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Jose R
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22 críticas
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0,5
Enviada em 19 de agosto de 2013
10 motivos para rir de Círculo de Fogo, de Benício Del Toro:
Um filme pode ser até bem feito mas não guardar um mínimo de coerência e bom senso. Milhões e milhões de dólares - nesse caso, 200 - podem ser gastos de maneira absurdamente sem lógica. É o que aconteceu nesse quebra quarteirões. Esse é o nome em inglês O mais revoltante é que esse dinheiro poderia ser gasto de uma forma muito melhor, com muito mais verossimilhança e utilizando-se praticamente os mesmos recursos e o mesmo talento. Bastava discutir melhor o roteiro. Aqui vai uma lista de como as coisas poderiam ser diferentes: spoiler: 1 - Se você tem ataques de monstros, periódicos, às suas cidades costeiras, durante dezenas e dezenas de anos, então, automaticamente, você tem que ir, e paulatinamente, tirando as suas populações das praias. Cena ridícula aquela em que as pessoas, em Sidney, são atacadas por monstros, logo em baixo da muralha que foi construída para contê-los;
..Bom filme...Para quem gosta no estilo Transformers recomendo assistir,e dessa vez vou elogiar o uso do 3D,otimos efeitos especiais...Uma boa historia,que mesmo o filme sendo um pouco longo nao fica chato,conseguindo prender a atencao durante todo o tempo...Vale a pena ver.
Misturando ingredientes de "Godzila" a "Transformers", o filme não deixa de ser uma "hollywoodizada" interessante e atual de um elemento da cultura japonesa que se consagrou em todo o mundo, que vale a pena ser conferido. Por motivos óbvios, está longe de ser no geral o trabalho mais completo de Del Toro, porém duas conclusões ficam evidentes: a de que o diretor estreou com o pé direito no filão das grandes empreitadas cinematográficas e a de que sem ele possivelmente teríamos um resultado aquém e sem profundidade humana, à moda de Michael Bay.
Uma inesperada grata surpresa! Com visual deslumbrante, garante nota máxima no quesito efeitos especiais. A tecnologia 3D (ponto forte do filme) eleva seu patamar e o coloca na lista dos melhores filmes do ano. Com ação do começo ao fim, é inevitável não lembrar de clássicos seriados japoneses do século passado, com Changeman, Jaspion e até mesmo o contemporâneo Power Rangers. Em uma história muitas vezes abordada no cinema (extinção da humanidade) somos surpreendidos por pequenos diferenciais no filme que o torna de certa forma original e diferente. Apesar de não comprometer a qualidade do filme, se contasse em seu elenco com atores famosos e mais carismáticos, ocuparia sem dúvida lugar de destaque absoluto frente aos lançamentos do ano, bem como aos filmes do gênero. Com muita ação, boas doses de comédia e alguns deslizes, Pacific Rim, é uma ótima opção de entretenimento.
Acabei de chegar do cinema, e estou pensando, será que esse foi o melhor filme do ano? se não foi com certeza chegou perto, superou todas as minhas expectativas (que por sinal não era muito altas), se tiver algum IMAX na sua cidade não tenha duvida em assisti-lo, na minha cidade não tem, então só assisti em 3D, com um simples sistema Dolby Digital 7.1 já tremeu as cadeiras em boa parte do filme, imagina em IMAX, achei que o 3D funciona bem até. Enfim muito bom mesmo.
Muito bom, efeitos excelentes, o filme prende atenção do espectador, são 2 horas e 20 minutos que parecem 30 min, muita ação, quem era fã de jaspion, changeman e evangelion, não pode perder!! Esse filme entrega mais do que promete ao espectador, vale muito a pena!
Filme foda demais pra quem acha que é a mesma coisa de trasdormers nao é mesm, esse é o tipo de filme onde nao se tira o olhor pra saber o que vai acontecer pensei ate que todos iam morre , e pra quem curte anime sabe exatamente de onde ele tirou essa historia exatamete do Evangelion , nao tem como comparar é muito parecido sou fã do anime que queria ver a Historia do anime no cimema.
Se você está em busca de um genuíno filme de aventura, não pode perder Círculo de Fogo. O longa-metragem do diretor Guillermo Del Toro (de Hellboy e O Labirinto do Fauno) carrega em seu código genético as características típicas dessas produções: ação incessante, personagens que você torce a favor e uma estória que, por mais absurda que seja, resgata a sensação das velhas matinês. Del Toro não perde tempo para explicar ao público qual a proposta do seu filme. Rapidinho, ficamos sabendo que uma fenda no oceano pacífico libertou criaturas monstruosas, os “Kaiju” que invadem a superfície e passam a destruir as cidades. Para se defender, a raça humana criou robôs gigantescos, os “Jaegers”, controlados por duas pessoas através de uma conexão cerebral. Para deter de vez a ameaça, o plano consiste em fechar a fenda. Simples assim! Círculo de Fogo é isso. A batalha entre o bem e o mal sem muito lero-lero e com altas doses de adrenalina em sua receita. Para se familiarizar melhor com o filme, é só se lembrar daqueles antigos seriados japoneses que tanto fizeram sucesso na década de 80: Jaspion, Changeman e congêneres. Com boas cenas de luta, humor e um uso acertado dos efeitos especiais, o filme é uma boa pedida por priorizar, acima de tudo, o entretenimento.
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