Círculo de Fogo
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Eduardo S.
Eduardo S.

11 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de setembro de 2013
Ghilhermo Del Toro conseguiu brilhantemente fazer uma grande homenagem aos Animes e Seriados Japones(tokusatsu) com robôs gigantes e monstros. Del Toro teve uma infância cercada por essa cultura dos Kaijus e conseguiu com toda sua paixão fazer um filme de fã para fã. Você verá sim semelhanças com Neon Genesis Evangelion, Petlabor, Gudam Wing, Ultraman e Godzilla, nada mais que inspirações mesclando com originalidade. Quem tem uma faixa etária entre 22 á 35 anos cresceu assistindo Jaspion, Changeman, Flashman e até mesmo a geração Power Rangers verá um longa metragem fantástico com boas atuações, explicações coerentes, efeitos especiais impressionantes e uma historia que prende você a cada minuto. Não se deixe levar por críticas incoerentes, este é um filme para se ver no cinema em sua totalidade e grandiosidade. Cinema a cima de tudo é diversão, é poder se desligar do mundo real por algumas horas e embarcar em um mundo fantasioso, criticar a veracidade e a possibilidade de certas situações nos filmes é simplesmente querer criar polêmica. Deixe a criança dentro de você ser feliz. Ficamos então na expectativa de uma continuação.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
CÍRCULO DE FOGO

E daí que o filme tem um roteiro pífio e narra uma estória que não tem sentido algum? E daí que o elenco do filme é fraquíssimo? E daí que o filme tem cenas que de tão embaraçosas dão vergonha alheia por serem extremamente piegas? E daí que o filme seja recheado de clichês, estereótipos e previsibilidade? E daí que a trilha sonora seja ruim de doer? Nada disso desmerece um filme que foi feito unicamente para ser assistido em salas IMAX 3D. Então, se você quiser assistir a esse filme, dê preferência a assisti-lo legendado e na tela gigante com alta definição de imagem e som. O filme tem inúmeros furos e deficiências narrativas, mas uma coisa a qual não decepciona é sua qualidade técnica, com efeitos especiais simplesmente embasbacantes. Houve momentos em que eu fiquei meio zonzo devido à tamanha quantidade de informação visual e sonora ao mesmo tempo. E convenhamos, Guillermo Del Toro é mestre no quesito filmes de conteúdo fantástico. Suas narrativas não são soníferas como os filmes de George Lucas e Peter Jackson (que me desculpem os fãs mais afoitos) e suas criaturas foram feitas de maneira tão esmerada, que o expectador praticamente fica boquiaberto. Claro que não se pode esperar desse filme algo tão denso e magistral como o sadismo sombrio e surreal de O Labirinto do Fauno, ou a luminosidade criativa dos filmes do Hellboy. Círculo de Fogo nada mais é que um blockbuster que remete a infância. Impossível não se lembrar dos herois japoneses oitentistas que lutavam em seus robôs gigantes contra mega monstros. Só que, obviamente, se eleva à milésima potência o apuro visual. Adicione ainda nessa mistureba a tentativa frustrada de um toque sci-fi que envolve um compartilhamento mnemônico completamente absurdo e ilógico (como todo o filme, aliás) com a sensação de assistir pessoas jogando vídeo game interativo. Lá também se encontram o mocinho bom de briga e com dificuldades de lidar com um trauma no passado (assim como a mocinha, por sinal), o antagonista prepotente e arrogante, um comandante de bom coração e capaz de atos extremos, e por aí vai... De resto, basta aproveitar para divertir-se com um entretenimento de massa que começa chatinho, mas que ao primeiro embate verdadeiramente grandioso prende sua atenção até o fim. Mesmo as piadinhas dos personagens de Charlie Day (que com sua cara de pateta e trejeitos exagerados praticamente repete seu personagem de “Quero Matar Meu Chefe”) e de Ron “Hellboy” Perlman (com sua cara de poucos amigos) ajudam o filme a criar uma empatia pela falta de noção generalizada que impera no filme. Aliás, não saia do cinema antes de mais uma piada ridícula, mas engraçada, depois dos créditos iniciais. Em suma, é um filme que empolga em vários momentos e vale a conferida, mesmo que seja bem aquém do que poderia mostrar o talento do diretor mexicano.
Fabiana L.
Fabiana L.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de agosto de 2013
a história prende a atenção, o enredo é muito bom!
excelente opção de entreterimento
Pedro P.
Pedro P.

7 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de agosto de 2013
O Filme é muito bem feito!! Está longe de parecer um filme dos transformers como alguns dizem. Apesar de ambos serem bons, são diferentes. Esse aqui tem uma história maluca e brinca com a ideia de seres extraterrestres atacarem a terra. Como eu assisti no 3D, as vezes ficava difícil acompanhar as lutas entre máquinas visto que como são gigantes, ocupavam a telona inteira. Você não verá lutas como em Matrix, e sim uma destruição entre máquinas e belas imagens! Efeitos especiais são muito bons e levam mais destaque do que as próprias cenas de luta. Você tem a minha recomendação para assistir ao filme. Leva 4/5.
rmac
rmac

2 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de agosto de 2013
Circulo de Fogo 3D IMAX - muita ação, otimos efeitos especias, robos e montros muito bem definidos. filme muito bem feito. aliado a isso quem viveu os anos 80 assistindo Ultraman, Spectroman, Jaspion, Jiraya, changeman e etc... assistiu Godizilla e animes como Evangelion, Detonator Orgun o filme traz uma grande nostalgia. ao fim da sessão pude observar que alguns maramanjos estavam repetindo os golpes dos robos enquanto falavam do filme. Guillermo Del Toro arrebentou com esse filme e pode até arrancar uma estatueta em categorias técnicas como efeitos ou mixagem. ao menos indicação técnica o filme merece
coelhonocinema
coelhonocinema

26 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
Bom antes de mais nada já vou deixar bem claro que na minha infância sempre odiei todos os seriados japoneses e americanos de monstros gigantes: "Power Rangers", "Jiraya", "Jaspion", etc. Dito isso, quem me conhece viu que deixei praticamente por último a grande estreia da semana por achar que seria só isso junto de "Transformers" que seria apresentado. Pois bem, me apedrejem, pois vou dizer em leras bem grandes "Círculo de Fogo" é o MELHOR filme ficcional que já vi em tempos, de tal forma que não tem como sair da sala do cinema sem querer voltar pra próxima sessão, o que é uma pena já que vi na última de hoje. Espero que renda horrores e queiram continuar de alguma forma possível, pois quero mais! O incrível do filme é conseguir fazer todos os tipos de exageros inimagináveis serem vistos de forma tão crível que acabamos torcendo para que os robozões soquem com toda força possível os monstrengos. Eu clamo para todos irem à melhor sala que existir em sua cidade, pois vale cada centavo pago a mais para ouvir muito barulho e ver tudo de forma gigantesca da mesma forma que foi pensado pelo diretor, aqui eu vi em XD3D, mas quem puder vá ao Imax que esse vale!

O longa nos mostra que quando legiões de criaturas monstruosas, conhecidas como Kaiju, começaram a emergir do mar, iniciou-se uma guerra que acabaria com milhões de vidas e consumiria recursos da humanidade por anos a fio. Para combater os gigantes Kaiju, um tipo especial de arma foi criado: robôs gigantes, chamados de Jaegers, controlados simultaneamente por dois pilotos que têm suas mentes trancadas em uma ponte neural. Mas mesmo os Jaegers se mostram quase que indefesos em relação aos implacáveis Kaiju. À beira da derrota, as forças que defendem a humanidade não têm escolha senão recorrer a dois improváveis heróis – um esquecido ex-piloto e uma inexperiente aprendiz – que se juntam para comandar um lendário, mas aparentemente obsoleto, Jaeger do passado. Juntos, eles representam a última esperança da humanidade contra o apocalipse.

Agora que desliguei o momento euforia posso falar mais sobre o filme tranquilamente, Guilhermo Del Toro conseguiu escrever e dirigir um filme extremamente visual e lotado de clichés sim, mas quando buscamos um longa de ficção o que mais esperamos e acabamos saindo decepcionados das salas muitas vezes é a falta de algo condizente e interessante, e dessa vez não podemos reclamar em hipótese alguma de nada, pois o diretor consegue nos proporcionar uma experiência incrível de cores, sons, efeitos e tudo mais que sempre quisemos ver nos blockbusters da vida e ainda assim colocar uma história bem interessante e científica no meio, resultando em algo brilhante. Foi nítido ao sair da sala tanto a minha cara de satisfação quanto a dos demais espectadores, inclusive algumas meninas que aparentemente só acompanhavam seus namorados e estavam saltitantes com tudo que viram, ou seja, um fenômeno ímpar que deve fazer os seus U$200 milhões se multiplicarem rapidamente, tanto que já está com quase U$350 milhões e deve ir bem mais longe, pois o boca a boca só se multiplica. Você deve estar falando, mas Coelho você não vai falar dos defeitos do filme? Respondo rapidamente que o longa prende tanto você na poltrona que não dá tempo nem de olhar para o relógio para ver quanto tempo passou pra saber que rumos ainda vai tomar, então quanto mais ter tempo para ver defeitos, talvez quando eu rever ache furos exagerados, mas por enquanto só digo uma coisa, vá ver!

O mais engraçado de se ver no filme é que o elenco foi onde Del Toro conseguiu mais economizar, pois não temos praticamente nenhum grande ator por trás mesmo que seja num papel minúsculo e isso só mostra mais uma vez que a mensagem do diretor deve ser uma bela pontada nos egos grandes de Hollywood, dizendo que não precisa de grandes nomes para se fazer grandes filmes. Mas também não vou exagerar tanto na dose, pois o grande parceiro de vários filmes do diretor Ron Perlman faz um personagem bem caricato que é o ponto cômico da trama, tendo tanto boas cenas no miolo quanto na cena pós-crédito, e ele dá um show de interpretação mostrando que sabe fazer de tudo para ajudar Del Toro, mesmo que seja um papel ínfimo. O protagonista Charlie Hunnan, que não me lembro de praticamente nenhuma grande atuação dele, já que é mais conhecido pela série que trabalha do que no cinema, faz um personagem muito bacana com uma ideologia própria e bons trejeitos, poderiam ter segurado um pouco mais na hora da química dele com a protagonista feminina, mas alongaria o filme demais sem necessidade para o que foi proposto, porém tirando isso, o que faz em cena é um show de atuação e espero ver ele mais vezes no cinema. Rinko Kikuchi é outra desconhecida minha que mostrou uma garra impressionante em todas as cenas que faz, colocando expressão mesmo nas suas menores cenas e se destacando quando precisou da lente estar em foco nela, sua versão criança Mana Ashida é outra que se tivéssemos uma premiação infantil mereceria um prêmio de boa interpretação, pois a garotinha detona em sua pequena participação. Agora o roubador de cenas mais expressivo de todo o planeta é Idris Elba que consegue fazer um general como há muito tempo não víamos com uma postura robusta e que emociona nas cenas mais forte, realmente deu show em todos os planos que dividiu com qualquer um do elenco. A dupla Charlie Day e Burn Gorman também divertem com suas pesquisas e predileções, soando também bacana como um alívio cômico para toda a tensão que o filme consegue impor. Dos demais atores posso falar que todos estão excelentes, mesmo que aparecendo bem pouco, poderia ter dado algum destaque pequeno pros demais pilotos como os russos ou os trigêmeos, mas preferiram focar nos outros dois times, Robert Kazinsky e Max Martini até convencem bem agradando na postura mais agressiva dos soldados, mas só valem ser destacados por não focarem em mais ninguém.

Falar do visual do filme é quase como dizem por aí na internet vomitar um arco-íris, pois a equipe de arte juntamente com a equipe de efeitos especiais trabalhou muito para deixar o longa com a gama completa de cores e de elementos utilizáveis para a trama, tudo que pudesse ser imaginado foi colocado e bem mostrado, sejam parafusos, cabos, capacetes, navios, monstros estranhos, ácido e cidades sendo totalmente destruídas da forma mais realística possível, tanto que quero muito ver como foi feito, portanto já sabem meu presente de Natal quem quiser me dar aceito o blu-ray como maior agrado possível. A equipe de fotografia soube usar todas essas cores dadas para jogar em sua paleta bem escura de fundo e fazer mágica com tudo que aparece na tela, utilizando planos nada convencionais para realçar cada momento, e fazendo com que outra equipe trabalhasse melhor ainda, que foi a equipe do 3D. Quem reclamar de ter pagado mais caro para ver esse filme em 3D merece ter seus olhos arrancados para aprender como se usar a tecnologia em prol de algo, temos elementos saltando juntamente com uma profundidade de campo ímpar, tudo tem textura e percepção visual, tanto que muitos momentos somos quase as mãos dos pilotos socando os monstrões.

Outro fator muito bom do filme é a sonoridade, tanto que estou recomendando que vá ver onde melhor possível for na sua cidade, aqui na sala XD garanto que sai quase surdo com o absurdo de peças rangendo sendo destruídas e coisas explodindo e tudo mais. A trilha sonora ficou por conta do cansativo tum tum tum que já está começando a encher o saco de tantos filmes que vêm utilizando ela, mas aqui caiu bem para a trama, pois ficou aliada aos passos dos robôs e convenceu bastante.

Enfim, poderia falar muito mais dele, mas estragaria muitas surpresas bacanas que valem a pena serem vistas por cada um, já falei, mas repito veja na melhor qualidade possível, portanto não baixem para ver nas suas casas imagens gravadas em cinema. Se possível também vá ver em 3D, pois esse sim vale a pena ser pago. E claro, ficarei aguardando muito o Del Toro anunciar que fará uma continuação para homenagear mais ainda os criadores japoneses de monstrengos com mais gosto ainda. Fico por aqui hoje, mas nessa semana ainda temos mais uma estreia para conferir, então abraços e até breve pessoal.
Aleph B.
Aleph B.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de agosto de 2013
É muito comum ver diretores que acabam esmagados por imposições de estúdios e produtores, mas Guilhermo Del Toro é um diretor que gosta de impor seu estilo por mais eclético que ele possa ser, afinal o mexicano já foi responsável por adaptações de hq's (Blade II e Hellboy), terrores ( Mutação, A Espinha do Diabo e O Labirinto do Fauno), entre outros gêneros que ele tenha conseguido ou não levar pras telas.
Suas obras carregam o peso da sua visão única, que são adoradas ou odiadas justamente por serem únicas, mas um fator permanece presente em todos seus filmes: A fantasia.
Em Círculo de Fogo, sua homenagem aos filmes de monstros e robôs gigantes sobretudo japoneses, esse fator permanece. Tudo é tão fantasioso, tão inverosímel, que fica fácil para nós telespectadores manter a distância necessária entre o nosso mundo e aquele apresentado, devastado por uma guerra de anos contra os terríveis Kaijus (monstros em japonês), apreciando uma história simples mas bem apresentada e efeitos especiais arrebatadores.
Na trama, para combater os monstros que surgiram numa fenda entre duas placas tectônicas no meio do oceano, os humanos criaram robôs, os Jaegers (Caçadores em alemão), sendo preciso dois pilotos compartilhando todas as memórias e sentimentos para pilotar esses seres imensos. Para isso é necessário uma "química" compatível entre os dois, e quanto mais ligados esses dois forem, mais mortal e preciso será o Jaeger. Essa talvez seja a maior contribuição de Del Toro ao roteiro que não apresenta novidades e possui alguns furos, mas diverte. Tudo que é mostrado pode ser previsto alguns minutos antes, mas é proposital, assim como os movimentos dos pilotos que são logo seguidos do mesmo movimento pelos Jaegers.
Guilhermo apresenta assim seu filme mais ambicioso em termos técnicos (se puder assista em IMAX 3D) e constrói um universo que merecia até outros filmes para contar melhor a história desse mundo onde seres gigantes duelam sobre cidades, tal qual os seriados que acompanhávamos quando crianças faziam.
Fabricio A.
Fabricio A.

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de agosto de 2013
Jaeger kinético contra monstro Kaiju. O filme dura mais de duas horas e pelos hiatos de ação que teve poderia ter durado uma hora a menos, sem comprometer o enredo. Círculo de Fogo não foi um filme de se impressionar. Cenas escuras que pareciam que o filme foi gravado em um subterrâneo e os exauridos efeitos visuais e sonoros estilo “Playstation 3”, dão sinais claros de que este gênero precisa se renovar. Nas cenas de lutas de movimentos super-rápidos, não se sabia quem era monstro e quem era robô e na cena em que um dos Jaeger cai na fenda junto com o monstro, a lava se transforma repentinamente em líquido translúcido, como se tivessem provocado a maior reação química do cosmos. Hollywood geralmente não é especialista neste gênero. Têm dinheiro, mas não têm a veia criativa dos japoneses em suas tradicionais séries que somatizam as tragédias dos terremotos, tsunamis e vulcões em monstros. Cloverfield, apesar do orçamento menor, continua sendo o melhor filme americano do gênero.
Jaris B.
Jaris B.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de setembro de 2013
oi esse filme e muito bom meus amigos e eu do tenho muitos elogios a fazer a esse filme
eu assisti o trelhe desse filme e eu acho muito legal e eu recomendo todos voces verem ver esse filme
Jose R
Jose R

10 seguidores 22 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de agosto de 2013
10 motivos para rir de Círculo de Fogo, de Benício Del Toro:

Um filme pode ser até bem feito mas não guardar um mínimo de coerência e bom senso. Milhões e milhões de dólares - nesse caso, 200 - podem ser gastos de maneira absurdamente sem lógica. É o que aconteceu nesse quebra quarteirões.
Esse é o nome em inglês
O mais revoltante é que esse dinheiro poderia ser gasto de uma forma muito melhor, com muito mais verossimilhança e utilizando-se praticamente os mesmos recursos e o mesmo talento. Bastava discutir melhor o roteiro.
Aqui vai uma lista de como as coisas poderiam ser diferentes:
spoiler: 1 - Se você tem ataques de monstros, periódicos, às suas cidades costeiras, durante dezenas e dezenas de anos, então, automaticamente, você tem que ir, e paulatinamente, tirando as suas populações das praias. Cena ridícula aquela em que as pessoas, em Sidney, são atacadas por monstros, logo em baixo da muralha que foi construída para contê-los;

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