O Hobbit: A Desolação de Smaug
Média
4,5
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271 Críticas do usuário

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Rodrigo C.
Rodrigo C.

15 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2013
O Hobbit: A Desolação de Smaug a continuação do filme de Peter Jackson retirado das fantásticas páginas de J.R.R Tolkien é sem dúvida o filme mais aguardado do ano por todos os fãs desta incrível obra. Desde 2001, quando a saga "O Senhor dos Anéis" estreou nos cinemas entendemos que Peter Jackson não é um diretor comum. Além de grande fã da série e conhecer bastante o universo da terra-média, soube adaptar de forma magistral cenas que em nossas mentes, quando líamos o livro, não eram tão fantásticas assim, e ainda soube realizar adições que só engrandecem todo o filme. E foi exatamente assim com o segundo longa.

Apesar de ter 8 minutos a menos que o primeiro filme (Um Jornada Inesperada), esse parece bem menor. Isso porque o filme ganhou mais agilidade, e mais cenas de ação, bem diferente no primeiro filme, que apesar de bom, tem cenas um tanto quanto cansativas.

Ao longo de 2 horas e 41 minutos somos agraciados por uma interpretação fantástica da mente de Jackson sobre a obra de Tolkien a ponto de que algumas cenas são tão bem desenvolvidas spoiler: como o aparecimento de Sauron
que não poderíamos pensar em outro diretor para filmar essa obra.
Jackson soube ser autêntico e corajoso para colocar sua visão, referenciar e até mesmo cortar algumas passagens que não funcionaria no cinema.

A interpretação de Martin Freeman é um caso a parte. A sua interpretação de Bilbo é aquela que se encaixa no perfil do livro, mas ao mesmo tempo é única.

Apesar da longa duração do filme, temos a sensação de que alguns personagens tiveram passagens muito rápidas, mas não poderia ser diferente num filme um elenco tão farto.

Ir ao cinema assistir "O Hobbit: A Desolação de Smaug" é um experiência única e fantástica. Ver àqueles personagens do livro e relembrar alguns que são inesquecíveis é uma outra sensação agradável. Agora, só temos que aguardar o final de 2014 para vermos a conclusão dessa grande saga. Essa sim vai ser uma jornada muito esperada.
Isabelle
Isabelle

15 seguidores 71 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de janeiro de 2014
Previsível e cansativo, o Hobbit tem nas cenas de ação seu ponto (mais) fraco. Efeito especiais esquisitos fazem orcs e outros bichos estranhos parecerem imunes a lei da gravidade, o roteiro é uma maluquice (alguém explica por Gandalfi subiu tão alta montanha apenas para uma conversa trivial com o mago marron?) e a história é desnecessariamente "espichada" para faturar mais. Tudo é um tédio, exceto a beleza élfica de Legolas.
Sidnei C.
Sidnei C.

128 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de dezembro de 2013
Confesso que sempre tive um pé atrás com continuações, refilmagens e franquias, sempre me parecendo que havia por trás disso somente uma intenção caça-níqueis, de fazer render ao máximo uma ideia que tenha obtido sucesso junto ao público. É claro que é plenamente justificável e louvável que Peter Jackson ao adaptar a trilogia do Senhor dos Anéis, que são efetivamente 3 livros distintos e bastante longos, decidiu filmar a história em 3 partes. Mas o Hobbit, do mesmo Tolkien, e escrito anteriormente à trilogia é um livro de não mais de 200 páginas, com uma narrativa bem mais enxuta, que em princípio poderia ter sido adaptada em um filme apenas, é o pensamento geral. O primeiro Hobbit-Uma Jornada Inesperada de Peter Jackson, era longo demais, e parecia carecer de uma história que justificasse suas quase 3 horas de duração.O maior problema com a primeira parte desta nova trilogia era estar ainda presa demais à trilogia O Senhor dos Anéis, repisando situações, locações e personagens, fazendo o filme dar a impressão de ser um extra da trilogia, com "cenas deletadas". Além disso, não parecia ter sido dirigido pelo mesmo Peter Jackson que encantou as plateias com a direção segura, a inventividade e senso de espetáculo dos filmes que adaptou a partir da obra de Tolkien.

A primeira parte da trilogia Hobbit deixou críticos decepcionados e fãs apreensivos sobre o futuro dos 2 próximos filmes. Pois parece que Jackson captou sabiamente a mensagem com as duras críticas que recebeu em relação a Hobbit - Uma Jornada Inesperada, e mostrou do que ainda é capaz neste segundo capítulo, A Desolação de Smaug. Todos que acompanharam a realização da trilogia do Senhor dos Anéis, sabem do talento que Jackson possui. Se podemos ainda questionar sua decisão de dividir sua adaptação do livro Hobbit em 3 filmes, com este A Desolação de Smaug ele devolve o prazer do espectador assistir a uma aventura que ganha um brilho extra quando assistida no cinema, valendo cada centavo do ingresso. As liberdades que Jackson se permite neste segundo capítulo da adaptação são plenamente justificáveis e colaboram em tornar o filme mais atraente, já que Hobbit - o livro, não tem a mesma veia épica da trilogia O Senhor dos Anéis.

spoiler: Jackson sabiamente reuniu a mesma equipe técnica da trilogia anterior, e que são responsáveis por tornar a magia palpável (direção de arte, trilha sonora, efeitos visuais), mas se vê obrigado a renovar o elenco, adicionando novos colaboradores que não fazem feio. Talvez, na minha opinião, o filme ainda se ressente das sequências com a presença de Gandalf, que parecem desnecessárias e ainda mais deslocadas que no primeiro filme, se justificando apenas pelo carisma do ator, que tanto agrada os fãs da série. A mais relevante melhora neste segundo capítulo da trilogia é um ritmo mais ágil e uma fluidez da narrativa que não deixa nenhuma sequencia com a impressão que poderia ter sido suprimida. Duas delas, inclusive, são particularmente marcantes, e entram para a antologia da obra de Jackson: a fuga dos anões e Bilbo rio abaixo em tonéis, e o verdadeiro "diálogo" cênico entre Bilbo e o dragão Smaug. Todos os filmes que compõem a trilogia Senhor dos Anéis possuem o mesmo problema: uma longa duração, que é formada por uma alternância irregular de sequencias brilhantes e outras desnecessárias, que fazem os filmes perdem o ritmo por diversas vezes, passando uma incômoda sensação de que não terminam nunca. Este defeito parece ter sido ampliado no primeiro filme da trilogia do Hobbit, mas substancialmente retrabalhado e corrigido neste segundo capítulo, tornando-o, em comparação, superior ao segundo capítulo da trilogia anterior, O Senhor dos Anéis - As Duas Torres. Os fãs de Tolkien, de Peter Jackson, e do cinema em geral, podem se sentir aliviados. O visionário diretor parece ter recuperado sua forma. É rezar para que a mantenha no terceiro filme da trilogia. Peter Jackson parece ter nascido para adaptar Tolkien, como se estivesse em seu sangue alguma linhagem desaparecida da Terra-Média. E neste Hobbit - A Desolação de Smaug, ele consegue a proeza, de passadas quase 3 horas de projeção, ao final, ficarmos com uma sensação de "quero mais".
Marcos A.
Marcos A.

96 seguidores 123 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de dezembro de 2013
E não é que acertaram de novo? Desta vez um filme bem melhor do que o anterior, e com cenas de ação de tirar o fôlego. Uma história muito boa com o embate sem fim entre o bem e o mal, e de quebra o melhor dragão da história do cinema, arrebatador e devastador, mas que só vai terminar no ano que vem...
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

25 seguidores 515 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de setembro de 2025
Sinopse:
Bilbo segue em direção à Montanha Solitária ao lado de um grupo de anões e de Gandalf, onde deverá ajudar seus companheiros a retomar a Pedra de Arken. O problema é que o artefato está perdido em meio a um tesouro protegido pelo temido dragão Smaug.

Crítica:
"O Hobbit: A Desolação de Smaug" é um filme que, embora emocionante em certos pontos, deixa muito a desejar em outros, especialmente no que diz respeito à sua narrativa e desenvolvimento de personagens. Enquanto muitos esperavam uma continuação rica e envolvente da jornada de Bilbo Bolseiro e os anões, o resultado é uma mistura de cenas visuais impressionantes e momentos narrativos que falham em capturar plenamente a essência da obra de . Tolkien.

Um dos principais problemas do filme é a expansão do material-fonte. A obra original é mais concisa e tem um ritmo que flui naturalmente. No entanto, Peter Jackson e sua equipe parecem ter sentido a necessidade de esticar a história, introduzindo subtramas e personagens que, em muitos casos, não contribuem significativamente para a trama principal. Isso resulta em um filme que, por vezes, parece arrastado e excessivamente longo, perdendo a leveza que é característica do livro.

Os personagens, embora bem interpretados por um elenco talentoso, carecem de profundidade. Bilbo, por exemplo, é um hobbit carismático e curioso, mas seu desenvolvimento muitas vezes é eclipsado por sequências de ação e efeitos especiais arrebatadores. Thorin, o líder dos anões, é retratado com um ar de bravura, mas sua complexidade emocional raramente é explorada, resultando em um herói que se torna difícil de empatizar. Além disso, a figura imponente de Smaug, interpretada por Benedict Cumberbatch, embora impactante na tela, é às vezes deixada de lado em favor de ações mais superficiais e menos envolventes.

Visualmente, o filme é indiscutivelmente deslumbrante. As paisagens majestosas da Terra-média e os efeitos especiais são impressionantes, trazendo à vida a grandiosidade das aventuras de Bilbo e dos anões. No entanto, é preciso lembrar que um bom filme não se sustenta apenas por seu visual; é a narrativa que dá vida à experiência cinematográfica. Ao focar tanto nos aspectos visuais, o filme acaba não equilibrando essa maravilha visual com a profundidade emocional e a riqueza da história.

Adicionalmente, a trilha sonora de Howard Shore, embora sirva como um pano de fundo magnífico, não é suficiente para disfarçar a falta de coesão na narrativa. Momentos que deviam ser tensos ou emocionais muitas vezes se perdem na eletricidade das batalhas e da ação frenética, o que pode frustrar aqueles que buscam uma conexão mais autêntica com os personagens e suas motivações.

Em suma, "O Hobbit: A Desolação de Smaug" é um filme que apresenta uma oportunidade perdida. Com um enredo que se desvia em demasia da essência do material original, personagens que podem ser mais explorados e um ritmo que nem sempre mantém o espectador engajado, o resultado final, embora visualmente atraente, acaba sendo uma experiência que deixa um gosto amargo. Para os fãs de Tolkien, pode ser um deleite visual, mas para aqueles que buscam uma narrativa envolvente e bem desenvolvida, o filme pode não atender às expectativas.
Miguel Neto
Miguel Neto

76 seguidores 99 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2013
Filme imperdível, claro que não é para todos, principalmente considerando que o diretor dividiu um único livro em 3 filmes, talvez para manter ativa a mina de ouro já aberta pelo “Senhor dos Anéis”. De qualquer maneira, já teve um filme no ano passado, e para continuar essa aventura temos que esperar mais um ano, acho eu. Pois é, o filme não tem começo, que já foi, e não tem fim, que ainda terá.
Mesmo assim o filme é ótimo, hipnotizante e em nenhum momento parece uma enrolação para esperar o próximo capítulo. As cenas são longas, mas cheias de detalhes, uma obra de arte. Com tantos elementos cenográficos sobra um pouquinho de atenção para os atores, os anões são ótimos atores e com expressões cativantes e se o dragão fosse um ator ele mereceria um Oscar, ele está perfeito.
O difícil agora é esperar o final de tudo isso.
Mauricio J.
Mauricio J.

64 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2013
Á quem diga que a serie "O Senhor dos Aneis" e "O Hobbit - Uma Jornada Inesperada" são filmes ruins, mas na verdade essas pessoas não conseguem ver alem de um filme de ação sem roteiro ou um filme de comédia que nem sequer faz rir. Hoje chegou nos cinemas mundiais um dos filmes mais aguardados do ano, e como era de se esperar, eu também estava ansioso para ver e corri para ver o filme e saber o que aconteceu com os personagens mais queridos do cinema mundial.

O Hobbit: A Desolação de Smaug é o segundo filme da trilogia de adaptação da obra-prima The Hobbit, de J.R.R. Tolkien, e dá continuidade à aventura de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) em sua épica jornada com o Mago Gandalf (Ian McKellen) e treze Anões, liderados por Thorin Escudo de Carvalho (Richard Armitage), para o Reino dos Anões de Erebor.

Bilbo, os anões e Gandalf continuam sua jornada depois de serem salvos pelas águias nas Montanhas Sombrias e se encontram com Beorn, um troca-pele, que pode se transformar em um urso enorme. Depois disto eles continuam até a Floresta das Trevas, onde Gandalf os abandona para tratar de “assuntos pessoais” (na verdade ele e Radagast vão atrás da resposta sobre o Necromante, e acabam achando mais do que esperado). Os anões e o hobbit seguem sozinhos por dentro da floresta escura e assustadora até que são surpreendidos pelas Aranhas Gigantes, mas Bilbo com a ajuda de seu anel os salva, mas acabam sendo capturados pelos elfos da floresta.

Eles precisam roubar Smaug, um dragão que há muito tempo saqueou o reino dos anões do avô de Thorin e que desde então dorme sobre o vasto tesouro.

É bem difícil segurar os elogios dentro da sala de cinema, principalmente nos orcs, que estão fantásticos, e no figurino do filme que novamente está maravilhoso. Nem preciso falar dos efeitos especiais porque todo mundo sabe que os filmes de Peter Jackson tem efeitos especiais maravilhosos e este filme não podia ser diferente.

As atuações estão fantásticas, principalmente a de Martin Freeman que foi muito melhor do que a do primeiro filme da trilogia. Ian McKellen, Bill Nighy, James Nesbitt, Adam Brown, Richard Armitage, Aidan Turner, Rob Kazinsky, Graham McTavish, Andy Serkis , Christopher Lee, Ian Holm, Orlando Bloom, John Callen, Stephen Hunter, Peter Hambleton, Cate Blanchett, Hugo Weaving, Andy Serkis, Doug Jones, Saoirse Ronan e Billy Connolly elevam ainda mais a qualidade do filme com suas maravilhosas atuações.

O único ponto que acho que merecia ter sido melhor foi o 3D do filme, não estou dizendo que foi ruim, mas tem algumas cenas que poderia ter tido o efeito mais claramente e em outras cenas estava muito escuro. Mesmo assim tiveram um grande cuidado com a projeção e não tenho nada de urgente a reclamar do filme.

Outra coisa que gostaria de dizer é para vocês darem a preferencia de ver o filme Legendado, porque a voz do Smaug Dublado é muito feia e sem graça, enquanto na versão Legendada a voz o dragão dá medo. Por isso veja Legendado, vi o filme dublado e legendado e prefiro legendado, sem falar que você tem a chance de ver a emoção e o carisma dos personagens, quando eles estão realmente falando e as musicas cantadas no final (que é somente uma) fica muito melhor em inglês.

Outra coisa que é bem importante á dizer é que você não começará o filme com a continuação do filme anterior, é claro que a historia continua, mas novos segredos surgem e novos personagens que podem mudar o rumo das coisas no final do filme. Agora é só esperar ate 2014 para que o mundo veja o final épico desta trilogia que merece ser aplaudida em pé.
William D.
William D.

33 seguidores 63 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2014
Quase três horas de filme num piscar de olhos. A tensão e emoção da aventura de nosso pequeno Hobbit envolve a todos nas cadeiras e os transportam para as telonas. Personagens mais que cativantes e uma história banhada no brilhantismo de belos cenários e roteiro inteligente. E após tanta ação, resta a conquista final, que deixa em aberto um acontecimento que dará vida para o filme seguinte.
Não tem como não se apaixonar pela terra média com tal obra prima.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.919 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2013
Uma superprodução que tem como ponto alto os cenários usados para as locações. Lugares incríveis. Não é uma obra de arte em termos de desempenho dos atores e ninguém procurou isso. Muita ação, movimentação, luta e efeitos especiais de primeira. Vale a pena.
Almir S.
Almir S.

307 seguidores 214 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de dezembro de 2013
ÓTIMO. Com mais ação que o primeiro Hobbit, esse filme nos prepara para o desfecho que deve ser uma grande batalha.
Destaque para o Dragão Smaug que com certeza assim como o personagem Smeagol foi o destaque nos filmes O Anéis, esse Dragão será o destaque dos filme O Hobbit
O Dragão foi muito bem criado, suas cenas são fantásticas.
Embora tenha entrado alguns personagens que não estavam no primeiro, nesse senti falta de vários personagens que estavam no primeiro e não apareceram, cadê o Smeagol/Golum, uma pena...
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