Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Pedro V.
7 críticas
Seguir usuário
4,5
Enviada em 2 de julho de 2015
Muito bom, assusta e cativa. Além do suspense em sim, a relação entre os personagens criam uma situação que aumenta o drama, sem comentar também a questão religiosa envolvida. Um excelente filme sobre exorcismo, vale a pena assistir!!
Este filme tem tudo o que o tema pede.Simples e sem apelos como outros por ai. Recomendo e acho que na minha opinião deveriam seguir mais essa linha do gênero.
Depois de "O exorcista", filmes sobre domínio demoníaco resultaram numa contínua visão no mercado de filmagens do terror. No entanto, atrelar esse conceito a esta obra, mostra-se um equivoco de olhar para o tema. Isso, porque o longa reproduz de forma inusitada a possessão diante da influência de um objeto inofensivo que mantêm algo suspeito. Além do mais, são conferidos as etapas como esse tipo de relação se constrói com o indivíduo, até seu controle absoluto. Desta maneira, o filme apresenta excelentes interpretações das atrizes mirins Natasha Calis (Em) e Madison Davenport (Hanna), sendo acompanhado de um roteiro distinto de detalhes comuns e fatores surpresas que ocorrem até o seu desfecho final.
Possessão é mais um filme inspirado no clássico “Exorcista’, apesar de guardar variações mais condizentes com nosso tempo, tendo a menina possuída pais separados e estando com seu pai. Também se encontra em pré-adolescência e agora encontra uma caixa judaica, espécie de caixa (ou arca) que guarda um Dibbuk, espírito que hospeda uma pessoa. Na verdade é um espírito de morto que possui a pessoa, um ogum, e um suicida, que negam entrada no inferno (ou Geena). É o que o povo chama de “encosto”. Também a menina em questão tem uma irmã e mora em local ermo, além da história se dizer baseada em fatos reais (a versão que vi não tinha os extras...). O título do filme: a escuridão vive dentro de você, já responde boa parte do que quer dizer o filme. Um filme bom porque não se concentra tanto em uma casa em questão, e porque ela não fica amarrada na cama. Do mais várias referências foram feitas ao clássico, como os exames médicos e atos estranhos da menina. Novamente a paranormalidade explica grande parte dos fenômenos, combinado com a histeria. O fato de ela ser pré-adolescente nos leva a pensar em um íncubo, algo que era até comum na Idade Média, e que era também espécie de espírito que se hospedava e sugava energia da pessoa, às vezes até a morte. Sobre falar vozes o fenômeno é xenoglossia, e sobre saber de coisas além do comum, é a pantomnésia (memória de tudo), e no mais vemos a telecinese, mover objetos com poder da mente. O espírito é muitas vezes uma sub-personalidade da pessoa, que pode ser muito primitiva, presente no seu DNA (ou de vidas passadas...) e assim refletir um estágio evolutivo anterior, como um “homem da caverna”. Desse modo, a menina no filme come carne crua, agride com violência, abre as pernas, pula que nem macaco. Em vídeos de possessão na internet vemos rolar no chão e ter ataque epilético, o que denuncia a possibilidade de epilepcia envolvida. Isso sem falar em esquizofrenia e psicose, que estariam possivelmente presentes nos casos. Jung, discípulo de Freud, falava em lado sombra nas pessoas, de sua personalidade. A mitologia fala na caixa de Pandora, que uma vez aberta liberaria todo o mal do mundo. Um grimório ou gramática de magia, fala em uma espécie de urna usada por Salomão para guardar demônios. Assim o filme tem alguma base teórica. O folclore judaico do Dibbuk mostra que certas linhas acreditavam na reencarnação e que há um espiritualismo judaico. Jesus ensinava a expulsar os espíritos impuros. Então o uso de um rabino para fazer o exorcismo foi muito interessante, uma vez que no geral vemos padres em tal labor espiritual. Mesmo que ao final do filme o espírito passou ao corpo do pai, e depois ainda voltou à caixa. Em magia se pode o dissolver ou colocar mesmo em uma caixa ou cristal. Vemos assim que apesar da ficção, mostra um ocultismo que é tanto comum ao judaísmo, como a culturas africanas e muitas outras, como a Egípcia. O filme é muito bom, apesar de que não se aproxima de outros da linha. Vale para somar aqueles que conhecemos, e um triller familiar, com classificação de apenas 14 anos. Vemos nele um diálogo intercultural e de algo que não é original do cristianismo. Mariano Soltys, autor de Filmes e Filosofia.
Um filme fraco com uma narrativa baseada em clichês comuns em filmes de terror de baixa qualidade. A história é extremamente fraca e os eventos ocorrem tão rápido, de modo que não seja possível se aprofundar no filme e desenvolver qualquer ligação com algum personagem. Mais um título dispensável para o gênero de terror.
Poderia ser melhor se os fatos não demorassem para acontecer, e quando acontece nem da tanto medo. Esperava uma tensão maior, mas não aconteceu, merece ser visto pelos 10 minutos finais, só isso.
Possessão,traz de volta tudo aquilo que já estamos acostumados,e até mesmo cansados de poder assistir em histórias de possessão ou exorcismo .Mas só que as vezes ainda tem alguns filmes que mesmo trazendo histórias clichês,conseguem agradar e muito,e principalmente colocar medo a quem assiste.Possessão,está em ritmo super lento,dando prioridade a formar toda uma história,para ser contada apenas em seu final.Que esse mesmo final,é um dos pontos onde traz algumas cenas mas bem preparadas.O filme traz somente atuações intensas de Madison Davenport e Natasha Calis,onde fazem as filhas do casal....muito bem aproveitadas.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade