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Victor T.
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1 crítica
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4,5
Enviada em 7 de outubro de 2013
Ótimo filme, bela atuação dos nossos atores Wagner Moura e Alice Braga, mostraram que temos ótimos atores, o filme prende a atenção do público e faz o espectador pensar na desigualdade social. Matt Damon sem palavras, ótimo ator que teve um entrosamento espetacular com os brasileiros. Valeu muito a pena ver esse filme. Recomendo pra quem gosta de um filme de ação.spoiler:
O melhor do filme é a ácida e contundente crítica a uma sociedade amplamente desigual, onde quem não tem dinheiro (e prioritariamente fala inglês e espanhol), vive em favelas sob condições desumanas, doente, sem perspectivas e esperanças. Por outro lado, os abastados, vão para Elysium, uma estação espacial livre da poluição, onde as pessoas têm direito a tudo de melhor (falando inglês, mas também francês e alemão), livres das pragas dos cidadãos miseráveis. A ideia é simplesmente excelente e denota uma forte manifestação política do diretor sul-africano Neil Blomkamp, do ótimo e bem sucedido Distrito 9, que mostra com mão pesada as gritantes mazelas dos “bandidos”, “favelados”, “latinos” e a perfeição utópica dos “brancos”, “bonitos” e “afortunados”, que parecem desconhecer o outro lado da moeda, ou simplesmente demonstrando seu mau-caratismo. O filme peca um pouco pelo roteiro com vários clichês batidos e que poderiam ser amenizados, tais como a do heroi predestinado que sucumbe àquilo que seria o certo a se fazer, até os vilões que querem o poder de controlar a todo custo. O final busca uma saída fácil e simplória para um tema que poderia ser muito melhor aproveitado. A forma como os personagens de Matt Damon, Jodie Foster e Sharlto Copley terminam, causa um ar de estranheza, apesar de politicamente correta, mas tais personagens poderiam ter desfechos bem mais obscuros. E o elenco irregular é outro ponto negativo do filme. Com exceção de Matt Damon, Alice Braga e Diego Luna, que são os poucos a mostrar carisma e realmente alguma profundidade em suas atuações, temos o exagero cênico de Sharlto Copley (bem melhor em Distrito 9 que nesse filme), Jodie Foster (nunca a vi tão exagerada e deslocada) e Wagner Moura (que só consegue ser irritante e superficial). Eu sou grande admirador do trabalho de Wagner Moura e Jodie Foster, mas nesse filme, os dois me decepcionaram retumbantemente. No mais, o filme não se prende a efeitos especiais que chamam mais a atenção que sua própria história, nem seguiu a “mania” do 3-D, o que já é extremamente válido para um filme com tamanho orçamento. Um filme que prende a atenção e faz refletir, embora com potencial de ser bem mais contundente e não meramente contemplativo como é na verdade. Ainda assim, mesmo com tantas falhas, Elysium mostra que mesmo com alguns erros de execução, ainda há vida inteligente na indústria de cinema em massa.
O filme é bom mas parece seguir uma péssima tendência em Hollywood que é a falta de criatividade para criar bons finais. O filme vale pelas excelentes interpretações dos atores, como Wagner Moura que foi brilhante. O que me incomodou em alguns momentos foram uma série de clichês como por exemplo, o herói que muda o rumo da humanidade, afinal esse clichê já foi muito explorado em vários filmes.
Muito bom meeeeeeesmo! Efeitos especiais, drama, elenco...impecáveis! Interessante que faz o espectador realmente refletir nessa questão de desigualdade social e que embora seja um filme, trata-se de um futuro que logo se tornará realidade.
Fui assistir ao filme, a fim de ver a atuação do Wagner Moura. Achei interessante e penso que o caminho para este excelente ator brasileiro, está aberto.
Um filme que tem uma proposta muito interessante, uma crítica social bem explicita, mas que em todos o momentos poderia ter sido melhor. Oscila muito entre cenas de ação com Matt Damon, e as desigualdades sociais caracterizadas pela personagem da Jodie Foster. E para quem está curioso para a atuação dos brasileiros, Wagner Moura muito bem, e Aline um pouco abaixo, mas ainda é uma boa estréia em Holywood. Também uma menção honrosa para Sharlto Copley, que faz um "vilão" cativante.
Um filme que cumpre as expectativas, dentro da lógica de sua história, trás uma trama bem simples (o que o torna em certo ponto clichê) e sem grandes pretensões. Um filme futurista, que mostra situações paralelas e a segregação dos humanos pouco favorecidos e àqueles que podem e tem condições de morar em Elysium, plataforma que oferece regalias, ar puro e a chance de cura para as doenças, coisas que faltam na terra, desolada pelo caos. As atuações de Matt, Wagner, Judie e Alice não comprometem (porém nem tanto expressivas) mas vale dar um destaque a parte para Sharlto Copley. Para quem assistiu Distrito 9 dificilmente conseguirá lembrar o personagem limitado deste, agora trazendo um outro, na pele de um vilão, quase irreconhecível. Em suma, o filme leva ao expectador uma trama simples sem querer mexer muito com as particularidades de cada personagem e faz lembrar bem vagamente o cenário de Distrito 9. Acho que o diretor poderia ser mais ousado, mas creio que estenderia o filme muito além da paciência do expectador.
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