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Demetrius W
33 seguidores
18 críticas
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2,5
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Mais um filme que percorre o contexto das histórias pós apocalíticas com mais doses de ação que efeitos especiais. Embora a história se passe a mais de 100 anos no futuro, muitos aspectos do cotidiano dos sobreviventes perecem ser dos dias atuais com casas e veículos na Terra de nossos dias. Não chega a decepcionar mas também não empolga. Excelente mesmo foi a atuação de Wagner Moura neste filme.
Assisti Elysium. O filme passa em 2159 e retrata mais ou menos como eu imagino o mundo daqui uns anos. O filme aponta uma coisa que eu sempre digo: A tecnologia evoluiu a ponto das pessoas não conseguirem acompanhar. Continuamos as mesma criaturas egoístas e "nojentas" que sempre fomos. A Terra está doente de tanta sujeira e pessoas vivendo em condições precárias, enquanto os mais poderosos vivem com a perfeição. spoiler: Em um lugar onde ninguém adoece, a segurança é impecável e até a morte é controlada.
A questão é que enquanto uns estavam com a vida mansa, outros morriam de formas humilhantes (filas em hospitais, tortura policial e afins). O filme também aponta bastante os problemas dos Estados Unidos, onde o Wagner Moura enche o peito dos brasileiros de orgulho ao dar um show de atuação, também ao lado da brasileira Alice Braga. Efeitos especiais bem aplicados e impactantes. Filme que deixa uma mensagem clara e consegue te prender do começo ao fim, sem muita enrolação. É um filme muito bom pra quem gosta de ficção científica, crítica social e tiros.
Dei 3 estrelas..achei o novo filme do Diretor Blomkamp um pouco evasivo e sem ritmo. Me parece q nem a Terra do futuro e nem o paraíso chamado Elysium foram realmente explorados. A história de amor entre Damon e Alice Braga foram, ao meu ver, a principal preocupação do diretor e deixou de lado o q a sinopse nos conta. O q curtir mais foram os minutos finais e a ideia de poder imaginar q algum dia uma máquina poderá nos currar de todas as doenças em menos de 03 minutos sem cortes e lesões...rsrs. O filme é agradável, mas não empolga como "Distrito 9"...mesmo assim, vale a pena conferir.
Filme sensacional, o diretor Neill Blomkamp mais uma vez com um filme brilhante assim como foi no Distrito nove. uma historia mto boa e muito bem encaixada no filme, os efeitos especiais são muito bons, o local Elisium ficou mto bom. agora os papeis cairam como um a luva para cada ator, o matt damon como uma atuação fantastica, a jodie foster tbm atua muito bem. agora as atuaçoes dos brasileiros são sensacionais, sou suspeito a falar que eu achei as atuaçoes da Alice braga e a monstruosa atuação do Wagner moura as melhores do filme!!!!!
Ótimo! Minha única ressalva é sobre a atuação de Wagner Moura: só porque ele é brasileiro, deram um jeito de fazê-lo incluir as palavras "caralho" e "porra" no filme, faladas em português mesmo na versão legendada.
Elysium traz a terra no ano 2159. E abordam temas como imigração, pobreza, poluição e assistência médica, nada de muito diferente dos dias atuais, a questão é o avanço da tecnologia e a diferença de classes, onde os mais favorecidos vivem e tem acesso a toda modernidade em Elysium. O filme é bom, com bons efeitos especiais, trilha sonora adequada, o elenco afiadíssimo, boa direção e um bom roteiro. O único problema ( ou não seja um problema para muitos ) é que é o mais do mesmo, não trouxe nada inovador, e até mesmo o final, lembrou outros filmes do mesmo gênero, sobre o futuro da terra. Contudo, vale apena conferir.
Elysium é um filme com um tema político-social dominante e muito forte. As cenas futuristas servem mais para justificar a alta tecnologia encontrada para o tratamento da saúde, benefício limitado aos privilegiados que viviam lá. As cenas de cidades favelas, dominante na Terra de 2154, século 22, na verdade é uma realidade hoje em grandes cidades do terceiro mundo, da China, India, Paquistão, Egito, em grandes países da Africa, México e Brasil. As tentativas de viagens ilegais para Elysium lembra os problemas na fronteira americana com o México. Na verdade estão levando os problemas atuais para 150 anos no futuro para dizer que apenas o investimento em alta tecnologia espacial não levará nada se não cuidarem de melhorar a vida diária dos habitantes da terra. Não é uma superprodução e não tem grandes efeitos especiais e não era isso o que buscavam. O filme é convincente e é isso que importa. É o tipo de filme que tem que ser assistido porque tem uma grande mensagem e porque tem qualidade. Só isso e é o bastante.
Neil Blomkamp tem sua filmografia ainda muito restrita. Realizou Distrito 9 em 2009 que é um filme que me agradou. Quatro anos depois realizou Elysium que também é o roteirista e produtor. Um filme que trata novamente sobre preconceito, racismo e segregação. Enquanto o primeiro foi um tiro certo, esse último foi um tiro na água. O filme tem um roteiro péssimo, atores em suas piores atuações e não acho os efeitos visuais impressionantes (é um filme de ficção científica e isso pelo menos ajudaria). A Terra está doente, poluída e com uma super população. O ano é 2154, a cidade é Los Angeles e os mais ricos foram morar em uma estação espacial chamada Elysium. Os mais pobres e doentes ficaram na Terra. Em Elysium há um presidente e uma secretária de defesa chamada Delacourt (Jodie Foster) que através de seus métodos nada ortodoxos mantém Elysium livre dos habitantes que tentam entrar clandestinamente com ajuda de um homem chamado Spider (Wagner Moura). Max da Costa (Matt Damon) é uma das pessoas que vivem na Terra e sempre sonhou em ir para Elysium. Após um problema em seu emprego decide arriscar tudo e tentar com a ajuda de Spider cumprir uma missão que o levará até a estação espacial. O roteiro quer fazer crítica, porém cria uma história cheio de falhas. Não busco o plausível, pois é uma ficção científica, mas é um absurdo o que nos é apresentado. Para começar em um mundo com tanta tecnologia Elysium não tem um sistema de defesa, pois quem defende das naves clandestinas que querem entrar em Elysium são agentes que vivem na Terra e lançam mísseis para destruir as naves que já estão fora da Terra. O dono da empresa em que Max trabalha parece ser o único ser humano que vem de Elysium para a Terra. O personagem de Wagner Moura uma hora se entende que é um bandido, mas passa o tempo quer falar de igualdade entre os seres humanos. O acidente com Max é criado sem nenhuma inspiração (radiação para criar robôs?). O presidente parece ser tudo menos presidente. Aliás, a secretária de defesa é que parece ser presidenta. Numa hora ficamos sabendo que os agentes que estão na Terra são proibidos por lei, mas mesmo assim o presidente precisa dispensá-los. Para que se ele já está fora por lei? Por fim há uma nave ilegal que entra em Elysium, mas nenhum sistema de defesa acusa (há mais falhas que citadas poderiam dar muitos dados sobre o filme). Os atores tão experientes não conseguem desenvolver seus personagens. Jodie Foster está péssima em seu papel. Ela não consegue dar uma atuação que dê alguma característica que seu personagem transcenda a tela e passe a nos convencer em seu papel. Ela é uma caricatura ruim de todos personagens semelhantes que já tiveram a característica que seu personagem possui. Matt Damon não convence como o herói. A atuação dos brasileiros (Alice Braga também está no elenco) não difere muito das dos outros. Por fim temos efeitos visuais ruins para uma ficção científica. Os cenários da Terra parecem com os de Distrito 9 (talvez Blomkamp só tenha uma concepção de mundo, o que é um perigo para um diretor). Talvez seja necessário que Blomkamp mude um pouco os temas de seus filmes para quem sabe começar a se firmar como cineasta.
O filme é bom, já assisti aqui no Brasil, legendado, e achei bem massa, vale a pena ver, podem assistir, quem gostou de "Distrito 9" vai gostar desse também. Voltei a assistir dublado hoje nos cinemas, e gostei do filme, muito interessante a sua história.
É um ótimo filme. Me fez lembrar muito da série Terra Nova que tinha como grande destaque o planeta Terra destruído pela ação do próprio ser humano. O filme poderia ter como foco Elysium, mas de forma interessante focou no direito cívil que todas as pessoas deveriam ter, independentemente da condição financeira. A sede de um poder maligno e egoísmo que os vilãos carregam é uma crítica direta aos espectadores.
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