Círculo de Fogo
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4,3
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220 Críticas do usuário

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Roberta M.
Roberta M.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
um dos melhores filmes em 3 D q eu ja assisti! !! muito bom! um dos melhores filmes do Del Toro!
Crystyan S.
Crystyan S.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de setembro de 2013
Filme muito bom, séria melhor ainda se fizessem uma sequência.
Renê M.
Renê M.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de agosto de 2013
Achei um roteiro bem simples, porem um filme. muito bem feito com muita cena de ação, como tambem cenas engraçadas q leva o telespectador até o final. Recomendo!
ElPoke
ElPoke

16 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de agosto de 2013
Há mais de 10 anos, quando passei pela porta do cinema e vi o cartaz de Matrix, a única coisa que eu sabia era que o filme era relacionado às mortes em Columbine. Nada me chamava a atenção naquele tipo de filme. Isso até assistir o bendito filme e ele passar direto para um dos filmes mais queridos da minha coleção. O filme conseguiu reescrever a história da ficção científica e dos efeitos especiais, carregando atrás de si uma enxurrada de títulos que exploravam a mesma temática, mas sem muito sucesso.
Pos bem, hoje eu confesso que tive a mesma sensação ao assistir Círculo de Fogo. Me senti como uma criança que assiste seu primeiro filme de aventura, mordendo os lábios nas partes mais tensas, rindo com os alívios cômicos e quase chorando no final.
Quando uma fenda no pacífico começa a servir de portal para vários seres interdimensionais chamados de Kaijus terem livre acesso à Terra, os governos criam os Jaegers, robôs que funcionam com dois pilotos que têm suas memórias sincronizadas uma à outra para ajudar na navegação dos gigantes. Só que, devido a uma falha, o projeto Jaeger é tido como obsoleto e com data para terminação. Aí que entra Striker, que tentará a todo custo dar uma solução final ao problema Kaiju usando os últimos Jaegers existentes.
O que Guillermo Del Toro fez foi entregar um filme com um visual tão ricamente elaborado, tão magnífico, grandioso, que por vezes eu pensei estar sonhando. Ver Gypsy Danger correndo pela cidade, ou Cherno Alpha batendo os punhos antes de esmurrar um Kaiju no mar me deixou em estado de graça.
O filme também garante a diversão não somente pelo visual e pelos efeitos, mas também pelo roteiro. Não há nada muito gritante que não seja explicado (e muito bem) na história. O que ajuda muito na explicação era a “Neurossincronização”, que, quando ocorre, muitos flashes de memória são expostos, servindo de “deixa” para explicar as coisas sem as tradicionais cenas de “senta que lá vem história”.
Também tem todas as referências. Para quem é fanático por animes e filmes de ficção, temos um prato cheio. Temos Detonator Orgun, Zeorymer, Neo Genesis Evangelion. Na parte dos filmes, temos Transformers, Matrix, um pouco de Hellboy. Ou seja, mais um motivo para qualquer me ver na sala do cinema sem nem respirar com medo de perder qualquer detalhe desse filme.
Sem dúvida, Círculo de Fogo é um filme que MERECE VEEMENTEMENTE que seja visto no cinema. O sistema 3D ficou perfeito, muitas vezes eu pensava que seria atingido por um braço ou uma perna, um carro, um avião.
Perfeito. Eu vou assistir de novo. E de novo…
Romualdo G.
Romualdo G.

24 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Crítica: Círculo de Fogo (3D

Definitivamente a coisa mais legal e empolgante no cinema esse ano. Del Toro presta homenagem aos seriados japoneses e transforma um produto banal em algo realmente bom.
A história se passa no futuro, quando na fenda entre as placas tectônicas do Pacífico se descobre um portal por onde monstros de um ponto afastado do universo passam para chegar até o nosso planeta e causar destruição. Após sofrer com os danos, os humanos aprendem a revidar e criam os chamados Jaegers, robôs gigantes controlados por dois operadores conectados mentalmente entre si dentro da máquina, comandando-a através de movimentos realizados em parceria. Mas logo percebe-se que a frequência e intensidade dos ataques dos Kaijus, como são chamados os monstros, aumentam e que uma mudança nos planos precisa ser elaborada.
Se Transformers já não era bom antes, agora parece uma porcaria. Círculo de Fogo trás as maiores criaturas, os maiores robôs e as maiores batalhas já criadas no cinema (Tudo em termos de escala). Ali temos uma clara referência a Evangelion, Gantz, Godzilla e todos os animes, séries e mangás japoneses que você conseguir lembrar. Del toro simplesmente prestou sua homenagem mais nostálgica até hoje e fico com inveja de quem teve a oportunidade de assistir dublado em japonês.
Os efeitos especiais são da mais alta qualidade e o filme parece mais caro do que seu orçamento de 190 milhões. As cenas de ação tiram o fôlego e a trilha sonora é viciante e implacável. O 3D, mesmo convertido, foi algo trabalhado de maneira muito carinhosa e faz diferença. Quem sentar do meio da sala de exibição pra frente, poderá aproveitar melhor o 3D que dá muita ênfase externa pro primeiro plano, principalmente nos destroços e nas cenas de luta. Logo na introdução, temos um 3D fantástico... esse filme foi feito pra você assistir na maior tela de cinema da sua cidade (e que de preferência tenha um ótimo sistema de som).
Os personagens são meio caricatos, clichês e estereotipados. A razão disso é óbvia: Nos Animes e séries de monstros, os personagens são exatamente assim. Todo o elenco realiza um bom trabalho. Os protagonistas interpretados por Charlie Hunnam e a atriz japonesa Rinko Kikuchi são ótimos. Kikuchi é uma atriz pouco conhecida por aqui, mas ela fez sua estreia internacional em Babel e chegou até mesmo concorrer ao Oscar em 2007.
A dupla de cientistas interpretados pelos atores Burn Gorman e Charlie Day, são a força cômica da equipe e os mais caricaturados, sem falar que possuem uma boa química. Outro coadjuvante cômico e muito especial, é o nosso eterno Hellboy Ron Perlman que faz uma participação super divertida. O ator Idris Elba também vai bem como o cara durão da equipe e logo ganha a simpatia do público.
O Design dos Monstros Gigantes e dos robôs colossais é um espetáculo a parte. Há referências a uma penca de coisas ali e cada robô representa um país diferente, sendo que cada equipe ganha aqueles codinomes bizarros típicos dos animes de Mecha. Os próprios robôs ainda possuem ataques personalizados estilo Power Ranger como espadas, armas de raio, armas de mísseis e soco turbo. É pra fazer qualquer Nerd feliz.
O roteiro é bem simplista e a história não seria tão interessante se as mãos competentes de Guillermo del Toro não estivessem por trás do projeto. As coisas no filme poderiam ser resolvidas de maneiras mais simples, mas pra que soluções simples quando se pode exagerar e ir pelo mais complicado? É tanta inventividade que você acaba se perguntando de onde vem tudo isso.
A fotografia tem uma coloração forte e vai ganhando tons diferentes na paleta de cores, mas o 3D escurece um pouco e o filme acaba tendendo sempre pra um tom mais azulado. Os planos de câmera são perfeitos e todas as cenas de ação são muito bem enquadradas. Há grandes planos que mostram vários detalhes e não há aquelas cenas estilo Michael Bay feitas de cortes rápidos e que confundem por vezes o público. Definitivamente a Batalha de Hong Kong foi épica.
No fim, Círculo de Fogo é um filme feito para homenagear e entreter e nisso ele acerta em cheio. Com roteiro simples e poucos furos, ele segue sua trama com soluções grandiosas e completamente descerebradas levando o público a loucura. Se você não curte Mechas, garanto que pelo menos esse você vai curtir.
Willian C.
Willian C.

13 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de setembro de 2013
Eu filme de ação com cenas muito boa e principalmente a trilha sonora eletrizante e muito empolgante pena que o desfecho já é previsível.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de agosto de 2013
Assistindo este filme tive a nítida impressão que ele fora realizado por um fã - como eu - Daqueles inesquecíveis filmes e seriados japoneses com aqueles monstros enormes e que os heróis idem; vide - Ultraman, Godzilla, Spectreman, Robô Gigante e Cia. Na verdade existem muitas qualidades inseridas no núcleo desta obra do Brilhante Diretor Guillermo Del Toro; que usa dezenas de referências e reverências como um menino que relata o seu fascínio por todos estes filmes que lhe marcaram, outrora. O som é um absurdo, os efeitos absurdamente convincentes, principalmente os gigantescos robôs sempre acompanhados de Helicópteros na cobertura. O Roteiro - levando-se em conta suas inspirações - até que é interessante, principalmente em relação a confluência mental entre dois Soldados para manusear os Gigantes Blindados. Confesso que torci o nariz para assistir este filme, mas quando percebi a insustentável paixão nostálgica embutida em cada quadro, me deparei com a certeza de que assistia um excelente filme. Com certeza faturará tecnicamente algumas estatuetas douradas. Muito Bom mesmo!
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de agosto de 2013
Circulo de Fogo é um grandiso filme para quem viveu uma época de grandes aventuras como Jyraia e outras. Aqui temos os monstros, as maquinas, cenarios orientais e muita destruição de cidades. O problema esta nesta estetica que Del Toro utilizou no filme, colocando estereotipos triviasi, com cenas em excesso e superficialidades dos personagens. Ao menos se é explicado muito bem a origem dos monstros e como elas chegam a terra. Para mim o filme passou ser pouco interessante por ser uma grande ideia com pouca realização!!!!
Marcelo D.
Marcelo D.

8 seguidores 10 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de novembro de 2013
Simplesmente o filme mais mentiroso de todos os tempos! Comcei a ver o filme e logo achei que tinha colocado Godzila... mas resolvi insistir e continuei vendo e a história só foi piorando. Vale a pena pela sonoplastia e efeitos visuais... a história é ridícula!
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 11 de agosto de 2013
Não é tão bom quanto parece. Como dizem por aí, a verdade é que a embalagem atrai, mas o que nos prende é o conteúdo. Após um começo muito bom, onde a premissa é apresentada de forma inteligente e dinâmica, uma torrente de situações previsíveis inundam a telona, tal qual o agitado pacífico é o cenário das grandes batalhas. Guillermo del Toro foi competente, como de costume, e manteve seus hábitos, como a classificação para menores de 12 anos, os efeitos especiais incríveis, o tom de horror que remete as suas origens e um rosto conhecido. Assim como Johnny Depp é o favorito de Tim Burton, Ron Perlman volta a ser lembrado, confirmando seu papel de "ator fetiche" de Guillermo. Quanto ao roteiro, aí estão os maiores problemas. Os personagens são totalmente estereotipados, além de se esquecer que é o destino do Planeta Terra e da humanidade como conhecemos que está em jogo. Todos os personagens são movidos por razões pessoais.
spoiler: Spoilers neste parágrafo: O capitão é um heroico ex-piloto que salvou sozinho uma menininha e agora quer protegê-la a todo custo e apesar de nunca mais poder pilotar um robô, vai mesmo assim. A menininha cresceu e se tornou um piloto de potencial fantástico, mas que peca pela inexperiência e quer vingar a morte de sua família. O protagonista é um piloto talentosíssimo, mas tem dificuldade em seguir regras e se sente responsável pela morte do irmão. Também temos os cientistas esquisitos e o personagem "babaca" e arrogante, que tem problemas de relacionamento com seu pai.

A insistente tentativa de sensibilizar com o drama sofrido pela personagem de Rinko Kikuchi incomoda, e muito! O filme fala tanto em conexão e não se conecta com o espectador, fazendo com que as cenas onde não ocorram batalhas sejam chatas e cansativas, pois não há como se emocionar. E algumas questões também ficaram no ar: Como imagens dos monstros e das batalhas são mostradas em noticiários, se em momento algum vemos qualquer emissora de TV fazendo a cobertura dos fatos? A melhor solução para impedir as invasões destes monstros que pesam milhares de toneladas e que são resistentes à toda força militar do planeta seria mesmo cercar toda a costa do Pacífico com uma muralha? Sério? Com monstros invadindo a cada semana, o tempo gasto para isso, sem falar nos recursos financeiros e de matéria-prima necessários foi a decisão mais viável? Sem falar no final feliz, onde milagrosamente todos sobrevivem, aplaudem, choram e estão prontos para defender o mundo novamente em uma possível continuação.
O ponto positivo do filme, e dependendo do espectador, isso é mais do que suficiente para esquecer ou relevar tudo de ruim que foi dito aqui anteriormente, são os efeitos especiais. Coisa fina, de primeira categoria com certeza. Os golpes têm riqueza de detalhes e enchem os olhos as cenas de batalha. Os ingênuos piram.
Consideração final: Não é nada que você ainda não tenha visto ou imaginado, mas, por outro lado, não é o caso de você pedir suas 2 horas e 11 minutos da sua vida de volta.
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