Intocáveis
Média
4,6
10004 notas

343 Críticas do usuário

5
219 críticas
4
98 críticas
3
23 críticas
2
3 críticas
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Jacqueline
Jacqueline

8 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de outubro de 2013
O filme mostra o preconceito e as dificuldades dos imigrantes que vivem na França.
Mostra também como o ambiente tem infuência na personalidade do indivíduo.
A mistura bem sucedida de drama e humor é o que agrada no filme.
E o personagem do tetrapégico nos dá a lição que ser elegante não é o mesmo que ser esnobe.
Daniella C.
Daniella C.

9 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de janeiro de 2014
Philippe e Driss, que encontro maravilhoso! Esse filme é sensacional. Já assisti 6x e não me canso. Tudo é bom, a atuação dos artistas, o roteiro, tudo... é um drama sem ser piegas e cômico nos momentos certos. Um dos meus filmes preferidos!
Yan
Yan

8 seguidores 47 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de julho de 2014
Feliz surpresa ao assistir Intocáveis. Filme belíssimo, nem pelo conteúdo tecnico mas pela própria história. Ambos atores principais (François e Omar) estão em extrema harmonia. Nos presenteia com a simplicidade que deve ser vivida a vida, que mesmo diante de fardos imensos ainda assim pode ser bem vivida. Omar Sy desempenha de forma contumaz seu papel. Um presente.
Amanda A.
Amanda A.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de maio de 2013
O filme intocáveis,realmente tocou meu coração,e de maneira alguma houve racismo. Muito pelo contrário,mostrou q não importam as raças mas sim o respeito,companheirismo,e fidelidade... Intocáveis tem o meu respeito!!!
Dulci B
Dulci B

7 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de setembro de 2020
Um dos filmes mais lindos que já assisti na vida!! Realmente não tem como não ser tocado por ele! Emocionante!
Lourena F.
Lourena F.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2013
Filme maravilhoso, vale muito a pena assistir, de drama mas ao mesmo tempo muito humor ;
dá pra refletir um pouco sobre a vida !


Filme nota 1.000
Ricardo O.
Ricardo O.

47 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de junho de 2014
É necessário começar afirmando que o trailer deste filme o vende quase como um qualquer-coisa-enlatado. Não é por aí. “Intocáveis” e seu humor áspero e seu descompromisso em “parecer bonitinho” me remeteu direto a certos trechos de “Escafandro e a Borboleta”, que vi apenas neste ano.

As opções em mãos poderiam levar facilmente a dupla de diretores às soluções fáceis para uma construção piegas da narrativa: contato entre riqueza e pobreza; a perfeita capacidade de andar e a completa incapacidade de se mover, do pescoço pra baixo; a França tradicional e culta diante dos imigrantes africanos com seus costumes e “ignorâncias”.

E ainda que se permita a tantos pequenos clichês, “Intocáveis” é muito maior. É lição de vida sem querer ser, justo porque zomba dos sermões, dos discursos programados para salvar – daqueles candidatos ao cargo de ajudante que, com respostas prontas, são pós-graduados em auxílio aos deficientes. Eles sentem pena – justo o que Philippe não precisa.

Claramente interessado nesta dinâmica de não soar perdido em algum didatismo sobre “como viver melhor no caso de você se tornar tetraplégico”, o filme até carece de melhor conflito, para um clímax mais forte. As resoluções são simples e às vezes nem a sentimos adequadamente – como a separação momentânea entre os dois, por exemplo. O que vale observar, porém, é que justamente esta fórmula “grande conflito” seguido de “grande retorno” é típica do cinema enlatado e podemos viver um pouco sem ela.

A cena inicial de “Intocáveis” revela muito sobre o significa a relação entre os dois: Driss e Philippe tornam-se comparsas. Ao fim, sabemos do que fogem. Não é da polícia ou dos medos, mas da vida. Não no sentido de negar a realidade, mas fugir em direção à afirmação de que pode-se, às vezes, transcende-la, indo sem rumo, focado em apenas respirar a vida que realmente importa.
Gustavo O.
Gustavo O.

34 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de outubro de 2012
“Intocáveis”, definitivamente, é um filme onde tudo é bem feito, nada realmente soa exagerado, os pequenos defeitos passam despercebidos, a direção é mais do que competente, as atuações dos dois atores principais são simplesmente incríveis, a moral é fascinante e, o mais importante, tudo isso é imensamente agradável de assistir. Ou seja, o êxito do drama (muito bem humorado, por sinal – mais detalhes na sequência) é inquestionável, pois, mesmo que não se comprometa em ir além e tampouco chocar ou polemizar o público, se dedica a todo o tempo em narrar sua história, por si só, fascinante.

A trama baseada em fatos reais (vale dizer que os créditos mostram as verdadeiras pessoas) gira em torno de Philippe (François Cluzet), um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy)- que se interessara pela vaga simplesmente para conseguir mais uma assinatura em seu processo de “seguro desemprego”- um jovem problemático e humilde. De início, eles enfrentam vários problemas, já que ambos têm temperamento forte, mas aos poucos passam a aprender um com o outro.

Não há dúvidas que o grande mérito de “Intocáveis” consiste no fato do ótimo roteiro, de Olivier Nakache e Eric Toledano (também diretores do longa), “amenizar”, de certa forma, a difícil situação ao inserir várias sacadas de humor nos diálogos, assim o filme foge bem do melodrama, e quando as situações tocantes surgem, as mesmas se desenvolvem com naturalidade acerca de tudo aquilo que vinha sendo construído desde o primeiro plano da projeção, não apelando para a “compaixão” do público e tampouco dos personagens. Então, todo o amável clima do filme aliado a um ótimo trabalho da dupla (vale a pena ressaltar a hábil montagem que constrói uma deliciosa narrativa) resulta em algo brilhante e difícil de se ver todo dia (e, merecidamente, o filme se tornou a maior bilheteria na história do cinema francês, ultrapassando a casa dos 400 milhões!). Merece méritos também a fotografia de Mathieu Vadepied, que contrasta cores casando muito bem com a realidade da fita, sem contar que na maior parte das cenas de diálogo os planos são bem fechados nos rostos dos personagens, evidenciando os conturbados estados de espíritos dos mesmos juntamente com uma ótima direção de arte.

As subtramas, porém, às vezes prejudicam o ritmo do drama, pois certos elementos (principalmente envolvendo a família de Driss e a filha de Philippe) são mal desenvolvidos e soam desnecessários à narrativa, mas antes que o filme possa ter seus méritos diminuídos, não há como deixar de mencionar a trama envolvendo a relação entre Philippe através de cartas com uma mulher, no entanto o medo do homem deficiente é tão grande que o impossibilita de marcar um encontro com a moça aparentemente “normal”.

E à medida que o filme se desenvolve nos emocionamos com vários momentos que permeiam o roteiro, como, por exemplo, as profundas conversas entre Driss e Philippe, cujas vidas, apesar de tudo, são vividas com esperança e felicidade. As diferenças entre eles, todavia, são somente superficiais, pois no fundo do mar sem fim da alma são sujeitos iguais em realidades diferentes.

Por outro lado, damos risadas em muitos momentos durante a narrativa de “Intocáveis”, principalmente quando Driss brinca com o fato de Philippe tecnicamente não poder ter relações sexuais e seu “maior ponto de prazer” é a orelha, algo que desencadeia uma ótima descontração ao contexto naturalmente nostálgico e triste. Como esquecer, também, as várias ocasiões quando Philippe dá fortes tragadas nos cigarros de Driss (este último que possui um hilário desejo para com a "assistente" de Philippe), ou quando o rapaz se diverte com o fato de seu patrão venerar a arte a ponto de comprar obras abstratas – que aos olhos de Driss nada mais são do que quadros com “gotas de sangue de nariz” – por altas quantias?... Enfim, já deu para perceber que “Intocáveis” suaviza seu clima dramático o suficiente para divertir, mas em momento algum deixa de transmitir sua verdadeira mensagem e muito menos de atingir seu objetivo como drama.

Infelizmente, o roteiro de Olivier Nakache e Eric Toledano força um pouco a barra no terceiro ato do filme, quando Driss, sem reais motivos para ir embora, deixa Philippe desolado em profunda depressão. Porém rapidamente somos compensados por ótimas cenas belíssimas, como, por exemplo, o tocante momento em que Philippe, com a ajuda de seu fiel amigo, encontra a suposta mulher com quem mantinha contato há meses (lembra-se dela?), e que com ela prosperaria o restante de sua vida, inclusive com mais dois filhos, e viveria com felicidade apesar de todas as complicações (e a principio até parece dificio de acreditar que tal fato realmente ocorrera na realidade, mas, após refletir por alguns segundos, compreendemos que uma cadeira de rodas é definitivamente incapaz de impedir que um amor verdadeiro floresça...).

Portanto, “Intocáveis” é inegavelmente um filme belíssimo e perfeitamente acessível para todas as idades, pois, apesar dos pequenos erros naturais, comove e diverte com genuinidade, mas serve principalmente como uma esplêndida lição de amor e vida, ou melhor, como aula de humanidade.
Bell B.
Bell B.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2015
Um filme maravilhoso! Acho impossível alguém não gostar. Ainda mais baseado em fatos reais.
Manu D.
Manu D.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2014
Sério que o ADORO CINEMA comparou este filme a "Se eu Fosse Você"??? "Intocáveis" pode até não inovar no roteiro, mas com certeza traz uma sensibilidade ímpar. Na minha humilde opinião este é um filme incrível, delicado e divertido... SENSACIONAL!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa