Círculo de Fogo
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4,3
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220 Críticas do usuário

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Lucas G.
Lucas G.

6 seguidores 32 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de agosto de 2013
Sinceramente, as pessoas que mais esperavam ansiosamente por " Circulo de Fogo " eram os adultos na faixa dos 30 anos, por causa das séries japonesas Evangelion, Ultraseven entre outros. Ou então por causa do Godzila e de outros monstros gigantes da época. Isso porque, o filme de 2013, traz os Jeagers, que são robôs do tamanho de prédios enormes lutando contra os Kaijus, monstros gigantes que saíram de uma fenda dimensional no fundo do Oceano Pacífico. Mas como eu não tenho esses 30 anos, eu só vi o Godzila de 1998, que eu adorei. Então, eu esperava muito este filme. Não pelas séries japonesas no passado, e sim por Guilherme Del Toro, o ótimo diretor do filme. Os trailers já mostravam tudo que o filme prometia, com efeitos incríveis. Então eu pensei: " O que será ver esse filme no cinema em 3D ? ".

Bom, depois que eu vi o filme em 3D no cinema, eu posso dizer que eu esperava mais. Acho que foi muito pouco tempo, para um filme que merecia muito mais. Então vamos começar do elenco, com Idris Elba, que mesmo sendo coadjunvante, foi forte e sério em sua atuação. E também a já velha amiga de Del Toro, a japonesa Rinko Kikuchi, que conseguiu surpreender. Charlie Hunnam é o protagonista masculino do filme, que tem uma história, mas na atuação do ator, nada de se destacar. E para fechar o elenco, que tal uma ótima participação de Ron Perlman, que estava extremamente gozado no filme; e para quem não conhece o ator, ele era ( ou pode voltar a ser ) o Helboy.

O roteiro foi muito bom, bem escrito, com tiradas ótimas. E quem está nessas tiradas é a ótima dupla Charlie Day e Burn Gorman, dois cientistas que descobrem os planos dos Kaijus. O roteiro é bem politico, mostrando bastante a imprensa em volta dos acontecimentos ( principalmente no começo ). E tudo dado nesse filme, pode ajudar numa sequência.

Os efeitos visuais são o que mais te prende e te chama no filme. Efeitos realistas, que fazem você parar para pensar se são reais, ou tudo isso é apenas a magia do cinema. A fotografia escura usada nas lutas entre os Jeagers e os Kaijus deixam tudo ainda mais real. O som também é um mérito do filme, principalmente nas cenas de ação e luta. Na verdade, nas lutas, tudo é perfeito: efeitos, trilha, edição e mixagem de som, câmera, fotografia, etc... E também nas cenas de conversa, onde a trilha ajuda bastante a você ficar atento nas falas. Mas o que me decepcionou no filme, foi o final, que eu esperava longo, e épico, e foi bem rápido, sem nenhuma cena que te faça lembrar para a vida toda. Acho que faltou um toque de exagero de Guilhermo Del Toro no final do filme, talvez umas batalhas mais longas e grandiosas, com o mesmo toque que foi usado nas batalhas de Hong Kong. Talvez, um toque de grandiosidade no final.

No final das contas, um filme em que todos os nerds, e até os que não são nerds vão lembrar para a vida toda. Pois ao todo, o filme é grandioso, épico, e com certeza, vai marcar a vida e a carreira de vez do diretor Guilhermo Del Toro.
Renato H.
Renato H.

21 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de agosto de 2013
Pacific Rim ou Circulo de Fogo, é um filme de ficção cientifica que mistura tecnologia, Monstros Alienigenas e uma pitada de super heroismo. Para quem cresceu assistindo os Super Sentais (serie do estilo Power ranger) e ficava ansioso para ver transformer, esse é um prato cheio. Primeiro por que ao contrario de Transformers as cenas são limpas, Nada daquele monte de efeito grafico passando em close na sua cara pra dizer que algo gigante está na tela, e muito menos o foco é a pura destruição e tem um ótimo ritmo no rumo da historia.

O filme não só tem uma qualidade visual muito boa, como dá valor aos seus personagens e essa é a grande diferença. Principalmente os secundários
Dificil não comparar os dois filmes. Mas se você não gostou de Transformer acredito que possa gostar deste. Os personagens são muito mais caricatos e expressivos. As cenas de lutas são empolgantes e finalmente consegui encontrar um filme que tivesse monstros tão bem feitos quanto os dinossauros de jurassic Park, até então imbativeis.

A historia é um pouco forçada, mas inteligente. Como todo bom filme americano o final deixa um pouco a desejar. Mas garanto que até chegar lá a diversão é garantida.
É um filme que você deve ir desligado com vontade apenas de curtir sem criticar, dessa forma aproveitará.
Na minha humilde opinião de M#$@! é um dos melhores filmes de 2013 competindo com Star Trek.
E aguardo ansiosamente pela Desolação de Smaug no fim do ano!
Jorge P.
Jorge P.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de agosto de 2013
"Guillermo del Toro tem o poder de enfurecer os seres, e transformá-los em monstros incontroláveis". Essa Frase veio a minha cabeça quando eu comecei a assistir Pacific Rim,pois mais Clichê que seja esse filme,O clichê é apenas um mero espectador, aqui os astros são JEAGER, o direto teve o cuidado de detalhar cada parte,cada peça desse fabulosos robôs ,é possível ver as entranhas, os efeitos especiais estão espetaculares,as cenas de destruições são de tirar o fôlego,Del toro conseguiu o que Bay não conseguiu homenagear e com respeito,tem um enredo,há uma motivação para tais fatos ,não é apenas Robos e monstros brigando e destruindo tudo,como em Transformers,,Pacific Rim é fantástico faz toda uma geração sentir uma nostalgia,fazendo belas referencias a todos gêneros de heróis japoneses ,muito mais que uma homenagem aos Tokusatsu é um tokusatsu "over 8000"

Desde já Pacific Rim é melhor Blockbuster de 2013
Fábio C.
Fábio C.

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de agosto de 2013
Uma inesperada grata surpresa!
Com visual deslumbrante, garante nota máxima no quesito efeitos especiais. A tecnologia 3D (ponto forte do filme) eleva seu patamar e o coloca na lista dos melhores filmes do ano.
Com ação do começo ao fim, é inevitável não lembrar de clássicos seriados japoneses do século passado, com Changeman, Jaspion e até mesmo o contemporâneo Power Rangers.
Em uma história muitas vezes abordada no cinema (extinção da humanidade) somos surpreendidos por pequenos diferenciais no filme que o torna de certa forma original e diferente.
Apesar de não comprometer a qualidade do filme, se contasse em seu elenco com atores famosos e mais carismáticos, ocuparia sem dúvida lugar de destaque absoluto frente aos lançamentos do ano, bem como aos filmes do gênero.
Com muita ação, boas doses de comédia e alguns deslizes, Pacific Rim, é uma ótima opção de entretenimento.
Kaio V.
Kaio V.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de agosto de 2013
O filme em si é muito bom, os efeitos especiais são ótimos mas o filme peca no cliche principalmente no final
Diego M.
Diego M.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de agosto de 2013
Muito bom, efeitos excelentes, o filme prende atenção do espectador, são 2 horas e 20 minutos que parecem 30 min, muita ação, quem era fã de jaspion, changeman e evangelion, não pode perder!! Esse filme entrega mais do que promete ao espectador, vale muito a pena!
Raildon L.
Raildon L.

29 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de agosto de 2013
Se você está em busca de um genuíno filme de aventura, não pode perder Círculo de Fogo. O longa-metragem do diretor Guillermo Del Toro (de Hellboy e O Labirinto do Fauno) carrega em seu código genético as características típicas dessas produções: ação incessante, personagens que você torce a favor e uma estória que, por mais absurda que seja, resgata a sensação das velhas matinês.
Del Toro não perde tempo para explicar ao público qual a proposta do seu filme. Rapidinho, ficamos sabendo que uma fenda no oceano pacífico libertou criaturas monstruosas, os “Kaiju” que invadem a superfície e passam a destruir as cidades. Para se defender, a raça humana criou robôs gigantescos, os “Jaegers”, controlados por duas pessoas através de uma conexão cerebral. Para deter de vez a ameaça, o plano consiste em fechar a fenda. Simples assim!
Círculo de Fogo é isso. A batalha entre o bem e o mal sem muito lero-lero e com altas doses de adrenalina em sua receita. Para se familiarizar melhor com o filme, é só se lembrar daqueles antigos seriados japoneses que tanto fizeram sucesso na década de 80: Jaspion, Changeman e congêneres. Com boas cenas de luta, humor e um uso acertado dos efeitos especiais, o filme é uma boa pedida por priorizar, acima de tudo, o entretenimento.
Leandro G.
Leandro G.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de agosto de 2013
Círculo de Fogo ou como eu prefiro chamá-lo Pacific Rim, é uma ode a cultura NERD, há tudo lá, robôs gigantes que por mais absurdo que seja as estruturas analíticas explicando sua existência e funcionamento, elas possuem cunho científico plausível e o design dos robôs são visualmente espetaculares, monstros absurdamente belos e assustadores que deixaria qualquer fã de jogos de RPG de horror baseados nas obras de H.P. Lovecraft boquiaberto e abismado, e por fim, os efeitos em CGI mais bem empregados e contextualizados que já vi num blockbuster, lógico que depois de O Senhor dos Anéis e se igualando ao Star Trek: Into the Darkness.

As lutas épicas entre os monstros gigantes (Kaijus) e os robôs gigantes (Jaegers), levam o armagedom completo em qualquer território que elas sejam travadas, sejam nas cidades, no espaço ou no fundo do mar, sinceramente é algo excitante de se ver e o 3d está fabuloso. Guillermo del Toro é um dos poucos cineastas contemporâneos que são imaginativos, pragmáticos e porque não intuitivo do cinema pipoca feito hoje em dia, suas obras possuem qualidades absurdas de termos técnicos que transformam um filme neste segmento em algo emocionante e divertido de se ver, sem a poluição visual que cineastas como Michael Bay adoram empregar. O único defeito deste filme são as atuações que estão em certos momentos patéticas e caricatas, mas o filme deixa claro quem são os verdadeiros protagonistas, que com certeza não são os atores, e sim os Kaijus e os Jaegers.

Guillermo del Toro deixa de lado o aspecto documental que já se transformaram padrão nos filmes catástrofes feitos hoje em dia, com suas câmeras tremidas e clima de tensão forçado para quebrar todo o sentido de ilusão, ele dá o que esperamos de um filme desta temática, diversão despretensiosa.

O bom de Pacific Rim é que este filme não é um daqueles que enaltecem a cultura bélica e o pseudo patriotismo dos EUA e de sua sociedade, os colocando como salvadores do mundo, mas enaltece o trabalho em grupo, a unificação entre as nações diante de uma grande ameaça, e todos os países possuem algum talento específico para a realização de uma função, algo que é posto sem ser um estereótipo voltado para o sentido pejorativo, como faz inúmeros blockbusters estadunidenses que saem todos os anos.

Guillermo del Toro já nos disse em sua filmografia, que o seu forte são filmes mais dramáticos com temática fantasiosa inserida no universo de terror, e filmes como Pacific Rim e Hellboy são apenas obras concebidas despretensiosamente, até porque nestes filmes ele não se preocupa com os clichês e deixa claro também a sua intenção de se fazer uma grande homenagem a estes personagens que ajudaram a criar sua arte, esta vista com mais enfase e complexidade, onde ele participa da produção, criação dos efeitos práticos que envolvem animatronic e maquiagem, criação dos efeitos visuais, roteiro e direção, como nos filmes Cronos, A Espinha do Diabo e O Labirinto do Fauno.

Em Pacific Rim, del Toro faz uma singela e magnífica homenagem aos animes japoneses como Evangelion e aos filmes do mestre japonês Ishirô Honda, e também a todas séries de TV que tinham os Kaijus como protagonistas como Ultramen, Power Ranges e etc. Este filme é lindo de se ver!
Raony M.
Raony M.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de agosto de 2013
Muito bom em 4D. A sensação é de está pilotando o robô. Efeitos muito bons. História simples. Pra quem gosta de ação e ficção é uma boa opção
Marcos Gregory O.
Marcos Gregory O.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de agosto de 2013
tava fazendo muito frio no cinema friooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
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