Elysium
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4,0
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204 Críticas do usuário

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mariana X.
mariana X.

27 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de outubro de 2013
Num futuro muito distante pessoas de certas partes do mundo estão da total pobreza mas isso com as pessoas que habitam o planeta terra , quem habitava "ELYSIUM" não sofria com doenças , pobreza , fome não sofria com nada , mas quem morava no planeta terra queria habitar elysium , a única foma (que não era tão segura) era ir dentro de uma nave ilegal , certo dia max (personagem principal) se acidenta dentro do trabalho , porem seu acidente foi tão grave quem ele só tinha exatos 5 dias de vida , sua única saída era ir para Elysium , mas max era como todos da terra , ele não tinha direito de ir para lá , a menos que ele fosse na nave ilegal . O filme não traz só ficção científica quanto também traz um drama escondido , as imagens são muito bem feitas e os efeitos sonoros também , mas oque mas chama a atenção é o fato de não ser um filme de ficção enjoado ou muito sem lógica pois mostra um lado verdadeiro também , muito recomendado para quem é fã de ficção , sem duvidas um ótimo filme .
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2013
Nosso lugar é em Elysium

Imagine morar em um lugar em que existe a cura para doenças de qualquer tipo e onde a solução para a morte é uma realidade. Se você estivesse com apenas cinco dias de vida, faria de tudo para entrar nesse hábitat, resolver seu famigerado problema de saúde e conseguir a eterna longevidade? Pois então, esse lugar se chama Elysium, uma estação espacial na órbita do nosso planeta, em que os milionários vivem, em 2154, numa espécie de condomínio de luxo sem nenhum tipo de contato com os humanos pobres e desprovidos que habitam a Terra decadente, devastada e miserável.

É essa desigualdade social gritante o mote do filme de Neill Blomkamp “Elysium”, em cartaz nos cinemas de todo o país e que vem conquistando os brasileiros nas bilheterias por vários motivos. Eu posso te apresentar alguns, a começar por Matt Damon, o protagonista, que segura a ficção científica com o poder de um hollywoodiano nato. Max, seu personagem, é o tal que tem pouquíssimo tempo de vida após ser exposto ao mais alto nível de radiação. Desde o início do filme, ele já demonstrava ter a predestinação para mudar o mundo, mesmo tendo um passado errante. Com o desenrolar das cenas, acompanhamos a saga dele numa terra de injustiças, o que abre a reflexão para a desigualdade social. Se todos nós teremos algo especial reservado nesta vida, algo para o qual já nascemos direcionados, como salvar o mundo se a sensação de estar sendo devorado por ele é cada vez maior?

Temos a mania de reclamar, de se angustiar, de apontar erros, de dizer que fomos injustiçados, de ficar na defensiva, de simplesmente sofrer... Mas quem somos nós para medir a nossa dor individual e compará-la com a de um ser humano com menos recursos? Chorar e se sentar em cima do rabinho é fácil, quero ver segurar a onda do mais fraco, do miserável, daquele que realmente tem motivos para as lágrimas escorrerem e precisa mesmo ganhar um lugar numa órbita de luxo. E falo isso pensando só na vida real. Já parei de falar do filme há muito tempo...

A luta pelo poder é outra peça-chave de “Elysium”. Na trama, a imponente Jodie Foster é o retrato de como o poder pode deixar o ser humano egoísta e obcecado. A secretária de segurança é a frieza em pessoa e sua função é não recuar, pois acredita que sua raça é mais desenvolvida e que o hábitat de Elysium deve ser preservado. Pura hipocrisia! O sol nasceu para todos. Por que não dividir seus raios e luzes assim como compartilhamos o ar que respiramos? Veja bem, também não estou falando mais do filme.

Mesmo com toda essa divagação primordial, Damon e Foster não são o centro das atenções, pelo menos para nós, brasileiros. A atriz Alice Braga chega à sua maturidade na carreira em “Elysium”, fazendo a mocinha do longa com a presteza e o talento dignos de aplausos. E se as palmas para a brasileira que já fez mais de dez filmes internacionais são certeiras, imagine para um ator que saiu das novelas da Globo e estreou com todos os pés direitos possíveis nesse filme. O nome dele? Wagner Moura. Dinâmico e dominador, o cara atua tão bem que até um sotaque diferenciado ele criou, elogios de Matt Damon ele arrancou e status de estrela nos EUA ele arrematou. Spider, seu personagem, é uma espécie de coiote do futuro, em que ele tenta levar os desprovidos ao mundo novo. Dá um prazer danado ver dois grandes atores brasileiros com papéis imprescindíveis do início ao fim de uma produção de tal grandeza. A vontade que tenho é de ser amigo deles, cumprimentá-los pelo trabalho benfeito, e pedir ajuda para finalmente chegar a Elysium. E olha que eu já parei de falar do filme há muito tempo, hein?!
Victor S.
Victor S.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de outubro de 2013
O que me chamou mais atenção no filme não foram os efeitos e sim a crítica enorme sobre uma sociedade futurista onde o dinheiro, ganância e o egoísmo já se tornou algo típico e "normal" entre os cidadãos de Elysium, principalmente para a governadora de lá. E não se deve esquecer da grande e excelente atuação do Wagner Moura que para mim foi a melhor e conseguiu se destacar dos outros personagens principalmente do protagonista.
Mateus F.
Mateus F.

40 seguidores 77 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de outubro de 2013
Algumas pessoas falaram tão mal que eu não consigui entender. Tudo bem que não é tão revolucionário e crítico quanto Distrito 9, mas por que não sabem separar as coisas? Sei lá, não lembro agora algum outro diretor que no seu segundo filme conseguiu ser tão lírico e famoso. Detalhe: O cara é sul-africano e até "ontem" era desconhecido! quer mais?!
Enfim, Elysium é um filme em alguns aspectos inferior ao anterior do diretor, como nos efeitos especiais, na edição, efeitos sonoros e toda a parte técnica (que são superiores ao Distrito 9). Já a parte "artística" e estrutural do filme, deixa a desejar.. O filme tem muitos buracos e às vezes atropela muitas coisas que podiam ter se desenrolado melhor (como interpretações, algumas histórias e até mais espaço para alguns artistas). Mas basta comparar com qualquer outro (s) filme (s) de ficção ou blockbusters pelo mundo que vão começar a entender o que eu digo (até o Homem de Aço, que não é ruim mas que me decepcionou). Blomkamp ainda vai nos trazer muitos clássicos em que a sétima arte vai agradecer por sua genialidade, e isso é fato. O legal é que eu vi comentários e críticas de pessoas (como no Filmow e aqui no Adoro Cinema) que quase me fizeram não ir no cinema assistir o filme. Mas pensei: "não, vamos ver no que dá.." e o resultado foi totalmente satisfatório. Aliás, Wagner Moura está demais (melhor até que a sempre perfeita Jodie Foster!). Mas sei lá, filmes como Resident Evil 4, 5, 2.000.. e Vingadores, que devem ser os fodões mesmo.
Clóvis A
Clóvis A

30 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de outubro de 2013
Filme não é impressionante, mas sou fã de carteirinha de alice braga, wagner e matt, os 3 juntos eu pirei!

TO VENDO A HORA DE UM FILME DE PESO PARA WAGNER MOURA COMEÇAR A SE APRESENTAR AO OSCAR ;)
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2013
Ficção científica com crítica social e tempero brasileiro

Em 2009, uma ficção científica de baixo orçamento, porém com um grande nome na produção, chamou a atenção. O longa de estreia do sul-africano Neill Blomkamp, produzido por Peter Jackson, mostrava uma nave alienígena que caía acidentalmente na capital da África do Sul, Joanesburgo, o que provocava, por parte do governo, a decisão de manter os extraterrestres sobreviventes em confinamento em uma área restrita e precária, denominada Distrito 9, desencadeando uma série de consequências nos âmbitos moral, social e político, discussão que se estende, claro, à realidade de nosso mundo. A ideia de “Distrito 9” foi desenvolvida por Blomkamp a partir de seu curta-metragem “Alive in Jorburg”, de 2005, que por sua vez remete à fatos de sua própria infância ocorridos na África do Sul em plena época do apartheid. Ou seja, seu discurso político-social é tema recorrente de sua obra, e sua voz tem ecoado forte. “Distrito 9” se mostrou uma surpresa, por ter formulado tão bem a metáfora da discriminação e do preconceito raciais, tendo sido indicado a quatro Oscars, inclusive melhor filme, uma proeza para um diretor iniciante. Quatro anos depois, e com um aumento no prestígio, ele nos entrega seu segundo longa, “Elysium”, no qual podemos observar uma nova abordagem da questão das desigualdades, desta vez mais focada nas classes sociais.
Elysyim é uma luxuosa estação orbital construída para abrigar as pessoas de maior poder aquisitivo da Terra, uma vez que o planeta não oferece mais condições saudáveis de vida, tendo se tornado um lugar extremamente sujo e empoeirado, no qual os menos favorecidos estão sujeito a todo e qualquer tipo de doença, cuja cura só seria possível com a alta tecnologia disponibilizada apenas no satélite, do qual os habitantes terrestres não têm acesso. Além da escassez de recursos, os pobres moradores do planeta vivem sob o regime ditatorial imposto pelos governantes que assistem a tudo de longe, em Elysium, de onde a diretora do satélite, Delacourt (Jodie Foster), conduz a situação com punho de ferro. Max (Matt Damon) é um operário que, após ser gravemente infectado por uma radiação que pode lhe tirar a vida em poucos dias, fará de tudo para chegar em Elysium, pois só lá há salvação para sua crítica situação. No decorrer da história ele conhece Spider (Wagner Moura), uma espécie de hacker que se dispõe não só a ajudá-lo, como também propõe um plano para que todos os habitantes excluídos da Terra também passem a ter acesso a Elysium e, com isso, possam se curar de suas doenças, o que inclui a leucemia da qual foi acometida a filha de Fray (Alice Braga). Max e Fray se conhecem desde a infância e, logo no início do filme, testemunhamos uma promessa que ele faz a ela, numa emblemática analogia dos anseios de toda classe excluída por uma vida melhor.
A habitual seriedade de Damon (vista com eficácia nos filmes da série “Bourne”) aqui ajuda a construir um personagem ciente da responsabilidade à qual se impôs, bem como da dificuldade em cumprir sua tarefa. A diretora de Elysium, por sua vez, é vivida por Jodie Foster com a frieza adequada ao papel. E preste atenção no mercenário vivido pelo também sul-africano Sharlto Copley (em sua 3ª parceria com o diretor, pois também esteve em “Distrito 9” e estrou no curta “Alive in Jorburg”), ele vai te surpreender.
“Elysium” traz um atrativo a mais aos brasileiros. Desde que Rodrigo Santoro fez uma pequena ponta em “As Panteras: Detonando”, em 2003, os olhares de Hollywood parecem ter se voltado com mais atenção para os talentos nacionais e a contribuição que eles podem dar para a indústria cinematográfica. O próprio Santoro teve um papel de destaque no filme “300” (2006) e será visto novamente na sequência que está vindo por aí. Alice Braga, sobrinha da veterana Sônia Braga, dividiu a cena com Denzel Washington no filme “Eu Sou a Lenda”, em 2007, e com Adrien Brody em “Predadores”, em 2010. Comprovando o êxito da safra brazuca na terra do Tio Sam, a já “experiente” Alice no “país das maravilhas cinematográficas” faz bonito em “Elysium”, juntamente com o “estreante” Wagner Moura, que ficou encantado com o nível de produção e com o dinheiro que se gasta para se fazer um filme nessas proporções. Suas atuações renderam elogios por parte da crítica norte-americana, feito que nos enche de orgulho, cinéfilos patriotas que somos.
Neill Blomkamp conseguiu, portanto, deixar mais uma vez o seu recado, nesta obra que também preza pela qualidade técnica, eficaz e a serviço da história. Assim como foi “Distrito 9”, “Elysium” se mostra mais uma rica fonte para discussões envolvendo classes sociais, e desta vez, com tempero brasileiro.
Stanislaus  Kat
Stanislaus Kat

24 seguidores 82 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2016
Apesar da história ocorrer em 2154, reflete uma situação atual: o abismo cada vez maior entre ricos e pobres. No filme, o abismo não é apenas econômico e tecnológico, mas também na localização, com os ricos morando em uma estação espacial luxuosa e os pobres na Terra, que se transformou em uma grande favela. Os efeitos especiais são fascinantes e há boas atuações. Entretanto, o final da trama acabou sendo previsível; o roteiro poderia ter sido melhor trabalhado.
Fernando B.
Fernando B.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 24 de outubro de 2013
quase dormi na sessão...muito longo o filme..entediante.. de qualquer forma não foi culpa do Wagner nem da Alice que cumprem bem seu papel. Tomara que peguem filmes melhores da próxima vez.
Matheus H.
Matheus H.

35 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de outubro de 2013
Um bom filme de ficção,uma história bem interessante e mais um excelente papel feito pelo nosso querido "capitão nascimento"
Guilherme M.
Guilherme M.

14 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de setembro de 2013
muito fraco. história fraca. mas os atores são ótimos. principalmente wagner moura. eles poderiam fazer o filme totalmente diferente. minha nota foi um por causa dos atores brasileiros senão era 0
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