Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar
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4,2
4200 notas

122 Críticas do usuário

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Ana A.
Ana A.

3 seguidores 27 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de dezembro de 2017
Prefiro os outros qie tem mais ação.
O poderoso Capitão Jack Sparrow , ja nao parece o mesmo sendo mais para Coadjuvante que Ator Principal...
A história foi menos interessante que as outras que te deixava apreensivo e curioso para saber o que vai acontecer em seguida , porque concordemos que Jack Sparrow nao nada previsível.
Efeitos especiais meio ruinzinhos kkkk.
Sendo da saga inteira o que eu menos gostei .
(P.S: sou fan da serie)
Ricardo L.
Ricardo L.

63.295 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de novembro de 2017
Muito regular! Acho que já chega de Piratas, chegou ao um ponto de exageros extremos que doi nos olhos, se comparando a Transformes, Então.... chega né.... A vingança de Salazar é visualmente bonito, mas que se usa esse ponto a seu favor e sim contra, pois o roteiro é tão maluco que o visual fica extremo e desfocado, apesar de sua exuberante beleza. Elenco ótimo, mas destaque para boas atuações de Bardem, Rush e Depp, o casal protagonista é ruim e sem carisma, parte técnica sem destaque e potencialidade jogado lixo. Um filme de sessão da tarde, mas que com uma pipoca insossa.
sergionogueira
sergionogueira

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de setembro de 2017
Filme interessante, boa trama e sequencia, porem dou somente 2 estrelas por causa da alteração na dublagem do Jack Sparrow.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de julho de 2017
Em 2003, o sucesso de Piratas do Caribe foi uma surpresa, afinal, um filme baseado numa atração temática do parque de diversões da Disney não teria muito a oferecer. Com um elenco formidável e uma condução narrativa dinâmica, o diretor Gore Verbinski conseguiu fazer um dos melhores filmes de aventura da década passada – complementando o ciclo principal de personagens com mais dois filmes em seguida, garantindo uma trilogia gostosa de acompanhar – mas, sem Verbinski, cometeram o deslize de fazer o desnecessário Navegando em Águas Misteriosas – dando a entender que não haveria muita razão em prosseguir com a saga de um personagem tão carismático e divertido quanto o Capitão Jack Sparrow de Johnny Depp.

E agora chegamos ao quinto capitulo desta franquia – que parece tentar criar um novo destino para a saga – trazendo de volta personagens da trilogia original. Mas a falta de uma trama diferente, que fuja dos caminhos adotados nos filmes anteriores, é um fato que impede que este A Vingança de Salazar seja um longa memorável – a impressão que se tem é que existe alguma timidez por parte dos roteiristas em querer elaborar uma trama mais ousada, o que, de fato, desperdiça algumas boas sacadas e atuações – como é o caso do vilão Salazar, vivido pelo sempre visceral Javier Bardem, que mesmo por trás de alguns bons efeitos especiais para ressaltar a maldição por traz de seu personagem, que virou uma espécie de zumbi sedento por vingança, se sobressai graças à inquietude do ator – mas decepciona pelas motivações do roteiro, que o deixam apenas como um homem sedento por vingar-se dos piratas.

A trama deste quinto capitulo, que agora é comandado pela dupla norueguesa de diretores, Joachim Ronning e Espen Sandberg, acompanha Jack Sparrow tentando voltar a conquistar respeito entre os piratas, já que não possui mais um grande barco como o Pérola Negra. Quem cruzará seu caminho, primeiramente, será o jovem Henry Turner (Thwaites), filho de Will Turner (Bloom), que, devido a uma maldição, está condenado a viver de baixo das águas nas ruinas do antigo Holandês Voador – a única forma de quebrar o feitiço em seu pai, seria através de um artefato chamado Tridente de Poseidon, que pode ser encontrado graças à bússola mágica de Jack – mas quem também precisa do Tridente é o sinistro Capitão Salazar, sedento por conseguir se livrar de sua maldição (e de seus capangas), além de querer se vingar de Sparrow, responsável pela condição atual do capitão espanhol. A cientista Carina Smyth (Scodelario) se unirá a Jack e Henry, enquanto o ex-inimigo/amigo de Sparrow, o Capitão Barbossa (Rush) tentará lidar com Salazar.

Com algumas nuances interessantes entre alguns personagens, como é o caso da curiosa cientista Carina (confundida como bruxa pelo povo do século XVII) da eficiente Kaya Scodelario e um certo tratamento mais atencioso para a personalidade do Capitão Barbossa do ótimo Geofrey Rush, revelando detalhes de seu passado, o roteiro, infelizmente, deixa a desejar quanto ao restante, desperdiçando, inclusive, a participação de outros personagens antigos, como o Will de Orlando Bloom – até mesmo Keira Knightley fica só para uma ponta pouco expressiva. Além do pouco carisma do jovem Brenton Thwaites, que ainda desenvolve um romance sem muita química com Carina. E Johnny Depp faz quase nada de diferente do que já fez pelo seu Jack Sparrow – o roteiro o limita a proferir suas caretas e piadas por motivos que não agregam a narrativa – como nos capítulos passados – tornando-se menos engraçado, de fato. Não é de todo sem graça – mas fica devendo momentos de humor como suas trapalhadas dentro de uma roda de madeira gigante em O Baú da Morte ou seus problemas com as “pedras brancas” em No Fim do Mundo.

Justamente as lembranças da trilogia original que tiram o brilho do longa: até mesmo os efeitos especiais e ação parecem dever em criatividade aos filmes antigos – não existe uma criatura como o Kraken ou até mesmo o Davy Jones de Bill Nighy – restam aqui a caracterização boa (já citada) do Salazar de Bardem e um tubarão-morto-vivo – mas, de resto, nada diferente ou novo. E quanto à ação, o filme decepciona um pouco – o único momento expressivo é a tentativa de Jack e seus comparsas em roubar um banco no começo – no melhor estilo absurdo das animações do Pernalonga ou Tom & Jerry – roubam o banco levando... o banco inteiro. Já as batalhas marítimas e confrontos com espada em nada se diferem das que já vimos antes, pouco ajudadas pela trilha-sonora, que comete a infame gafe de utilizar pouco o clássico tema da franquia, composto originalmente por Hans Zimmer – a enérgica “He’s a Pirate” só aparece, praticamente, nos créditos finais.

Enfim, acaba por ser apenas um espetáculo “mais do mesmo” – que traz poucas esperanças de que a franquia possa continuar bem – nem a cena pós-créditos consegue inspirar isto – tornando, lamentavelmente, o Jack Sparrow de Depp em um personagem que começa a dar sinais de desgaste, devido à falta de capricho e inventividade dos roteiristas envolvidos.
Rafael N.
Rafael N.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de junho de 2017
Os roteiros como sempre ótimos, mas a direção deixou muito a desejar. História muito corrida, mal contada sabe. A partir do 4º filme e com a troca de diretor a franquia começou a perder qualidade drasticamente. Assim como aconteceu com Barba Negra, Salazar foi muito mal aproveitado. Muito mal mesmo. E o Jack então, nem se fala. O que salvou foi a sempre brilhante e magnífica atuação de Geoffrey Rush como Barbossa. Eu até gostei do filme, mas ele não passa disso: o 5º filme. Faltou um pouco de carinho, de verdade, pra fazer essa dita "aventura final" dos Piratas do Caribe.
Leonardo C.
Leonardo C.

6 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de junho de 2017
O primeiro Piratas do Caribe pra mim foi um marco nos filmes de ação, era inovador ver piratas num enredo tão mágico e com um pirata extremamente caricato e marcante como o jack sparrow, os três primeiros filmes fecham uma historia muito boa, e deveria ter ficado por ae, mas a grana, aaaa, a grana essa fala mais alto, depois de um quarto filme sofrível, com um forçado e sem química casal romântico, produzem um quinto filme com um jhonny deep aparentemente cansado do personagem, se o expectador tiver o mínimo de perspicácia percebe um jack sparrow totalmente descartável para a trama, se colocasse ali um zé da galinha no lugar dele não faria diferença. o ator que faz henry turner, trás uma atuação fraca. o "par romântico" me convence melhor. outro ponto positivo é o javier Barden como vilão, o cara é foda e o visual de Salazar e muito massa. A volta dos protagonistas antigos foi legal, mas orlando bloom pareceu também meio de saco cheio de estar lá. e por fim ainda tem uma cena extra que vem pra remastigar o que já tava digerido, desnecessário...
Bruno M.
Bruno M.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de janeiro de 2018
Eu não esperava um grande filme,mas o filme é totalmente esquecível e tenta fazer um reboot meio forçado, porém é divertido
Marcílio C.
Marcílio C.

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de junho de 2017
Piratas do Caribe é um filme que já não tem o que apresentar. Peca por falta de diálogos instigantes que te faz refletir nem tem uma história que chame mais atenção. Toda publicidade parece girar em torno de Jhonny Depp que, embora exerça bem seu papel de ator, já deveria ter aposentado o Capitão Jack Sparrow para que, de Lenda dos mares, não se tornasse uma piada (e não falo aqui do aspecto bobalhão do personagem).
Thiago R.
Thiago R.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de junho de 2017
fraco quando comparado com os antigos. a dublagem ficou muito mal feita. por esses fatores não recomendaria, triste quando uma Saga termina dessa maneira.
Nelson J
Nelson J

51.036 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 31 de maio de 2017
Velha fórmula trazendo também a juventude de Jack Sparrow em uma aventura em busca do tridente de Poseidon. Uma garota astrônoma e um jovem que conhece os mitos do mar complementam a trama e no enfrentamento do fantasma de Salazar. Há uma surpresa sobre a origem da astrônoma e cenas bem tipicas da atração Piratas do Caribe da Disney ajudam, assim como os efeitos especiais.
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