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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Almanaque Virtual
O poderoso conjunto de forças de Iñárritu e Lubezki consegue se sobressair a seus trabalhos anteriores, usando a magnificência da natureza em trezentos e sessenta graus como protagonista, sempre em consonância com o personagem de DiCaprio.
Chicago Sun-Times
O filme é violento e implacável [...] Poucos filmes têm feito um trabalho tão brilhante de capturar a dureza da vida dos homens e da história de quase dois séculos atrás.
Cinemascope
Sem dúvidas, a qualidade técnica do filme é louvável, sobretudo a fotografia e o seu mise-en-scène – composto por longos planos-sequência. Entretanto, o grande destaque é a magnífica interpretação de Leonardo DiCaprio...
Cinepop
[...] um longa-metragem grandioso (em todos os sentidos), com belas paisagens, ótimas atuações e uma fotografia que beira ao espetacular. Sem dúvidas, a câmera eletrizante de Iñárritu eleva a qualidade das sequências transformando a experiência de assistir a esse filme em algo épico.
Collider
A câmera não é apenas "um personagem" em "O Regresso", mas a peça central do filme de Iñárritu. Mesmo no cenário mais árido e duro, você nunca está sozinho. A câmera - onipotente, embora você não a veja - é divina, prova de que existe mais do que este mundo.
Estado de Minas
O visual cheio de virtuosismo de "O Regresso" se contrapõe a uma história simples. O que move o personagem é vingança e sobrevivência. [...] As mais de duas horas e meia da jornada extenuam também o espectador – a experiência só vai crescer com a exibição de "O Regresso" em IMAX...
New York Times
[...] Iñárritu não se contenta em simplesmente seduzi-lo com a beleza extasiante e o terror aniquilante; ele quer explodir sua mente, para amplificar sua experiência de filme de arte com blockbuster - de um jeito incrível.
Papo de Cinema
No caso de "O Regresso", o mais importante não é a trama, mas a experiência completamente sensorial que diretor e sua equipe propõe ao espectador. [...] Iñárritu prova, de uma vez por todas, que não é necessário 3D para conseguir fazer com que sua plateia fique imersa.
The Guardian
O que é impressionante neste filme de Iñarritu é a sua unidade e sua fluência narrativa: não importa o quão extenso seja, a tensa trama está o tempo todo sobre o controle total do diretor, narrada através de planos grandiosos, incríveis e verdadeiramente corajosos...
Cinegrafando
É um filme para se contemplar. As cenas mais parecem quadros pintados por um grande artista [...] Dirigido pelo mexicano Alejandro González Iñárritu, "O Regresso" tem cenas difíceis de esquecer, daquelas que ficam martelando na cabeça por um bom tempo.
Cineweb
O êxito do filme [...] reside numa mistura em dose exata entre o apego ao realismo e o acirramentos das emoções primais deste grupo de homens extremados. "O Regresso" tem a temperatura e o eixo moral de um faroeste e conta com uma dupla de rivais à altura.
CineClick
"O Regresso" justifica suas doze indicações ao Oscar 2016 com produção primorosa, visual impressionante, atuações convincentes e por mostrar o velho-oeste de uma forma visceral e feroz.
Cineplayers
É um western completo com sangue, tiros e personagens que nada têm a perder. Tem seus excessos, poderia muito mais ter se concentrado na jornada da sobrevivência, mas é um grande filme, impactante, épico, enérgico e que usa o poder do cinema como poucos trabalhos esse ano fizeram.
O Globo
Como os bons heróis, seu personagem [de Leonardo DiCaprio] tem um pé lá e outro cá (é pai de um adolescente mestiço) e um grande senso de Justiça. Com ajuda de uma maquiagem que o deixa todo estropiado, ele conduz o drama de boa parte de “O Regresso” praticamente sozinho.
Rolling Stone
A atuação visceral dele [Leonardo DiCaprio], sem dúvida, merece ser vista, mas "O Regresso" não é um filme para todo mundo. O longa é frio, extremamente violento e um pouco arrastado. Um dos trunfos é a cinematografia deslumbrante de Emmanuel Lubezki.
Rubens Ewald
Isso (Alejandro G. Iñarritú e Emmanuel Lubezki ganharem o Oscar novamente) pode acontecer e seria mesmo justo, porque o trabalho de ambos é absolutamente incrível, já que O Regresso captou a natureza selvagem de uma maneira majestosa.
Screen International
Os truques e a autoindulgência do diretor Alejandro G. Iñarritu aumentaram em intensidade, mas com "O Regresso", o seu inegável talento e sua genialidade também o fizeram.
The Hollywood Reporter
Para um diretor que normalmente leva vários anos entre os filmes, Iñarritu foi notavelmente desafiado com a produçãod de seu filme mais ambicioso apenas um ano depois de seu "Birdman" ganhar vários prêmios.
The Playlist
Um dos filmes de ação com melhor direção de 2015, e Iñárritu fez um ótimo trabalho em um gênero normalmente mal aproveitado. No entanto, nem o trabalho de câmera mais engenhoso consegue melhorar o roteiro simplista.
Télérama
O fio confutor, além do sofrimento, é mais do que nunca a performance - essência das obras de Iñárritu. Existe uma loucura hollywoodiana, cativante em si, nesta sucessão de obstáculos desumanos, que são desafios lançados a todo mundo: ao diretor, aos técnicos, aos atores e aos espectadores.
Variety
O resultado é um filme robusto, fisicamente esmagador, cheio de passagens marcantes de cinema puro mas, em última análise, adejtivos que mantém a catarse superficial.
Screen Rant
"O Regresso", embora seja divertido em alguns momentos, acaba parecendo um filme de escola numa escala grande e mais experiente, com a mesma tendência a ser autocondescendente na técnica e na forma, ao invés de apostar no conteúdo e nas sensações.
Boston Globe
[...] o astro Leonardo DiCaprio e o fotógrafo Emmanuel Lubezki nem sempre conseguem elevar a narrativa ao nível mítico que eles almejam alcançar durante o filme.
Quarto Ato
Há uma beleza em diversos pontos de seus inúmeros sentidos de busca por transcendência, mas falta algo palpável para transformar os significados [do longa] em algo menos óbvio. Por fim, "O Regresso" é um filme desprovido que procura reinventar a roda da forma mais “hollywoodiana” possível.
Zero Hora
Pena que o cineasta mexicano, outrora conhecido pelos filmes corais ("Amores Brutos", "Babel"), não tem mão firme para explorar a dor humana (vide o mais recente "Biutiful"). Tivesse uma direção menos histriônica, "O Regresso" poderia ser um filmaço.
ScreenCrush
Apesar da absoluta dedicação de DiCaprio, ele não tem a responsabilidade de fazer nada além de grunhir, e Hardy, que parece ser alérgico a falar com clareza diante das câmeras, entrega mais uma de suas atuações murmurantes e lunáticas.
Folha de São Paulo
"O Regresso" não é tanto um filme quanto um episódio de "No Limite" fotografado por Emmanuel Lubezki. A atuação de DiCaprio se resume a gritar, babar e fazer cara de dor...
Gazeta do Povo
A questão é que o talento absurdo de Iñárritu é maior que a história que ele conta. É uma sensação estranha: “O Regresso” é uma experiência visual intensa, mas o conteúdo do filme é de uma banalidade desnorteante.
Omelete
"O Regresso", um filme cheio de som e fúria que só toca marginalmente e com casuísmo em questões da formação da identidade americana, tem na megalomania formal seu começo e seu fim.
Washington Post
Apesar da dor, tanto literal quanto figurada, que o filme utiliza para convencer os espectadores de sua própria importância, "O Regresso" não consegue escapar das garras incapacitantes da própria pretensão. Nos filmes, assim como na vida, às vezes você caça o urso e às vezes o urso caça você.
Critikat.com
Concebido como o negativo de "Birdman" [...], "O Regresso" sofre no entanto com a mesma busca pela performance, compreendida de duas maneiras: de uma parte, a ideia da virtuosidade que beira o vazio, [...], e do outro lado, uma concepção bastante pobre da atuação.
Télérama
É na impossibilidade de representar a verdadeira selvageria que o cineasta empaca: o urso digital (que dilacera DiCaprio com cuidado) parece extremamente artificial e patético. Este efeito que faz rir dita, infelizmente, o tom do filme inteiro.
Chronic'art.com
Por trás da máscara formalista de grande liberdade (a câmera circula os rostos e as paisagens), encontra-se apenas uma minúscula mecânica do sofrimento. Neste sentido, a atuação de DiCaprio não passa de uma orgia de baba e ranho numa espécie de "No Limite" congelado...