Georges (Jean-Louis Trintignant) e Anne (Emmanuelle Riva) são um casal de aposentados apaixonados por música. Eles têm uma filha musicista que vive em outro país. Certo dia Anne sofre um derrame e fica com um lado do corpo paralisado. O casal de idosos passa por graves obstáculos que colocarão o seu amor em teste.
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3,5
Bom
Amor
Amar é...
por Francisco Russo
Michael Haneke é um diretor conhecido pela crueza de seus filmes – não apenas pelo estilo direto das histórias, mas também pelo incômodo que por vezes causa no espectador. Desta forma, o anúncio de que faria um filme intimista sobre o amor causou surpresa, afinal de contas um romance tradicional está bem longe do perfil do cinema do diretor. Entretanto, ao assistir o longa-metragem fica bem nítido o quanto Amor, o filme, se enquadra dentro da filmografia de Haneke.
Quem espera um relacionamento repleto de declarações apaixonadas ou saudosistas, no melhor estilo como era boa a vida de antigamente, deve passar longe do longa-metragem. Para Haneke, é na adversidade que se tem a grande prova de amor. É assim, fiel a esta máxima, que o filme transcorre de forma lenta e gradual, acompanhando a trajetória de vida do casal formado por Georges (Jean-Louis Trintignant, de volta ao cinema após sete
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44 Notícias e Matérias Especiais
Um filme difícil. Muito difícil. Se for assistir, esteja preparado para vê-lo, pois tem cenas fortes. Admirei boa parte do filme, mas algumas achei muito pesadas, talvez desnecessárias, marcantes (até um pouco revoltantes). Ótimas atuações! Um filme que mexe demais com a gente, marcante mesmo, e até da medo de certas realidades da vida; filme sincero e em muitas cenas real, o que nos faz admirá-lo. Torço demais para Emmanuelle Riva ...
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Obra-prima francesa, Amor é uma das mais puras e íntimas películas contadas no cinema mundial. Georges (Jean-Louis Trintignant) e Anne (Emmanuelle Riva), dois reformados professores de música, acabam de regressar de um concerto. Na manhã seguinte, Anne sofre um acidente vascular cerebral e fica com o lado direito do corpo paralisado. O amor do casal é colocado à prova, conforme o estado de saúde de Anne se deteriora. Amor é tão ...
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Já na primeira cena pude perceber que era um filme para chocar e fazer refletir. Interessante que é um filme sem trilha sonora, o que não é comum. O silêncio serve para enfatizar ainda mais a carga dramática do filme. Muito emocionante mas não é filme para quem espera um final feliz. É um filme para pensar e repensar depois de assisti-lo.
Um filme tão forte que ficarei anos absorvendo sua essência. Possui grandes surpresas e merece ser visto mais de uma vez. Não é de linguagem difícil ou lógica complexa, mas consegue nos fazer refletir sobre os limites de sanidade e saúde.
Merecia os prêmios de melhor atriz, melhor filme, melhor roteiro... Amei cada segundo! Recomendadíssimo.
Merecia os prêmios de melhor atriz, melhor filme, melhor roteiro... Amei cada segundo! Recomendadíssimo.
De volta
É o primeiro filme de Jean-Louis Trintignant em sete anos.
Mais uma vez
A cena em que Jean-Louis Trintignant contracena com um pombo foi repetida 12 vezes.
Rumo ao Oscar
Selecionado pela Áustria como seu representante ao Oscar 2013 de melhor filme estrangeiro.
Nacionalidades
França,
Alemanha,
Áustria
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2012
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
8 900 000 USD
Idiomas
Inglês, Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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