Elysium
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4,0
3468 notas

205 Críticas do usuário

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Diego M.
Diego M.

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3,5
Enviada em 9 de novembro de 2013
Você gosta de ficção científica? Gosta de espaço-naves? Milagres médicos devido ao supremo avanço da tecnologia? Vida fora da Terra? Então confira Elysium, pois envolve tudo que possa existir no quesito “imaginação tecnológica futura” para amantes desta área. No entanto, admito não ser um dos maiores fans, todavia tentarei ser o mais profissional possível.
Tal longa conta com uma história que apesar de ser futurista, serve plenamente de apologia aos tempos atuais, como concentração de capital para os ricos, melhores locais de vida, “êxodo-rural”, viagens clandestinas, dentre outras. Conta ainda com bons momentos de ação e efeitos especiais, tendo uma pitada de excelentes encenações artísticas, servindo, desta forma, de ótimos atrativos.
Matt Damon (Max) e Jodie Foster (Rhodes) dispensam comentários, mesmo em papéis de caráteres opostos, protagonista e antagonista, respectivamente. Detentores de obras renomadas como Bourne, Os Infiltrados, Invictus, Agentes do Destino, O Silêncio dos Inocentes, Valente, Plano de Voo, O Quarto do Pânico, etc e etc, não fizeram diferente e mantiveram o elevado padrão de profissionalismo. Todavia, ainda nesta linha de “babação”, credito certo vislumbre maior a secretária malévola Rhodes, onde por se tratar de um personagem maligno e metódico, comprovou que não só de trabalhos “heroicos” a atriz dispõe de um diversificado acervo cênico.
Tal trama ainda contou com personagens não muito cogitados no cenário cinematográfico, porém de possível ascensão, uma vez que demonstraram comprometimento e talento para trabalhos mais explorados, como Diego Luna (O Terminal e Dirty Dancing 2 – o qual poderia ter o 3, 4, 5..), William Fichtner (eterno agente do FBI Mahone de Prison Break, o qual por um certo olhar, segue o mesmo tipo de papel) e Sharlto Copley (o qual curiosamente participou do primeiro filme do mesmo diretor Neill Blomkamp, District 9, mantendo assim, certo padrão por tramas fictícias).
Todavia, dedico este parágrafo a nossos queridos brasileiros que não estão fazendo feio em tramas universais, Wagner Moura (Cap Nascimento) e Alice Braga. A segunda já confirmou seu talento em “mares” internacionais por outras atuações como em O Ritual, Eu Sou a Lenda e Predadores, reafirmando seu excelente profissionalismo em Elysium, onde ela atua de forma esplendorosa ao lado do protagonista, um antigo relacionamento amoroso e brava mãe, a qual busca por formas não ortodoxas salvar a vida de sua filha, doente terminal, demonstrando assim, não só competência, mas a intrínseca similaridade com o amor materno, nos provando que o limite é mera questão de dedicação e vontade. Já o primeiro vive o Hacker Spider, o qual inicialmente sobrevive às custas dos sonhos dos cidadãos, fornecendo ajuda, em troca de dinheiro para o transporte dos mesmos à Elysium, seria uma espécie de “coiote”, levando o imigrantes ilegais para os EUA, ultrapassando a fronteira pelo México. No entanto, com o desenrolar, o mesmo demonstrou não ser peça descartável, sendo de um dos suportes principais para o desenvolvimento e ainda servindo de superação para muitos, uma vez que seu objetivo financeiro principal é mudado ao se deparar com uma situação não usual de seus trabalhos corriqueiros.
Claro que por uma boa ideia, em direta relação aos tempos atuais, tal ficção científica, tendo ainda belíssimas atuações, desponta forte atrativo, sendo aconselhável para até àqueles não tão fans (como eu), no entanto por detalhes (que influenciaram diretamente no enredo, por isso foram cogitados), considerados spoillers (abaixo), tal trama não alcançou sua perfeição, totalizando a nota 3,5.

-> Seção Spoiller
spoiler: - Uma máquina capaz de curar tudo? Sem intervenção nenhuma médica? Acredito que nem no mais distante dos futuros, isso será possível. Mas né? Tudo pela ficção. - Kruger (vivenciado por Sharlto Copley) engoliu, literalmente uma granada e seus funcionários alegaram antes da “cirurgia” – “O chefe não vai gostar nada disso”. COMO NÃO IRIA GOSTAR? A “cirurgia” é tão perfeita, que ele retorna ainda melhor. Acho que se ele soubesse que era tão benéfica, já teria engolido granadas mais vezes. - Max, com 5 dias de sobrevivência por radiação, membro fraturado, facada, porrada, e sei lá mais o que o personagem viveu, ainda sim era mais forte que qualquer máquina ou qualquer outra coisa. Acho que não tinha como deixa-lo em mais desvantagem, tirando suas precárias armas em comparação a dos inimigos, mas isso também é mera besteira para o poderoso Matt Damon. - No início do filme, quando invadiram Elysium, uma potente e eficaz força, liderada por temidas máquinas cibernéticas, eram facilmente controladas. Lembrando ainda que na própria Terra, até em paradas de ônibus, tal tecnologia de ponta maligna (lembrando até os robôs de Exterminador do Futuro) são normais. Todavia, no fim do filme, cadê eles? Onde que eles entram para contra atacar Max e seus amigos??? - Na primeira invasão de Damon em Elysium, ainda houve certa dificuldade pela defesa de tal área, mas quando Spider invade por último, só faltou um tapete vermelho, com flores no caminho e guias turísticos. Ele simplesmente desfilou pelo local, entrou onde quis e se encontrou com o protagonista no fim.
Sonia L.
Sonia L.

3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de novembro de 2013
Foi uma pena . Um tema tão bom, com excelente diretor e com Matt Damon, que tem feito filmes bons e no entanto é uma decepção. Eu esperava algo tipo Obliviun. .Mas o filme deixa muito a desejar. Do diretor do excelente distrito 9 era de se esperar um grande filme. Mas saiu um filme apenas regular. E Wagner Moura como sempre está péssimo.
Rafael A.
Rafael A.

2 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de novembro de 2013
Um filme fraco para regular, mas com destaque para Wagner Moura. Alice Braga com atuação sempre igual a de sempre, boa mas muito repetitiva.
Orlando G.
Orlando G.

26 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de novembro de 2013
A trama do filme não envolveu mas o enredo atual nos faz pensar no nosso cotidiano de diferença de Classes. Uma boa sacada do Diretor em colocar a trama como ficção científica. Gostei dos efeitos e da atuação de Wagner Moura.
André da S. Ribeiro
André da S. Ribeiro

53 seguidores 43 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de novembro de 2013
O diretor Neill Blomkamp que antes surpreendeu com Distrito 9, novamente nos traz o preconceito e desigualdade social, Elysium teve qualidade na produção e principalmente inteligência no desenvolvimento da trama, as cenas de ação que apesar de ter sido poucas foram mt boas, é um filme acima da média pra um orçamento médio de 120 milhões, gostei bastante, um jeito diferente de fazer filmes de ficção.
Pedro Basso P.
Pedro Basso P.

13 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de outubro de 2013
O filme e muito bom, com otimos efeitos e boas atuaçoes mas acho que o enredo e bom mas saii um pouco dele ao longo do filme
Junior E.
Junior E.

9 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de outubro de 2013
Sinceramente, o filme besta!!!!...................................................................................
Luã V
Luã V

4 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2013
adorei o filme! super bem envolvente, com uma boa historia e o Wagner Moura esta interpretando muito bem. Me agradou muito!
Thais Fraga Ferreira
Thais Fraga Ferreira

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de outubro de 2013
Não sou fã desse tipo de filme de ficção científica: pobres de um lado, na Terra e; ricos e poderosos do outro, em Elysium. Mesmo assim, não pude deixar de reparar na atuação do Wagner Moura. Fiquei muito impressionada!
Já conhecia e reconhecia o trabalho da Alice Braga em filmes internacionais, mas vendo o Wagner se destacando, principalmente, ao lado de um ator do naipe do Matt Damon, é realmente demais!
Fernando B.
Fernando B.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 24 de outubro de 2013
quase dormi na sessão...muito longo o filme..entediante.. de qualquer forma não foi culpa do Wagner nem da Alice que cumprem bem seu papel. Tomara que peguem filmes melhores da próxima vez.
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