Moonrise Kingdom
Média
4,3
565 notas

36 Críticas do usuário

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8 críticas
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Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2014
Sempre alerta! Aventura e romance em mais uma obra ímpar de Wes Anderson.

Moonrise Kingdom segue a linha de um diretor genial, que sabe impor sua marca em cada trabalho. Mais uma obra com toque de mestre, que surpreende e cativa o espectador com características próprias e muito bem definidas.

A história se passa nos idos dos anos 60, em uma comunidade isolada, de rígidos costumes. E aí, entre personagens únicos e curiosos, surgem os jovens protagonistas Sam e Suzy. No auge de seus 12 anos, unidos por dificuldades e segredos, juntam forças e partem em busca de seus ideais. Fugindo de tudo e de todos, compartilham uma aventura inesperada e um amor surpreendente.

Moonrise Kingdom trabalha com maestria as questões de família, amizade e amor juvenil, trazendo um elenco de peso: Bruce Willis, Edward Norton, Bill Murray e outra figuras carimbadas nos filmes do diretor se juntam a jovens atores que surpreendem em grandes atuações. Outro ponto que merece destaque é a temática dos escoteiros, que tem forte presença e evoca inúmeras situações de humor e aventura, com cenas surreais.

Eis um filme curioso e surpreendente, que merece destaque por sua ousadia criativa, com o selo de qualidade de Wes Anderson.

Por Ricardo Brandes
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
ok.. Este vai pra minha lista de filmes mais #WTF???!!!
Camila Reis
Camila Reis

64 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de novembro de 2013
“Moonrise Kingdom” mostra a história de Suzy (Kara Hayward) e Sam (Jared Gilman), uma garota e um garoto, ambos com 12 anos, que decidem fugir e viver juntos em uma ilha – linda, a propósito. O filme é engraçado, inusitado e tem cenas que chegam a lembrar “A lagoa azul” ao mostrar o descobrimento do corpo e do amor, além da incrível autossuficiência dos adolescentes – o que tem uma explicação perfeitamente lógica: Sam, o menino, é escoteiro. Um longa maravilhosamente excelente, hilário e original.
Jose D.
Jose D.

4 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de novembro de 2013
O filme tem um enredo interessante porém a lentidão para acontecimento dos fatos o torna apenas razoável.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de agosto de 2013
Moonrise Kingdom foi lançado nos cinemas e agora nas locadoras do Brasil assim mesmo, sem uma versão em português do título. Tantas vezes criticamos os títulos mal-traduzidos com que são lançados os filmes estrangeiros no Brasil, mas deixá-lo com o nome em inglês não ajudou nada esse filme por aqui, que teve excelente recepção nos Estados Unidos para um filme independente, arrecadando mais de 60 milhões de dólares.
No seu 7º filme como diretor (e também roteirista), Wes Anderson se firma como aqueles casos raros hoje em dia em que o diretor consegue deixar sua assinatura ao longo de seus filmes, pequenas características que identificam o autor, como acontece com filmes de Woody Allen, por exemplo (mesmo que não participando deles como ator). Mais importante que isso, com Moonrise Kingdom ele chegou à sua maturidade como realizador. É sem dúvida seu melhor filme até hoje, com um roteiro conciso e excelente domínio da narrativa, direção de atores e fluidez cinematográfica.
Moonrise Kingdom é simples, sem ser simplório, é sensível, sem ser melodramático, é engraçado também , sem ser exatamente cômico. E também é o filme de Wes Anderson mais pessoal. O tom outonal em que se passa o filme é reforçado pela belíssima fotografia, em tons saturados. Afinal, cor e música dão o tom do filme, que se inicia com um comentário e execução em grupos de instrumentos da passagem de uma famosa sinfonia. Ouvimos separadamente as cordas, os sopros, a percussão, para deduzirmos nesta metáfora o carinho que Anderson tem pelos "excluídos", querendo dizer que todos nós, com nossas diferenças, somos importantes para executar a orquestra que é a vida.
A celebração da liberdade é representada pela fantasia presente nos livros que acompanham Suzy - e que acabam inspirando-a a lançar-se em uma aventura em que é acompanhada por Sam - o menos popular entre os escoteiros do grupo. Aventura esta que vai acabar mobilizando a todos, uns que decidem ajudar o jovem casal a fugir, outros que se esforçam em encontrá-los.
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de abril de 2013
Ao começar a assistir lembrei das opiniões antes lidas, sobre merecer Oscar aliás, e realmente não entendi. Tá certo que opinião cada um tem a sua, ok. Mas... O filme é bem simples, bem simples mesmo! Nada de super produção, tecnologia, etc. Mas é agradável sim. Um filme legal, distrai. Por se tratar de uma história diferente e não cópias (como tantos filmes já vistos) ele torna-se interessante! E ocupa nossa mente com certas cenas. Algumas partes sobre poema e cultura, são interessantes!
Eduardo P.
Eduardo P.

84 seguidores 98 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de março de 2013
Um filme adorável e charmoso. O filme cresce na abordagem, o roteiro de uma originalidade elogiável cria personagens e situações extremamente humanas, tudo permeada com um humor delicado e diferente. O elenco é ótimo, destaque para o ótimo casal de crianças e Bruce Williams, que emociona e diverte em um papel que não tem nada à ver com que ele faz na franquia "Duro de Matar". A direção também é digna de elogios, assim como a trilha sonora e direção de arte. Esse filme era a escolha mais unânime para preencher o buraco do oscar, que esse ano teve 9 indicados à melhor filme, não 10.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de março de 2013
Apesar da sempre incômoda conotação pessoal que Wes Anderson sempre faz questão de por em seus filmes( Cores fortes com tons de amarelo e laranja são marcas registradas na filmografia do diretor, mas que no fim acaba dando um certo charme ao filme ) Moorise Kingdom é sem dúvidas, o filme mais injustiçado no Oscar 2013, junto com O Mestre, claro. Tudo é perfeito, a única furada da produção foi não terem arranjado um garoto mais bem afeiçoado pra estrelar o filme ( MEU DEUS! AQUELE MENINO É FEIO DEMAIS!!!!!!!! ) em contraste a bela Kara Hayward, ruivinha gata! Sem maldade pessoal. O Roteiro é 10! devia ter gahado o Oscar.
PauloRCC
PauloRCC

54 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de março de 2013
“Poemas nem sempre rimam. Precisam ser apenas criativos.”

De primeira, os ângulos exatos do diretor me chamaram a atenção negativamente: “- Que porcaria de filme amador é esse?”. Dias depois, percebi que a “porcaria era séria”.

Confesso que demorei 4 dias para assisti-lo. Minha falta de tempo e ânimo para quebrar as barreiras do sono me dificultaram muito. Mas, enfim, terminei ele - e já o coloquei como um dos melhores de 2013.
Não contarei a história do filme, contarei a moral: o valor da inocência do primeiro amor. O tempo e a sociedade nos corrompe de uma dupla forma: nos ensina a perseguir tudo o que é vulgar, ao mesmo tempo que nos empurra ao vulgarismo.

O filme lança uma crítica quanto a isso. Tem uma poesia impecável em seu roteiro, um visual incrível, uma ironia e humor singular para os diretores de hoje.

Não assisti a outros filmes do diretor, mas confesso que já estou procurando meios de assisti-lo.

Enfim, resumo o filme em uma pequena frase: detalhadamente bem feito.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de março de 2013
Absolutamente agradável, e um filmaço. Se bobear, deve ser o melhor do Wes Anderson. E como é de praxe, nos filmes do diretor, direção de arte, figurinos, trilha-sonora... tudo impecável.

Os dois atores mirins que protagonizam o filme também são muito bons, e, principalmente, carismáticos. E assim, como não podia deixar de ser, são a verdadeira alma do filme.

Mas os atores velhos também não ficam atrás, aliás, que bom ano pro Bruce Willis esse. Aqui ele está excelente, também, assim como em Looper. Ele é um destaque e tanto no filme, liberando-se dos próprios vícios de carreira, e criando um personagem bastante singular.

O estilo característico de fotografia do Anderson, como sempre, causa certa estranheza no início, mas, como sempre também, vai nos fazendo ficar cada vez mais acostumados e se envolvendo com a história. E aqui, apesar de abusar um pouco demais do afastamento da realidade na parte final do filme, ele concebe uma obra que é, numa temporada que ainda não mostrou a que veio, um dos grandes filmes do ano.
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