Se você está afim de perder tempo assista essa esse projeto de filme. Pontos altos do filme atuação de Samuel L. Jackson e Leonardo DiCaprio, Jamie Foxx apesar de ser o protagonista não tem falas significativas parece mais um figurante. Não vale a pena!
O filme é muito fraco. O roteiro tem mais furos que as vítimas de Django no filme. Ao invés de desenvolver os personagens, Tarantino perde tempo com bobagens e cenas que não tinham razão para existir, tornando o filme cansativo e arrastado. Nem mesmo os famosos diálogos tarantinescos não funcionam aqui.
Os heróis? Os dois protagonistas não têm o menor carisma. Nos antigos westerns, fossem americanos ou europeus, havia uma regra básica: o personagem principal só atirava em legitima defesa ou no meio de um duelo. spoiler: Aqui, a dupla atira a traição, alveja adversários desarmados e Django executa até uma mulher indefesa! É impossível simpatizar com os dois personagens principais.
E os vilões? Não há vilões de verdade! O personagem de Leonardo Di Caprio é mal-construido e mal-desenvolvido. Parece um playboy e em nenhum momento se mostra como um sujeito realmente ameaçador. spoiler: A forma como morre é ridicula, e isso acontece bem antes do término do filme, tornando a porção final algo sem-emoção, uma vez que o vilão principal e boa parte de seus capangas já havia morrido. Quem assiste ao filme é privado de um duelo final. Django simplesmente aparece e executa seus desafetos de maneira covarde, atirandoaté mesmo em uma mulher e em um idoso que se encontram desarmados! Não existe um duelo final, que oponha o personagem principal e seu inimigo. Tudo acontece de maneira muito fácil. As coisas são resolvidas de um modo rídiculo. Não pudemos contar com a emoção ou com a tensão que deveria haver em um filme do tipo.
Se quiserem ver um faroeste de verdade, assistam ao Django original, de 1966.
O filme tem um erro básico: spoiler: o personagem de Leonardo di Caprio morre muito antes do final! O que esperar de um filme assim? Em qualquer história que se preze, o grande vilão só é vencido no fim, para manter o climax.
Como isso foi feito por Tarantino, o público e a crítica aplaudem. Será que ninguém percebe que isso foi uma grande bobagem que estragou tudo?
Sem contar que o filme é um desfile de personagens caricatos e nenhum deles tem suas motivações bem definidas. Só faltou o vilão gargalhar e sacudir os ombros, como um personagem de desenhos animados.
Filme surpreendente e incrível. Não sou fã de filmes de faroeste, mas este me cativou. Quentin Tarantino, roteirista e diretor, utilizou sua ótica particular para retratar a heroica busca de um escravo, Django (Jamie Foxx, merecidamente premiado com o Oscar no filme Ray) por sua mulher, a escrava Brunhilda. Para isso, alia-se ao falso dentista dr. Schutz (Christophe Waltz, o mesmo ator de Bastardos Inglórios), na verdade, um caçador de recompensas, e com o tempo nasce entre eles uma forte amizade. Eles conseguem localizar Brunhilda trabalhando como escrava na fazenda de Candy (Leonardo diCaprio), traficante de escravos, e se fingem de clientes. Mas são desmascarados pelo fiel escravo (Samuel L. Jackson) de Candy. Daí em diante, o suspense vai num crescendo, deixando o espectador sem fôlego. Novamente, os recursos utilizados por Tarantino são a fina ironia, o humor negro e altas doses de violência. A trilha sonora é excelente, e novamente uma das músicas escolhidas é Fur Elise, de Beethoven, presente também em Bastardos Inglórios.Django Livre torna-se um herói, admirado pelos próprios escravos.
Obra de Quentin Tarantinno, ame ou odeie! Eu amo! Grande elenco, grande idéia, grande trilha sonora, grandes performances, grande proposta...uma grande obra! Cinco estrêlas!
Meu segundo filme favorito do Tarantino, só perde pra Pulp Fiction. Excelente história, protagonismo de Jamie Foxx, atuações e personagens, principalmente o King Schultz, de Christoph Waltz, que lhe rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante. Um filme muito cativante, narrativa rica, e mistura realidade com ficção do jeitinho que Tarantino está acostumado a fazer, muito típico dele. Um dos meus filmes favoritos, apesar de ser bem violento rs. Um dos melhores filmes de faroeste já feitos no cinema.
Quentin Tarantino retorna suas atividades bem a moda o épico Django Livre,ele consegue ressuscitar uma história em meio a um faroeste bem violento e com um olhar diferente.A história diverte,emociona e principalmente consegue ser admirável,pelas atuações e um roteiro inteligentemente aproveitado cena após cena,com o máximo de violência no jeitão Tarantino Foxx,faz um de seus grandes trabalhos aqui,mostrando que se pode ser ainda bem sensacional foi ver de novo a parceria Tarantino e Christopher Waltz mas uma se mostra inteligente e incrível,sendo o melhor no filme.E por fim,correndo por fora,Leonardo DiCaprio,se juntando a um elenco de ótimos nomes...
Para mim é o melhor filme de Tarantino. Repleto de diálogos de tirarem o fôlego e cenas de ações incríveis. Além de uma história contada de maneira perfeita.
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