Elysium
Média
4,0
3444 notas

204 Críticas do usuário

5
35 críticas
4
72 críticas
3
62 críticas
2
23 críticas
1
7 críticas
0
5 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de junho de 2014
Foi apenas o segundo filme do diretor Neill Blomkamp, e ele já mostra ser um grande diretor. Elysium tem um roteiro simples, que deixa uma mensagem clara e objetiva. Matt Damon se saiu bem. Wagner Moura representou muito bem o Brasil. Muito seguro no seu personagem. O filme aborda muito bem sobre a diversidade no futuro.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de novembro de 2013
É por isso que eu sou fã de ficção científica! Filmaço! História bem interessante com um elenco de peso e perfeitos esfeitos visuais... Um grande filme, com certeza verei novamente.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de outubro de 2013
O melhor do filme é a ácida e contundente crítica a uma sociedade amplamente desigual, onde quem não tem dinheiro (e prioritariamente fala inglês e espanhol), vive em favelas sob condições desumanas, doente, sem perspectivas e esperanças. Por outro lado, os abastados, vão para Elysium, uma estação espacial livre da poluição, onde as pessoas têm direito a tudo de melhor (falando inglês, mas também francês e alemão), livres das pragas dos cidadãos miseráveis. A ideia é simplesmente excelente e denota uma forte manifestação política do diretor sul-africano Neil Blomkamp, do ótimo e bem sucedido Distrito 9, que mostra com mão pesada as gritantes mazelas dos “bandidos”, “favelados”, “latinos” e a perfeição utópica dos “brancos”, “bonitos” e “afortunados”, que parecem desconhecer o outro lado da moeda, ou simplesmente demonstrando seu mau-caratismo. O filme peca um pouco pelo roteiro com vários clichês batidos e que poderiam ser amenizados, tais como a do heroi predestinado que sucumbe àquilo que seria o certo a se fazer, até os vilões que querem o poder de controlar a todo custo. O final busca uma saída fácil e simplória para um tema que poderia ser muito melhor aproveitado. A forma como os personagens de Matt Damon, Jodie Foster e Sharlto Copley terminam, causa um ar de estranheza, apesar de politicamente correta, mas tais personagens poderiam ter desfechos bem mais obscuros. E o elenco irregular é outro ponto negativo do filme. Com exceção de Matt Damon, Alice Braga e Diego Luna, que são os poucos a mostrar carisma e realmente alguma profundidade em suas atuações, temos o exagero cênico de Sharlto Copley (bem melhor em Distrito 9 que nesse filme), Jodie Foster (nunca a vi tão exagerada e deslocada) e Wagner Moura (que só consegue ser irritante e superficial). Eu sou grande admirador do trabalho de Wagner Moura e Jodie Foster, mas nesse filme, os dois me decepcionaram retumbantemente. No mais, o filme não se prende a efeitos especiais que chamam mais a atenção que sua própria história, nem seguiu a “mania” do 3-D, o que já é extremamente válido para um filme com tamanho orçamento. Um filme que prende a atenção e faz refletir, embora com potencial de ser bem mais contundente e não meramente contemplativo como é na verdade. Ainda assim, mesmo com tantas falhas, Elysium mostra que mesmo com alguns erros de execução, ainda há vida inteligente na indústria de cinema em massa.
Allan 007
Allan 007

25 seguidores 33 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de setembro de 2013
Gostei deste filme. Foi até mais do que esperava. Wagner Moura estava excelente! Agora, Alice Braga, já estamos acostumados em outros filmes. Nossa! O Filme do ano de 2013, na categoria Ficção científica.
Allan Donnola - 7,5
RASEC
RASEC

20 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de setembro de 2013
ótimo filme ,atuação marcante de Mat ,Wagner e Alice , me surpreendi ,melhor filme da nova "safra" de ficções ,,,,
Paulo D
Paulo D

12 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de setembro de 2013
Pra mim este filme é um crossover de distrito 9 com tropa de elite e o vingador do futuro .... Distrito 9 pela segregação classista entre pobres e ricos; tropa de elite pela visão das favelas e pelas cenas de ação do vingador do futuro. Eu achei um bom filme mas a comparação com distrito 9 é inevitável pois o ambiente é muito parecido, e um grata surpresa é o personagem do wagner que tem bastante importância para história ... Mas o filme tem seus problemas pois o final é muito previsível pois com 45 minutos de filme você já sabe como ele vai terminar .. mas um coisa que achei demais é o exoesqueleto implantado no matt damon .. demais .. recomendo que todo mundo assista .. e a alice braga também tá muito bem no filme ..
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de julho de 2019
Entretenimento normalmente é visto bastante em filmes de ficção como esse,mas e se ele fosse feito para uma crítica social e tudo muito bem dosado?.Pois bem,temos isso aqui em mais um projeto competente do cineasta sul-africano Neill Blomkamp.Em 2009 o diretor nos brindou com uma ótima ficção científica,Distrito 9 não era apenas divertido mas muito mais que isso as críticas e a mensagem passada foi feita de maneira incrível e diferente e em 2013 ele retorna com mais um sucedido filme do gênero e que faz lembras o longa de 2009.O filme narra a história de Max que sonha desde pequeno em morar em Elysium uma cidade localizada fora da terra que abriga os ricos já que a terra está caótica e paralelamente a isso a secretária Rhodes não quer que os pobres entrem em Eysium.O filme tem uma fotografia mais fria quando no lugar futurístico e algo mais amarelado na terra onde tudo é muito sem vida.O roteiro do filme que também é escrito pelo diretor é muito competente e trabalha a questão da desigualdade e até da imigração de maneira competente,ele também usa bem seus personagens e nos entrega uma história envolvente.O elenco como um todo está muito bem e temos brasileiros em ação e todos com sua boa parcela de participação,Alice Braga tem papel fundamental e Wagner Moura também tem um belo arco,mas os melhores são Matt Damon e o bom vilão interpretado pelo Sharlto Copley que dão um belo show,e os efeitos visuais são muito bons e usados apenas quando necessário e também cenas de ação bem dirigidas.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de maio de 2014
MUITO BOM. Do mesmo naipe que Distrito 9 ( mesmo diretor ), filme muito bem produzido, com ótimos atores, excelentes efeitos especiais e bom roteiro. Infelizmente o filme não foi muito bem nas bilheterias americanas, acredito porque fala justamente da desigualdade e preconceito de separar os seres humanos menos favorecidos dos ricos.
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de setembro de 2013
Diante de um tela de cinema, o filme é completamente lucido. Elysium não passa de um filme com os mesmos objetivos (Ajuda a Humanidade). A Fotografia do filme fez meus olhos lacrimejarem rapidamente,diante de um visual tão plagiador, que não temos nada de novidade. Mas claro que o filme não é um fracasso, Elysium tem uma trilha Sonora tão interessante que me fez lembra da Trilha Sonora de Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, pois não os mesmos compositores. Sendo assim, as atuações são umas das coisas que salva o Filme. Wagner Moura atuou bem como sempre, Matt Damon parece que está morrendo (Realmente ele está.), Jodie Foste, ela mal fala durante todo o filme, mas fez uma bela atuação de criar arrepios. Elysium é aquele tipo de filme, aqueles feitos só pra levita um pouco o pensamente das pessoas. Fazer com quer, diante de uma ilusão tão próxima é realista, seja uma flecha no peito daqueles que não saber o porque está vivo.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de setembro de 2013
Tão logo foi anunciado o início da produção de Elysium, o filme criou grande expectativa junto ao público brasileiro. Além de poder conferir a primeira atuação internacional de Wagner Moura, seria um filme de grande orçamento contando com a presença de 2 atores brasileiros - pois além de Moura, havia sido confirmada a atriz Alice Braga. Embora num papel coadjuvante, Moura acabou colhendo muitos elogios no exterior por sua caracterização como Spider, uma espécie de coiote do futuro - em comparação ao trabalho daqueles que auxiliam os mexicanos a entrar ilegalmente nos Estados Unidos.
O ano é 2154, mas as semelhanças com o mundo atual pipocam a todo instante. Elysium é uma espécie de Admirável Mundo Novo. Lá as pessoas não adoecem (ou quando adoecem, são salvas por máquinas de avançada tecnologia), não envelhecem e vivem numa espécie de paraíso artificial na órbita do planeta Terra. Mas como no livro de Aldous Huxley, fora de Elyisum, aqui na superfície da Terra, os menos afortunados sofrem todo tipo de privação - miséria, doenças, desemprego, opressão e vigilância governamental. Qualquer semelhança com a desigualdade social do mundo globalizado não é mera coincidência. Não é a ficção o que mais chama a atenção no início de Elysium, mas o retrato num futuro distante de uma realidade tão presente hoje na maioria dos países hoje chamados de emergentes. Matt Damon, ou melhor, Max Da Costa, mora e transita por uma gigantesca favela que não foi criada digitalmente pelo filme, ela existe de verdade nas redondezas da Cidade do México, e é igual a tantas outras no Brasil, Índia ou África do Sul - país de origem do diretor Blomkamp.
Blomkamp já havia criado em seu filme anterior, Distrito 9, uma admirável metáfora sobre a situação do appartheid racial presente durante tantos anos na África do Sul. Em vez de negros segregados, tínhamos alienígenas que chegaram pacificamente à Terra e se encontram confinados em favelas, aguardando que o governo decida o que fazer com eles. Em Elysium a metáfora se estende para além da realidade sul-africana que o diretor conhece tão bem, para mostrar uma cruel e hiperbólica realidade inspirada na desigualdade social que existe hoje no planeta, a nível interno ou externo de diversos países. Elysium é o sonho de consumo dos pobres e excluídos de um planeta Terra do futuro na mesma medida em que hoje os Estados Unidos o são para os imigrantes mexicanos, cubanos, chineses e tantos mais. Mas basta olhar para a realidade interna de países como o próprio México e o Brasil, para encontrarmos ilhas de prosperidade social e econômica em meio a uma dura realidade vivida pela maioria.
spoiler: Pois o próprio Blomkamp, diretor de Elysium, acaba de vivenciar a experiência deste abismo que ele retrata no filme. Seu Distrito 9, excelente ficção-científica criada a partir da realidade sul-africana, foi produzido com modestos R$ 30 Mi, mas se saiu muito bem, inclusive no quesito efeitos visuais. Inesperadamente, o filme estourou no mundo todo - mas, especialmente no mercado americano - rendendo 7 vezes mais o investimento inicial. Para este Elysium, o diretor pôde contar com um orçamento de produção em torno de folgados R$ 100 Mi - mas corriqueiros para qualquer produção do gênero made in USA. Talvez aí more o problema. Blomkamp pode ter sofrido da síndrome da pressão econômica, que não experimentou quando rodou com total liberdade e pouca grana seu Distrito 9. Com um início promissor e fora dos padrões dos filmes sci-fi modernos, mostrando miséria mas ao mesmo tempo a solidariedade que existem de verdade e não têm nada de ficção científica, na parte final o filme se perde um pouco e passa a ser terrivelmente comum, parecendo-se obrigado a oferecer o que os grande estúdios acreditam que o público quer ver nos filmes desse gênero: muita ação, tiroteios, explosões e lutas. Pior que isso, o desfecho de Elysium é demasiadamente previsível e até mesmo apressado, carregando excessivamente num tom melodramático e utopicamente inverossímil. Sinceramente, é pedir demais "engolir" o que se passa com o personagem Kruger (vivido pelo ator Sharlto Copley, de Distrito 9). Afinal, acreditar que no futuro haverá tecnologia possível de eliminar doenças presentes no DNA é uma coisa, mas que sejam capazes de reconstruir e "ressuscitar" mortos já fica no nível de bizarros filmes de zumbis. Além do mais, a "volta" de Kruger só se justifica para entabular um embate final com o herói Max, que enfatiza uma evidente falta de solução para dar continuidade à história. Não há o mesmo frescor de um quase-documentário, a originalidade, criatividade e desenvoltura de seu filme anterior, em que tínhamos a impressão de nunca ter visto nada igual ou semelhante. Em Elysium o diretor parece querer retomar uma fórmula, mas acabou diluindo-a num roteiro não tão-bem trabalhado, além de passar a impressão de haver "sampleado" ideias preexistentes em obras como Admirável Mundo Novo, O Vingador do Futuro, Wall-E e o próprio Distrito 9. Elysium não é um mau filme, e está a anos-luz da maioria dos sci-fi feitos atualmente. Para isto contribuiu a humanização das personagens (e o bom desempenho dos atores principais, com destaque para Sharlto Copley), sua temática nitidamente social e um desenho de produção impecável. No entanto, Blomkamp já demonstrou em Distrito 9 que é capaz de muito mais, o que pode deixar cinéfilos como eu particularmente decepcionados.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa