O Regresso
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4,4
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419 Críticas do usuário

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Davison P.
Davison P.

166 seguidores 132 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de maio de 2016
The Revenant (O Regresso)
Sobrevivi a um ataque de índios, desci rio abaixo socorrendo meus companheiros feridos, fui caçar, um urso me destruiu, quase morri, fui salvo por meus amigos, resisti, mais me tornei um fardo e como a jornada era perigosa, fui deixado pra trás, com meu filho e dois guerreiros pra me proteger, um deles matou meu maior amor e coagiu o outro a me deixar, fui enterrado vivo. A dor de ver meu filho ali congelado, queimou meu coração, minha alma, me fez renascer das cinzas em busca desse traidor, vou caça lo, vou destruí lo, pelo meu maior amor, vou fazer de tudo.
Valdemir P.
Valdemir P.

34 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de março de 2016
O regresso (The Revenant) rendeu três Oscars: direção, melhor ator (para Leonardo Di Caprio, que nem precisou decorar texto, mas teve que introjetar profundamente um Hugh Glass dilacerado por dentro e por fora, o tempo todo) e melhor fotografia (uma valorização das grandes tomadas para mostrar a força da natureza e a pequenez do homem, além de sua capacidade de se adaptar e resistir).
Trata-se de uma película tipicamente holliwodiana, à base de uma saga de herói (Christopher Vogler explica e pontifica a respeito deste formato) em contexto de faroeste, na qual os personagens são planos, simples, representando bem e mal de modo completamente maniqueísta, absorvendo o espectador por 2h36min, graças à tensão presente nas cenas de confronto, enfrentamento de adversidades de uma jornada dura e perseguição; e graças, também à descompressão proporcionada pelas tomadas em que americanos, franceses e indígenas são engolidos e às vezes mastigados pela natureza onipotente do Novo Mundo, selvagem pela geografia e também pelos seus ocupantes originais.
O fio condutor da trama: Hugh Glass regressa (praticamente da morte) para vingar o assassinato do filho (Hawk, Forrest Goodluck) e o próprio abandono à sorte (depois de gravemente ferido por um urso), por John Fitzgerald (Tom Hardy); ele que antes vivera o trauma de ter sua mulher (uma “pele vermelha”) morta por homens brancos que atacaram sua tribo, ferindo inclusive o filho, salvo por ele.
Cobiça, obstinação e vingança são os temas A história é de homens em busca de riqueza (peles e não ouro ou pedras e metais preciosos), enfrentando obstinadamente o rigor das estações, as adversidades geográficas, doenças e acidentes, ataques dos índios ferozes e, destacadamente, a possibilidade de traição entre eles próprios. A intolerância à traição é magnificada: o traidor é caçado até a morte – final justo, mas não feliz.
Imersos em um ambiente tão hostil, um grupo de poucas dezenas de homens não pode tolerar, de modo algum, um quinta coluna entre eles. Embora tenha sido necessário Glass se converter em herói para vir a vingar-se de Fitzgerald (que zomba até mesmo de Deus: Ele é um esquilo, muito bom para se comer quando se está faminto), foi antes buscado pelo capitão do grupo (Andrew Henry, Domhnall Gleeson), para ser justiçado por não honrar ter sido pago para cuidar de Glass em sua convalescência e enterrá-lo dignamente caso viesse a falecer. No confronto, morre o capitão. O mal vai vencendo.
Mal que acossa a consciência, cada vez mais pesada, de Bridger (Will Poulter), conhecedor das atrocidades de Fitzgerald e, à revelia de sua vontade, cúmplice dele. Mal que os homens brancos vivem questionando se prevaleceria também entre os índios (Não teria sido melhor os americanos não terem feito o que fizeram com os “pele vermelhas”?) – questionamento que no filme se apresenta na forma onírica de falas consoladoras e incitadoras da mulher morta de Glass e reaparece na caçada aos franceses que raptaram a filha de um chefe tribal.
Visões de mundo em confronto, valores em jogo. Num contexto de valores minguantes, em que a sociedade americana chafurda na lama de uma crise provocada pela exacerbação de seu mote principal, bandeira de seu processo civilizatório: os negócios e a sagacidade individual. Que não deixam margem a poesia alguma: como imaginar um homem branco se divertindo com o ato de esticar sua língua para recolher flocos de neve e engoli-los, em meio às à ameaça de uma tempestade que vem chegando, estando eles sem abrigo?
Julio C.
Julio C.

15 seguidores 74 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de agosto de 2017
É digno de 5 estrelas, as cenas são muito bem feitas, principalmente a luta contra o Urso, o drama foi bem intenso, sem mais o qie poder dizer, só que esse filme é incrível! ❤
Felipe M.
Felipe M.

15 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2016
Filme muito bom. Estou torcendo muito pro Leonardo DiCaprio ganhar o Oscar, assim como tb o Diretor do filme.
Weid W
Weid W

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2017
A primeira coisa que vai te surpreender nesse filme é a fotografia, depois as atuações, num é atoa que finalmente DiCaprio ganhou um oscar de melhor ator... Kkk... A ambientação, a atmosfera, e a iluminação natural tornam esse filme uma obra de arte visual, apesar de um enredo simples sobre vingança, nada fora do comum, vale muito a pena assistir cada minuto desse filme...
claytonvinis
claytonvinis

13 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2016
O filme é muito bom, tem ótimas cenas, cenário e figurino excelentes a historia é baseada em fatos reais.

spoiler: O que não gostei é as alucinações que ele tem durante o filme o que não acrescenta nada para a trama e o fato de aumentar a duração do filme tirando isso o filme é muito bom vale a pena assistir
Renata S.
Renata S.

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Filmaço
Show de interpretação do Leonardo Di Caprio
Se ele ñ levar o Oscar dessa vez ñ leva
nunca mais!
Ricardo M.
Ricardo M.

13.427 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de maio de 2016
Visceral...

Já renomados e aclamados pelo público e crítica, o ator Leonardo diCaprio e o diretor Alejandro González Iñárritu sempre são indícios de que coisa boa existe quando há a participação de cada um, porém, quando a dupla se une para criar algo para as telinhas, o resultado é nada menos que primoroso.

O Regresso, que concedeu o Oscar a ambos em 2016, é baseado em uma ocorrência real. Em 1822, Hugh Glass (Leonardo DiCaprio), junto com seu filho partem para o oeste americano para caçar animais selvagens e extrair suas valiosas peles. Embora com um grupo bem preparado e em grande quantidade, eles são atacados e durante a fuga, Glass é atacado por um urso cinzento, que faz tal ato na tentativa de proteger seus dois filhotes. Gravemente ferido em consequência do ataque, o protagonista fica sob os cuidados do filho e do antagonista John Fitzgerald (Tom Hardy), este último responsável por deixá-lo para morrer no frio intenso e praticamente imóvel devido aos recentes ferimentos. Sem alimento, tremendamente machucado e com um desejo irrefreável de vingança, Glass dá início ao seu impressionante regresso.

Apesar da história de vingança não ser nem de longe original, a forma como é contada, incluindo aí os aspectos técnicos é que fazem o filme brilhar. A começar pelo ataque da mãe urso, a sensação que se tem é que o ator Leonardo diCaprio está realmente sendo atacado pelo animal, haja vista a impressionante perícia técnica na gravação da cena, desde a composição do mamífero até seu comportamento de defesa, como respiração, gestos, forma de ataque e tudo que realça a certeira tentativa de criar veracidade na cena, ainda mais impecável por ter sido gravada em único plano sequência. A geografia do ambiente pelo qual Glass passa em sua "caçada" é geralmente formada por grandiosas montanhas geladas, com muitas árvores e diversos perigos, fazendo seu percurso ainda mais dificultado pela lenta recuperação dos ferimentos. O diretor de fotografia Emmanuel Lubezki, parceiro habitual de Inarritu, usa e abusa de sua capacidades profissionais para captar planos belíssimos, passeando pelo festival de árvores, rios, nuvens e o glorioso sol para compor planos únicos e dotados de maestria técnica.

Há de se destacar, evidentemente, o bom uso do maravilhoso elenco. DiCaprio faz jus ao que foi alardeado pela empresa à época de lançamento do filme, sua interpretação é nitidamente soberba, demonstrando suas frustrações, raiva, esperança e todos os sentimentos possíveis através de olhares e expressões faciais, entregando-se de corpo e alma a seu personagem, algo notável; Hard também faz um vilão que chama a atenção pela total falta de escrúpulos e preocupação com o próximo, principalmente porque seu passado realça elementos que o fazem agir de tal forma, deixando-o não somente como mais um na fila vilanesca.

O REGRESSO adiciona ao cinema mais do que uma produção em sua lista milionária, mas um filme rico em conteúdo técnico, dotado da competência evidente dos envolvidos nesta pérola que representa com grande avidez a 7ª arte. O protagonista e seu personagem são resultados de uma valiosa entrega artística e a satisfação de terminar um filme dessa natureza é simplesmente graciosa.
Hugo D.
Hugo D.

1.887 seguidores 318 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2016
Acredito que esteja neste filme a melhor fotografia, o plano sequencia e as paisagens mais realistas do ano, você imerge dentro da história. Por sinal uma trama tensa e forte que mostra que Iñárritu é um dos melhores diretores da atualidade. Quanto a badalada atuação de Di Caprio, estava melhor em "O Lobo de Wall Street", apenas saiu da sua zona de conforto. Quem surpreende no filme é Tom Hardy, grande candidato a melhor ator coadjuvante.
Celso M.
Celso M.

344 seguidores 178 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2016
O diretor premiado Alejandro González Iñárritu não me agradou com "birdman", nem um pouco, mas fiquei impressionado com "O regresso". Gostei muito. Tem verdade nas atuações de todos e DiCaprio está pra lá de perfeito e é muito provável que ganhará o Oscar. Tom Hardy e todo o elenco completam a viagem, também não deixaram nada a desejar. A estória não é perfeita, mas a direção e enredo vale o tempo da película. As cenas em que DiCaprio é atacado pelo urso é de arrepiar. Muito realista. Não perca. Vale muito!
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