embora frio, para o espectador. Emily Browning chama a atenção na pele da protagonista Lucy, principalmente em
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1:38


Gostei do filme!
Li as demais críticas e concordo sim que o filme é desconexo e frio, mas acho que isso foi proposital. A própria beleza da protagonista, com sua pele branquíssima ressalta o clima gélido. Mesmo as cenas de sexo são desprovidas de paixão. Tudo é asséptico, irreal e mesmo patético como seria o interior dessas pessoas.
O filme me incomodou, tentei mudar várias vezes de canal mas voltava pois me intrigou.
O fim é tão ...
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A pretenção da diretora é alta, ela quer fazer um misterioso e pisicologico conto sobre sexo, liberdade, sociedade, vergonha, juventude e velhice. De positivo; belos cenários, belos figurinos, boas atuações e cenas que despertam reações fortes. De negativo: um roteiro cheio de furos e momentos desconexos, personagens desnecessários ou mal explorados e cenas artificiais que só servem para chocar e não possuem uma boa ligação com a ...
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A vida indecisa de Lucy (Emily Browning),é a maior aposta de Beleza em cada cena em que ela mesmo participa,é um sinônimo de ocorre,porque o filme contém bastante diálogos,muito das vezes,lento e insuportável.E realmente,Beleza Americana,parece ter se inspirado bastante em A Bela da Tarde,onde foi interpretado pela verdadeira bela,Catherine bons momentos nessa trama,talvez pudesse vir com uma história mas acelerada,ou ...
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Filme voyeur com tato incluso. Jovem e bela trabalha regularmente, mas também se prostitui e busca coisas audaciosas. Acaba por ganhar bem com bicos nos quais se veste de lingerie e serve jantares para velhos assanhados e depois ainda usa uma droga que a faz dormir enquanto eles a bolinam. Uma perda de tempo.
Troca no elenco
Emily Browning entrou para o projeto após a desistência da atriz Mia Wasikowska, que preferiu realizar o romance de época Jane Eyre.
Dicas da diretora
A diretor Julia Leigh recomendou que Emily Browning assistisse Anticristo, de Lars von Trier, e que prestasse atenção especial na atuação de Charlotte Gainsbourg.
Gravações
Rodado em Sydney, na Austrália, no primeiro semestre de 2010.
Nacionalidade
Austrália
Distribuidor
NOSSA DISTRIBUIDORA / VINNY FILMES
Ano de produção
2011
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
35mm
Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
1.85 : 1, 2.35 : 1 Cinemascope
Número Visa
-
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