Django Livre
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4,7
9185 notas

486 Críticas do usuário

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Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 342 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2019
Tarantino abre a tampa do seu caldeirão de referências e mistura western, rap, drama, ação, suspense, tudo milimetricamente dosado em torno do seu estilo único, seus diálogos eloquentes e grandes atuações.
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de novembro de 2014
Consegue atrair a atenção com maestria, incorporando cenas de suspense, drama e muita ação.
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de outubro de 2013
‘Django Livre’ é faroeste
em meio a conflito racial

Tarantino, mais uma vez, embebe a História com elementos ficcionais; o foco agora é o contexto da Guerra de Secessão

Pedro Almodóvar, Tim Burton, Quentin Tarantino. Apenas a menção dos nomes desses diretores já nos leva a elencar características que logo permitem identificar: “isto é Almodóvar, Burton, Tarantino”. ‘Django Livre’, o novo filme deste último, é mais um exemplo de seu cinema autoral. Impossível não ratificar, do primeiro ao derradeiro segundo de película: “sim, isto é Tarantino”. Inconfundível. E muito bom.
Assim como no excelente ‘Bastardos Inglórios’, em ‘Django Livre’ o diretor toma como cenário uma situação histórica e a ela concede tonalidades ficcionais sem reservas. Se em ‘Bastardos Inglórios’ o enfoque era a caça aos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, em ‘Django Livre’ vemos a trama começar em 1858, pouco antes da explosão da Guerra de Secessão, que resultou da oposição entre o norte industrial e abolicionista dos Estados Unidos e o sul agrícola e escravocrata.
Neste faroeste, o caçador de recompensas alemão King Schultz (Christoph Waltz) promete a liberdade a Django (Jamie Foxx) caso o escravo o ajude a capturar os irmãos Brittle. A missão é cumprida, mas ambos resolvem seguir juntos e adotam nova empreitada: libertar a esposa de Django, Broomhilda (Kerry Washington), que agora é propriedade do violento Calvin Candie (Leonardo DiCaprio). Esse novo objetivo dos caçadores de recompensas é comprometido pela sagacidade de Stephen (Samuel L. Jackson), escravo de confiança de Candie.
O tom autoral de Tarantino está presente, entre tantas características, nos tiros disparados sem cerimônia, diálogos inteligentes e sarcásticos, trilha sonora de primeira, sangue que jorra sem qualquer economia. O excesso de sangue é diretamente proporcional à evidente artificialidade do líquido vermelho que salta de pernas e cabeças e tinge o cenário, de flocos de algodão a cavalos. O recurso do diretor, tão utilizado em ‘Kill Bill’, por exemplo, deixa claro que estamos diante de um produto ficcional, sem qualquer intenção de parecer muito verdadeiro.
Os enquadramentos são bem cuidados. A câmera é panorâmica em alguns momentos (quando o cenário e a beleza da paisagem assim solicitam que seja); em outros, ela é detalhista; investe no close-up para exibir poesias imagéticas ou reações faciais. As duas horas e quarenta e cinco minutos deste filme fluem de forma prazerosa, de modo a anular a noção da passagem do tempo.
Há situações especiais, como a cena de um carrasco de escravos que faz sua “justiça” (a punição dos indisciplinados) com pedaços da Bíblia grudados no próprio corpo. Ou aquela em que um grupo à la Ku Klux Klan é ridicularizado com profunda ironia: seus integrantes discutem, por um bom tempo, a qualidade das máscaras que usam (velhos sacos com furos para os olhos tão mal feitos a ponto de comprometer a razão pela qual existem: permitir enxergar).
Comicidade, sarcasmo e ridicularização à parte, existe a polêmica: o filme coleciona situações que, conforme a leitura de alguns, podem soar como racistas. Para outros, são apenas demonstrações do mergulho da narrativa no contexto mostrado; recursos de imaginação usados para falar sobre como a raça negra era tratada (e tratava a si mesma) em uma época de extrema servidão e consequentes estratégias para superá-la. Com ou sem a ajuda dos brancos.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de maio de 2019
Olha, impressionante!!

Mesmo não sendo muito fã de Tarantino, devido ao sangue desproporcional, Django Livre é um dos filmes que de fato tenho que tirar o meu chapéu a Tarantino por escrever e dirigir esse grande filme.

Digo que esse tempo de 2h44min de filme não é um fardo, pois a narrativa é envolvente e cativante.

No final acabamos até odiando Samuel L. Jackson por seu personagem! Mais voltando a realidade, vimos um punhado de boas atuações e um elenco recheado de grandes atores, que misturando tudo isso, acaba tornando-se uma grande obra.

*Altamente recomendado!

por @MichaellMachado
Marcelo Marques
Marcelo Marques

67 seguidores 194 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de abril de 2021
obra prima !, Quentin Tarantino realmente sabe causar impacto utilizando cenas violentas, cenas de ação, violência excelentes, o filme tem uma boa intensidade de excelentes cenas de ação.
Os cenários foram excelentes, filme visualmente muito bonito, personagens marcantes, atuação impecável do Leonardo DiCaprio. O Filme aborda temas polêmicos, racismo, Escravidão, e da algumas lições interessantes, o filme mostra que Muitas vezes o Racismo é praticado pelos próprios Negros...
Enfim Bela história, um Filmaço, Recomendo !
danicarreis
danicarreis

46 seguidores 71 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2013
Sensacional! Excelentes atuações! Mais um show de Christoph Waltz em um filme do Tarantino! Jamie Foxx, Leonardo DiCaprio e Samuel L. Jackson maravilhosos também! Filme longo (quase 3 horas de duração!), mas o espectador não consegue desprender a atenção por 1 segundo sequer!
Shy Boy
Shy Boy

44 seguidores 107 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de abril de 2013
Mais uma vez Christhofer Waltz deu um show de interpretação. Django Livre é um filme longo, mas cativante. O sangue jorra aos borbotões, coisa que não se vê nos faroestes antigos. O estigma da escravidão é explorada, mas não creio que essa faceta tenha sido prioridade nesta obra, nem os personagens são exaustivamente apresentados e caracterizados ao público, como nos westerns acima da média. Indispensável a qualquer pessoa que gosta de cinema.
Matheus S.
Matheus S.

30 seguidores 62 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de julho de 2013
Quais são os limites para mostrar a crueldade humana nas telonas do cinema? Seja lá qual forem diversos diretores já a ultrapassaram, mais pouquíssimos deles causaram um impacto tão profundo na cultura pop e na sociedade artística quanto Quentin Tarantino. Sua mistura estilosa de violência estilizada, diálogos de impacto e roteiro muito bem estruturado fazem com que todos os seus filmes se tornem, no mínimo, perfeitos. E essa sua receita continuou no seu mais novo (e talvez mais aclamado) filme: Django Livre!

“O ‘d’ é mudo, mas a vingança não será!” Essa frase de impacto mostrada em alguns cartazes do filme é perfeita para descrever em um todo o filme. Com uma música marcante e créditos em extrema evidência o filme começa mostrando o transporte de alguns escravos, entre eles Django (Jamie Foxx). Tudo ocorria como o normal, até que aparece o Dr. King Schultz (Chritoph Waltz) à procura de algum escravo que já trabalhou em certa fazenda (não me lembro do nome correto). Django já havia estado lá, então ele se propôs a ajudar o Dr. Schultz, mas o seu dono fica contra isso. Não demora muito para o Dr. Schultz matar seus donos, libertar o restante dos escravos e ficar com Django para ajuda-lo. Um ótimo início para um filme que continua no mesmo estilo: cheio de humor negro (literalmente) e muito, muito sangue.
Depois dessa sequência de abertura maravilhosa nós ficamos a par da história central do filme. O Dr. King Schultz é um “caçador de recompensas”: ele procura pessoas foragidas da justiça, mata-as e ainda recebe uma recompensa em dinheiro. Ele está à procura dos irmãos Brittle, mas não tem a mínima de como são. Mas Django sabe, e decide ajuda-lo a procura-lo, e em troca ele será um homem livre depois de encontrados e matados os irmãos Brittle. Não demora muito para eles os matarem, mas Schultz e Django decidem continuar com sua parceria devido à “química assassina” dos dois. Eles logo vão à procura dos bandidos mais temidos dos EUA, que irão render a eles a grande quantia de 12 mil dólares. Mas o que Django mais queria era encontra e libertar a sua antiga esposa Broomhilda (Kerry Washington), que foi separada dele na fazenda onde serviam. Schultz decide ajudar seu amigo, e logo eles descobrem que Broomhilda está na fazenda de Candyland, propriedade do inescrupuloso Calvin Candie (Leonardo DiCaprio). Com um plano bem bolado eles tentam libertar Broomhilda, mas há mais obstáculos nos seus caminhos do que eles pensam.

Como vocês podem ter percebido o filme tem uma proporção quase épica no seu roteiro: tramas demais, personagens demais, reviravoltas demais, sangue demais, tudo é demais no filme, menos a piedade. Então para conduzir um filme tão complicado são necessárias as mãos ágeis de um diretor fantástico, esse é Quentin Tarantino! Ele conduz o filme inteiro com o mesmo ritmo frenético e bem humorado, mas também dando lugar a cenas mais sérias de grande teor emocional. A ação que aparece em Django Livre é diferenciada daquela vista em todos os filmes comuns do gênero, ela é mais rápida, mais sangrenta, mais extasiante, dando assim ainda mais estilo ao filme.
Mas mesmo com todo esse dom de direção do Tarantino o filme desandaria e não se mostraria tão divertido se não obtivesse o máximo possível de seus atores. E nesse quesito o filme também está de parabéns, sendo que muitos dos atores do filme estão nos seus melhores papéis de suas carreiras. Jamie Foxx, que interpreta o Django do título, joga na tela uma atuação fantasticamente visceral e convincente. Nas cenas onde Django tinha que interpretar um comerciante de escravos o Jamie se mostra ótimo, equilibrando muito bem as personalidades diferentes do “Django escravo” e do “Django comerciante de escravos” em cenas que se mostravam repugnantes para o “Django escravo”. Mas ainda assim quem rouba a cena é o elenco coadjuvante, que se mostra completamente perfeito, mas que ganha ainda mais destaque em três atores. O mais evidente deles é o Christoph Waltz, que vem abocanhando diversos prêmios por sua atuação e está na disputa do Oscar. E não é pra menos, seu personagem era difícil e conflitante, mas o Waltz interpreta o sádico e inescrupuloso Dr. King Schultz com extrema desenvoltura, fluindo do seu lado sanguinolento para seu lado mais emocional e descontraído em poucos instantes e de forma extremamente convincente. Leonardo DiCaprio também é outro que divide toda a atenção nas cenas em que aparece como o repugnante e sem sentimentos Calvin Candie, que pode até parecer divertido e racional de primeira vista, mas que logo mostra seus instintos assassinos.
Mas mesmo sendo tão irracional e detestável o personagem mais repugnante e odiável do filme é o escravo Stephen, interpretado brilhantemente por um Samuel L. Jackson visualmente mais velho que o normal e detestavelmente mais irracional. O que faz com que seu personagem seja tão detestável é o fato de ele ser um escravo, mas ainda assim admirar e dar razão a todos os atos de seu dono, o Calvin, mesmo que esses atos façam com que pessoas como ele (escravos negros) sejam prejudicadas. A fidelidade dele para com Calvin é digna de nojo, mas se não fosse as atuações perfeitas dos dois o personagem não teria tanto impacto ao espectador.
Tratar de um assunto tão delicado e impactante como a escravidão nos EUA faz com que seja necessária uma introdução delicada do tema às telas. Num conjunto inteiro da obra, essa introdução ao tema em Django Livre foi feita perfeitamente, graças à direção compromissada do Tarantino, ao roteiro que mostra o preconceito e o racismo na medida do suportável (também da autoria do Tarantino) e às atuações perfeitas de todos, que conseguem transmitir na tela tudo o que sentem pela escravidão com os mais diversos atos (como a matança sanguinolenta de diversos racistas).

Depois que acaba as longas 2 horas e 45 minutos de reprodução nós falamos consigo mesmos: porque o filme não durou mais? Seu estilo angustiante, repugnante, extasiante se mostra divertido e extremamente emocional nas cenas corretas. Um trabalho que não seria o mesmo sem as mãos talentosíssimas do mestre Quentin Tarantino.
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de abril de 2016
Antes do recente Os Oito Odiados, Quentin Tarantino já havia contado uma estória passada no Velho Oeste em Django Livre. E de maneira muito superior ao seu mais novo filme. [pitaco completo no link]
Luz do Amanhã
Luz do Amanhã

17 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de novembro de 2014
se ha um diretor q manja do bang-bang esse eh tarantino,Django Livre é um filme q tem de tudo,tudo na medida(tirando quando as pessoas são atingidas pela balas e voam como se fosse uma luta de Dragon Ball) um filme q VC deve ver
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