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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Omelete
Para quebrar o tom melancólico, Peter Jackson emprega empolgantes cenas de ação, sem muito espaço para o humor. As batalhas são de uma fluidez sem igual, com dezenas de coisas acontecendo em tela e tudo absolutamente bem isolado.
Screen International
"O Hobbit: A Desolação de Smaug" é um segundo filme ágil e empolgante, que se desenvolve com um ritmo de perder o fôlego, oferecendo diversão e entretenimento em igual medida, e terminando com um clímax dramático que vai deixar os fãs desesperados por mais.
Chicago Sun-Times
Jackson e sua equipe se divertiram bastante criando aqueles mundos tridimensionais, nos impressionando com diferentes estados de espírito, energias e personalidades. Algumas das imagens são de tirar o fôlego.
Cinepop
A aventura épica, dirigida pelo genial Peter Jackson é garantia de diversão do início ao fim. Com um corte seco em seu desfecho e uma pergunta fundamental como gancho para o último filme da saga, "O Hobbit: A Desolação de Smaug" deve agradar não só aos fanáticos pelos textos de Tolkien mas também a todo mundo que ama cinema.
A Tarde
Talvez seja, tecnicamente, a melhor realização já executada em 3D, mas a verdade é que Peter Jackson, diretor de todos os cinco filmes lançados até agora, não traz muitas novidades na maneira como encena. Aliás, ele até emula alguns momentos da trilogia anterior...
Almanaque Virtual
Ainda é uma obra esticada e sem fim, ainda que bem mais redondinha que a anterior, todavia, na ausência do brilhante Gollum nesta sequência, eis que o dragão Smaug esbanja carisma dublado pela potência vocal de Benedict Cumberbatch...
Blogs Pop
“A Desolação de Smaug” nada mais é do que um filme lindamente construído para entreter e contar uma história épica.
CineClick
"Uma Jornada Inesperada" deixou gosto amargo na boca, mas "Desolação de Smaug" corrige os problemas e supera o antecessor em todos os aspectos. As cenas finais [...] são ótimas, os diálogos divertidos e, quando a coisa esquenta, fica espetacular.
Cineplayers
A obra, portanto, é mais ágil e dinâmica. Porém, o clima do filme anterior é mantido; as histórias paralelas também continuam a existir, para o deleite dos fãs e a reclamação dos não-fãs; e o excesso de efeitos especiais e personagens é mantido.
Estado de Minas
Por causa desse ritmo, entender o que está por trás daquela saga épica demanda um esforço extra do espectador e um conhecimento prévio. Sim, Tolkien – e consequentemente Jackson –, falam sobre convivência e sobrevivência. Cada um à sua maneira, à sua época.
Folha de São Paulo
O filme é melhor e mais divertido que o primeiro, mas sofre com a síndrome de filho do meio: quer se rebelar, mas não tem coragem para tanto. Jackson, que é um cineasta esperto, usa seus melhores truques lapidados em anos trabalhando em longas de terror para construir sequências arrebatadoras.
Papo de Cinema
Peter Jackson e seu co-roteiristas [...] criaram para "A Desolação de Smaug" muito mais do que o próprio Tolkien havia imaginado, transformando este filme em algo mais do que uma mera transposição literal, e sim numa verdadeira reinterpretação cinematográfica.
Rubens Ewald
Achei tudo tecnicamente brilhante e ao contrário do primeiro filme mergulhei nas imagens, na exemplar direção de arte e agora já aguardo com ansiedade o próximo e suponho último capítulo previsto para o ano que vem.
The Guardian
O filme é incrivelmente agradável, e considerando o seu tema exótico, "A Desolação de Smaug" é curiosamente despretensioso. Ele se desenvolve sem tempos mortos, e é sempre magnificamente divertido: um filme franco, genial e gostoso de ver.
The Hollywood Reporter
Após mostrar uma fidelidade quase covarde ao material original no primeiro filme ["O Hobbit: Uma Jornada Inesperada"], Jackson insere drama aqui desde o início do filme, com uma habilidade para contar uma historia que possui energia palpável e sentido.
Variety
Esta aventura robusta, repleta de ação beneficia de um ritmo melhor e de perigos muito bem mostrados pelos 3D - culminando em uma longa cena de confronto com um dragão destruidor e cuspidor de fogo.
Cineweb
Se há algo a comemorar nesta sequência é o amadurecimento de Bilbo, que passa de um indivíduo caseiro e medroso a uma figura corajosa e sinceramente altruísta, sem deixar de revelar alguma ambiguidade.
Gazeta do Povo
Não faltam a esse segundo capítulo memoráveis sequências de ação, filmadas com inventividade por Peter Jackson, ainda que ele exagere um tanto na duração: 161 minutos.
Cinema com Rapadura
Embora se mostre mais movimentada que sua antecessora, esta segunda parte da trilogia apresenta ainda mais problemas narrativos, o que torna a experiência cinematográfica dependente de cenas de ação elaboradas e retira o foco dos personagens...
Cinema em Cena
Considerando o que o diretor se tornou nos últimos anos, é um alívio que O Senhor dos Anéis tenha sido adaptado quando ele ainda era capaz de exibir alguma autodisciplina. Temo que, caso fosse produzida hoje, a obra resultaria em nove filmes. Que acompanhariam a Sociedade do Anel em tempo real.
Estado de São Paulo
As qualidades de "O Hobbit – a Desolação de Smaug" são as mesmas dos outros filmes da franquia. Assim como seus problemas. Belo visual, ambiente mágico, algumas presenças carismáticas. Por outro lado, redundância, a excessiva duração, o circuito temático cifrado...
New York Times
Há, mais uma vez, muita confusão, batalhas desinteressantes e alguns feitiços digitais confusos. Mas há também momentos pacíficos, onde interlúdios meditativos entre os atores — especialmente o Sr. Freeman, com uma presença de tela intensamente atraente — , vão te lembrar que há mais na Terra Média do que gritarias e lutas.
O Globo
É tudo muito bonito e impressionante em “A desolação de Smaug”, mas há uma deficiência narrativa difícil de se compensar apenas com as dúzias de cenas de perseguição e batalhas. Sendo justo, o filme é bem melhor do que “Uma jornada inesperada” [...]
Preview
A reação na saída dos cinemas tem sido uma só: legal, mas muito longo. Há duas sequências de ação espetaculares [...] O problema é que o restante parece uma grande encheção de linguiça que tenta justificar essas duas cenas incríveis.