Lançado em 2010, Tropa de Elite 2 revira o climax que existia em Tropa de Elite 1 e parte para uma análise muito mais ampla do que eles costumam chamar no filme de sistema, ou melhor, "sistema penitenciário brasileiro com todos os agentes". Aqui os diretores e profissionais envolvidos foram inteligentes e não repetiram a formula ja manjada do primeiro filme, focaram em trazer mais criticas do que cenas de bala, apesar de ter algumas bem fortes. Voltam Caio Junqueira, André Ramiro e idem. E trazem novamente a vida policial agora sob a visão do lider, aquele envolvido em montar os esforços combate. O filme traz uma historia mais amena do que realmente é, bom trabalho do "ator" Wagner Moura. Elogios a inteligente ideia de fazer o paralelo da vida pessoal do Capitão Nascimento com certeza um dos brilhos do filme. Em resumo: deram uma enfeitada ao mostrar nosso sistema penitenciário como funciona, ou pelo menos, para nossos irmãos cariocas. E uma vergonha. Grande trabalho e merece uma nota maior que o primeiro filme.
2006. O agora Tenente-Coronel Nascimento (Moura) se torna um dos homens mais influentes no serviço de espionagem da polícia carioca. Aos poucos o que ele havia percebido como sendo um importante elemento na eliminação do tráfico de drogas e da violência no Rio, diretamente aliado ao poder político.
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Este é ainda melhor que o primeiro. Novamente um representação muito fiel da nossa sociedade com atuações muito boas. Só que dessa vez com uma história com muito mais conteúdo e reviravoltas e uma mensagem final muito importante. Recomendo!
Lamentável o filme, depois do épico tropa de Elite 1, esperava mais do 2, porém, me deparo com um filme com viés político, conseguiram estragar o único herói brasileiro o capitão Nascimento, o colocando como político, achei um lixo o filme.
Mais uma obra prima do cinema nacional (o qual não tem quase nenhuma obra-prima). Ampliando o cenário de confronto, que era a bandidos de favela num filme com muita ação, para a realidade cruel batida na cara do protagonista, o ilustre Capitão Nascimento. O único ponto em que o filme "deixa a desejar" é ampliar esse tipo de debate, de tal forma, que acaba perdendo ação original do primeiro longa. O filme passa uma sensação muito boa da realidade e acaba causando raiva ao telespectador que acompanha a injustiça do sistema de policias. Mas acaba esquecendo a "caveira" que o filme conquistou. Tropa de Elite 2 é impecável em ser filme, mas pecavél em mudar de rótulo.
"Tropa de elite 2" é um filme atemporal para o Brasil, seus dramas, angústias e denúncias persistem cada ano mais em nosso cenário, José Padilha evolui seu discurso e consegue melhorar um filme que já era ótimo, fazendo ele atingir um outro patamar.
Com um roteiro muito mais maduro, tropa de elite 2 fala sobre a base da corrupção que causa todos os males que ele combatia, até entender, que um dos males, o tráfico, nunca irá acabar, pois é subsidiado pelo sistema, que é corrupto e falho, admitindo a pobreza e a fome e permitindo a criação desfreada do crime, que deve ser combatido com voracidade mas que é apenas a ponta do iceberg.
Com menos frases de efeitos, mantendo ótimos personagens e primando por um amadurecendo, o longa sobe menos a favela e mostra os verdadeiros bandidos, os políticos.
A direção ainda é requintada e crua, com poucos momentos de suavidade mas um ritmo espetacular, uma trilha mais simples porém presente e ótimas ambientações.
As atuações são ótimas, todos os atores, até os corruptos relatados são carismáticos as suas maneiras, com destaque a Wagner Moura que também mostra uma maturidade maior em sua atuação, mais sereno e pensativo, os atores intercalam muito bem entre o drama e o humor.
"Tropa de elite 2" é melhor que seu antecessor - embora o primeiro ainda seja meu favorito - mais consiso em todos os seus parâmetros artístico e técnicos e segue sendo um filme que conversa muito com a realidade brasileira. Nota 9/10
Um filme bem vivo assim como o anterior. Agora como próprio título a luta era contra outro inimigo mais esse inimigo era mais que amigo do sistema ele fazia parte do sistema A milícia,hoje,mais que nunca inclusa em nossa realidade,na realidade do Rio de Janeiro. Bolsnorano e seus filhos conhecem bem essa realidade, A polícia militar tem que acabar -Coronel Nascimento. Relidade é que o próprio estado faz parte dessa triste realidade. Governo do rio retratado no filme lembra bem o próprio gorveno da época de estreias do filme O governador Sérgio Cabral,outros diversos políticos e chefes de estados que foram caçados e presos or crimes contra as comunidades e os compatriotas do rio. Difícil ver que até hoje vemos "personagens" desse tipinho em nosso dia a dia, Que viva à Anarquia meus amigos Vamos quebrar esse sistema O personagem de Wagner Moura retrata isso retrata sua luta contra o sistema A democracia falhou Ela falhou com todos nós Está na hora de quebrá-lo...
Um raríssimo exemplo de sequência dentro do cinema nacional que excede expectativas e supera o original em praticamente todos os sentidos. ''O Inimigo Agora é Outro'' ratifica e aprofunda todas as reflexões do filme anterior e apresenta um nuance das mazelas sociais antes pouco explorado : As consequências diretas da inação política na vida da população, e, em especial, no aspecto do combate ao crime causadas pela corrupção principalmente por meio do alinhamento de lideranças políticas com o crime organizado. Wagner Moura ainda mais brilhante como Capitão Nascimento.
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