Círculo de Fogo
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Arthus R.
Arthus R.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
Guillermo del Toro fez o dever de casa e conseguiu trazer, meio a tantos clichês, um filmaço de qualidade, que prende do começo ao fim, o faz pular da cadeira e remete, aos mais nerds, aos tempos de infância, com seus heróis, monstros e robôs gigantes japoneses.

Tomando como referência animações japonesas (animes) de mechas (lê-se 'mécas', de mecânicos, robôs) mais clássicas como Neon Genesis Evangelion, Gundam e Giant Robot, os tokusatsus (super heróis japoneses) como a série Ultraman e os filmes de monstros gigantes (kaijus) como Godzilla e King Kong, Círculo de Fogo conseguiu reunir o que há de melhor nesse gênero sem ser chato, repetitivo e ainda conseguir trazer algo tão envolvente.

A parte visual é empolgante, os efeitos são belíssimos de se ver, a magnitude dos robôs e monstros consegue ser fiel de tão vertiginosa. Além do 3D, que casou perfeitamente com esse visual.

O áudio é outro ponto positivo do filme, dando imersão às cenas de ação e, mais uma vez, nos trazendo ao passado com trilhas parecidas com a de Ultraman e Godzilla.

O filme é mentiroso, uma ficção, e não traz nada de novo. Mas consegue excelência em seu objetivo.
Uma saudação carinhosa aos fãs do gênero. Obrigatório de se assistir, e em 3D.
coelhonocinema
coelhonocinema

26 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
Bom antes de mais nada já vou deixar bem claro que na minha infância sempre odiei todos os seriados japoneses e americanos de monstros gigantes: "Power Rangers", "Jiraya", "Jaspion", etc. Dito isso, quem me conhece viu que deixei praticamente por último a grande estreia da semana por achar que seria só isso junto de "Transformers" que seria apresentado. Pois bem, me apedrejem, pois vou dizer em leras bem grandes "Círculo de Fogo" é o MELHOR filme ficcional que já vi em tempos, de tal forma que não tem como sair da sala do cinema sem querer voltar pra próxima sessão, o que é uma pena já que vi na última de hoje. Espero que renda horrores e queiram continuar de alguma forma possível, pois quero mais! O incrível do filme é conseguir fazer todos os tipos de exageros inimagináveis serem vistos de forma tão crível que acabamos torcendo para que os robozões soquem com toda força possível os monstrengos. Eu clamo para todos irem à melhor sala que existir em sua cidade, pois vale cada centavo pago a mais para ouvir muito barulho e ver tudo de forma gigantesca da mesma forma que foi pensado pelo diretor, aqui eu vi em XD3D, mas quem puder vá ao Imax que esse vale!

O longa nos mostra que quando legiões de criaturas monstruosas, conhecidas como Kaiju, começaram a emergir do mar, iniciou-se uma guerra que acabaria com milhões de vidas e consumiria recursos da humanidade por anos a fio. Para combater os gigantes Kaiju, um tipo especial de arma foi criado: robôs gigantes, chamados de Jaegers, controlados simultaneamente por dois pilotos que têm suas mentes trancadas em uma ponte neural. Mas mesmo os Jaegers se mostram quase que indefesos em relação aos implacáveis Kaiju. À beira da derrota, as forças que defendem a humanidade não têm escolha senão recorrer a dois improváveis heróis – um esquecido ex-piloto e uma inexperiente aprendiz – que se juntam para comandar um lendário, mas aparentemente obsoleto, Jaeger do passado. Juntos, eles representam a última esperança da humanidade contra o apocalipse.

Agora que desliguei o momento euforia posso falar mais sobre o filme tranquilamente, Guilhermo Del Toro conseguiu escrever e dirigir um filme extremamente visual e lotado de clichés sim, mas quando buscamos um longa de ficção o que mais esperamos e acabamos saindo decepcionados das salas muitas vezes é a falta de algo condizente e interessante, e dessa vez não podemos reclamar em hipótese alguma de nada, pois o diretor consegue nos proporcionar uma experiência incrível de cores, sons, efeitos e tudo mais que sempre quisemos ver nos blockbusters da vida e ainda assim colocar uma história bem interessante e científica no meio, resultando em algo brilhante. Foi nítido ao sair da sala tanto a minha cara de satisfação quanto a dos demais espectadores, inclusive algumas meninas que aparentemente só acompanhavam seus namorados e estavam saltitantes com tudo que viram, ou seja, um fenômeno ímpar que deve fazer os seus U$200 milhões se multiplicarem rapidamente, tanto que já está com quase U$350 milhões e deve ir bem mais longe, pois o boca a boca só se multiplica. Você deve estar falando, mas Coelho você não vai falar dos defeitos do filme? Respondo rapidamente que o longa prende tanto você na poltrona que não dá tempo nem de olhar para o relógio para ver quanto tempo passou pra saber que rumos ainda vai tomar, então quanto mais ter tempo para ver defeitos, talvez quando eu rever ache furos exagerados, mas por enquanto só digo uma coisa, vá ver!

O mais engraçado de se ver no filme é que o elenco foi onde Del Toro conseguiu mais economizar, pois não temos praticamente nenhum grande ator por trás mesmo que seja num papel minúsculo e isso só mostra mais uma vez que a mensagem do diretor deve ser uma bela pontada nos egos grandes de Hollywood, dizendo que não precisa de grandes nomes para se fazer grandes filmes. Mas também não vou exagerar tanto na dose, pois o grande parceiro de vários filmes do diretor Ron Perlman faz um personagem bem caricato que é o ponto cômico da trama, tendo tanto boas cenas no miolo quanto na cena pós-crédito, e ele dá um show de interpretação mostrando que sabe fazer de tudo para ajudar Del Toro, mesmo que seja um papel ínfimo. O protagonista Charlie Hunnan, que não me lembro de praticamente nenhuma grande atuação dele, já que é mais conhecido pela série que trabalha do que no cinema, faz um personagem muito bacana com uma ideologia própria e bons trejeitos, poderiam ter segurado um pouco mais na hora da química dele com a protagonista feminina, mas alongaria o filme demais sem necessidade para o que foi proposto, porém tirando isso, o que faz em cena é um show de atuação e espero ver ele mais vezes no cinema. Rinko Kikuchi é outra desconhecida minha que mostrou uma garra impressionante em todas as cenas que faz, colocando expressão mesmo nas suas menores cenas e se destacando quando precisou da lente estar em foco nela, sua versão criança Mana Ashida é outra que se tivéssemos uma premiação infantil mereceria um prêmio de boa interpretação, pois a garotinha detona em sua pequena participação. Agora o roubador de cenas mais expressivo de todo o planeta é Idris Elba que consegue fazer um general como há muito tempo não víamos com uma postura robusta e que emociona nas cenas mais forte, realmente deu show em todos os planos que dividiu com qualquer um do elenco. A dupla Charlie Day e Burn Gorman também divertem com suas pesquisas e predileções, soando também bacana como um alívio cômico para toda a tensão que o filme consegue impor. Dos demais atores posso falar que todos estão excelentes, mesmo que aparecendo bem pouco, poderia ter dado algum destaque pequeno pros demais pilotos como os russos ou os trigêmeos, mas preferiram focar nos outros dois times, Robert Kazinsky e Max Martini até convencem bem agradando na postura mais agressiva dos soldados, mas só valem ser destacados por não focarem em mais ninguém.

Falar do visual do filme é quase como dizem por aí na internet vomitar um arco-íris, pois a equipe de arte juntamente com a equipe de efeitos especiais trabalhou muito para deixar o longa com a gama completa de cores e de elementos utilizáveis para a trama, tudo que pudesse ser imaginado foi colocado e bem mostrado, sejam parafusos, cabos, capacetes, navios, monstros estranhos, ácido e cidades sendo totalmente destruídas da forma mais realística possível, tanto que quero muito ver como foi feito, portanto já sabem meu presente de Natal quem quiser me dar aceito o blu-ray como maior agrado possível. A equipe de fotografia soube usar todas essas cores dadas para jogar em sua paleta bem escura de fundo e fazer mágica com tudo que aparece na tela, utilizando planos nada convencionais para realçar cada momento, e fazendo com que outra equipe trabalhasse melhor ainda, que foi a equipe do 3D. Quem reclamar de ter pagado mais caro para ver esse filme em 3D merece ter seus olhos arrancados para aprender como se usar a tecnologia em prol de algo, temos elementos saltando juntamente com uma profundidade de campo ímpar, tudo tem textura e percepção visual, tanto que muitos momentos somos quase as mãos dos pilotos socando os monstrões.

Outro fator muito bom do filme é a sonoridade, tanto que estou recomendando que vá ver onde melhor possível for na sua cidade, aqui na sala XD garanto que sai quase surdo com o absurdo de peças rangendo sendo destruídas e coisas explodindo e tudo mais. A trilha sonora ficou por conta do cansativo tum tum tum que já está começando a encher o saco de tantos filmes que vêm utilizando ela, mas aqui caiu bem para a trama, pois ficou aliada aos passos dos robôs e convenceu bastante.

Enfim, poderia falar muito mais dele, mas estragaria muitas surpresas bacanas que valem a pena serem vistas por cada um, já falei, mas repito veja na melhor qualidade possível, portanto não baixem para ver nas suas casas imagens gravadas em cinema. Se possível também vá ver em 3D, pois esse sim vale a pena ser pago. E claro, ficarei aguardando muito o Del Toro anunciar que fará uma continuação para homenagear mais ainda os criadores japoneses de monstrengos com mais gosto ainda. Fico por aqui hoje, mas nessa semana ainda temos mais uma estreia para conferir, então abraços e até breve pessoal.
Djalma C.
Djalma C.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de agosto de 2013
Há muito tempo um filme não prende minha atenção como esse, incrível, muito bom, um dos poucos filmes que pude presenciar um silêncio total em uma sala de cinema cheia.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de agosto de 2013
Seriados japoneses oitentistas receberam uma bela homenagem. Del Toro, com sua criatividade gigante, consegue criar um universo de combates entre robôs gigantes e monstros maiores ainda. O roteiro é cheio de furos e sem muito nexo, mas quando a quebradeira começa, você esquece tudo isso. Em alguns momentos, é tanta informação na tela que chega a dar tontura. Nos combates, "orgasmos nerds" acontecem com tantas ações. A sequência inicial é o termômetro da ação que se segue o filme todo. Recomendo a todos que assistam em IMAX 3D, pois o filme é feito pra ser assistido assim.
mariana X.
mariana X.

27 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Em homenagem aos filmes japoneses , circulo de fogo é um filme de ficção ,mas não dos melhores , o enredo do filme é bem lento e fica preso de mais alem de ser bem previsível , o que mais chama a atenção são as cenas bem feitas que valeram a pena assistir em 3D , não julgo muito o filme pois é de ficção já da para perceber que vai ser lento e previsível então a maioria das pessoas assistem logo sabendo que o filme vai ser longo , que em algumas cenas tudo fica chato , mas o motivo para as pessoas assistirem e gostar um pouco mais do filme é o fato de que a maioria dos filmes de ficção são bem feito , recomendo mais quem é fã de ficção cientifica e também quem tem paciência .
Aleph B.
Aleph B.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de agosto de 2013
É muito comum ver diretores que acabam esmagados por imposições de estúdios e produtores, mas Guilhermo Del Toro é um diretor que gosta de impor seu estilo por mais eclético que ele possa ser, afinal o mexicano já foi responsável por adaptações de hq's (Blade II e Hellboy), terrores ( Mutação, A Espinha do Diabo e O Labirinto do Fauno), entre outros gêneros que ele tenha conseguido ou não levar pras telas.
Suas obras carregam o peso da sua visão única, que são adoradas ou odiadas justamente por serem únicas, mas um fator permanece presente em todos seus filmes: A fantasia.
Em Círculo de Fogo, sua homenagem aos filmes de monstros e robôs gigantes sobretudo japoneses, esse fator permanece. Tudo é tão fantasioso, tão inverosímel, que fica fácil para nós telespectadores manter a distância necessária entre o nosso mundo e aquele apresentado, devastado por uma guerra de anos contra os terríveis Kaijus (monstros em japonês), apreciando uma história simples mas bem apresentada e efeitos especiais arrebatadores.
Na trama, para combater os monstros que surgiram numa fenda entre duas placas tectônicas no meio do oceano, os humanos criaram robôs, os Jaegers (Caçadores em alemão), sendo preciso dois pilotos compartilhando todas as memórias e sentimentos para pilotar esses seres imensos. Para isso é necessário uma "química" compatível entre os dois, e quanto mais ligados esses dois forem, mais mortal e preciso será o Jaeger. Essa talvez seja a maior contribuição de Del Toro ao roteiro que não apresenta novidades e possui alguns furos, mas diverte. Tudo que é mostrado pode ser previsto alguns minutos antes, mas é proposital, assim como os movimentos dos pilotos que são logo seguidos do mesmo movimento pelos Jaegers.
Guilhermo apresenta assim seu filme mais ambicioso em termos técnicos (se puder assista em IMAX 3D) e constrói um universo que merecia até outros filmes para contar melhor a história desse mundo onde seres gigantes duelam sobre cidades, tal qual os seriados que acompanhávamos quando crianças faziam.
Silvio R.
Silvio R.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Fui ao cinema achando que ia assistir um misto de Power Rangers e Godzilla, mas me surpreendi com a qualidade tanto de desenho de produção como de roteiro e interpretações. Recomendo a todos os fãs do gênero ficção-científica + fantasia.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Não é tão bom quanto parece. Como dizem por aí, a verdade é que a embalagem atrai, mas o que nos prende é o conteúdo. Após um começo muito bom, onde a premissa é apresentada de forma inteligente e dinâmica, uma torrente de situações previsíveis inundam a telona, tal qual o agitado pacífico é o cenário das grandes batalhas. Guillermo del Toro foi competente, como de costume, e manteve seus hábitos, como a classificação para menores de 12 anos, os efeitos especiais incríveis, o tom de horror que remete as suas origens e um rosto conhecido. Assim como Johnny Depp é o favorito de Tim Burton, Ron Perlman volta a ser lembrado, confirmando seu papel de "ator fetiche" de Guillermo. Quanto ao roteiro, aí estão os maiores problemas. Os personagens são totalmente estereotipados, além de se esquecer que é o destino do Planeta Terra e da humanidade como conhecemos que está em jogo. Todos os personagens são movidos por razões pessoais.
spoiler: Spoilers neste parágrafo: O capitão é um heroico ex-piloto que salvou sozinho uma menininha e agora quer protegê-la a todo custo e apesar de nunca mais poder pilotar um robô, vai mesmo assim. A menininha cresceu e se tornou um piloto de potencial fantástico, mas que peca pela inexperiência e quer vingar a morte de sua família. O protagonista é um piloto talentosíssimo, mas tem dificuldade em seguir regras e se sente responsável pela morte do irmão. Também temos os cientistas esquisitos e o personagem "babaca" e arrogante, que tem problemas de relacionamento com seu pai.

A insistente tentativa de sensibilizar com o drama sofrido pela personagem de Rinko Kikuchi incomoda, e muito! O filme fala tanto em conexão e não se conecta com o espectador, fazendo com que as cenas onde não ocorram batalhas sejam chatas e cansativas, pois não há como se emocionar. E algumas questões também ficaram no ar: Como imagens dos monstros e das batalhas são mostradas em noticiários, se em momento algum vemos qualquer emissora de TV fazendo a cobertura dos fatos? A melhor solução para impedir as invasões destes monstros que pesam milhares de toneladas e que são resistentes à toda força militar do planeta seria mesmo cercar toda a costa do Pacífico com uma muralha? Sério? Com monstros invadindo a cada semana, o tempo gasto para isso, sem falar nos recursos financeiros e de matéria-prima necessários foi a decisão mais viável? Sem falar no final feliz, onde milagrosamente todos sobrevivem, aplaudem, choram e estão prontos para defender o mundo novamente em uma possível continuação.
O ponto positivo do filme, e dependendo do espectador, isso é mais do que suficiente para esquecer ou relevar tudo de ruim que foi dito aqui anteriormente, são os efeitos especiais. Coisa fina, de primeira categoria com certeza. Os golpes têm riqueza de detalhes e enchem os olhos as cenas de batalha. Os ingênuos piram.
Consideração final: Não é nada que você ainda não tenha visto ou imaginado, mas, por outro lado, não é o caso de você pedir suas 2 horas e 11 minutos da sua vida de volta.
Aline B.
Aline B.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
Muito bom, fartura de efeitos 3D, o que é muito raro, vale muuito a pena. personagens envolventes.
Guilherme L.
Guilherme L.

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de agosto de 2013
eu realmente me surpreendi com esse filme, quando vi o 1° trailer não fiquei muito empolgado, mas quando foi lançaram mais trailers e cartazes eu me interessei muito, eu entrei no cinema afim de assistir um bom filme, não era o que eu estava esperando, é muito melhor do que eu esperava eu fiquei arrepiado do começo ao fim, todos aqueles efeitos fantásticos, paisagens espetaculares, as cores e o roteiro me fizeram amar o filme, é um excelente filme, eu vi muitas pessoas reclamando do elenco e falando que os efeitos são muito exagerados e falando que não iriam ver esse filme, eu tenho pena delas porque estão perdendo um excelente robôs do filme me surpreenderam, cada um deles são de países diferentes e tem atributos diferenciados para serem superiores aos outros.
eu recomendo assistir esse filme em 3D, porque é a melhor maneira de assistir esse filme.
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