Elysium
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4,0
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204 Críticas do usuário

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Leandro R.
Leandro R.

12 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de setembro de 2013
Dei 3 estrelas..achei o novo filme do Diretor Blomkamp um pouco evasivo e sem ritmo. Me parece q nem a Terra do futuro e nem o paraíso chamado Elysium foram realmente explorados. A história de amor entre Damon e Alice Braga foram, ao meu ver, a principal preocupação do diretor e deixou de lado o q a sinopse nos conta. O q curtir mais foram os minutos finais e a ideia de poder imaginar q algum dia uma máquina poderá nos currar de todas as doenças em menos de 03 minutos sem cortes e lesões...rsrs. O filme é agradável, mas não empolga como "Distrito 9"...mesmo assim, vale a pena conferir.
Joseildes S.
Joseildes S.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de setembro de 2013
Não é um grande filme, há muitos furos na história, mas o filme cumpre seu papel no quesito entretenimento. Pra quem curte ficção, vale à pena assistir na telona.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de setembro de 2013
Tão logo foi anunciado o início da produção de Elysium, o filme criou grande expectativa junto ao público brasileiro. Além de poder conferir a primeira atuação internacional de Wagner Moura, seria um filme de grande orçamento contando com a presença de 2 atores brasileiros - pois além de Moura, havia sido confirmada a atriz Alice Braga. Embora num papel coadjuvante, Moura acabou colhendo muitos elogios no exterior por sua caracterização como Spider, uma espécie de coiote do futuro - em comparação ao trabalho daqueles que auxiliam os mexicanos a entrar ilegalmente nos Estados Unidos.
O ano é 2154, mas as semelhanças com o mundo atual pipocam a todo instante. Elysium é uma espécie de Admirável Mundo Novo. Lá as pessoas não adoecem (ou quando adoecem, são salvas por máquinas de avançada tecnologia), não envelhecem e vivem numa espécie de paraíso artificial na órbita do planeta Terra. Mas como no livro de Aldous Huxley, fora de Elyisum, aqui na superfície da Terra, os menos afortunados sofrem todo tipo de privação - miséria, doenças, desemprego, opressão e vigilância governamental. Qualquer semelhança com a desigualdade social do mundo globalizado não é mera coincidência. Não é a ficção o que mais chama a atenção no início de Elysium, mas o retrato num futuro distante de uma realidade tão presente hoje na maioria dos países hoje chamados de emergentes. Matt Damon, ou melhor, Max Da Costa, mora e transita por uma gigantesca favela que não foi criada digitalmente pelo filme, ela existe de verdade nas redondezas da Cidade do México, e é igual a tantas outras no Brasil, Índia ou África do Sul - país de origem do diretor Blomkamp.
Blomkamp já havia criado em seu filme anterior, Distrito 9, uma admirável metáfora sobre a situação do appartheid racial presente durante tantos anos na África do Sul. Em vez de negros segregados, tínhamos alienígenas que chegaram pacificamente à Terra e se encontram confinados em favelas, aguardando que o governo decida o que fazer com eles. Em Elysium a metáfora se estende para além da realidade sul-africana que o diretor conhece tão bem, para mostrar uma cruel e hiperbólica realidade inspirada na desigualdade social que existe hoje no planeta, a nível interno ou externo de diversos países. Elysium é o sonho de consumo dos pobres e excluídos de um planeta Terra do futuro na mesma medida em que hoje os Estados Unidos o são para os imigrantes mexicanos, cubanos, chineses e tantos mais. Mas basta olhar para a realidade interna de países como o próprio México e o Brasil, para encontrarmos ilhas de prosperidade social e econômica em meio a uma dura realidade vivida pela maioria.
spoiler: Pois o próprio Blomkamp, diretor de Elysium, acaba de vivenciar a experiência deste abismo que ele retrata no filme. Seu Distrito 9, excelente ficção-científica criada a partir da realidade sul-africana, foi produzido com modestos R$ 30 Mi, mas se saiu muito bem, inclusive no quesito efeitos visuais. Inesperadamente, o filme estourou no mundo todo - mas, especialmente no mercado americano - rendendo 7 vezes mais o investimento inicial. Para este Elysium, o diretor pôde contar com um orçamento de produção em torno de folgados R$ 100 Mi - mas corriqueiros para qualquer produção do gênero made in USA. Talvez aí more o problema. Blomkamp pode ter sofrido da síndrome da pressão econômica, que não experimentou quando rodou com total liberdade e pouca grana seu Distrito 9. Com um início promissor e fora dos padrões dos filmes sci-fi modernos, mostrando miséria mas ao mesmo tempo a solidariedade que existem de verdade e não têm nada de ficção científica, na parte final o filme se perde um pouco e passa a ser terrivelmente comum, parecendo-se obrigado a oferecer o que os grande estúdios acreditam que o público quer ver nos filmes desse gênero: muita ação, tiroteios, explosões e lutas. Pior que isso, o desfecho de Elysium é demasiadamente previsível e até mesmo apressado, carregando excessivamente num tom melodramático e utopicamente inverossímil. Sinceramente, é pedir demais "engolir" o que se passa com o personagem Kruger (vivido pelo ator Sharlto Copley, de Distrito 9). Afinal, acreditar que no futuro haverá tecnologia possível de eliminar doenças presentes no DNA é uma coisa, mas que sejam capazes de reconstruir e "ressuscitar" mortos já fica no nível de bizarros filmes de zumbis. Além do mais, a "volta" de Kruger só se justifica para entabular um embate final com o herói Max, que enfatiza uma evidente falta de solução para dar continuidade à história. Não há o mesmo frescor de um quase-documentário, a originalidade, criatividade e desenvoltura de seu filme anterior, em que tínhamos a impressão de nunca ter visto nada igual ou semelhante. Em Elysium o diretor parece querer retomar uma fórmula, mas acabou diluindo-a num roteiro não tão-bem trabalhado, além de passar a impressão de haver "sampleado" ideias preexistentes em obras como Admirável Mundo Novo, O Vingador do Futuro, Wall-E e o próprio Distrito 9. Elysium não é um mau filme, e está a anos-luz da maioria dos sci-fi feitos atualmente. Para isto contribuiu a humanização das personagens (e o bom desempenho dos atores principais, com destaque para Sharlto Copley), sua temática nitidamente social e um desenho de produção impecável. No entanto, Blomkamp já demonstrou em Distrito 9 que é capaz de muito mais, o que pode deixar cinéfilos como eu particularmente decepcionados.
Stéphone d.
Stéphone d.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
Wagner Moura da show de atuação, mas o roteiro é cheio de falhas, me decepcionou um pouco!
Chris A.
Chris A.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de setembro de 2013
O cenário do filme fez lembrar muito o filme Distrito 9. Considero um bom filme para entretenimento. Porém faltou uma melhor construção no enredo.
petitpate
petitpate

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de setembro de 2013
Não achei um filme tão bom assim. Vi críticas falando super bem, mas achei um filme normal, nem tão bom, nem tão ruim. O que eu não gostei mesmo foi o fim, não tem nada de surpreendente. Se você espera que esse seja um bom filme de ficção científica, vai se arrepender!
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2013
Ficção científica com crítica social e tempero brasileiro

Em 2009, uma ficção científica de baixo orçamento, porém com um grande nome na produção, chamou a atenção. O longa de estreia do sul-africano Neill Blomkamp, produzido por Peter Jackson, mostrava uma nave alienígena que caía acidentalmente na capital da África do Sul, Joanesburgo, o que provocava, por parte do governo, a decisão de manter os extraterrestres sobreviventes em confinamento em uma área restrita e precária, denominada Distrito 9, desencadeando uma série de consequências nos âmbitos moral, social e político, discussão que se estende, claro, à realidade de nosso mundo. A ideia de “Distrito 9” foi desenvolvida por Blomkamp a partir de seu curta-metragem “Alive in Jorburg”, de 2005, que por sua vez remete à fatos de sua própria infância ocorridos na África do Sul em plena época do apartheid. Ou seja, seu discurso político-social é tema recorrente de sua obra, e sua voz tem ecoado forte. “Distrito 9” se mostrou uma surpresa, por ter formulado tão bem a metáfora da discriminação e do preconceito raciais, tendo sido indicado a quatro Oscars, inclusive melhor filme, uma proeza para um diretor iniciante. Quatro anos depois, e com um aumento no prestígio, ele nos entrega seu segundo longa, “Elysium”, no qual podemos observar uma nova abordagem da questão das desigualdades, desta vez mais focada nas classes sociais.
Elysyim é uma luxuosa estação orbital construída para abrigar as pessoas de maior poder aquisitivo da Terra, uma vez que o planeta não oferece mais condições saudáveis de vida, tendo se tornado um lugar extremamente sujo e empoeirado, no qual os menos favorecidos estão sujeito a todo e qualquer tipo de doença, cuja cura só seria possível com a alta tecnologia disponibilizada apenas no satélite, do qual os habitantes terrestres não têm acesso. Além da escassez de recursos, os pobres moradores do planeta vivem sob o regime ditatorial imposto pelos governantes que assistem a tudo de longe, em Elysium, de onde a diretora do satélite, Delacourt (Jodie Foster), conduz a situação com punho de ferro. Max (Matt Damon) é um operário que, após ser gravemente infectado por uma radiação que pode lhe tirar a vida em poucos dias, fará de tudo para chegar em Elysium, pois só lá há salvação para sua crítica situação. No decorrer da história ele conhece Spider (Wagner Moura), uma espécie de hacker que se dispõe não só a ajudá-lo, como também propõe um plano para que todos os habitantes excluídos da Terra também passem a ter acesso a Elysium e, com isso, possam se curar de suas doenças, o que inclui a leucemia da qual foi acometida a filha de Fray (Alice Braga). Max e Fray se conhecem desde a infância e, logo no início do filme, testemunhamos uma promessa que ele faz a ela, numa emblemática analogia dos anseios de toda classe excluída por uma vida melhor.
A habitual seriedade de Damon (vista com eficácia nos filmes da série “Bourne”) aqui ajuda a construir um personagem ciente da responsabilidade à qual se impôs, bem como da dificuldade em cumprir sua tarefa. A diretora de Elysium, por sua vez, é vivida por Jodie Foster com a frieza adequada ao papel. E preste atenção no mercenário vivido pelo também sul-africano Sharlto Copley (em sua 3ª parceria com o diretor, pois também esteve em “Distrito 9” e estrou no curta “Alive in Jorburg”), ele vai te surpreender.
“Elysium” traz um atrativo a mais aos brasileiros. Desde que Rodrigo Santoro fez uma pequena ponta em “As Panteras: Detonando”, em 2003, os olhares de Hollywood parecem ter se voltado com mais atenção para os talentos nacionais e a contribuição que eles podem dar para a indústria cinematográfica. O próprio Santoro teve um papel de destaque no filme “300” (2006) e será visto novamente na sequência que está vindo por aí. Alice Braga, sobrinha da veterana Sônia Braga, dividiu a cena com Denzel Washington no filme “Eu Sou a Lenda”, em 2007, e com Adrien Brody em “Predadores”, em 2010. Comprovando o êxito da safra brazuca na terra do Tio Sam, a já “experiente” Alice no “país das maravilhas cinematográficas” faz bonito em “Elysium”, juntamente com o “estreante” Wagner Moura, que ficou encantado com o nível de produção e com o dinheiro que se gasta para se fazer um filme nessas proporções. Suas atuações renderam elogios por parte da crítica norte-americana, feito que nos enche de orgulho, cinéfilos patriotas que somos.
Neill Blomkamp conseguiu, portanto, deixar mais uma vez o seu recado, nesta obra que também preza pela qualidade técnica, eficaz e a serviço da história. Assim como foi “Distrito 9”, “Elysium” se mostra mais uma rica fonte para discussões envolvendo classes sociais, e desta vez, com tempero brasileiro.
Eduardo B.
Eduardo B.

17 seguidores 67 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de setembro de 2013
O filme é bom, já assisti aqui no Brasil, legendado, e achei bem massa, vale a pena ver, podem assistir, quem gostou de "Distrito 9" vai gostar desse também. Voltei a assistir dublado hoje nos cinemas, e gostei do filme, muito interessante a sua história.
Renato G.
Renato G.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de setembro de 2013
Parece ser muito bom, pelo menos a história é. Gosto de Ficção Científica porém, poucas são boas o suficiente para ser elogiado.
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de setembro de 2013
Diante de um tela de cinema, o filme é completamente lucido. Elysium não passa de um filme com os mesmos objetivos (Ajuda a Humanidade). A Fotografia do filme fez meus olhos lacrimejarem rapidamente,diante de um visual tão plagiador, que não temos nada de novidade. Mas claro que o filme não é um fracasso, Elysium tem uma trilha Sonora tão interessante que me fez lembra da Trilha Sonora de Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, pois não os mesmos compositores. Sendo assim, as atuações são umas das coisas que salva o Filme. Wagner Moura atuou bem como sempre, Matt Damon parece que está morrendo (Realmente ele está.), Jodie Foste, ela mal fala durante todo o filme, mas fez uma bela atuação de criar arrepios. Elysium é aquele tipo de filme, aqueles feitos só pra levita um pouco o pensamente das pessoas. Fazer com quer, diante de uma ilusão tão próxima é realista, seja uma flecha no peito daqueles que não saber o porque está vivo.
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