Não é à toa que o cinema traz no seu bojo a concepção da "Sétima Arte". O Artista é um belíssimo tributo ao cinema mudo, desde a impecável reconstitução de cenas da década de 30, até a performance de um elenco primoroso, sem deixar de citar o cãozinho Oggi, que merecia o troféu "Osso de Ouro". Em pleno segundo milênio, uma produção do cinema mudo, em preto e branco, que prende a atenção todo o tempo, na contra-mão das produções cinematográficas sofisticadas em tecnologias. Recomendadíssimo!
Uma brilhante obra francesa! A princípio eu nunca fui muito de gostar de filmes em preto e branco, e nunca tinha experimentado um filme mudo, não estava esperando muita coisa do filme, porém ele me surpreendeu. O Artista conseguiu com que eu mudasse todo meu conceito e preconceito que eu tinha com alguns filmes em preto e branco, mostrando que as vezes os efeitos visuais não importam tanto assim. O Roteiro desse filme é magnífico, e os personagens então! são todos marcantes, inclusive o cão que é apaixonado por seu dono. Mesmo o filme não possuindo nenhuma fala (exceto no último minuto) ele ainda sim consegue ser um filme que cativa os telespectadores e os prende durante todo o longa, sua trilha sonora ajuda muito nesse fator, e é claro as brilhantes atuações de Bérénice Bejo e Jean Dujardin grandes "revelações" do cinema francês. O longa também é super engraçado e contém uma cena final de dança muito bem elaborada e cativante. Sem dúvida mereceu todas suas 10 indicações ao Oscar e todos seus 5 prêmios, incluindo de "Melhor Filme". PS : O filme só não leva suas 5 estrelas pois não chega a ser um filme que irei lembrar pelo resto de minha vida, é um fantástico filme, porém não é um filme tão marcante. (Sim eu sou bem exigente nesse quesito rsrs).
Ótimo filme! Cheio de metáforas e mesmo com um roteiro simples e sem falas, ou quase isso, passa uma mensagem muito interessante ao espectador. Trilhas sonoras excelentes e atuações muito boas dos atores principais! Filme muito repercutido de forma justa e com muito êxito.
A decadência do cinema mudo em contrapartida à ascensão do cinema falado, centrando dois astros de cada arte; ele, um galã mudo; ela, uma dama falante. Atuação excepcional de Jean Dujardin e boa atuação de Bérénice Bejo. Excelentes direção e roteiro, cheio de metáforas envolvendo a queda do cinema mudo e o surgimento do falado. Doris, a mulher de George, é a personagem esquecível do filme, que a atriz Penelope Ann Miller empurra com a barriga pelo pouco que aparece. O filme usa do artifício da metalinguagem de maneira estrondosa (um filme mudo sobre o cinema mudo). Excelentes fotografia, design de produção, figurino e trilha sonora.
"O Artista" foi o primeiro filme mudo que vi. Todo o filme que é indicado para o Oscar e vence, deve (ou deveria) ter um diferencial. O diferencial de "O Artista" é o fato de o filme, apesar de não-falado, consegue passar tantas emoções diferentes para o público, além de ter uma sutileza impressionante. Melhor do que o roteiro, somente as atuações. Jean Dujardin mereceu o prêmio mais que tudo, e Bérénice Bejo só não venceu (claro, na minha opinião) porque a incrível Octavia Spencer estava concorrendo. Com uma criatividade extremamente original, "O Artista" decididamente foi o melhor filme indicado ao Oscar 2012.
Bela homenagem ao tempo do cinema mudo. Estamos acostumados a ver “Remakes” onde o novo supera o antigo com novas tecnologias, novas cores e novos efeitos especiais. Aqui a proposta foi inversa, fazer um filme velho nos dias de hoje e o resultado é surpreendente. O filme em nada lembra os dias de hoje, a cenografia, os carros, o vestuário, tudo enfim parece acontecer na década de 30. A história é bastante singela, mas emociona a atuação dos atores nos contando uma história usando apenas caras e gestos. Atuação com destaque para a última dança, impecável. Legal encontrar o Fred Flintstone e o Xerife do Homem Aranha no elenco. Filme imperdível, ficará para a história.
Na Hollywood de 1927, o astro do cinema mudo George Valentin (Jean Dujardin) começa a temer se a chegada do cinema falado fará com que ele perca espaço e acabe caindo no esquecimento. Enquanto isso, a bela Peppy Miller (Bérénice Bejo), jovem dançarina por quem ele se sente atraído, recebe uma oportunidade e tanto para traballhar no segmento. Será o fim de sua carreira e de uma paixão? Muito Bom , Boa Trilha Sonora , Excelente Historia é Atuaçoes Nota 9.0
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