Elysium
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4,0
3444 notas

204 Críticas do usuário

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LeandroMM
LeandroMM

27 seguidores 60 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de outubro de 2013
O filme é bom mas parece seguir uma péssima tendência em Hollywood que é a falta de criatividade para criar bons finais. O filme vale pelas excelentes interpretações dos atores, como Wagner Moura que foi brilhante. O que me incomodou em alguns momentos foram uma série de clichês como por exemplo, o herói que muda o rumo da humanidade, afinal esse clichê já foi muito explorado em vários filmes.
Thiago C.
Thiago C.

12 seguidores 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de outubro de 2013
O filme não tem uma trama cativante nem se quer criativa, acredito que deixou a desejar pela falta de explicações... Na Elysium se fala francês enquanto que na terra se fala espanhol. A atuação sempre perfeita de Matt Damon foi um dos poucos pontos positivos do filme, ainda que o roteiro seja ruim e o diretor pior ainda, Matt Damon consegue fazer com que o filme não seja um completa perda de tempo.
outro ator que na sua estreia no cinema hollywoodiano deu um show de atuação foi nosso eterno "capitão Nascimento" Wagner Moura com uma atuação brilhante na pele do hacker conhecido como Spider. Quanto a Jodie Foster teve um representação medíocre o que para mim pessoalmente foi um espanto ja que sempre se espera dela atuações exemplares.
Danilo Miranda
Danilo Miranda

10 seguidores 57 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2014
Ficção Científica, Ação, Elysium tem. Wagner e Moura e Alice Braga sem comentários. Na torcida por mais excelentes atores como eles em Hollywood.
Fabio D.
Fabio D.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de setembro de 2013
Elysiun ou a imbecilização do Paraíso

Por Fábio de O. Ribeiro 21/09/2013 às 08:56

"Mais um filme gringo que não vale nem meia-entrada."

Esta anti-utopia pós-futurista padece dos mesmos males que afligem quase todos os filmes norte-americanos recentes. O primeiro e mais evidente é a sugestão existente no roteiro de que somente a classe dominante tem direito ou capacidade para agir de maneira coesa e organizada. A classe subalterna (compota de operários, subempregados e desempregados) não pode fazer isto ou é incapaz de resistir à opressão social coletivamente, precisando sempre ser redimida por um líder nato. Via de regra, o redentor procura satisfazer seus interesses egoístas e acaba se sacrificando em prol da comunidade ou da humanidade.

No fundo, como outros filmes de vários gêneros, Elysiun cumpre uma função perversa. Ele desvia a atenção do publico de soluções políticas e possíveis para o problema real que requer a atuação do protagonista (no caso de Elysiun a desigualdade social e a falta de assistência médica de qualidade para todos) alimentando o sonho de redenção miraculosa produzida pela ação solitária e desesperada de um herói. No final do filme a jornada dele é coroada de exito por causa de uma atitude exemplar de auto-sacrifício.

O crescimento do fundamentalismo cristão nos EUA parece ter provocado um fenômeno estético interessante. A fim de garantir público e obter lucro naquele país, a indústria do cinema passou a introduzir elementos cristianizantes nos roteiros dos filmes. É por isto que quase todos os heróis dos filmes norte-americanos produzidos nos últimos tempos são versões modernas de Jesus Cristo (mas sem a eloqüência e benevolência do personagem cristão). O protagonista de Elysiun não foge à regra. Como todos os neo-Cristos cinematográficos ele sabe brigar, atirar e matar. Sabe também morrer por uma causa nobre exatamente como aqueles que carregaram o "fardo do homem branco" * durante o século XIX.

As boas cenas de ação, computação gráfica de primeira e os notórios exageros conceituais não conseguem disfarçar as diversas idéias copiadas de outros filmes. De "Eu, Robô" (2004), Elysiun aproveitou o conceito de robôs perversos que se tornam bons após a reprogramação do sistema. As "máquinas de diagnostico e tratamento" são semelhantes a que existe em Prometheus (2012). A sociedade dividida entre opulência exagerada e miséria aviltante é uma síntese dos fenômenos que ocorrem em "O preço do amanhã" (2011) e no episódio "The Cloud Minders" da série Star Trek (1969). Um herói que se torna mais forte em razão de próteses mecânicas é um clichê presente em centenas de filmes anteriores e posteriores a série "The Six Million Dollar Man" (1974/1978). O armazenamento de dados no cérebro humano através de uma interface computadorizada presente em Elysiun é uma cópia evidente do péssimo filme "Johnny Mnemonic" (1995).

Não há nenhuma grande interpretação no filme. Os atores brasileiros Wagner Moura e Alice Braga interpretam seus personagens secundários com desenvoltura e profissionalismo. Mas são apenas novos rostos latino-americanos destinados a serem triturados pela velha industria cinematográfica norte-americana. Hollywood se transformou numa linha de montagem de irrelevâncias estéticas que concentra riqueza e renda numa ponta da sociedade à custa da ilusão vendida às massas empobrecidas "ad urbe et orbe" (e que se tornarão cada vez mais simplórias se continuarem assistindo filmes gringos).

Elysiun oscila entre a banalidade sociológica (os pobres são coitados, malandros e inúteis; os ricos são egoístas e perversos) e uma crença política básica e quase utópica nos EUA neste momento (todos teriam que ter assistência médica de qualidade). Os policiais e agentes de condicional são robôs brutais e insensíveis, como se o "casuísmo jurídico" luso-hispânico fosse melhor do que a aplicação de uma regra geral abstrata a todos de maneira indistinta.

Os personagens não tem qualquer profundidade. O herói Max parece ter um sério problema cognitivo, pois ele demora a entender o conteúdo moral da história infantil lhe contada por uma menina doente que precisa ser salva. Esta mesma história infantil será a principal ferramenta de sua conversão ideológica. O personagem Spider (representado por Wagner Moura) é um hacker manquitola chefão de gangue armada. Num momento ele lucra transportando pessoas para uma morte quase certa, no outro ajuda a destruir o sistema perverso que permite a separação social entre ricos e pobres. Frey (representada por Alice Braga) é uma mãe dedicada capaz de expressões faciais ternas e convincentes, nada mais.

O principal vilão da trama não é nem o personagem de Jodie Foster (Secretária Delacourt) nem o psicopata Kruger, apesar de ambos pretenderem controlar as informações armazenadas na cabeça de Max para dar um golpe de estado e comandar o paraíso. O vilão de Elysiun é o sistema de computador que gerencia tudo e todos na estação orbital.

Alterados os parâmetros do sistema o mal é derrotado sem que os ricos sejam hostilizados ou fisicamente eliminados. Portanto, Elysiun explora a famosa ilusão de uma revolução sem vitimas, tão cara ao modo norte-americano de fazer filmes que não levam a lugar algum (porque mantém os espectadores aferrados ao individualismo e ao conformismo político e social). Se o problema dos norte-americanos é assistência médica, seria bem mais proveitoso Matt Damon estrelar um bom documentário sobre os sistemas de saúde públicos em alguns países capitalistas desenvolvidos (Alemanha, Inglaterra, etc...) esclarecendo as lutas sociais que levaram às suas criações.

Resumindo, paguei 16 reais para ver um filme de merda. Se soubesse disto teria esperado a circulação de uma copia pirata nas ruas ou na internet.
petitpate
petitpate

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de setembro de 2013
Não achei um filme tão bom assim. Vi críticas falando super bem, mas achei um filme normal, nem tão bom, nem tão ruim. O que eu não gostei mesmo foi o fim, não tem nada de surpreendente. Se você espera que esse seja um bom filme de ficção científica, vai se arrepender!
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 23 de junho de 2014
Com o nome da nave que já tinha aparecido em Pandorum,Elysium consegue focar a velha ideia de vida Damon ainda se mantendo em bons trabalhos,que praticamente é cara nhado de perto da linda e sumida Jodie Foster,e da surpresa Wagner ainda assim,é bem clichê,onde não aproveita em nada as cenas que talvez causariam um grande impacto na açã o diálogos são mas presentes do que até mesmo a verdadeira ação.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de setembro de 2013
Há 4 anos, Neil Blomkamp estreava no cinema com uma sci-fi inovadora, muito bem dirigida e que o projetou pro resto do mundo de forma instantânea: seu filme, pequeno, conseguiu inclusive uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. De lá pra cá, ele veio trabalhando em um filme com quase quatro vezes mais orçamento do que seu filme de estreia, e uma promessa de que nesse seu primeiro filme grande, fizesse um blockbuster tão consistente quanto Distrito 9. Mas parece que os maiores recursos fizeram mal ao talento do diretor, uma vez que Elysium é bastante falho, inconstante e, muitas vezes, até meio estúpido.

[CONTÉM SPOILERS]

Até certo ponto do filme ele se sustenta com uma história bastante promissora e intrigante, que separa a Terra em praticamente dois mundos, o dos ricos, com todo tipo de recurso, e o dos pobres, nas piores condições de vida possíveis. A missão da Direção de Arte de criar esses dois mundos distintos de forma que fossem extremamente fáceis de reconhecer também foi bastante bem sucedida. O primeiro erro mora no fato do filme em momento algum nos apresentar aos habitantes de Elysium. Fora alguns figurantes aqui e ali, sabemos quem são eles de forma bastante superficial. E não dá pra ignorar a forma fácil com que os fugitivos da Terra conseguem entrar nas casas, SEMPRE vazias, sem que ninguém faça nada a respeito.

Se os problemas do filme morassem apenas nisso, estariam bom, mas este aqui é o típico filme-peneira: pra qualquer lugar que você olhe, encontrará algum furo ou alguma passagem que só existe pra dar ação ao filme. Aliás, as cenas de ação são um tanto quanto mal engendradas, rápidas demais. É como se a mão da direção tivesse ficado bastante frouxa nesses confrontos. Os personagens, aliás, são extremamente pouco desenvolvidos. Existem os bons e os maus, e nada separando-os. Em Elysium estão os vilões, liderados por uma Jodie Foster que também parece não estar nada à vontade no papel. Já na Terra, vemos o protagonista da história, Max, que faz de tudo por sua vida ao longo de todo o filme pra, no final, sacrificar-se em nome de toda a humanidade. Até o vilão interpretado por Sharlto Copley - o melhor do elenco, inclusive - é maniqueísta ao extremo, e tem algumas ações nada condizente com a sua personalidade, como a cena em que ele resolve levar mãe e filha pra nave que, convenientemente, Max entraria momentos depois, para - como ele diz no final - "salvá-las".

Em certo ponto do filme, o roteiro simplesmente se esquece das regras estabelecidas anteriormente, e passa por cima de todas elas em nome da ação. A exemplo da cena que, mesmo depois de ninguém conseguir decodificar os códigos saídos da cabeça de John Carlyle, Spider apenas olha e já descobre do que se trata. Ou, quando no meio de seu clímax, a nave de Spider simplesmente entra na atmosfera da Elysium e pousa no satélite sem consequência alguma por isso. Spider, aliás, é um caso à parte. Fiquei extremamente decepcionado ao notar o tom caricato empregado por Wagner Moura ao personagem que estava defendendo. São poucos seus momentos em que ele não descamba pro "overacting". O tom de voz escolhido por ele pro Spider também é bizarro e a inserção dos xingamentos em português em alguns momentos do filme é muito deslocada. Uma pena, porque todos nós sabemos o potencial imenso que Wagner Moura tem.

O desfecho do filme é tão mal engendrado que fica até difícil de comentar qualquer coisa. O fato é que vendo Elysium, principalmente na sua hora final, fiquei pensando bastante que estava diante do Prometheus de 2013, porque ele sofre de problemas bastante parecidos com os que o filme de Ridley Scott tem. Um projeto com uma premissa espetacular, que prometia bastante e no fim não passa de uma ficção com sérios problemas de montagem, roteiro e desenvolvimento. O filme vai passar batido, literalmente. E é uma lástima, principalmente para nós do Brasil, por termos dois atores nossos no elenco (por causa do espanhol presente no filme, diga-se de passagem, já que pra norte-americano, os latinos são todos iguais), e dois atores bastante competentes. O negócio é esperar pelo próximo filme de Bloomkamp ser mais parecido com Distrito 9 do que com esse aqui.
Henrique M.
Henrique M.

9 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de outubro de 2013
É um filme razoável, porem eu esperava mais.
Mas talvez seja bem pessoal, vale a pena assistir e tirar sua própria conclusão.
Junior E.
Junior E.

9 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de outubro de 2013
Sinceramente, o filme besta!!!!...................................................................................
Ewerton M.
Ewerton M.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de setembro de 2013
Gente, que postou comentários de bom e excelente me desculpem, mas esse filme não vale nem meia entrada, o que salva são os efeitos especiais, esse roteiro sem pé nem cabeça, meu Deus.. Um lugar como elysium com a segurança que teve, acho que viajaram de verdade nessa historia!!!! Péssimo!!!
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