Django Livre
Média
4,7
9185 notas

486 Críticas do usuário

5
310 críticas
4
139 críticas
3
15 críticas
2
11 críticas
1
2 críticas
0
9 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Eder Luis Santana
Eder Luis Santana

16 seguidores 49 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2013
Ainda não vi um filme sequer do Tarantino que fosse mediano. De Pulp Fiction a Sin City, passando pelo fabuloso Kill Bill, tudo leva o seu estilo peculiar à telona dos cinemas. E seu estilo deixa qualquer telespectador fascinado pela obra. Com Django não poderia ser diferente. São quase três horas de filme que poderiam se tornar mais e mais horas. O elenco é sensacional, os diálogos beiram o contemporâneo sem esquecer que o filme acontece em meados do século 19 e as cenas de violência seguem a pitada que só Tarantino sabe imprimir em uma obra. Samuel L. Jackson, Leonardo di Caprio e Christopher Waltz estão impecáveis e unidos em um conjunto de atuações que se superam a cada minuto do filme. É uma obra de arte completa!
Cronos C
Cronos C

17 seguidores 182 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de agosto de 2020
Mais um filme com a cara de Tarantino, muito sangue, cabeças explodindo e reviravoltas. Porém, o filme ficou muito longo e se perde na história. O que poderia ser algo muito interessante fica cansativo e você começa a pedir que o filme acabe. Mesmo com as ótimas interpretações e um começo bem interessante, Django Livre exagera nas ofensas aos escravos, nas atitudes dos capatazes e na tentativa de mostrar uma história diferente, para um roteiro bem comum. Vale a pena assistir e dar boa risadas nos situações bizarras, mas Tarantino já fez filmes bem melhores do que esse.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de abril de 2017
Mais um pérola, mais uma obra-prima do gênio Quentin Tarantino. Django Livre (Django Unchained) é um belíssimo filme de western que conta a história de Django (Jamie Foxx), um escravo liberto pelo caçador de recompensas Dr. King Schultz (Christoph Waltz), na missão de encontrar uns procurados pela lei e libertar a sua esposa Broomhilda (Kerry Washington). Eu adoro filmes de épocas Americanos, filmes como Django, onde podemos acompanhar um ótimo roteiro, com uma fotografia de encher os olhos, com belos cenários dos típicos filmes de faroestes dos anos 80, com uma trilha sonora sensacional do velho Texas, com um figurino e maquiagem à nível de Oscar. O longa é composto por um enredo que abrange a escravidão, onde tínhamos os senhores donos de escravos da época, que comandava os negros em suas terras e impunha severas leis. Django é escrito e dirigido por Tarantino, e concorreu ao Oscar 2013 em 5 categorias incluindo: fotografia, edição de som, roteiro original, ator coadjuvante e melhor filme, levando os prêmios por melhor roteiro original e melhor ator coadjuvante para Christoph Waltz. Um grande filme conta com grandes atores como: Jamie Foxx na pele do escravo Django, ele mostrou uma atuação que começa devagar e vai aos poucos se engrandecendo, até chegar ao ápice da trama. Um grande trabalho entregue de uma forma muito bem feita, muito bem interpretada, onde acompanhamos um escravo sendo dominado no início e depois da liberdade tomando um rumo e um objetivo diferente, trilhando um caminho com um único propósito a ser alcançado. Gostei muito do trabalho do Jamie Foxx, achei um ótima química entre ele e o Christoph Waltz. Quando Tarantino escreveu o roteiro, ele tinha em mente outros nomes para interpretar o Django, mas tenho que concordar que a escolha por Foxx foi um grande acerto, ele é um ótimo ator e entregou um puta trabalho. Christoph Waltz nos brindou com uma atuação digna de Oscar e foi dignamente coroado pelo grandioso trabalho entregue. Seu personagem é muito objetivo e destemido, onde mostrou uma atuação fantástica, com um ar cômico muito funcional, os filmes do Tarantino faz muito bem pra ele e lhe rende inúmeras premiações. Leonardo DiCaprio é o que mais me surpreendeu no filme, sou seu fã e acompanho seus belos trabalhos ao longo dos anos e posso afirmar que me deparei com uma atuação totalmente diferente do que estamos acostumados a ver. Em Django ele traz um personagem que pode ser taxado como vilão, ou talvez não, dependendo do ponto de vista de cada um, pra mim o considero mais como um antagonista, que defende seus próprios interesses e tem seus próprios objetivos. Não tem o que comentar com DiCaprio em cena, sua atuação é simplesmente fantástica e como falo em todas minhas críticas em seus filmes, ele é um puta ator, um dos melhores de todos os tempos sem a menor dúvida. Samuel L. Jackson é outro que foi sensacional na trama, ele apresenta um personagem muito forte e também diferente do que estamos acostumados a ver. Ele é frio, arrogante, presunçoso e até por ser negro ele não dá o menor valor pra sua cor em relação aos outros negros escravos que estavam ali sendo monitorado pelos seus olhos de grande puxa-saco. Mr. Jackson é mais um belíssimo ator que integra essa lista de grandes atores em Django Livre (destaque para sua maquiagem, que estava perfeita). Portanto o Christoph Waltz levou o prêmio de ator coadjuvante por Django (muito justo por sinal), mas também indicaria fácil o DiCaprio e o Mr. Jackson, porque seus trabalhos foram em alto nível e de uma entrega incrível. Temos ainda Kerry Washington, que fez a personagem Broomhilda, esposa de Django. Ela apresentou uma personagem com uma carga emocional muito grande, muito sofrida e ao mesmo tempo que ela sorria pela esperança de ser resgata, ela chorava angustiosamente (destaque para a cena em que ela está no caixote completamente sofrível e desolada). Quentin Tarantino escreveu um dos seus melhores roteiros e entregou um obra-prima, deu uma aula de cinema. Impossível não notar a sua marca em Django como: os focos de câmeras nos personagens, as cenas explícitas dos tiroteios com total violência com sangue jorrando. Portanto Django Livre é uma obra de arte e uma obrigação para todos os cinéfilos.
AndréL0pes
AndréL0pes

41 seguidores 104 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2017
Quando o drama, o humor e a violência funcionam da maneira exata, um fator combinando o outro, esperava muito desse filme pelos ótimos atores e pelo diretor e se concretizou tudo que pensava quando assisti, realmente é um filmaço.
Willian Lopes
Willian Lopes

27 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de janeiro de 2013
Django (Jamie Foxx) é um escravo, comprado pelo caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz (Christoph Waltz) para auxiliá-lo em uma missão. A dupla acaba fazendo amizade e, após resolver os problemas do caçador, parte em busca por Broomhilda (Kerry Washington), esposa de Django. Para isso, eles devem enfrentar o vilão Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), proprietário da escrava.

Django Unchained (Django Livre no Brasil), é o mais recente filme de Quentin Tarantino, que concorre ao Oscar 2013 de melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante (para Christoph Waltz). Repleto de Humor acido, e com uma veia Tarantinesca latente, Tarantino repete formula de sangue e violência para contar uma saga que pretende ser de superação contra a opressão bem ao seu modo de ser.

Logo no inicio da projeção, Tarantino nos conduz por uma introdução que remonta aos clássicos filmes de faroeste. Numa montagem dinâmica que lembra aberturas de seriados antigos, aliado a uma trilha totalmente western que vai nos apresentando aos poucos o ambiente ao qual seremos levados por longas duas horas e quarenta de película.

Com diálogos rápidos e bem caricatos, Django Livre vai recriando um faroeste inventivo e inspirador com uma narrativa sóbria porem numa condução cômica latente.

A edição que por vezes incomoda por ser ágil demais, e possuir cortes secos tanto nas cenas de transição quanto na trilha sonora que é bruscamente modificada, nada mais é do que um artifício para levar o espectador a um lugar cômodo, onde piadas racistas e fascistas dão lugar a um dado momento na historia recriado para entreter e ser apreciado. Mas ele vai alem.

Tarantino remonta uma época inexistente. Ele altera a historia americana de acordo com sua vontade e cria uma realidade própria, tal qual ele fizera em “Bastardos Inglórios”, mas sem o artifício da critica social e humana.

O diretor parece focar seus últimos trabalhos na vingança. E aqui não é diferente. Django Livre nada mais é do que uma retratação pela visão de Tarantino de como uma vingança na historia deveria ocorrer. Se em Inglórios eram os Judeus se vingando dos alemães; e em Kill Bill era a força feminina contra a opressão masculina Aqui são os escravos negros voltando-se contra seus patrões brancos.
Essa seria a lógica, correto? Essa é a expectativa. Essa parecia ser a intenção. Mas Não para o diretor.

Django Livre cria sem medo ou pudor algum um anti-herói negro capaz das mesmas perversidades de seus dominadores senhores brancos. Um negro orgulhoso que não mede esforços para atingir seus objetivos.
Pouco importa sua condição e seus irmãos de escravidão. Para ele a cor da pele não importa- o que de certa forma o torna um ser humano muito mais coerente do que qualquer outro personagem com relação à igualdade social e racial a principio apenas-. O que importa é sua sobrevivência e as condições rumo a sua meta: ganhar a liberdade de sua esposa.

Em Django Livre não há heróis – talvez a figura mais icônica e “bondosa”, ou correta esteja no Dr. Schultz – vivido pelo ator Christoph Waltz, num papel inventivo repleto de trejeitos em sua fala, que beira a hilaridade-, que demonstra uma sincera repugnância a escravidão. Ou melhor: a crueldade com que é tratada a situação. Porem, mesmo ele, demonstra ter um senso de moral duvidosa, ao nunca pensar duas vezes ao matar algum procurado pela justiça, apenas visando sua recompensa. Todos os personagens possuem uma frieza latente em seus atos.

Leonardo DiCaprio surge seguro e interessante em seu papel de vilão como o sanguinário Sr. Calvin Candie. Suas falas e seu olhar, suas pausas criam um personagem instigante, misterioso e extremamente cruel.
Mas é de Jamie Foxx e seu Django, e de Samuel L. Jackson e seu detestável chefe dos escravos de CandieLand, Stephen, o brilhantismo em termos de atuação. Foxx surge como um protagonista versátil, dotando a seu personagem uma figura grandiosa, visível, mas sem conduto ser o centro das atenções. E Samuel criou uma persona repugnante, que surge a principio como um velho empregado senhorial, repleto de vícios de costumes, mas que esconde no olhar uma perversidade talvez maior do que a de seu próprio “sinhô”. Isto é visto na cena primorosa em que ele surge sentado numa poltrona conversando com seu senhor e tomando uma dose de conhaque.

Quentin Tarantino é visto como um dos diretores mais conceituados e mais promissores do cinema atual. E não por acaso, uma vez que ele demonstra ter a inventividade e desejo jovem de investigar e testar gêneros cinematográficos atrás de uma formula assertiva sem medos, mas ao mesmo tempo, demonstrando em suas referencias fílmicas e históricas, todo um amadurecimento de um diretor que sabe o publico que tem e mais que isso: entende a indústria como poucos hoje em dia.

Isso fica claro em passagens como a icônica cena em que o Dr. King Schultz conta para Django a historia da origem do nome de Broomhilda. Shultz surge sentado numa pedra elevada, enquanto Django senta-se no chão atento a historia, e o Doutor parte numa narrativa rápida e resumida na antiga lenda nórdica enquanto à luz da fogueira entre eles produzem sombras difusas na pedra atrás do Doutor, nos dando a sensação de que a qualquer momento surgirão gravuras para ajudar a contar a historia.


O filme vai do faroeste americano ate a menções a Grécia Antiga, numa naturalidade e coerência incrível.
Como na cena em que a dublê Zoë Bell aparece bem rapidamente. Ela olha por um daqueles binóculos de plástico com fotografias dentro, vê uma foto que parece mais com uma gravura em 3D do que parecem ser Dois caubóis diante do Parthenon.
Dentro do contexto do enredo do filme isso não faz sentido algum. Mas quando se lembra que é um filme Tarantinesco, a cena se torna esplêndida, pelo simples fato de compor com mais segurando a narrativa escolhida para contar tal saga sarcástica e improvável.

Mas nem tudo é correto.

Justamente por entender a industria como poucos e possuir uma vasta bagagem pop; Tarantino utiliza sua licença poética como realizador para remodelar e criar um universo único e próprio E é dentro deste universo banhado a sangue, palavrões, transgressões e referencias cinematográficas que ele fez sua marca transformando seu nome, quase num adjetivo, e que por vezes se perde diante de tal vastidão.

O filme possui erros de montagem e de roteiro muitas vezes quando escolhe abusar de artifícios linguísticos. Tarantino parece ter abocanhado um peixe maior do que consegue aguentar. Não chega a abandonar o barco e deixa-lo a mercê, mas o barco balança perigosamente muitas vezes.

Mas o problema maior de Django Livre esta na construção de um personagem que surge na narrativa como coadjuvante mesmo que dê nome ao titulo do longa. Django tem apenas uma perspectiva e um interesse: a esposa. E nada que esteja em seu caminho lhe interessa de fato. Ele não mede esforços para isso, nem mesmo exita em desconstruir toda uma moral duvidosa ou ética para isso.

Django surge como um anti-herói que em seu saldo final nada mais é do que mais um negro transformado em branco. Suas ações não devem em nada para qualquer monstruosidade branca mostrada em tela, diante de seus "irmãos negros". não ha heroísmo de fato. E isso se comprova no olhares dos próprios negros diante dele. ha medo no olhar. e isso é uma falha não só na construção do personagem que assim surge vazio, como também demonstra um tratamento que modifica todo o argumento do roteiro inteiro.

Ele não é um protagonista pró-ativo. Diante de nossos olhos, Django vai demonstrando a unica certeza que se retira do longa: que o negro ali só vencerá ou sera respeitado se agir e for igual a seus opressores. É a lei do mais forte que impera a projeção inteira.

Ao contrario do que vimos em Bastardos Inglórios, aqui em Django Livre, não ha real justificativa ou sentido na trama para chama-lo de uma vingança histórica de ordem natural, como a premissa aguardada prometia ou fazia parecer ser. A critica a escravidão proposta no roteiro se perde a partir do momento que tais agressões e torturas mostradas perde sentido de existirem na narrativa. Independente se é a crueza como de fato existiu, que mesmo a época não havia sentido para tais atos, num filme, num roteiro, tais atos precisam dar significado a narrativa. E como seu suposto herói não assume o papel de vingador ou o papel de redentor, diante daquele sistema imposto em nenhum momento, seja objetivamente ou a longo prazo, elas surgem dispersas e sem motivo algum de estarem ali.

Não por acaso a vingança de fato que move o filme inteiro, venha e surja na figura do Dr. Schultz e não de Django. E Isso é um erro tremendo, que só comprova o que se afirma no final da projeção: este é um filme feito exclusivamente do diretor para admiradores e fãs Tarantinescos. Ponto.

Este é também um dos filmes mais sangrentos de sua carreira. Mais ate do que ‘Kill Bill’. Apesar de aqui o artifício do sangue não ser usado a todo instante com o simples motivo de compor cenas cômicas. A sequência do clímax do filme é o maior deslize de toda a projeção. Visualmente impecável, narrativamente dispensável. Quase se pode ouvir em tal cena o diretor com as mãos erguidas gritando e pulando “sangue! Sangue! mais sangue!” de tamanha falta de senso que a cena adquiriu.

Visualmente o filme é impecável, com um tom a La Spaghetti, o Western Django Livre, utiliza ora câmeras em panorâmicas e travellings de contemplação nas belas paisagens, e ora zoom's exageradamente rápidas.
Sua fotografia repleta de tons avermelhados e alaranjados, tem um cuidado de delineamento plausível. Tornando a experiência interessante visualmente.

Mas não há como deixar de falar sobre Django Livre e não citar sua trilha sonora que nos brinda com batidas do rapper Tupac e o rei do soul James Brown, ate baladinhas tipicamente provindas do faroeste americano. Outra marca de Tarantino: Compreender a arte sonoramente. Um primor.

O primeiro passo para se compreender antes de ir ate o cinema assistir a Django Livre, é lembrar que se esta entrando no mundo de Tarantino. Onde sua mente e suas opiniões é que ditam as regras. Django nada mais é do que um filme de humor adulto, repleto de referencias ao cinema, principalmente os da década de 20, que visa entreter. Mesmo que causa uma reflexão mais profunda, acerca de seu papel quanto a critica social, após sua exibição.
A intenção é clara: é um Tarantino voltando aos tempos estéticos de ‘Um Drink no Inferno’ – inclusive com sua icônica participação especial em dado momento, numa atuação bem pastelão- mas com características de direção e visão vindas desde ‘Bastardos Inglórios’ quanto ao tipo de linguagem a ser usada.

Visando ser um filme ora serio e ora cômico, ora critico e ora fantástico, é talvez um hibrido de gêneros, que muitos verão como um retalho de copias. Mas que na realidade é um retalho de copias em forma de parodia.
E isso faz toda a diferença.

Mas não justifica - dessa vez - um filme que tem um único proposito: ser mais um.

Um filme Grandioso, épico, ousado - muito ousado-, controverso, divertido - talvez o mais divertido de toda a carreira do diretor- e que merece ser vistos varias vezes sim.
Seja para identificar cada detalhe sórdido de Quentin – como os ataques dos mascarados brancos ( que lembra bastantes a seita racista Ku-Klux-Klan, numa clara critica do diretor) –; ou apenas para rir de seu humor negro latente banhado a sangue e palavrões. Mas que não é nada mais que isso: Um Filme.

Afinal, estamos falando de Tarantino, e nada que ninguém diga irá fazer seu filme não ultrapassar os 7 mares em seu nome e em volta de seu nome.
Um deleite feito sob medida para seus admiradores, e para seus questionadores também. Entre controvérsias e polemicas ele com certeza seguira rendendo discussões.

Ao final, entre aplausos ou vaias, fica de Sergio Leone talvez, a sentença final.

publicado por mim originalmente no meu blog pessoal >> http://criticofilia.blogspot.com.br/2013/01/critica-django-livre-django-unchained.html
Dienifer S
Dienifer S

16 seguidores 23 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de janeiro de 2013
É bem Tarantinesco, e como eu sou fã do Quentin e adoro o estilo de filmes dele, eu AMEI o filme. É um filme longo mas nem um pouco cansativo. Quero destacar a atuação do Christoph Waltz, ele está encantador e competente como sempre, excelente atuação.
Rafael F.
Rafael F.

16 seguidores 13 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de janeiro de 2013
Gostei do filme,achei o roteiro muito bem feito e as atuações estão divinas.A direção de Tarentino também é boa,mas nunca é a obra-prima dele.Sou muito mais Bastardos Inglórios.
Priscila S.
Priscila S.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de março de 2014
Magnífico!!! Apesar da sangria típica de Tarantino, arrisco dizer que foi um dos melhores de todos os tempos. Já era fã de Christoph Waltz desde Bastardos Inglórios, mas acho que em Django ele se superou.. Di Caprio cada dia melhor, mais maduro, mais consistente. Enfim, talento de Tarantino demonstrado num roteiro impecável, com fotografia e trilha sonora maravilhosas. Clássico.
Wilken V
Wilken V

13 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de janeiro de 2013
Um filme ousado, sangrento e esteticamente fabuloso, Django Livre é um outra obra prima incendiária de Quentin Tarantino.
Ronaldo B.
Ronaldo B.

456 seguidores 232 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2013
Filme Maravilhoso! Com certeza dos indicados ao oscar, o que merece ganhar mais categorias. Muito bom!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa