O Regresso
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4,4
6428 notas

423 Críticas do usuário

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João Paulo R.
João Paulo R.

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2016
História fraca, filme maçante! Apesar disso, maquiagem excelente, fotografia excelente e DiCaprio impecável como sempre!
joão F.
joão F.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2016
O filme realmente é de prender o folego, mas confesso que a saga do protagonista torna-se um pouco cansativa para o telespectador.
italolopes
italolopes

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
DiCaprio sem dúvida é um grande intérprete e fez muito bem seu papel. Espere por muito sofrimento, muita força, luta e obstinação. A história é bem bolada, mas peca pelo exagero dos poderes do DiCaprio, que quase chega a voar. Também há exagero de cinza tornando tudo muito obscuro, mesmo para o Iñárritu.
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
A instável floresta de DiCaprio
...
Confesso que há muito tempo não ficava tão ansioso pra assistir a um filme como fiquei com “O Regresso”. Tanto que nem esperei o Carnaval terminar e, na terça-feira mesmo, já fui escolhendo uma sala vazia, um saco de pipoca bem grande, uma poltrona central, numa concentração total. Mesmo eu não procurando saber muita coisa sobre o filme antes de vê-lo, fugindo loucamente dos spoilers, soube que existe toda essa magia em torno do longa por mil motivos: a história é real; foram incríveis 12 indicações ao Oscar 2016; o papel pesado, sofrido e desafiador que Leonardo DiCaprio desempenha é surpreendente; e, claro, o diretor Alejandro G. Iñárritu – vencedor do Oscar do ano passado com “Birdman” – usa e abusa de recursos que só o seu detalhismo pode nos oferecer, como incríveis planos-sequência, cenas com exuberantes paisagens envoltas às tensões e às angústias humanas, além de ter o poder de deixar interessantíssima e nada lenta uma produção de duas horas e 36 minutos de duração, cujo protagonista fala muito pouco ou quase nada. Fim. Já me conquistou.

Bem, esse protagonista é Hugh Glass (Leonardo DiCaprio). Na bela região montanhosa no Noroeste do EUA, em 1822, em meio à selvageria entre colonos ingleses, franceses e indígenas em busca de peles de animais para venda, Glass sai com um grupo para caçar, mas é atacado violentamente por um urso. Seriamente ferido, ele é abandonado à própria sorte pelo antagonista John Fitzgerald (Tom Hardy), que ainda rouba seus pertences e mata seu filho. Com todas as adversidades, Glass consegue sobreviver e trava uma árdua jornada em busca de vingança. Incontáveis cenas de ação deixam claro que o personagem é um verdadeiro ser imortal. Mas, com a perfeição de Iñárritu, em nenhum momento você passa a duvidar daquele surrealismo. O tom intimista do diretor – com movimentos bruscos de câmera e, às vezes, tão perto do protagonista que chega a embaçar a lente – elevam a tensão em cena. Nunca vi tantos conjuntos de cena que dessem tanta agonia. E, dentro desse âmbito, DiCaprio se apresenta como a figura real para essa plenitude.

Em transe, sob o sussurro de seu antigo amor, uma indígena mãe de seu filho, morta por colonos no início do filme, ele segue seu martírio. “O vento não derrota uma árvore de raízes fortes”. Completamente ferido, sem fala e sem nenhuma condição de seguir viagem sozinho, quem dirá de lutar pela sobrevivência, ele continua buscando forças na vontade de se fazer justiça. “Se você olhar de perto, vai jurar que seus galhos são fracos. Mas se notar o tronco, verá a estabilidade dela”. Uma lição de moral que para muitos não funcionaria, para Glass, foi a injeção de forças necessária para superar todas as atrocidades. Entre cenas com paisagens nítidas e pores do sol encantadores – as filmagens foram feitas o tempo todo usando a luz natural, um exímio trabalho do diretor de fotografia Emmanuel Lubezki, que pode render seu terceiro Oscar seguido, depois de “Gravidade” e “Birdman” –, o intenso personagem de DiCaprio pode e deve dar a ele, enfim, a sua primeira estatueta.

Seria injusto, após dez meses de gravações, enfrentando temperaturas baixíssimas, carregando um “casaco” de pele de urso que, molhado, chegava a pesar 50 kg – outro notável trabalho da figurinista Jacqueline West –, comendo fígado bovino cru em cena, mesmo sendo vegetariano, mergulhando de cabeça nas insanidades mais que realistas do diretor, se DiCaprio não levasse o maior e mais almejado prêmio de sua história. “A gravação de uma cena dura minutos, o filme é para sempre”, assim disse o ator quando questionado sobre os desafios aos quais se submeteu durante a produção do filme. E é assim, sob a perspectiva dessa frase, que você sai da sala de cinema, pensando: “É, Leo... Agora vai, mas, se não for, reflita comigo: se em uma tempestade, uma árvore não cai por causa de seu tronco e suas raízes fortes, não deixe que a falta de estabilidade dos seus galhos fracos e de suas folhas leves seja um peso em sua carreira. Uma simples semente se torna uma planta rara de uma floresta em poucos dias. Traduzindo, sem mais naturebas palavras, sem mais nenhuma metáfora: vencendo ou não, já estou insano esperando pra ver o seu próximo filme, mano!”.
Marcão
Marcão

24 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Antes de sair em busca de vingança, cave duas covas. Após o quase inacreditável Birdman, o simpático diretor mexicano Alejandro González Iñárritu volta às telonas para dirigir o incrível O Regresso (The Revenant), filme que provavelmente dará o primeiro Oscar da carreira do ótimo ator Leonardo DiCaprio. O projeto possui inúmeras qualidades: um longa-metragem grandioso (em todos os sentidos), com belas paisagens, ótimas atuações e uma fotografia que beira ao espetacular. Sem dúvidas, a câmera eletrizante de Iñárritu eleva a qualidade das sequências transformando a experiência de assistir a esse filme em algo épico.
O personagem de Tom Hardy, John Fitzgerald, é um homem bruto, totalmente inconseqüente, que adora contar historias passadas. Possui um forte instinto para matar além de ser extremamente egoísta. Esse egoísmo é a característica mais marcante deste excelente trabalho de Hardy na condução de Fitzgerald, conseguimos entender um pouco os objetivos do mesmo durante toda a projeção, o que ajuda a nos conectarmos mais ainda com a história.
O Regresso (The Revenant), é um filme mais que indicado a quem ama cinema. Uma última curiosidade sobre a produção é que DiCaprio encontrou sua melhor atuação longe de seu grande mentor, Scorsese. Mas aprendeu bastante com o mestre né Leo?! Não percam esse filmaço! Bravo
Márcio P.
Márcio P.

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Faltou um pouco mais de ação, mas tenho que considerar a grande atuação do Dicaprio. Achei que faltou um pouco mais de cadência entre as cenas, mas ainda é digno de suas indicações à estatueta dourada.
Vanessa C.
Vanessa C.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Top! Sensacional! Único! Maravilhoso!
Muita gente saiu do cinema criticando, mas creio que não estavam preparadas para tamanha grandiosidade!
Surreal de tão magnífico! Eu me senti dentro do filme!
Leandro B
Leandro B

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
O Regresso já pode ser chamado de épico. É um filme ambicioso, agressivo e ousado. As atuações do di Caprio e Tom Hardy são um caso à parte, ambos estão ótimos. O filme prende a atenção do espectador do começo ao final, cada cena é mais envolvente que a próxima, o cenário é simplesmente deslumbrante e a fotografia do filme captura bem isso, paisagens de tirar o folego. O desenrolar da história é bem fluido, apesar de algumas cenas serem um pouco mais devagar e sem ação, há uma preocupação enorme com os detalhes que não tiram o mérito em momento algum. A história é pesada, algumas cenas pesadas até demais, mas depois que se está "habituado" com o filme, nada parece mais fora do normal na luta pela sobrevivência. Sem dúvida, um filme para ser visto e apreciado.
danicarreis
danicarreis

46 seguidores 71 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
De tirar o fôlego... Que filme! Uma história dura, contada com verdade... Não poupa o espectador de vivenciar juntamente com os personagens os sentimentos de medo, dor, tristeza, finitude, ... Aliás, Iñarritu é mestre em mostrar a dualidade da natureza humana sem filtros, com verdade e dureza! E essa sua característica tão peculiar, na minha opinião, o coloca no patamar dos gênios, dos cineastas de excelência! Como em "Amores Brutos", "Babel", "21 Gramas", "Biutiful", o ser humano é mostrado sem máscaras, com todos os seus adjetivos! Leonardo di Caprio está perfeito, é difícil expressar em palavras a sua brilhante atuação ... Acho impossível q alguém consiga tirar o Oscar de suas mãos, desta vez! Sem falar na fotografia, q é uma das mais belas q eu pude ver ultimamente! Realmente este é um filme q deve entrar para a galeria das grandes obras cinematográficas!
Fred N.
Fred N.

37 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
É o filme perfeito do ano. Vou criticar o que nele? Tem que ser muito chato para falar algo de ruim deste filme!
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