Não recomendado para menos de 14 anos
Julho de 1789, alvorecer da Revolução Francesa. A vida no Palácio de Versalhes continua imprudente e descontraída, distante do tumulto que reina em Paris. Quando a notícia da tomada da Bastilha chega à Corte, nobres e servos fogem desesperados, abandonando o Rei Luís XVI (Xavier Beauvois) e Maria Antonieta (Diane Kruger). Sidonie Laborde (Léa Seydoux), jovem leitora totalmente devotada à Rainha, não acredita no que ouve e permanece perto de sua adorada, confiante de que nada lhes acontecerá.
3,5
Bom
Adeus, Minha Rainha
Às margens da revolução
por Lucas Salgado
A revolução francesa, a queda da Bastilha e o cerco ao Palácio de Versalhes já foram retratados diversas vezes nas telonas. Obras como Danton - O Processo da Revolução, Casanova e a Revolução e A Marselhesa retrataram o período de forma marcante através dos talentos de nomes como Andrzej Wajda, Ettore Scola e Jean Renoir, respectivamente. Isso sem falar em Maria Antonieta, de Sofia Coppola. Adeus, Minha Rainha surge para retratar justamente o dia a dia de Versalhes às vésperas de sua tomada. E faz isso de forma muito interessante, escolhendo uma protagonista às margens dos debates políticos.
A atriz francesa mais requisitada dos últimos anos, Léa Seydoux vive a personagem principal, Sidonie Laborde. Ela é a leitora oficial de Maria Antonieta (Diane Kruger) e ao mesmo tempo que se incomoda com o fato de ser muito requisitada, ela se sente feliz de ter a confiança da rainha e de outros ilu
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Há muitos filmes sobre a Revolução Francesa. Mais especificamente sobre a rainha Maria Antonieta, temos o recente filme de Sophia Coppola. Adeus, Minha Rainha trás, no entanto, variantes e novidades sobre o tema, que o tornam extremamente interessante, independente de sua precisão histórica. Aliás, a maior crítica que o filme recebeu dos historiadores foi insinuar um romance da rainha com uma nobre, uma platônica paixão homossexual. ...
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Na verdade,o filme começa super se explora bem a história,com ótimo figurino e canções daquela éém traz ótimas atuações,em cima de um roteiro bem com o passar de poucos minutos o filme vai se rendendo ao cansaço,ou talvez a preguiç em uma antipatia sem igual,principalmente nos diálogos bem amadores e sem vida (que chega a dar sono.).A única coisa que realmente interessa.é a história em volta das duas mas...
Um bom filme, bem dirigido, com cenários e figurinos perfeitos. A França tem essa facilidade de fazer filmes históricos, todos os cenários ainda estão preservados como eram na época. A história acontece nos bastidores do palácio de Versalhes, no período entre a queda da Bastilha e a instalação da Assembléia Constituinte, com a revogação dos poderes do Rei. O enredo gira em torno da vida diária de uma das criadas da Rainha Maria ...
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Léa Seydoux e Diane Kruger porém o restante do elenco desaparece nas incertezas da Revolução Francesa. O roteiro deixa muito a desejar enfocando sempre numa possibilidade de spoiler: lesbianismo entre a rainha e uma das mulheres integrantes de sua Corte
. Lamentável ver um episódio tão importante da História ser reduzido a isto.
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Adaptação
Baseado no livro "O Adeus à Rainha", de Chantal Thomas.
Preferiu Tim Burton
Eva Green seria Maria Antonieta, mas desistiu para atuar em Sombras da Noite (2012).
Festivais
Filme de abertura do Festival de Berlim 2012.
Nacionalidades
França,
Espanha
Distribuidor
EUROPA FILMES
Ano de produção
2011
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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