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cinetenisverde
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1.122 críticas
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3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
[Moonrise Kingdom](/moonrise-kingdom) é uma história que se passa em um conjunto de ilhas onde grupos de escoteiros estão alojados e alguns poucos moradores resolveram viver. A história gira em torno da fuga de dois jovens -- um escoteiro e uma jovem moradora -- e a "caça" que se faz em busca deles. Não é apenas sobre isso, é claro, pois o diretor Wes Anderson está mais interessado em analisar aquela micro-sociedade e com isso levantar questões para as próprias pessoas que moram no(s) continente(s): a maioria de nós.
O filme é muito bem feito com cores e enquadramentos lindos como um bom filme de Wes Anderson, tudo muito bom, só um probleminha, os personagens não tem muita expressão da situação, talvez não por incompetência mas intencionalmente mesmo. mas vale a pena assistir!
Moonrise kingdom e belo filme, sutilmente puro. E lúdico ver o desenrolar do namoro de San e Susy, sem aquele paixão explosiva e altamente sensual, Moonrise kingdom passa aquela pureza do amor no seu estado inicial, a descoberta, e incrível! A relação deles como adolescentes deslocados, um entendendo o outro, o primeiro beijo, eles semi nus tudo de uma leveza única. Trilha sonora bastantes simples, que faz lembrar aqueles filmes de antigos de criança, não decepciona, pelo contrário faz tudo parecer ainda mais puro, e sem malícia. E perfeito, um longa altamente gostoso de se ver. Só tem alguns buracos, o San e literalmente e atingido por um raio, e segundos depois se levanta, parecendo aqueles desenhos animados, ficou meio que nada haver. O final bem explosivo, com uma mega tempestade, serviu mesmo para dar mais drama ao filme. Não precisava de tanta Mais quer saber! Num todo o longa e perfeito, a pureza dos protagonistas diferencia de tudo e o faz completamente único!
Esse filme! Ah! Tão único, me conquistou. Uma história de amor tão bonita e inocente. Wes Anderson é realmente incrível e excêntrico. Um elenco tão bom, com um roteiro tão brilhante e simples. A fotografia me encanta demais! É tudo muito bonito. Sem dúvidas me marcou. E a cena na praia, que cena BRILHANTE!
Com uma câmera na mão e uma boa ideia na cabeça se faz um bom filme, exemplo vivo disso é Wes Anderson - e claro Quentin Tarantino, mas ele não entra nessa crítica - o diretor e roteirista texano construiu um enredo infantil numa simples história de romance e introduziu alguns elementos que são peça chave no desenvolvimento das crianças, como: crescer e amar, amizade e exclusão, família e supervisão, brincadeiras e aventuras. E o desenvolvimento desses temas faz com que o peculiar Moonrise Kingdom não seja mais uma historinha da Sessão da Tarde, mas sim um concorrente ao Oscar de 2014. O enredo se passa numa Ilha, o cenário e a fotografia são peculiares - casas simples, as mesmas roupas para identificar a personagem, cada objeto ou fala da personagem definem seu carácter. Nessa ilha moram um casal e seus filhos, um policial e uma turma de escoteiros. A história começa quando um desses escoteiros desaparece e ao que tudo indica, para fugir da Ilha com uma garota (filha do casal). A busca pelas crianças destaca e realça a importancia das relações citadas na introdução no desenvolvimento infantil, e o papel de cada personagem no filme. Já que falei tanto das personagens, vamos a elas: Edward Norton interpreta o chefe dos escoteiros que não tem certeza sobre suas escolhas na vida; Bill Murray e Frances McDormand formam o casal em crise, que depois do desaparecimento da filha estremecem seus laços e transparecem a fragilidade de sua família; Bruce Willis é um policial sem rumo na vida com o desejo de construir algo maior, mostrando a importância da adoção na vida de uma criança e de um adulto. Por fim temos os fugitivos, as crianças Jared Gilman e Kara Hayward, que desenrolam boa parte do filme e tem os diálogos mais importantes, mesmo esses sendo um pouco fora do comum com algumas respostas curtas e diretas - o que realça o charme do roteiro de Wes Anderson. Resumindo, as atuações estão excelentes, principalmente das crianças, num papel difícil e atípico - diferente daquelas crianças americanas dos filmes hollywoodianos. Concluindo, Moonrise Kingdom pode não ser um filme espetacular, mas é muito agradável e reflexivo, do jeito como só uma criança pode ser. O filme vai te prender também pela trilha sonora repetitiva porém perfeita, sem deixar de realçar o gênero de cinema criado por Anderson. Com certeza um diferencial de Hollywood, onde estamos enfrentando uma aparente crise criativa, Wes Anderson é uma esperança para as novas gerações.
Com uma câmera na mão e uma boa ideia na cabeça se faz um bom filme, exemplo vivo disso é Wes Anderson - e claro Quentin Tarantino, mas ele não entra nessa crítica - o diretor e roteirista texano construiu um enredo infantil numa simples história de romance e introduziu alguns elementos que são peça chave no desenvolvimento das crianças, como: crescer e amar, amizade e exclusão, família e supervisão, brincadeiras e aventuras. E o desenvolvimento desses temas faz com que o peculiar Moonrise Kingdom não seja mais uma historinha da Sessão da Tarde, mas sim um concorrente ao Oscar de 2014. O enredo se passa numa Ilha, o cenário e a fotografia são peculiares - casas simples, as mesmas roupas para identificar a personagem, cada objeto ou fala da personagem definem seu carácter. Nessa ilha moram um casal e seus filhos, um policial e uma turma de escoteiros. A história começa quando um desses escoteiros desaparece e ao que tudo indica, para fugir da Ilha com uma garota (filha do casal). A busca pelas crianças destaca e realça a importancia das relações citadas na introdução no desenvolvimento infantil, e o papel de cada personagem no filme. Já que falei tanto das personagens, vamos a elas: Edward Norton interpreta o chefe dos escoteiros que não tem certeza sobre suas escolhas na vida; Bill Murray e Frances McDormand formam o casal em crise, que depois do desaparecimento da filha estremecem seus laços e transparecem a fragilidade de sua família; Bruce Willis é um policial sem rumo na vida com o desejo de construir algo maior, mostrando a importância da adoção na vida de uma criança e de um adulto. Por fim temos os fugitivos, as crianças Jared Gilman e Kara Hayward, que desenrolam boa parte do filme e tem os diálogos mais importantes, mesmo esses sendo um pouco fora do comum com algumas respostas curtas e diretas - o que realça o charme do roteiro de Wes Anderson. Resumindo, as atuações estão excelentes, principalmente das crianças, num papel difícil e atípico - diferente daquelas crianças americanas dos filmes hollywoodianos. Concluindo, Moonrise Kingdom pode não ser um filme espetacular, mas é muito agradável e reflexivo, do jeito como só uma criança pode ser. O filme vai te prender também pela trilha sonora repetitiva porém perfeita, sem deixar de realçar o gênero de cinema criado por Anderson. Com certeza um diferencial de Hollywood, onde estamos enfrentando uma aparente crise criativa, Wes Anderson é uma esperança para as novas gerações.
A descoberta do sexo durante a adolescência e, ao mesmo tempo, a sensação de não pertencer ao mundo povoado pelos adultos despertam, simultaneamente, melancolia e alegria a quem assiste.
Os personagens Sam e Susy almejam uma vida diferente do que eles vivem. E simplesmente tentam viver juntos, porquê se entendem. Quase nada mais do que isso no filme todo. A trilha sonora é muito inteligente, principalmente as falas de um menino sobre os instrumentos musicais.
É um filme legal. Não me inspirou nada mais do que essa nota e uma curta crítica.
Eu hesitei em ver esse filme, já que é do mesmo diretor de "O Fantástico Sr. Raposo". Mas, ao contrário do que eu esperava, "Moonrise Kingdom" serviu como um Vanish (não 100% eficaz) pra tirar a mancha que o Wes Anderson tinha deixado. A história é bem interessante e cômica em alguns momentos, como o início no acampamento. O elenco mirim do filme é muito bom, e a atriz que interpreta a menina é muito boa. Eu só achei o filme um pouco chato nos 30 minutos finais, e é por isso que eu vou ver "O Grande Hotel Budapeste", aí decido se gosto ou não do Wes Anderson.
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