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Chicago Sun-Times
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Cinema em Cena
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
Uma obra-prima inesperada de Haneke. [...] A velhice não é para os fracos, e este filme também não. Trintignant e Riva corajosamente aceitaram estes papéis.
Cinema em Cena
O mais admirável em "Amor", contudo, é o respeito que o diretor demonstra para com seus personagens – e mesmo que exiba passagens difíceis do dia a dia do casal, Haneke parece respeitar certos limites ...
New York Times
Uma obra-prima sobre a vida, a morte e o que acontece entre as duas. "Amor" fornece um olhar longo, duro e carinhoso sobre um casal ...
O Globo
Crônica acre-doce do ocaso de duas vidas, "Amor" preserva marcas do diretor — como o rigor formal e a habitual ausência de sentimentalismo. Mas há uma diferença. [...] O humanoide (para muitos) Michael Haneke, por fim, revelou sua face humana.
Omelete
Haneke é brilhante em suas escolhas, da abertura - que estabelece o que devemos esperar do filme - às cenas cotidianas de tratamento e os pequenos momentos de absurda tensão, que nesse cenário doloroso ganham proporções épicas ...
Revista Piauí
Nem sempre, para não dizer quase nunca, roteiristas e diretores têm algo relevante a dizer sobre os filmes que escrevem ou dirigem. Michael Haneke, autor do roteiro e diretor de "Amor", é uma exceção.
Screen International
Este é um filme de grande força e delicadeza, e ao mesmo tempo em que ele pode emocionar, ele também constitui um drama muitíssimo inteligente que trata de um sujeito sobre o qual muitos de nós sequer conseguimos pensar.
The Guardian
"Amor" mostra que Haneke é um diretor de incomparável seriedade e talento, e este é um drama apaixonante, doloroso e íntimo, que poderia ser comparado a "Cenas de um Casamento" de Bergman.
The Hollywood Reporter
As atuações perfeitas tornam mais fácil assistir a este filme doloroso [...] Um estudo profundamente honesto sobre a doença e a morte.
Télérama
Um filme que [...] reafirma o espaço da arte, a alegria de escutar uma música triste ou de contemplar um quadro com uma paisagem vazia. É permitido gostar deste cinema fúnebre, saborear sua obscuridão e sair da sessão feliz.
Zero Hora
"Amor" talvez seja o mais belo e corajoso filme sobre um tema em torno do qual se dá muitas voltas para não se abordar de frente: o apagar das luzes de uma relação diante da decrepitude de corpo e mente.
Cinema com Rapadura
Não existe também grande beleza estética da narrativa, talvez por opção pensada de Haneke em não transformar o longa em algo visualmente impecável. A força está no roteiro e nas atuações.
Cineweb
O diretor austríaco, que assina o roteiro, não está neste mundo para fazer romances adocicados. Do que ele realmente quer tratar aqui é da dignidade da velhice e do direito de escolher a própria morte quando a saúde e a sanidade se esgotam.
CineClick
O longa de Haneke não traz um tema novo às telas, mas lança um olhar cuidadoso ao cotidiano de um enfermo e seu ambiente, ao tempo, e à fragilidade dos laços diante do inevitável.
Cinética
Dentro do conjunto da obra de Haneke, "Amor" talvez aponte para uma sutil e interessante guinada. Nesse filme, sua verve trágica e violenta vem cadenciada por uma poética do afeto urdida nos detalhes do filme.
Diário de Pernambuco
Michael Haneke acredita que cinema não é só diversão. Seu filme não vai agradar a todos, mas não se pode amar (quase) todo mundo.
Preview
É uma jornada dura, lancinante. O diretor Michael Haneke tem estilo seco, e assim são também os protagonistas e sua forma de lidar com uma situação que, eles sabem, só vai piorar.
Rolling Stone
O diretor Haneke, coerente na economia e no distanciamento emocional, dispensa o aconchego melódico da trilha sonora de fundo e traz interferências mínimas do ambiente externo da casa.
Rubens Ewald
É como a própria vida, por vezes pesada, trágica, assustadora. E como o diretor é o alemão da Bavaria Michael Haneke (A Fita Branca) não espere qualquer concessão romântica ou melodramática.
Variety
Este drama muito bem atuado, inesperadamente carinhoso, acaba funcionando como uma poderosa declaração sobre a capacidade humana à dignidade, quando confrontada com a crueldade inevitável da natureza.
Cineplayers
É preciso ter estômago para este seu último filme. Haneke como sempre trabalha de forma a atacar o espectador. [...] Os olhares, as expressões, os gestos dos dois atores veteranos [...] são carregados demais ...
Télérama
Para que serve esse "Amor" tão pouco amoroso? Para lembrar aos distraídos e inconscientes que antes de irem para debaixo da terra, alimentar os vermes, eles vão terminar a vida com babador e fraldas? É isso? Essa banalidade? Essa evidência?