Elysium
Média
4,0
3444 notas

204 Críticas do usuário

5
35 críticas
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Pablo M.
Pablo M.

19 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de novembro de 2013
Elysium é um ótimo filme de Ficção Científica, de ação empolgantes, cenas de romance e amizade, héróis e vilões super malvados para quem gosta do estilo Matrix. Mas é interessante o roteiro de uma "possível" realidade nos próximos 150 anos. Trazendo novidades no roteiro e surpresas tecnológicas que não vinhamos a algum tempo no cinema e no gênero. Filme para ver com a família. Com um belo final, como todo bom filme de ação.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de novembro de 2013
É por isso que eu sou fã de ficção científica! Filmaço! História bem interessante com um elenco de peso e perfeitos esfeitos visuais... Um grande filme, com certeza verei novamente.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de novembro de 2013
Nossa, Que Filmaço ! Não consegui entender pq esse filme teve tantas criticas negativas. E justamente um filme que tem dois brasileiros no seu elenco. Talvez por esse motivo, tantas criticas negativas dos próprios brasileiros. Não que os dois tenham tido atuações impecáveis. Mas o Wagner Moura teve uma participação excelente, talvez pela sua forma única de atuar. Já a Alice braga não teve uma atuação destacada, na minha opinião, talvez por eu já não gostar dela de outros papéis. Elysium aborda um tema em que abrange o a ficção com cenário pós-apocalíptico. Não sendo novidade hoje em dia. Um vilão muito bem interpretado pelo ator Sharlto Copley, que coloca muito sacarmo e ironia na fala de no seu personagem, deixando-o um vilão bem carismático. Destaque também, mais um vez, para personagem da Jodie Foster, que dificilmente faz um filme ruím. Filme muito bom, que me surpreendeu muito. Nota 8,5
Luiz H.
Luiz H.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 25 de novembro de 2013
Efeitos especiais são muito bons mas eu nunca vi um filme tão esquerdista em toda a minha vida. Faz apologia à luta de classes, é sensacionalista demais, é mentiroso e hipócrita. O Mat Damon faz um papel que mais parece a reincarnação do Che Guevara que quer trazer a igualdade através do terrorismo, da carnificina e de assassinatos.
Aron Oliveira
Aron Oliveira

9 seguidores 25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de novembro de 2013
Na tentativa de ver igualdade novamente entre as pessoas, Max invade a estação Elysium, onde tudo é próspero. Uma trama futurística que nos faz pensar sobre a desigualdade e como situações extremas são capazes de afetar o comportamento das pessoas e seus ideais. Wagner Moura e Alice Braga deixam mais uma vez em evidência o talento que faz com eles sejam um dos melhores atores brasileiros. As relações humanas são umas das caracteristicas mais marcantes do filme, que vai fundo em personalidades e atitudes distintas. Elysium é uma trama futurística sobre questões humanas que apesar da passagem do tempo parecem ficar impregnadas na sociedade.
Duilio Webb
Duilio Webb

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de novembro de 2013
Neill Blomkamp é um Kubrick Aditivado e Engajado em causas humanas. Baita diretor desta nova safra, que vem aparecendo nos últimos 10 anos. Filme muito bom. Wagner Moura é um ator extraordinário, segurou a onde direitinho. Vale a pena assistir!
Laís N.
Laís N.

6 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de novembro de 2013
Mto legal!! Mas não a ponto de querer ver pela segunda vez. Mto parecido com os filmes do genero. Gostei mto foi da ideia da maquina de cura.
André R.
André R.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de novembro de 2013
Esse filme é no máximo legal. Ótimos efeitos, boa fotografia e efeitos sonoros. O diretor acertou na maioria das vezes, mas deu umas deslizadas fortes. O que matou esse filme foi a história muito mal escrita. Não questione o pq disso ou o pq daquilo, apenas aceite. Ninguém revisou as referências do filme (se existiu alguma). Muita incoerência no que foi apresentado. Quanto a atuação eu não pude criticar muito. Acho que eles até se esforçaram, mas num filme mal escrito não posso exigir muito dos atores. O Wagner Moura surpreendeu por tudo o que conseguiu fazer numa estréia em Hollywood. Parabéns para ele.
Antônio A.
Antônio A.

10 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de novembro de 2013
Um bom filme. A história é muito interessante justamente por misturar ficção aos problemas sociais, mas em alguns pontos achei a história um pouco vaga. Acho que se o filme fosse um pouco mais longo, talvez o diretor pudesse mostrar com mais clareza esse interessante tema. Como brasileiro, não há como não assistir o filme e observar a atuação de Wagner Moura e Alice Braga que atuaram muito bem. Algo me diz que o cartão de visita do Wagner foi muito bem aceito em Hollywood.
Diego M.
Diego M.

23 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de novembro de 2013
Você gosta de ficção científica? Gosta de espaço-naves? Milagres médicos devido ao supremo avanço da tecnologia? Vida fora da Terra? Então confira Elysium, pois envolve tudo que possa existir no quesito “imaginação tecnológica futura” para amantes desta área. No entanto, admito não ser um dos maiores fans, todavia tentarei ser o mais profissional possível.
Tal longa conta com uma história que apesar de ser futurista, serve plenamente de apologia aos tempos atuais, como concentração de capital para os ricos, melhores locais de vida, “êxodo-rural”, viagens clandestinas, dentre outras. Conta ainda com bons momentos de ação e efeitos especiais, tendo uma pitada de excelentes encenações artísticas, servindo, desta forma, de ótimos atrativos.
Matt Damon (Max) e Jodie Foster (Rhodes) dispensam comentários, mesmo em papéis de caráteres opostos, protagonista e antagonista, respectivamente. Detentores de obras renomadas como Bourne, Os Infiltrados, Invictus, Agentes do Destino, O Silêncio dos Inocentes, Valente, Plano de Voo, O Quarto do Pânico, etc e etc, não fizeram diferente e mantiveram o elevado padrão de profissionalismo. Todavia, ainda nesta linha de “babação”, credito certo vislumbre maior a secretária malévola Rhodes, onde por se tratar de um personagem maligno e metódico, comprovou que não só de trabalhos “heroicos” a atriz dispõe de um diversificado acervo cênico.
Tal trama ainda contou com personagens não muito cogitados no cenário cinematográfico, porém de possível ascensão, uma vez que demonstraram comprometimento e talento para trabalhos mais explorados, como Diego Luna (O Terminal e Dirty Dancing 2 – o qual poderia ter o 3, 4, 5..), William Fichtner (eterno agente do FBI Mahone de Prison Break, o qual por um certo olhar, segue o mesmo tipo de papel) e Sharlto Copley (o qual curiosamente participou do primeiro filme do mesmo diretor Neill Blomkamp, District 9, mantendo assim, certo padrão por tramas fictícias).
Todavia, dedico este parágrafo a nossos queridos brasileiros que não estão fazendo feio em tramas universais, Wagner Moura (Cap Nascimento) e Alice Braga. A segunda já confirmou seu talento em “mares” internacionais por outras atuações como em O Ritual, Eu Sou a Lenda e Predadores, reafirmando seu excelente profissionalismo em Elysium, onde ela atua de forma esplendorosa ao lado do protagonista, um antigo relacionamento amoroso e brava mãe, a qual busca por formas não ortodoxas salvar a vida de sua filha, doente terminal, demonstrando assim, não só competência, mas a intrínseca similaridade com o amor materno, nos provando que o limite é mera questão de dedicação e vontade. Já o primeiro vive o Hacker Spider, o qual inicialmente sobrevive às custas dos sonhos dos cidadãos, fornecendo ajuda, em troca de dinheiro para o transporte dos mesmos à Elysium, seria uma espécie de “coiote”, levando o imigrantes ilegais para os EUA, ultrapassando a fronteira pelo México. No entanto, com o desenrolar, o mesmo demonstrou não ser peça descartável, sendo de um dos suportes principais para o desenvolvimento e ainda servindo de superação para muitos, uma vez que seu objetivo financeiro principal é mudado ao se deparar com uma situação não usual de seus trabalhos corriqueiros.
Claro que por uma boa ideia, em direta relação aos tempos atuais, tal ficção científica, tendo ainda belíssimas atuações, desponta forte atrativo, sendo aconselhável para até àqueles não tão fans (como eu), no entanto por detalhes (que influenciaram diretamente no enredo, por isso foram cogitados), considerados spoillers (abaixo), tal trama não alcançou sua perfeição, totalizando a nota 3,5.

-> Seção Spoiller
spoiler: - Uma máquina capaz de curar tudo? Sem intervenção nenhuma médica? Acredito que nem no mais distante dos futuros, isso será possível. Mas né? Tudo pela ficção. - Kruger (vivenciado por Sharlto Copley) engoliu, literalmente uma granada e seus funcionários alegaram antes da “cirurgia” – “O chefe não vai gostar nada disso”. COMO NÃO IRIA GOSTAR? A “cirurgia” é tão perfeita, que ele retorna ainda melhor. Acho que se ele soubesse que era tão benéfica, já teria engolido granadas mais vezes. - Max, com 5 dias de sobrevivência por radiação, membro fraturado, facada, porrada, e sei lá mais o que o personagem viveu, ainda sim era mais forte que qualquer máquina ou qualquer outra coisa. Acho que não tinha como deixa-lo em mais desvantagem, tirando suas precárias armas em comparação a dos inimigos, mas isso também é mera besteira para o poderoso Matt Damon. - No início do filme, quando invadiram Elysium, uma potente e eficaz força, liderada por temidas máquinas cibernéticas, eram facilmente controladas. Lembrando ainda que na própria Terra, até em paradas de ônibus, tal tecnologia de ponta maligna (lembrando até os robôs de Exterminador do Futuro) são normais. Todavia, no fim do filme, cadê eles? Onde que eles entram para contra atacar Max e seus amigos??? - Na primeira invasão de Damon em Elysium, ainda houve certa dificuldade pela defesa de tal área, mas quando Spider invade por último, só faltou um tapete vermelho, com flores no caminho e guias turísticos. Ele simplesmente desfilou pelo local, entrou onde quis e se encontrou com o protagonista no fim.
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