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Hassan Achtschin
1 crítica
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0,5
Enviada em 5 de dezembro de 2023
"Agente Oculto" pra ser considerado ruim, têm que melhorar muito. Ação sem nexo, exagero nas cenas de ação. Um exemplo é o cara no avião conseguir se livrar isando um mero fumaça de estintor na primeira briga. Considero filme de ação para criança.
Definitivamente um filme divertido, no geral a direção não decepciona, e me peguei rindo alto do humor velado do Ryan Gosling e do Chris Evans. O filme apresenta um vilão muito plausível, com inseguranças e que não está sempre "no controle". Há sequencias visuais que são de tirar o fólego de tão lindas.
Mas, isso não muda o fato de que o filme é mais longo do que deveria, não achei que fosse possível, mas, haviam sequencias de ação que eu respirava fundo, olhava pro lado e me perguntava "Não vai acabar?", as sequencias do "bonde" e do "poço" são absolutamente descartáveis na minha opinião.
Com um roteiro genérico e funcional, e uma direção no piloto automático, eu digo que esse é um filme mediano.
Agente Oculto é um filme ok. Embora não acrescente nada de espetacular à indústria do cinema - o mesmo para todos os filmes da Marvel -, o filme diverte.
Colocamos dois grandes atores quase velhos demais para serem super-heróis, Ryan e Chris, em um jogo de gato e rato com o enredo mais genérico de todos os tempos: a CIA quer demitir seu assassino contratado. O enredo é apenas isso: Chris como Lloyd caçando Rian como Six. O filme descarta qualquer outra subtrama, como as reais intenções de Carmichael.
Lloyd, também um assassino, usa métodos exagerados para tentar matar Six. Num mundo tão globalizado como o que temos hoje, isso nunca aconteceria sem grandes consequências. Este filme é um show de dublês com muita testosterona.
Não me interpretem mal. Se você quer apenas relaxar com um filme legal que não ferva seu cérebro com enredos supercomplicados, The Gray Man é uma boa recomendação. Se você está procurando por algo inteligente, procure em outro lugar.
Amei o filme, gostei tanto que vim ver as opiniões dos demais. Embora muita gente crítica, adorei o desfecho final, fiquei super satisfeito. Vale a pena assistir, o filme simplesmente nos prende. Show!!!
o filme em si é bom só que as cenas de lutas, como uns já falaram, são fracas, não tem aquela ação tensiva, mas os atores entregaram a máximo de si e eu até que gostei.
Em se tratando da maior produção da Netflix, estourando um orçamento de US$ 200 milhões, foi um filme divertido. Alternando em cenas de ação e humor, podemos dizer que para essa plataforma de streaming, foi satisfatório se comparado com outras produções.
A NET Flix devia saber o que estava fazendo ao resolver investir tanto em sua mais dispendiosa produção. Ela deve saber que existem espectadores que suportam, e apreciam, uma overdose de efeitos visuais e sonoros. Prá mim, tal exagero acaba ficando insuportável. Deve ter certeza de que abundam pessoas com um nível de exigência tão rasteiro que conseguem se divertir com diálogos medíocres, poluídos por piadinhas sem graça (novamente em exagero) ditas com aquela expressão de quem acha que está abafando. Pessoas que não se incomodam quando a história maniqueísta, centrada em um (super) herói que precisa se salvar, sem mais nem menos desvia totalmente o foco para o salvamento de uma menina insuportavelmente chata. Pudera! Ele, algemado em um banco de praça, consegue não apenas escapar escapar ileso, como também aniquila três equipes diferentes de atacantes fortemente armados. A cena termina com uma panorâmica da praça totalmente destruída, excetuando-se ele e o banco. Tanto disparo e nenhuma bala perdida prá atingir a chatinha! E por aí vai a caríssima produção enfadonha, repetitiva, que nem nos deixa dormir por causa da barulheira. Coitado do Wagner Maniçoba Moura.
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