O Show de Truman
Média
4,5
3726 notas

108 Críticas do usuário

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Vito Zanotti
Vito Zanotti

3 seguidores 137 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de junho de 2025
É muito bom quando vemos um filme que retrata bem a realidade que vivemos hoje: manipulação para ganhar mídia e dinheiro em cima de tragédias.

Que no caso do filme é filmar o Truman forçadamente, 24 horas por dia mostrando uma vida igual todos os dias.

Mesmo sendo uma rotina de uma pessoa normal fazendo coisas normais, ainda sim o consumo do publico é muito alto. Mostrando que as pessoas amam saber da vida alheia, que inclusive é o que acontece na vida real (bbb, fazenda e etc, são exemplos disso).

Notas finais:

- Roteiro: Nota 9
- Personagens: Nota 8
- Comédia: Nota 7

Em resumo, o filme ficará com uma nota 8.
Victor Hugo Garcia
Victor Hugo Garcia

1 seguidor 75 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de maio de 2025
Um grande filme que é mais dramático do que de comédia, pois conta a história de quem viveu a vida toda numa mentira. Além da ficção, o filme tem algumas mensagens que me fizeram pensar sobre a vida e a complexibilidade dela, de que a vida real não é tão diferente do Show de Truman...
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 342 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de abril de 2025
Essa sacada de fazer um filme desse jeito foi muito bom. Muitas vezes já pensei que nós estamos vivendo dessa maneira.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2025
The Truman Show (1998), dirigido por Peter Weir e estrelado por Jim Carrey, é uma obra cinematográfica que transcende o gênero da comédia dramática para se tornar uma reflexão profunda sobre a natureza da realidade, a manipulação midiática e a busca pela autenticidade. O filme, escrito por Andrew Niccol, combina elementos de ficção científica, sátira social e drama existencial, criando uma narrativa que permanece relevante décadas após seu lançamento. Esta resenha analisará aspectos como o enredo, atuações, roteiro, cinematografia, trilha sonora, final e impacto geral do filme.

O enredo é brilhantemente concebido, explorando a vida de Truman Burbank, um homem que, sem saber, é o protagonista de um reality show transmitido 24 horas por dia para o mundo inteiro. A premissa é ao mesmo tempo simples e profundamente complexa: Truman vive em uma realidade completamente fabricada, onde todos ao seu redor são atores e cada aspecto de sua vida é controlado pelo produtor Christof (Ed Harris). A jornada de Truman para descobrir a verdade sobre sua existência é uma metáfora poderosa para a luta humana pela liberdade e autenticidade.

O filme aborda temas como a manipulação da mídia, a perda da privacidade e a busca por significado em um mundo cada vez mais artificial. A narrativa é construída de forma gradual, com pequenos detalhes que levam Truman (e o público) a questionar a realidade ao seu redor. A tensão cresce à medida que Truman começa a desconfiar de seu mundo, culminando em uma fuga emocionante e simbólica. O enredo é uma crítica contundente à cultura dos reality shows e à passividade do público, que consome a vida alheia como entretenimento.

Jim Carrey, conhecido principalmente por seus papéis cômicos, entrega uma performance surpreendentemente dramática e sensível como Truman Burbank. Sua capacidade de transmitir vulnerabilidade, ingenuidade e determinação é fundamental para que o público se identifique com o personagem e se emocione com sua jornada. Carrey consegue equilibrar momentos de humor sutil com cenas de profunda introspecção, provando sua versatilidade como ator.

Ed Harris, como Christof, é igualmente impressionante. Ele personifica o criador onisciente e manipulador, cuja obsessão por controlar a vida de Truman é ao mesmo tempo fascinante e perturbadora. Laura Linney, como Meryl, a "esposa" de Truman, e Noah Emmerich, como seu melhor amigo Marlon, também entregam performances sólidas, reforçando a ilusão de normalidade que cerca Truman.

O roteiro de Andrew Niccol é inteligente e multifacetado, combinando diálogos afiados com uma estrutura narrativa que mantém o público engajado. A história é repleta de simbolismos, desde o nome "Truman" (que sugere "true man", ou "homem verdadeiro") até o uso de elementos como o barco Santa María, uma referência à descoberta de novos mundos. O roteiro também explora questões filosóficas profundas, como o livre-arbítrio, a natureza da realidade e o papel da mídia na sociedade.

A construção do mundo de Seahaven é meticulosa, com cada detalhe servindo para reforçar a ilusão de perfeição suburbana. No entanto, o roteiro também deixa espaço para falhas nessa fachada, que são gradualmente percebidas por Truman. A tensão entre a realidade fabricada e a verdade é o cerne do filme, e o roteiro consegue explorar essa dualidade de forma envolvente e emocionalmente impactante.

A cinematografia, liderada por Peter Biziou, é um dos aspectos mais marcantes do filme. O uso de câmeras escondidas e ângulos que simulam a perspectiva de um reality show cria uma sensação de voyeurismo, imergindo o público no mesmo mundo que Truman habita. A iluminação e a composição visual reforçam a artificialidade de Seahaven, com cores vibrantes e cenários idílicos que parecem quase demasiado perfeitos.

A cena em que Truman finalmente descobre a verdade, ao atingir os limites do domo, é visualmente impactante. A imagem do barco perfurando a parede pintada com o céu é uma metáfora poderosa para a ruptura entre ilusão e realidade. A cinematografia não apenas serve à narrativa, mas também amplifica seus temas centrais.

A trilha sonora, composta por Burkhard Dallwitz com contribuições de Philip Glass, é um elemento crucial para o impacto emocional do filme. A música de Glass, em particular, com suas repetições minimalistas, cria uma atmosfera onírica e introspectiva que complementa a jornada de Truman. A escolha de peças clássicas, como o "Romance-Larghetto" de Chopin, adiciona uma camada de sofisticação e melancolia à narrativa.

A trilha sonora também reflete a dualidade entre o mundo artificial de Truman e a realidade exterior. Enquanto as composições de Glass evocam uma sensação de grandiosidade e mistério, as músicas mais leves e familiares tocadas em Seahaven reforçam a ilusão de normalidade.

O final é um dos mais memoráveis e discutidos do cinema moderno. Quando Truman finalmente encontra a saída do domo, ele é confrontado por Christof, que tenta persuadi-lo a permanecer em seu mundo fabricado. A resposta de Truman, ao dizer seu bordão "Caso eu não os veja mais... bom dia, boa tarde e boa noite", é um momento de libertação e autodeterminação.

O final é aberto, deixando para o público a interpretação do que acontece com Truman após ele atravessar a porta. Essa ambiguidade é intencional, reforçando o tema central do filme: a busca pela verdade e a coragem de enfrentar o desconhecido. O final também serve como uma crítica à passividade do público, que, após celebrar a fuga de Truman, rapidamente busca outro programa para assistir.

The Truman Show é uma obra-prima que combina entretenimento com reflexão filosófica e crítica social. Sua relevância só aumentou com o tempo, especialmente em uma era dominada por redes sociais e reality shows, onde a linha entre realidade e ficção se torna cada vez mais tênue. O filme questiona não apenas a ética da mídia, mas também a disposição do público em consumir vidas alheias como entretenimento.

A direção de Peter Weir é impecável, equilibrando humor, drama e suspense em uma narrativa coesa e emocionalmente ressonante. As atuações, especialmente a de Jim Carrey, elevam o filme a um patamar superior, enquanto a cinematografia e a trilha sonora contribuem para sua atmosfera única.

The Truman Show é muito mais do que um filme; é uma experiência que convida o público a questionar sua própria realidade e o papel que a mídia desempenha em suas vidas. Sua mensagem atemporal e sua execução impecável garantem seu lugar como um dos filmes mais importantes e influentes da década de 1990.
Mário
Mário

18 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de julho de 2024
Truman Burbank é um rapaz espontâneo que leva uma vida boa até ele começar a notar coisas estranhas ao ser redor; não demora muito até ele encontrar a verdade: sua vida foi uma farsa forjada para um programa de TV. Um filmaço!! A direção aqui é bastante criativa; já que, basicamente, somos espectadores do Show, os ângulos que vemos na maior parte do tempo são de câmeras escondidas; ademais, alguns outros ângulos podem nos levar a uma perspectiva mais filosófica do que está acontecendo. O jeito "mais exagerado" do Jim Carrey combina muito bem com o que o filme é. O roteiro é ótimo e criativo (A abertura do filme que o diga), principalmente na hora de responder a perguntas que você provavelmente se fez.
Ótima experiência (Por pouco não é nota máxima); eu poderia passar mais uma semana pensando nesse filme e nas filosofias que ele traz. Uma experiência que eu ainda vou me lembrar daqui a uns tempos e pensar "Que filmaço...". Assista.
Jardel Ferreira
Jardel Ferreira

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de dezembro de 2023
Achei um filme bem esquisito mais o plot tava claro logo cedo mais imagina na época, da outra metade pra frente eu senti uma calma que raramente eu vejo nos filmes de hoje em dia mais o final foi digno de um final de série planejado
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de julho de 2023
O Show de Truman
Pra mim a avaliação passa por 3 partes:
A primeira é a ideia do filme, a qual já vejo como original hoje em dia, então para o ano em que foi lançado, achei algo até revolucionário.
A segunda é o desenrolar da história, que achei um pouco mal feito, perdi um pouco o interesse na história nos dois primeiros terços do filme.
E a última, é o final, o qual achei brilhante, não poderia terminar de forma melhor. É bonito, inspirador, até emocionante.
Nesse balanço, dou 4 estrelas.
Rhael Gonçalves
Rhael Gonçalves

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de abril de 2022
Filme muito bom para ver no fim da noite ou a tarde na hora do almoço, filma cativante com um significado triste porém verdadeiro
moonchild, don't cry
moonchild, don't cry

14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de outubro de 2021
Filmaço. prende demais, a história é muito boa e visualmente tudo é muito inteligente. Sutilmente passa a crítica de que nós aceitamos a realidade que vivemos. Lembra muito o mito da caverna de Platão, além de ser um filme que te deixa curioso como se você fosse um telespectador do show do truman. Filosófico, profundo e muito agradável de assistir
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de junho de 2021
Demorei pra assistir esse filme. Jim Carey representando um do melhores de seus papéis. Um drama profundo e chocante, prendendo do início ao fim. Fazendo um paralelo com a nossa realidade, não há muita diferença dessa bolha que vivemos.
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