Filme de faroeste com ritmo diferente e muito empolgante. Atuações maravilhosas, cenário bonito, ótimo ritmo e surpreendente. Filme longo, mas por ser excelente e envolvente você não vai nem perceber. E você vai acabar se envolvendo com o filme, vai literalmente torcer, porque o filme tem cenas bem elaboradoras. Em resumo, vai ser um ótimo investimento, vai ser um tempo bem utilizado assistir este filme.
Excelente filme, Tarantino mais uma vez se superando em um filme com mais de 2 horas que dá a sensação de durar apenas meia hora. Vejam o review completa no blog!
este é simplesmente o melhor filme que já assisti, Quentin Tarantino só fez filmaços mas esse é o melhor não só dele, mas para mim o melhor de todos que já vi
Amo tanto o estilo Tarantino que até me dói falar mal de alguma criação sua, mas é muito pouca história pra muito tempo de exibição. Este filme seria um Bastardos Inglórios faroeste? Mesmo assim, não consigo dar menos que 5 pra este diretor incrível!
Talvez eu seja suspeita para escrever minha crítica mas a verdade é que não gosto dos filmes extremamente sanguinários e fisicamente impossíveis do ("psicopata"?) Quentinn Tarantino. Resolvi dar uma chance a esse filme por causa das boas avaliações mas a verdade é que aconteceu o que eu já previa: Odiei o roteiro!
A forma como a violência e a frieza foram exaltadas no filme como sendo algo válido para tornar um homem mais forte é algo nojento e digna de vilão nenhum pôr defeito. Não é dessa forma que são formados os heróis. Os heróis matam se preciso for mas jamais encaram isso como sendo motivo de orgulho ou de força.
spoiler: Normalizar um pai sendo morto na frente do filho sob a desculpa de que daria tempo de ambos se despedirem é coisa de psicopata! Se tivesse que matar o bandido, que o fizesse longe da criança. Mas não foi isso o que aconteceu e em outras palavras, o Django diz que aquele momento o tornou mais "forte" e que ele agora aceitava o seu destino de ser um caçador de recompensa a qualquer preço (ECAAAA!冷冷冷)
Sem falar que um herói negro jamais teria concordado em deixar que um patrão tão vil jogasse os cães para matar uma escravizado que lutou tanto para fugir de seu senhor estando cego e manco.
Como ele foi capaz de fazer uma coisa dessas e ainda assistir com tranquilidade?
De todas as cenas sanguinolentas do filme, essa foi a que mais me chocou!
Aonde foi parar aquele discurso que um negro que escraviza outro negro é uma pessoa execrável?
E quanto ao negro que deixa um outro negro morrer não é igualmente execrável? Porque o Django não aceitou em pagar pra salvar o escravizado?
O sangue desse pobre homem está nas mãos tanto do senhor de escravos como nas mãos do Django que impediu o pagamento e não quis que ele fosse livre. (Protagonista filho da p***!冷冷)
O Django não precisava provar ao personagem do Di Caprio que era durão e, principalmente, não sob aquelas circunstâncias. Só por causa disso, o filme não valeu a pena.
E falando no personagem do Di Caprio, esse miserável morreu de forma rápida e piedosa demais comparado ao ser impiedoso, execrável e sanguinário que ele era com os escravos, se divertindo as custas de sua dor e humilhação.
Sem falar que eu esperava que, para fazer justiça as pessoas negras, o diretor ao menos tivesse provado que o discurso racista do personagem do Di Caprio caísse por terra.
Poderiam ter mostrado alguém indo lá quebrar o crânio dele e constatassem que o desgraçado também tinha os 3 buracos no mesmo lugar do crânio que o escravo tinha, provando não apenas que que todos nós somos iguais mas que a inteligência não tem nada a ver com esses tais buracos.
Sem falar que colocar o personagem do Samuel L. Jackson como sendo pior do que o personagem do Di Caprio foi a coisa mais sem noção que existiu, quando sabemos muito bem que o personagem do Di Caprio era o verdadeiro vilão e como todo bom vilão que se preze, ele deveria morrer somente no final, mas o Tarantino quis tornar o personagem do L. Jackson como sendo pior foi morto pelo protagonista quando na verdade o protagonista não tinha moral nenhuma para matá-lo, pois acabou sendo pior do que ele, já que pôde evitar a morte de um irmão "de cor" e preferiu deixá-lo morrer.
O parceiro médico do Django também morreu de forma ridícula. Se ele tivesse sido mais rápido e apontado a arma para o capataz ao invés de falar merda, ele ainda estaria vivo. Sem falar que eu não daria a minha própria vida só pelo prazer de matar um inimigo (WTF?路♀️).
Porém era previsível que o médico iria morrer, afinal todos os filmes e séries dão um jeito de matar o professor para que somente o protagonista aluno brilhe.
Quentinn Tarantino quis que a gente comprasse a ideia de um herói negro, mas só vimos um cara egoísta que só pensou em si mesmo e na sua esposa, não se apiedando de uma criança e nem de seu próprio irmão "de cor".
Só porque o final foi feliz, todo mundo comprou a ideia de que houve justiça e se esqueceram que o protagonista era tão indigno quanto todos os vilões alí.
Bom filme, mas eu acho que poderia ter sido muito melhor se o diretor não fosse o Quentin Tarantino. Vou começar pelos erros do filme: 1º- É um filme muito grande. 2º- Muito sangue desnecessário. 3º- Cenas de ação fora da realidade. 4º- É um filme com três histórias diferentes, o que eu costuma chamar de "filme três em um". spoiler: 5º- A morte do Dr. King Schultz (Christoph Waltz) é a pior parte do filme, po o cara mais maneiro do filme morre sem mais nem menos. 6º- Trilha sonora nota zero. Agora vou citar as partes boas do filme: 1º- Um elenco de peso. 2º- Atuação genial de Christoph Waltz, uma das melhores que já vi. spoiler: 3º- A melhor parte do filme (de longe) foi quando Dr. King Schultz mata Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), po muito legal. Enfim, não gostei da direção, não gostei da trilha sonora, orém adorei a atuação de Christoph Waltz.
Adoro os atores Jamie Foxx e Leonardo Dicaprio , no começo isso me atraiu,logo em saber que é baseado em fatos reais, me chamou mais atenção fui pesquisar sobre o assunto e me tornei fã do ''Django'' ,e ainda assim o filme me surpreendeu pensei que seria bom sim,mas é excelente. E sobre o diretor: Ah, sempre 10.
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