Elysium
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4,0
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204 Críticas do usuário

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Allan P.
Allan P.

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de dezembro de 2013
Tem furos demais na histórias, se aproveitaram muito da ficção científica criando um enredo fantasioso demais, e olha que eu sou fã de ficção, é difícil assistir à um filme que não lhe convence quanto aos acontecimentos. Tem momentos emocionantes e de cair o queixo, mas é muito pobre e não usa de argumentos convincentes para o espectador se envolver com a história ao invés de se irritar com o que simplesmente acontece.
Roberto Carlos M.
Roberto Carlos M.

3.603 seguidores 443 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de setembro de 2013
assisti ontem no cinema normal, excelente, história bacana, atuações convincentes, cenas de ação bem feitas, efeitos visuais e sonoros magníficos, dublagem nota dez, com certeza vale apena ver de novo.
André da S. Ribeiro
André da S. Ribeiro

53 seguidores 43 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de novembro de 2013
O diretor Neill Blomkamp que antes surpreendeu com Distrito 9, novamente nos traz o preconceito e desigualdade social, Elysium teve qualidade na produção e principalmente inteligência no desenvolvimento da trama, as cenas de ação que apesar de ter sido poucas foram mt boas, é um filme acima da média pra um orçamento médio de 120 milhões, gostei bastante, um jeito diferente de fazer filmes de ficção.
Diego M.
Diego M.

23 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de novembro de 2013
Você gosta de ficção científica? Gosta de espaço-naves? Milagres médicos devido ao supremo avanço da tecnologia? Vida fora da Terra? Então confira Elysium, pois envolve tudo que possa existir no quesito “imaginação tecnológica futura” para amantes desta área. No entanto, admito não ser um dos maiores fans, todavia tentarei ser o mais profissional possível.
Tal longa conta com uma história que apesar de ser futurista, serve plenamente de apologia aos tempos atuais, como concentração de capital para os ricos, melhores locais de vida, “êxodo-rural”, viagens clandestinas, dentre outras. Conta ainda com bons momentos de ação e efeitos especiais, tendo uma pitada de excelentes encenações artísticas, servindo, desta forma, de ótimos atrativos.
Matt Damon (Max) e Jodie Foster (Rhodes) dispensam comentários, mesmo em papéis de caráteres opostos, protagonista e antagonista, respectivamente. Detentores de obras renomadas como Bourne, Os Infiltrados, Invictus, Agentes do Destino, O Silêncio dos Inocentes, Valente, Plano de Voo, O Quarto do Pânico, etc e etc, não fizeram diferente e mantiveram o elevado padrão de profissionalismo. Todavia, ainda nesta linha de “babação”, credito certo vislumbre maior a secretária malévola Rhodes, onde por se tratar de um personagem maligno e metódico, comprovou que não só de trabalhos “heroicos” a atriz dispõe de um diversificado acervo cênico.
Tal trama ainda contou com personagens não muito cogitados no cenário cinematográfico, porém de possível ascensão, uma vez que demonstraram comprometimento e talento para trabalhos mais explorados, como Diego Luna (O Terminal e Dirty Dancing 2 – o qual poderia ter o 3, 4, 5..), William Fichtner (eterno agente do FBI Mahone de Prison Break, o qual por um certo olhar, segue o mesmo tipo de papel) e Sharlto Copley (o qual curiosamente participou do primeiro filme do mesmo diretor Neill Blomkamp, District 9, mantendo assim, certo padrão por tramas fictícias).
Todavia, dedico este parágrafo a nossos queridos brasileiros que não estão fazendo feio em tramas universais, Wagner Moura (Cap Nascimento) e Alice Braga. A segunda já confirmou seu talento em “mares” internacionais por outras atuações como em O Ritual, Eu Sou a Lenda e Predadores, reafirmando seu excelente profissionalismo em Elysium, onde ela atua de forma esplendorosa ao lado do protagonista, um antigo relacionamento amoroso e brava mãe, a qual busca por formas não ortodoxas salvar a vida de sua filha, doente terminal, demonstrando assim, não só competência, mas a intrínseca similaridade com o amor materno, nos provando que o limite é mera questão de dedicação e vontade. Já o primeiro vive o Hacker Spider, o qual inicialmente sobrevive às custas dos sonhos dos cidadãos, fornecendo ajuda, em troca de dinheiro para o transporte dos mesmos à Elysium, seria uma espécie de “coiote”, levando o imigrantes ilegais para os EUA, ultrapassando a fronteira pelo México. No entanto, com o desenrolar, o mesmo demonstrou não ser peça descartável, sendo de um dos suportes principais para o desenvolvimento e ainda servindo de superação para muitos, uma vez que seu objetivo financeiro principal é mudado ao se deparar com uma situação não usual de seus trabalhos corriqueiros.
Claro que por uma boa ideia, em direta relação aos tempos atuais, tal ficção científica, tendo ainda belíssimas atuações, desponta forte atrativo, sendo aconselhável para até àqueles não tão fans (como eu), no entanto por detalhes (que influenciaram diretamente no enredo, por isso foram cogitados), considerados spoillers (abaixo), tal trama não alcançou sua perfeição, totalizando a nota 3,5.

-> Seção Spoiller
spoiler: - Uma máquina capaz de curar tudo? Sem intervenção nenhuma médica? Acredito que nem no mais distante dos futuros, isso será possível. Mas né? Tudo pela ficção. - Kruger (vivenciado por Sharlto Copley) engoliu, literalmente uma granada e seus funcionários alegaram antes da “cirurgia” – “O chefe não vai gostar nada disso”. COMO NÃO IRIA GOSTAR? A “cirurgia” é tão perfeita, que ele retorna ainda melhor. Acho que se ele soubesse que era tão benéfica, já teria engolido granadas mais vezes. - Max, com 5 dias de sobrevivência por radiação, membro fraturado, facada, porrada, e sei lá mais o que o personagem viveu, ainda sim era mais forte que qualquer máquina ou qualquer outra coisa. Acho que não tinha como deixa-lo em mais desvantagem, tirando suas precárias armas em comparação a dos inimigos, mas isso também é mera besteira para o poderoso Matt Damon. - No início do filme, quando invadiram Elysium, uma potente e eficaz força, liderada por temidas máquinas cibernéticas, eram facilmente controladas. Lembrando ainda que na própria Terra, até em paradas de ônibus, tal tecnologia de ponta maligna (lembrando até os robôs de Exterminador do Futuro) são normais. Todavia, no fim do filme, cadê eles? Onde que eles entram para contra atacar Max e seus amigos??? - Na primeira invasão de Damon em Elysium, ainda houve certa dificuldade pela defesa de tal área, mas quando Spider invade por último, só faltou um tapete vermelho, com flores no caminho e guias turísticos. Ele simplesmente desfilou pelo local, entrou onde quis e se encontrou com o protagonista no fim.
Daniel L.
Daniel L.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de outubro de 2013
Elysium - palavra originada do latim Elysio e que significa “local de felicidade” – é o segundo longa-metragem do diretor sul-africano Neil Blomkamp e que, assim como o filme de estreia do diretor Distrito 9, é uma ficção científica com diversas críticas. A história é focada em Max da Costa (Matt Damon), um habitante da Terra que sofre um acidente nuclear e precisa ir para Elysium - espécie de satélite artificial do nosso planeta para onde parte da população abastada rumou buscando se distanciar dos diversos problemas encontrados no planeta azul – para se curar. Claro que é proibido que as pessoas da Terra visitem Elysium, assim Max o terá que fazer de forma ilegal. O enredo do filme é bastante simples e não demanda uma atenção profunda do espectador para que todos os detalhes sejam entendidos. O início do filme apresenta uma Terra distópica e mostra a vida de proletário dos personagens principais, o que acaba por trazer a simpatia de quem assiste para o lado destes. Elysium, lá em cima no céu onde todo paraíso que se preze deve estar, não é o lugar onde todos daqui de baixo querem viver, é o lugar onde querem se curar. Com sua medicina extremamente desenvolvida e direcionada, é capaz de livrar seus cidadãos de todos os males e prolongar suas vidas a níveis impressionantes.
Os personagens são bastante interessantes, mesmo sem apresentar uma profundidade psicológica. A escolha dos atores também foi muito bem feita, com o diretor optando por incluir diversas etnias e nacionalidades no elenco. Matt Damon já atingiu um patamar de respeito no meio hollywoodiano e está muito bem como protagonista do filme, com um carisma forte que torna impossível não fazer da sua presença um motivo para ir assistir o filme. Jodie Foster no papel da secretária Rhodes faz um trabalho básico, que definitivamente não lhe renderá outro Oscar. Porém a presença da atriz duas vezes premiada pela academia já é um ponto positivo para a divulgação do filme. A inserção de atores não norte-americanos – o que já é uma realidade nos filmes de Hollywood – é uma grata surpresa. Alice Braga tem uma atuação convincente, assim como Diego Luna, spoiler: apesar da breve participação deste
. Sharlto Copley – compatriota do diretor – faz um excelente vilão com trejeitos do leste europeu sem se tornar caricato ou forçado demais. Quem não o conhece ou não o reconhecer – ele está com um visual bem diferente de Murdock de Esquadrão Classe A, por exemplo – poderá pensar que ele realmente é russo ou de alguma região correlata. O maior destaque, porém, é Wagner Moura. Os brasileiros não tem mais nenhuma dúvida do talento e da capacidade deste fantástico ator. Elysium chega para mostrar ao mundo o porquê de tanto sucesso dele em seu país de origem. Com um papel de destaque logo em seu primeiro papel em um filme hollywoodiano, o ator dá conta do recado e spoiler: não apenas chega ao paraíso como também o conquista
. A voz caricata do personagem tirou bem o foco do sotaque do ator nte um excelente trabalho.
A fotografia também merece destaque, com destaque para as cenas onde é possível ver Elysium no céu, como parte integrante e normal do ambiente da mesma forma que o sol ou a lua. As cenas de ação agradam pela beleza dos efeitos de rotação e de câmera lenta – a cena spoiler: onde Max destrói o robô guarda-costas do presidente da multinacional é maravilhosa
. E as cenas de mutilação também impressionam – spoiler: que o diga o rosto de Kruger
– provando que a censura de 16 anos não foi exagerada.
Se por um lado o enredo é simples, por outro lado os diversos problemas abordados incitam reflexões mais profundas por parte de quem assiste. Diversas críticas são feitas de forma bem conectada. A crítica ambiental é apresentada com o "gastar tudo e quando acabar, deixar os restos para trás" – a melhor forma de resolver um problema é deixando ele para os outros. A crítica à tecnologia também se mostra forte, mostrando que a busca desenfreada pela praticidade e otimização está tornando tudo bastante impessoal – spoiler: a cena do boneco que é o agente de condicional de Max mostra bem isto
. Por outro lado, todas as tentativas de Spider e seus subordinados de burlar os sistemas de proteção de Elysium mostram como o ser humano é a máquina perfeita e que sempre será insubstituível. E a crítica mais contundente, em minha opinião, é ao sistema de saúde onde quem tem as melhores condições financeiras tem acesso aos melhores tratamentos e podem morar em Elysium. Algo que, por mais brutal e absurdo que aparente ser no filme, acontece na realidade com, por exemplo, empresas de remédios que pouco se importam com surtos de epidemia matando milhares de pessoas em detrimento de patentes e lucros. No fim todas essas críticas tem o poder de atiçar a cabeça do espectador que procura algo a mais após as quase 2 horas de filme. Não seria a criminalidade fruto do meio mal administrado e renegado? Se você tivesse a oportunidade de ir para Elysium com sua família e deixar toda uma população para trás em um planeta esgotado e destruído, você o faria? Será que você já não vive em um Elysium particular, trancado físico e psicologicamente, ignorando tudo e todos ao seu redor? E quando você quer que um criminoso morra para pagar pelos seus crimes, você não está se igualando a ele?
Elysium pode ser um filme de ficção científica pouco original, sem muitas reviravoltas e que foca suas críticas em problemas gerais demais e já discutidos diversas vezes antes em outros longas. Porém sempre é interessante presenciar algo que te mostre uma realidade triste, dura – por mais ficcional que seja – e te tire da sua zona de conforto. Que te faça pensar um pouco na sua relação com os outros e com o lugar onde você vive. E apesar do sucesso nas bilheterias do Brasil muito provavelmente ter sido ocasionado pela presença forte de Wagner Moura no elenco, o filme tem potencial para render muito dinheiro em todo o mundo e alavancar ainda mais a carreira do diretor Neil Blomkamp.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Com o mesmo diretor do ótimo Distrito 9, poderíamos esperar mais uma ficção científica que honre o gênero, apresentando um futuro distópico que remeta diretamente a questões sociais do mundo atual. De certa forma, isso acontece, abordando mais uma vez o abismo existente entre pobres e ricos em um mundo pós-crise. No cenário do filme, a superpopulação/superpoluição/supercaos fazem com que a elite econômica do mundo se reúna e se isole em uma espécie de estação espacial que reproduz com fidelidade os nobres bairros de subúrbio da hoje (2150 e tra-lá-lá) caótica Los Angeles (que é a tal Elysium do título).
Eliseu C.
Eliseu C.

44 seguidores 82 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de setembro de 2013
O Filme é muito bom! Muita Ação, Fixão e Aventura do começo ao Fim, ele consegue prender a atenção pelos detalhes eu recomendo...
Julyene F.
Julyene F.

34 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de dezembro de 2014
esse filme é um dos meus preferidos o final é completamente inesperado o Vagner Moura da um show também Eu saí sem fôlego da sala do cinema esse filme é sensacional eu não tenho nem palavras pra ele de tão bom que é
Cinetrix
Cinetrix

20 seguidores 55 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de setembro de 2013
Mais uma vez, o diretor Neill Blomkamp nos surpreende com mais uma ficção científica de boa pegada política. O foco aqui é a desigualdade social e o sistema de saúde precário de uma Terra que virou reduto da miséria e da pobreza controlada pelos ricos que moram em uma gigantesca base espacial que se chama Elysium. O visual e o ritmo são parecidos com “Distrito 9”; o roteiro é eficiente em sua crítica e apresenta trama consistente; as cenas de ação são pontuais e repletas de ótimos efeitos visuais e interessantes câmeras lentas e a inventividade das engenhocas futurísticas ajudam a prender a atenção do espectador. “Elysium” é um excelente entretenimento com boas atuações (destaque para Wagner Moura) e que merece ser apreciado por seu conteúdo de qualidade.
Fred O.
Fred O.

16 seguidores 26 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de novembro de 2014
Logo de início a história é muito bem amarrada, mostrando todos os personagens principais e o mais importante, as dificuldades dos humanos no ambiente, o filme simplesmente peca em apresentar alguns pontos interessantes e depois não usa, fiquei decepcionado com a forma que a história teve um declínio chegando a ficar chato.
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