Círculo de Fogo
Média
4,3
3563 notas

220 Críticas do usuário

5
82 críticas
4
73 críticas
3
34 críticas
2
17 críticas
1
7 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Romualdo G.
Romualdo G.

24 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Crítica: Círculo de Fogo (3D

Definitivamente a coisa mais legal e empolgante no cinema esse ano. Del Toro presta homenagem aos seriados japoneses e transforma um produto banal em algo realmente bom.
A história se passa no futuro, quando na fenda entre as placas tectônicas do Pacífico se descobre um portal por onde monstros de um ponto afastado do universo passam para chegar até o nosso planeta e causar destruição. Após sofrer com os danos, os humanos aprendem a revidar e criam os chamados Jaegers, robôs gigantes controlados por dois operadores conectados mentalmente entre si dentro da máquina, comandando-a através de movimentos realizados em parceria. Mas logo percebe-se que a frequência e intensidade dos ataques dos Kaijus, como são chamados os monstros, aumentam e que uma mudança nos planos precisa ser elaborada.
Se Transformers já não era bom antes, agora parece uma porcaria. Círculo de Fogo trás as maiores criaturas, os maiores robôs e as maiores batalhas já criadas no cinema (Tudo em termos de escala). Ali temos uma clara referência a Evangelion, Gantz, Godzilla e todos os animes, séries e mangás japoneses que você conseguir lembrar. Del toro simplesmente prestou sua homenagem mais nostálgica até hoje e fico com inveja de quem teve a oportunidade de assistir dublado em japonês.
Os efeitos especiais são da mais alta qualidade e o filme parece mais caro do que seu orçamento de 190 milhões. As cenas de ação tiram o fôlego e a trilha sonora é viciante e implacável. O 3D, mesmo convertido, foi algo trabalhado de maneira muito carinhosa e faz diferença. Quem sentar do meio da sala de exibição pra frente, poderá aproveitar melhor o 3D que dá muita ênfase externa pro primeiro plano, principalmente nos destroços e nas cenas de luta. Logo na introdução, temos um 3D fantástico... esse filme foi feito pra você assistir na maior tela de cinema da sua cidade (e que de preferência tenha um ótimo sistema de som).
Os personagens são meio caricatos, clichês e estereotipados. A razão disso é óbvia: Nos Animes e séries de monstros, os personagens são exatamente assim. Todo o elenco realiza um bom trabalho. Os protagonistas interpretados por Charlie Hunnam e a atriz japonesa Rinko Kikuchi são ótimos. Kikuchi é uma atriz pouco conhecida por aqui, mas ela fez sua estreia internacional em Babel e chegou até mesmo concorrer ao Oscar em 2007.
A dupla de cientistas interpretados pelos atores Burn Gorman e Charlie Day, são a força cômica da equipe e os mais caricaturados, sem falar que possuem uma boa química. Outro coadjuvante cômico e muito especial, é o nosso eterno Hellboy Ron Perlman que faz uma participação super divertida. O ator Idris Elba também vai bem como o cara durão da equipe e logo ganha a simpatia do público.
O Design dos Monstros Gigantes e dos robôs colossais é um espetáculo a parte. Há referências a uma penca de coisas ali e cada robô representa um país diferente, sendo que cada equipe ganha aqueles codinomes bizarros típicos dos animes de Mecha. Os próprios robôs ainda possuem ataques personalizados estilo Power Ranger como espadas, armas de raio, armas de mísseis e soco turbo. É pra fazer qualquer Nerd feliz.
O roteiro é bem simplista e a história não seria tão interessante se as mãos competentes de Guillermo del Toro não estivessem por trás do projeto. As coisas no filme poderiam ser resolvidas de maneiras mais simples, mas pra que soluções simples quando se pode exagerar e ir pelo mais complicado? É tanta inventividade que você acaba se perguntando de onde vem tudo isso.
A fotografia tem uma coloração forte e vai ganhando tons diferentes na paleta de cores, mas o 3D escurece um pouco e o filme acaba tendendo sempre pra um tom mais azulado. Os planos de câmera são perfeitos e todas as cenas de ação são muito bem enquadradas. Há grandes planos que mostram vários detalhes e não há aquelas cenas estilo Michael Bay feitas de cortes rápidos e que confundem por vezes o público. Definitivamente a Batalha de Hong Kong foi épica.
No fim, Círculo de Fogo é um filme feito para homenagear e entreter e nisso ele acerta em cheio. Com roteiro simples e poucos furos, ele segue sua trama com soluções grandiosas e completamente descerebradas levando o público a loucura. Se você não curte Mechas, garanto que pelo menos esse você vai curtir.
rmac
rmac

2 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de agosto de 2013
Circulo de Fogo 3D IMAX - muita ação, otimos efeitos especias, robos e montros muito bem definidos. filme muito bem feito. aliado a isso quem viveu os anos 80 assistindo Ultraman, Spectroman, Jaspion, Jiraya, changeman e etc... assistiu Godizilla e animes como Evangelion, Detonator Orgun o filme traz uma grande nostalgia. ao fim da sessão pude observar que alguns maramanjos estavam repetindo os golpes dos robos enquanto falavam do filme. Guillermo Del Toro arrebentou com esse filme e pode até arrancar uma estatueta em categorias técnicas como efeitos ou mixagem. ao menos indicação técnica o filme merece
Pedro K.
Pedro K.

8 seguidores 34 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
É triste perceber todo este preconceito que ''Círculo de Fogo'' está sofrendo. Muitos apontam como um novo Tranformers, que visa apenas destruição sem sentido algum, já outros ainda mais desenformados dizem que o filme é uma cópia descarada do seriado japonês ''Neon Genesis Evangellion'', que também envolve robôs gigantes contra kaijus (monstros enormes). Isso explica o fato do fracasso total do filme nas bilheterias, tendo até ''Gente Grande 2'' em sua frente. Mas por que estou lamentando tanto ? Pelo simples fato de que o mais novo filme de del Toro é um blockbuster perfeito: possui sequências de ação espetaculares, diversão em toda sua projeção e um visual de aplaudir de pé.

Na trama, os chamados kaijus, saem de uma fenda do pacífico e passam a destruir cidades inteiras. Para destruí-los, os humanos criam Jeagers, robôs gigantescos capazes de eliminar essas criaturas tizado pela morte de seu irmão no passado, Raleigh Backet é chamado de volta para combater e destruir de uma vez por todas esses monstros.

O que todos mais esperavam nesse filme, foi completamente prometido : lutas antológicas entre robôs e monstros. O diretor Guillermo del Toro é eficaz nas cenas de luta, com seus planos-sequência. Ao contrário da maioria das cenas de ação vistas nos filmes de hoje, onde há cortes rápidos e não entendemos absolutamente nada, o cineasta utiliza poucos cortes, mantendo a câmera em um lugar só e apenas a movimentando. As sequências são de tirar o fôlego e te fazer torcer para os Jeagers.

Mas não pensem que o filme se resume só a isso, o roteiro por incrível que pareça consegue criar um ótimo drama em torno dos protagonistas. Tanto em Raleigh, com a morte de seu irmão no passado, como em Mako, em que temos um longo flashback apenas para contar a sua história e se figura entre as melhores cenas do filme por sua carga dramática. Além disso, o longa consegue nos trazer de volta para infância com suas grandes homenagens a outras excelentes obras.

Mas infelizmente, o texto não consegue fugir de inúmeros clichês e diversas frases de efeito. Não só isso, como também alguns furos, erro comum em filmes de alto orçamento, dão as caras em ''Círculo de Fogo''. Como se não bastasse, o blockbuster sofre de uma perda de ritmo, após os dez excelentes minutos inicias contando toda história de como os kaijus surgiram e os jeagers nasceram, temos uma quebra de ritmo que dura ao menos 15 minutos, mas que após esse longo e entediante tempo, o filme consegue recompensar.

Porém, quem conhece o cineasta Guillermo del Toro de outros filmes (O Labirinto do Fauno, Hellboy 2), sabe que o sujeito é capaz de criar criaturas absolutamente fantásticas. Cada monstro tem seu design original e maravilhoso, em que cada detalhe faz toda diferença. Até mesmo os próprios robôs, tem visuais diferentes de acordo com seus países.

Somando isso á uma direção de arte fabulosa, o resultado é uma experiência visual fantástica, que, acrescentada com o IMAX 3D, fica praticamente irretocável. Cheio de cores, o visual consegue ser lindo, ainda com um 3D que entra na lista dos que justificam o ingresso mais caro. E sim, essa foi minha primeira experiência cinematográfica numa sala IMAX, e simplesmente não podia ser melhor: o som é fantástico e faz a sala toda tremer, e o visual é de tanta qualidade que parece que entramos nos filme,e nas cenas de luta então, assistir a ''Círculo de Fogo'' em uma sala IMAX é absolutamente espetacular.

Contando com uma trilha sonora envolvente, e ótimas atuações, como Hunnam encarando bem seu protagonista, Kikuchi nos trazendo o melhor personagem do filme, e ainda com Charlie Day e Ron Perlman divertidíssimos, ''Círculo de Fogo'' faz dupla com ''Além da Escuridão-Star Trek'' como melhores blockbusters de 2013 até esse momento. Esperamos uma boa bilheteria mundial para uma sequência ser encomendada.
Renê M.
Renê M.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
Achei um roteiro bem simples, porem um filme. muito bem feito com muita cena de ação, como tambem cenas engraçadas q leva o telespectador até o final. Recomendo!
Roberta M.
Roberta M.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
um dos melhores filmes em 3 D q eu ja assisti! !! muito bom! um dos melhores filmes do Del Toro!
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
CÍRCULO DE FOGO

E daí que o filme tem um roteiro pífio e narra uma estória que não tem sentido algum? E daí que o elenco do filme é fraquíssimo? E daí que o filme tem cenas que de tão embaraçosas dão vergonha alheia por serem extremamente piegas? E daí que o filme seja recheado de clichês, estereótipos e previsibilidade? E daí que a trilha sonora seja ruim de doer? Nada disso desmerece um filme que foi feito unicamente para ser assistido em salas IMAX 3D. Então, se você quiser assistir a esse filme, dê preferência a assisti-lo legendado e na tela gigante com alta definição de imagem e som. O filme tem inúmeros furos e deficiências narrativas, mas uma coisa a qual não decepciona é sua qualidade técnica, com efeitos especiais simplesmente embasbacantes. Houve momentos em que eu fiquei meio zonzo devido à tamanha quantidade de informação visual e sonora ao mesmo tempo. E convenhamos, Guillermo Del Toro é mestre no quesito filmes de conteúdo fantástico. Suas narrativas não são soníferas como os filmes de George Lucas e Peter Jackson (que me desculpem os fãs mais afoitos) e suas criaturas foram feitas de maneira tão esmerada, que o expectador praticamente fica boquiaberto. Claro que não se pode esperar desse filme algo tão denso e magistral como o sadismo sombrio e surreal de O Labirinto do Fauno, ou a luminosidade criativa dos filmes do Hellboy. Círculo de Fogo nada mais é que um blockbuster que remete a infância. Impossível não se lembrar dos herois japoneses oitentistas que lutavam em seus robôs gigantes contra mega monstros. Só que, obviamente, se eleva à milésima potência o apuro visual. Adicione ainda nessa mistureba a tentativa frustrada de um toque sci-fi que envolve um compartilhamento mnemônico completamente absurdo e ilógico (como todo o filme, aliás) com a sensação de assistir pessoas jogando vídeo game interativo. Lá também se encontram o mocinho bom de briga e com dificuldades de lidar com um trauma no passado (assim como a mocinha, por sinal), o antagonista prepotente e arrogante, um comandante de bom coração e capaz de atos extremos, e por aí vai... De resto, basta aproveitar para divertir-se com um entretenimento de massa que começa chatinho, mas que ao primeiro embate verdadeiramente grandioso prende sua atenção até o fim. Mesmo as piadinhas dos personagens de Charlie Day (que com sua cara de pateta e trejeitos exagerados praticamente repete seu personagem de “Quero Matar Meu Chefe”) e de Ron “Hellboy” Perlman (com sua cara de poucos amigos) ajudam o filme a criar uma empatia pela falta de noção generalizada que impera no filme. Aliás, não saia do cinema antes de mais uma piada ridícula, mas engraçada, depois dos créditos iniciais. Em suma, é um filme que empolga em vários momentos e vale a conferida, mesmo que seja bem aquém do que poderia mostrar o talento do diretor mexicano.
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2013
Círculo de Fogo, de início, trazia uma proposta interessante. Robôs gigantes, monstros parecidos com o Godzilla e o que mais agrada um Fã de filmes de ação, Explosões. O Filme que é dirigido por Guillermo Del Toro, traz um futuro onde a terra sofre batalhas constantes contra Monstros que são chamados de Kaiju, que se tornam os maiores predadores do ser humano. O filme segue neste rumo. Com "invasões" dos monstros o tempo todo. Mesmo seguindo neste rumo simples, o Enredo surpreende e impressiona em vários momentos.
Para todo conhecedor do cinema, principalmente do cinema Fantasioso, sabe muito bem que quando um filme tem em sua capa escrito "Dirigido por Guillermo del Toro", sabe-se que é uma fórmula certa de sucesso e muita bilheteria. E não é para menos, já que Del Toro, é um dos maiores diretores de filmes do tipo, é só olharmos em seu passado e vermos "O Labirinto do Fauno", "Mama", "Blade 2", "Hellboy" e vários outros.
Como de se esperar, Del Toro não decepciona. Logo ao início do Filme, percebemos a extensão do problema que a raça humana enfrenta, quando o protagonista, Raleigh que é interpretado por Charlie Hunnam (Hooligans), é derrotado e mutilado por um Kaiju e perde seu irmão. Somente nesse início vemos a extensão da capacidade de Del Toro, não somente de surpreender com efeitos especiais, mas levar o telespectador a sentir o que o Personagem dentro do filme sente.
Com o decorrer do filme, o telespectador nem percebe que o filme possui duas horas e dez minutos. Cada cena de ação, dá uma sensação de que o dinheiro do 3D valeu a pena. Charlie Hunnam impressiona em seu papel como protagonista, mesmo sendo o seu Robô quem faz a maior atuação.
Para todos que vem esperando um filme de Robôs que supere Transformers, esse é o Filme perfeito. Para os amantes de filmes de ação, explosões e lutas de proporções grandiosas, também é para você. O que nos resta a fazer, é esperar uma continuação para ver mais um Show de Efeitos Especiais de Guillermo Del Toro.
Edson C.
Edson C.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2013
Filme divertido, emocionante, empolgante, foi muito bom assisti-lo ; )
Larissa C.
Larissa C.

33 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2013
Pela sinopse parece ser só mais um filme sobre aliens x máquinas (ser humano), só que "Circulo de Fogo" é completamente ao contrário, tem a didática, o contexto e interconecta os fatos, não deixando furos na história. Guillermo Del Toro trabalhou muito bem essa didática ao decorrer do filme, não se tratando somente de uma guerra, mas envolvendo outros conflitos emocionais. Recomendo muito esse filme!
Elias N.
Elias N.

13 seguidores 25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
Um filme espetacular, com uma trilha sonora ótima, com enredo muito bom e com personagens muito bons,apesar de serem desconhecidos. Um ótimo filme mais uma vez de Guilhermo Del Toro!!!! Recomendo
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa