O Regresso
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4,4
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423 Críticas do usuário

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Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2016
Muito bom! Não é o melhor filme dentre os concorrentes do oscar, mas gostei pra caramba. È bem dirigido, fotografado, e é claro atuado. DiCaprio está incrível, e Tom Hardy ótimo como sempre. Estava com um pé atras depois de ter visto Birdman, mas regresso é muito bom. Recomendo!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2016
A jornada vivida por Hugh Glass (Leonardo DiCaprio, favoritíssimo ao Oscar 2016 de Melhor Ator), em O Regresso, filme dirigido e co-escrito por Alejandro González-Iñarritu, é uma verdadeira odisseia. No meio do desconhecido deserto norte-americano, enfrentando a adversidade de clima, a solidão, a inabilidade de comunicação diante da condição em que se encontrava, além dos animais selvagens que ali existem (em especial um urso que brutalmente lhe ataca); a maior luta de Glass, com certeza, é pela sobrevivência. Entretanto, mais do que tudo, é o desejo de se vingar que lhe fortalece e lhe move face a todos esses obstáculos.

É certo dizer que O Regresso é um filme que leva tanto o seu diretor, como a sua equipe técnica, assim como o seu elenco, por caminhos bem taciturnos e sombrios. Basta ver o embate que é estabelecido, logo de cara, entre o protagonista Glass e o antagonista John Fitzgerald (Tom Hardy, em atuação indicada ao Oscar 2016 de Melhor Ator Coadjuvante). Enquanto Glass é um homem fiel aos seus valores e, principalmente, à sua família (representada aqui pelo seu filho); Fitzgerald é um homem ambicioso e movido por aquilo que ele deseja alcançar – independente do fato de isso levá-lo a escolhas morais bastante questionáveis.

Apesar de essas dualidades estarem bastante claras para a plateia, a verdade é que O Regresso se exime de fazer um trabalho mais cuidadoso de construção de personagens. A intenção de Iñarritu, com seu filme, na realidade, é levar esses mesmos personagens às últimas consequências, explorando os seus limites, aquilo que eles podem aguentar ou, até mesmo, levando-os à delicada situação de poder sustentar algo que está para ruir a qualquer momento.

Neste sentido, é que se tem a ênfase na força quase animal e primitiva de Hugh Glass. Em O Regresso, ele resiste à dor profunda, à traição e ao sofrimento. Confinado a uma maca improvisada, em silêncio na maior parte do filme, chega a ser impressionante tentar analisar o por quê de tanto favoritismo de Leonardo Di Caprio, que defende um personagem raso, cujos motivos só são revelados no ato final do longa. É Hugh Glass que move a trama de um filme que usa a ação e a reação como desculpa para esconder os seus grandes defeitos – especialmente de roteiro. E é aqui que se revela também a genialidade de Iñarritu, que, com sua virtuose, soube revelar bem para a plateia aquilo que O Regresso tem de melhor – o seu elenco.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de maio de 2016
Excelente épico baseado em fatos reais!!! Muito bem dirigido e com uma fotografia belíssima, mas o principal destaque é sem dúvida a atuação fenomenal do Leonardo DiCaprio. O filme é violento e tem um clima tenso de suspense durante as mais de 2 horas, o final me decepcionou um pouco, mas nada que comprometa essa grande produção.
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
A instável floresta de DiCaprio
...
Confesso que há muito tempo não ficava tão ansioso pra assistir a um filme como fiquei com “O Regresso”. Tanto que nem esperei o Carnaval terminar e, na terça-feira mesmo, já fui escolhendo uma sala vazia, um saco de pipoca bem grande, uma poltrona central, numa concentração total. Mesmo eu não procurando saber muita coisa sobre o filme antes de vê-lo, fugindo loucamente dos spoilers, soube que existe toda essa magia em torno do longa por mil motivos: a história é real; foram incríveis 12 indicações ao Oscar 2016; o papel pesado, sofrido e desafiador que Leonardo DiCaprio desempenha é surpreendente; e, claro, o diretor Alejandro G. Iñárritu – vencedor do Oscar do ano passado com “Birdman” – usa e abusa de recursos que só o seu detalhismo pode nos oferecer, como incríveis planos-sequência, cenas com exuberantes paisagens envoltas às tensões e às angústias humanas, além de ter o poder de deixar interessantíssima e nada lenta uma produção de duas horas e 36 minutos de duração, cujo protagonista fala muito pouco ou quase nada. Fim. Já me conquistou.

Bem, esse protagonista é Hugh Glass (Leonardo DiCaprio). Na bela região montanhosa no Noroeste do EUA, em 1822, em meio à selvageria entre colonos ingleses, franceses e indígenas em busca de peles de animais para venda, Glass sai com um grupo para caçar, mas é atacado violentamente por um urso. Seriamente ferido, ele é abandonado à própria sorte pelo antagonista John Fitzgerald (Tom Hardy), que ainda rouba seus pertences e mata seu filho. Com todas as adversidades, Glass consegue sobreviver e trava uma árdua jornada em busca de vingança. Incontáveis cenas de ação deixam claro que o personagem é um verdadeiro ser imortal. Mas, com a perfeição de Iñárritu, em nenhum momento você passa a duvidar daquele surrealismo. O tom intimista do diretor – com movimentos bruscos de câmera e, às vezes, tão perto do protagonista que chega a embaçar a lente – elevam a tensão em cena. Nunca vi tantos conjuntos de cena que dessem tanta agonia. E, dentro desse âmbito, DiCaprio se apresenta como a figura real para essa plenitude.

Em transe, sob o sussurro de seu antigo amor, uma indígena mãe de seu filho, morta por colonos no início do filme, ele segue seu martírio. “O vento não derrota uma árvore de raízes fortes”. Completamente ferido, sem fala e sem nenhuma condição de seguir viagem sozinho, quem dirá de lutar pela sobrevivência, ele continua buscando forças na vontade de se fazer justiça. “Se você olhar de perto, vai jurar que seus galhos são fracos. Mas se notar o tronco, verá a estabilidade dela”. Uma lição de moral que para muitos não funcionaria, para Glass, foi a injeção de forças necessária para superar todas as atrocidades. Entre cenas com paisagens nítidas e pores do sol encantadores – as filmagens foram feitas o tempo todo usando a luz natural, um exímio trabalho do diretor de fotografia Emmanuel Lubezki, que pode render seu terceiro Oscar seguido, depois de “Gravidade” e “Birdman” –, o intenso personagem de DiCaprio pode e deve dar a ele, enfim, a sua primeira estatueta.

Seria injusto, após dez meses de gravações, enfrentando temperaturas baixíssimas, carregando um “casaco” de pele de urso que, molhado, chegava a pesar 50 kg – outro notável trabalho da figurinista Jacqueline West –, comendo fígado bovino cru em cena, mesmo sendo vegetariano, mergulhando de cabeça nas insanidades mais que realistas do diretor, se DiCaprio não levasse o maior e mais almejado prêmio de sua história. “A gravação de uma cena dura minutos, o filme é para sempre”, assim disse o ator quando questionado sobre os desafios aos quais se submeteu durante a produção do filme. E é assim, sob a perspectiva dessa frase, que você sai da sala de cinema, pensando: “É, Leo... Agora vai, mas, se não for, reflita comigo: se em uma tempestade, uma árvore não cai por causa de seu tronco e suas raízes fortes, não deixe que a falta de estabilidade dos seus galhos fracos e de suas folhas leves seja um peso em sua carreira. Uma simples semente se torna uma planta rara de uma floresta em poucos dias. Traduzindo, sem mais naturebas palavras, sem mais nenhuma metáfora: vencendo ou não, já estou insano esperando pra ver o seu próximo filme, mano!”.
Carolina C
Carolina C

16 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de maio de 2016
O filme narra a história de Hugh Glass que na tentativa de ganhar dinheiro através da caça e peles de animais, acaba ferido por um urso. Ele não só tenta salvar sua vida, como a do filho "bastardo" e de seus colegas. Não fosse pela atuação marcante e comovente que rendeu o Oscar de melhor ator a Leonardo DiCaprio e uma fotografia deslumbrante, o filme não seria tão atrativo e nem comercial. Apesar de uma bela história, é um tanto cansativo e disperso. Quando se espera que a trama vai começar a desenrolar, fatos novos ocorrem, deixando alguns questionamentos pelo meio do caminho. Mesmo com altos e baixos, vale a pena ver e conferir o trabalho de Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar, em 2015 por "Birdman". Lembrete: pipoca, cobertor e quase 3h de filme!
Edson T.
Edson T.

12 seguidores 22 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de março de 2016
Além da atuação fenomenal que deu o merecido Oscar a Leonardo DiCaprio, o filme é excelente e prende o espectador do início até o final. A história é bem interessante (cultura indígena e faroeste americano) e as cenas de ação são bem filmadas. O que mais me impressionou foi a fotografia incrível do filme, com paisagens deslumbrantes durante todo o longa. Vale a pena cada segundo dentro do cinema.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de dezembro de 2017
Tem filmes que você assiste e fica algo, tem filmes que você assiste e fica algo supremo, é o caso de O Regresso! Roteiro perfeito, fotografia exemplar, paisagem única, direção extraordinária e o principal do filme as atuações, uma simplesmente magnifica de Leonardo de Caprio que possivelmente vai lhe render o seu primeiro óscar e o ator brilhante Tom Hardy ou seja esse filme é mais que especial.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de novembro de 2019
Um filme espetacular!,é isso que podemos dalar desse filme pois "O Regresso" é um filme daqueles que fica com você por um tempo.Hugh Glass é um caçador,ele é atacado por um urso e é deixado sob os cuidados de John Fitzgerald que o trai roubando as coisas dele e o deixando para morrer,ele sobrevive e agora busca vingança.A direção é do Alejandro González Iñárritu que é muito bom diretor ( Birdman ).Aqui ele nos presenteia com um vistoso filme de sobrevivência.Vencesor de 3 Oscars,o filme é deslumbrante tecnicamente,a fotografia do filme que é do Emmanuel Lubezki e é composta apenas por luz natural e capita imagens extraordinárias.O diretor que levou o Oscar de melhor diretor,aqui usa os planos sequências que são inacreditáveis a câmera passeia o ambiente e engrandece suas imagens.O roteiro é muito bem encaixado,ele cria um ambiente e uma história que te prende.O elenco está sensacional,DiCaprio está fenomenal,o esforço fisico e a caracterização do personagem só engrandece a atuação forte de um cara que carrega as dores dpedasrdas ilustradas pelos seus devaneios,Tom Hardy é outro que tem a figura vilanesca boa,é frio mentiroso e é um bom personagem.Maquiágem é espetacular,a criação dos personagens tem realismo,você crê naquilo,sente as feridas.O único problema é que ele fica um pouco repetitivo no segundo ato e deixa o ritmo cair um pouco.O Regresso é uma jornada de vingança e sobrevivência sensacional e cativante.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de dezembro de 2015
Fantástica atuação do Di Caprio. Impressiona pela intensidade e pelas sensações de angústia que transmite. Grande filme.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2016
Este filme coloca a mão do Leonardo Dicaprio no Oscar, o diretor mexicano Alejandro usa uma tècnica de filmagem que expoe a alma dos personagens. Até mesmo o morno ator de Mad Max Tom Hardy evolui 1000 por cento neste cenário. Muitas estatuetas a vista.
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