Blonde
Média
2,5
139 notas

31 Críticas do usuário

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Pedro
Pedro

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de março de 2026
UAU , Yay. Pedao bom domingão Marilyn Monroe norma jeane ,08/03/26& Blonde Foi um bom filme da loira
Crislaine Aparecida
Crislaine Aparecida

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 10 de abril de 2025
Sinto muito, por nem morta a Marilyn, não recebeu o seu respeito por ter lutado tanto e só recebeu esse filme horrível, ela merecia um filme mostrando a arte e qualidade dela, e não esse lado obscuro triste, assisti mesmo que sou fã e admiro a eterna Marilyn Monroe.
Maxxuel 42
Maxxuel 42

17 seguidores 219 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2025
Seja ficção ou biográfico, a atmosfera transmite muito bem a época e o ambiente de hollywood da época,Ana de Armas da ta perfeita no papél.
Casluim Oliveira
Casluim Oliveira

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de novembro de 2024
Gostei muito dessa adaptação de roteiro não. Pensei que ia a fase dela em outra família que adotou ela. Filme não é 100% biografia dela não....:(
Lucas R.
Lucas R.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2024
Sou um fã do trabalho da atriz Ana de Armas, assisti ao filme por causa dela. Sendo um filme de ficção e que a maioria das coisas no filme são falsas e eu espero que sejam mesmo, vamos lá. Esse filme tira toda a expectativa de quem está assistindo, pensando ser um filme feliz e cheio de alegria já que conta a historia da Marilyn Monroe, mas o filme te apresenta tudo o que você menos espera. Nos primeiros minutos de filme, nos vemos a cena onde ela é abusada pra conseguir o papel de um filme uma cena absurda e traumatizante, e nisso o que vem a mente era que naquela época era realmente o que os produtores e diretores dos filmes faziam com as mulheres no ramo do cinema, ou a mulher usava o próprio corpo pra ganhar o papel no filme ou ela vinha de uma família rica que bancaria os gastos para ter ela no filme e isso é realmente uma verdade vivida naquela época. O filme todo passa a mensagem de que a Normandie era dependente emocional no filho que ela nunca conseguiu ter, e posteriormente no pai que ela nunca tinha conhecido que sua mãe tanto falava , esses são os dois pontos principais do filme, perfeitamente se encaixa na cena final do filme. A coloração no filme é muito importante, o filme nos apresenta duas pessoas distintas, uma é a atriz que se chama Marilyn Monroe e a pessoa comum que não queria aquela vida, que é a Normandie, nas cenas preto e branco nos é apresentado a Marilyn, e nas cenas coloridas a Normandie. Uma das cenas mais traumatizantes do filme é a cena do JFK onde a Marilyn meio que faz a Normandie fazer coisas que ela não queria e acaba sofrendo o abuso, uma cena abominável. Mas a cena final do filme é onde a angustia do filme fica e se junta em uma bola de neve na vida de Normandie, um filho abortado e outro perdido, abusos, e onde ela descobre que nunca existiu um pai que mandava cartas para ela e é onde ela acaba se matando por consumo de drogas. É um filme triste, e eu espero de todo o meu coração que 99% desse filme e algumas cenas como a do JFK sejam extremamente falsas e que só fiquem na ficção do livro de onde o filme foi inspirado. Excelente atuação da Ana, usou todo o seu potencial para interpretar a Marilyn e Normandie, expressando cada sentimento de tristeza presente no filme.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.280 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de abril de 2024
Um filme difícil de ingerir, pelo fatos contados e pelas três horas exageradas, faltou mais do elenco de apoio e do roteiro que peca pelo excesso.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 478 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2023
Blonde

"Blonde" é escrito e dirigido por Andrew Dominik ("O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford") e a segunda adaptação, com o mesmo nome, baseada no romance de 2000 de mesmo nome de Joyce Carol Oates. O filme é uma produção da Plan B Entertainment feito diretamente para a Netflix, com Dede Gardner ("Minari - Em Busca da Felicidade"), Jeremy Kleiner ("Se a Rua Beale Falasse"), Tracey Landon ("O Pálido Olho Azul"), Scott Robertson ("Booksmart") e Brad Pitt (fundador da Plan B) como produtores. O longa narra uma versão fictícia da vida e carreira da atriz americana Marilyn Monroe, interpretada por Ana de Armas.

Fazer uma cinebiografia, transpor para o cinema uma drama biográfico, uma história biográfica de grandes personalidades nunca foi uma tarefa fácil. Nos últimos anos tivemos alguns exemplos que deram muito certo e outros que já não foram tão bem aceitos - como é o caso de filmes como "King Richard", "Being the Ricardos", "Os Olhos de Tammy Faye", "Spencer", "Bohemian Rhapsody", "Rocketman" e o mais recente, "Elvis".

Mesmo "Blonde" atestando como um biografia de Marilyn Monroe, definitivamente não podemos considerá-lo como um filme biográfico, por justamente ser baseado em um romance (um conto) de Joyce Carol Oates. Ou seja, não sabemos até que ponto este romance pode ter ido em relação ao que foi apresentado e adaptado no filme. Dessa forma podemos considerar "Blonde" como uma reimaginação, um retrato fictício, uma releitura ficcional da vida de Marilyn Monroe. Partindo dessa premissa, eu acredito que toda produção do longa foi trabalhada em cima de um conto feito de forma especulativa, lúdica, imaginária, usando uma certa liberdade criativa, várias teorias, alguns acontecimentos, alguns relatos, algumas passagens, uma Fanfic, para poder contextualizar toda história desde a infância, passando pela vida adulta e ascensão na fama, até chegar na morte de Marilyn Monroe.

"Blonde" é uma obra fictícia possivelmente imersa em uma história verdadeira. Aquela típica obra inspirada em uma tragédia real que traz o debate em volta de uma personalidade considerada como uma verdadeira lenda, um verdadeiro ícone do cinema norte-americano, um dos símbolos mais duradouros de Hollywood, uma das maiores estrelas que já passou por Hollywood, uma das maiores sex symbol, atriz, artista e modelo que já passaram por esta terra.

Definitivamente eu não conheço absolutamente nada sobre os trabalhos desenvolvidos pelo diretor Neo-zelandês Andrew Dominik. Dessa forma eu não posso tecer uma opinião sobre a sua forma de trabalhar, a sua forma de criar, de dirigir, de escrever um roteiro, de impor a sua visão cinematográfica, de construir uma adaptação, ou seja, "Blonde" é minha primeira experiência com ele. E exatamente por ser o primeiro filme que eu assisto do diretor, eis que ao fim me surgiram inúmeras dúvidas acerca da sua forma de dirigir e roteirizar, principalmente por estarmos falando sobre sua polêmica cinebiografia. Outro ponto sobre Andrew Dominik: não imagino a forma como ele conheceu toda história da Marilyn, a forma como toda história chegou até ele, a forma como ele enxerga a pessoa Norma Jeane e a pessoa Marilyn Monroe. Ou seja, tudo que foi criado e apresentado aqui, eu realmente não sei se saiu mais das visões e conhecimentos dele, ou propriamente da Joyce Carol Oates.

O longa de Andrew Dominik inicia exatamente no ano de 1933, nos mostrando a pequenina Norma Jeane com apenas 7 aninhos. Ali já somos confrontados com uma dura e traumática infância, onde sua mãe nos conta sobre toda dificuldade que ela passou quando Norma Jeane nasceu, tendo que colocá-la para dormir na gaveta da cômoda porque não tinham um berço. Já na infância Norma Jeane era uma criança completamente traumatizada e amedrontada pela própria mãe, que era uma figura compulsiva e descontrolada, que tentou matá-la afogada na banheira. Por outro lado, Norma Jeane era constantemente traumatizada pela mãe sobre o abandono do seu pai, que era uma figura muito importante pra ela (mesmo sem ter conhecido), ou seja, aquela pequena criança foi deixada para ser criada em orfanatos e cresceu sempre imaginando a figura do seu pai e tentando de alguma forma compensar este vazio paterno.

Partindo exatamente dessa transição de infância para vida adulta de Norma Jeane, onde ela passou a usar o nome artístico de Marilyn Monroe, é onde eu me pergunto até onde Andrew Dominik vai entre os pontos verdadeiros e os pontos fictícios de sua obra. Também me pergunto qual foi a forma adotada na adaptação do romance de Joyce Carol Oates. Porque eu realmente queria entender de quem foi a decisão em nos contar uma história da vida de Marilyn fazendo uma abordagem com uma visão completamente abusiva e apelativa da sua imagem. Digo isso pelo fato do filme nos mostrar como ela se tornou atriz em uma Hollywood dos anos 50 e início dos anos 60, nos mostrar como ela se transformou em uma figura mundialmente famosa, nos mostrar seus percalços durante toda a sua vida pessoal e profissional. Porém, é nítido como o filme nos passa uma visão completamente deturpada de quem foi Marilyn Monroe.

Eu realmente não sei se essa era a visão que as pessoas tinham da Marilyn, se essa era a forma que foi abordada a sua história no livro que foi baseado, se essa foi a forma que ela foi transformada pela visão da indústria hollywoodiana. O fato é, Marilyn viveu em um casamento abusivo com o jogador de beisebol Joe DiMaggio (Bobby Cannavale), sofreu abusos físicos, sexuais e emocionais, sofreu várias tragédias, incluindo os abusos psicológicos de sua mãe na infância e as agressões sexuais que sofreu em Hollywood. O longa nos mostra como ela projetava os seus medos, seus traumas, incluindo os seus desejos pessoais e profissionais em uma realidade completamente conturbada. Por outro lado também temos todo o contexto que Marilyn vivia por trás dos holofotes da fama, que era uma vida de guerras, de exploração, de abuso de poder, de dependências químicas, uma luta contra o vício, a depressão e a ansiedade, ou seja, realmente somos elucidado em como ela enfrentava todos os seus inúmeros problemas em sua vida pessoal e profissional.

Porém, o que realmente me incomodou no filme foi o fato em como transformaram a figura da Marilyn Monroe, nos mostrando uma mulher frágil, fraca, submissa, que foi massacrada, ridicularizada, banalizada e abusada em todos os sentidos, principalmente em como transformaram em uma hiperssexualização, algo completamente sensacionalista, feito unicamente para divulgar aquelas exageros, como se pra causar alguma comoção, alguma sensação pra chocar o espectador acerca da sua história de vida, e sem nenhuma preocupação com a verdade.
Outro ponto: a forma como o roteiro se utiliza gratuitamente do fato da Marilyn carregar aquele vazio paternal, algo como se ela buscasse alento paternal nos homens que passavam por sua vida naquele momento unicamente por carência, o que a transforma em marionete sexual exatamente desses homens, que usavam e abusavam sexualmente dela, praticamente a transformando em uma mera acompanhante de luxo.

A forma como retrataram a figura da Marilyn sendo abusada e violentada sexualmente me incomodou e me enojou demais. Sem falar que roteiro ainda queria deixar claro que a própria Marilyn era permissiva, era passiva, era liberal, algo como se expor daquela forma fosse completamente natural, algo como ser praticamente estuprada fosse completamente normal, que expor sua nudez o tempo todo era um preço que devia ser pago pelo seu posto de maior sex symbol da atualidade.
Aquela primeira cena em que ela sofre um abuso sexual é absurdo, é vergonhoso, ainda mais com aquela música de fundo onde dizia que toda criança precisa de um pai que a mantenha sã e salva, que ela se sentia como a chapeuzinho vermelho porque os lobos são famintos - ridículo!
Outra cena desnecessária: aquela em que Marilyn transa com os filhos Gêmeos de Charlie Chaplin. Graficamente é uma exploração visual desnecessária, sem nenhum pudor, uma exposição incabível.
Sem falar que temos aqueles focos de câmeras com uma visão de dentro pra fora do meio das pernas da Marilyn, algo como para contextualizar uma visão de sua vagina de dentro pra fora - completamente sem nenhum sentido!
Agora a cena que quase me fez desistir de terminar o filme, foi exatamente a cena patética, ridícula, vergonhosa, vexatória, em que temos uma simulação de um sexo oral da Marilyn no Presidente John F. Kennedy, e com um foco bem destacado nos movimentos, como se realmente ela estivesse com algo na boca. Eu nunca vi uma cena sexual tão desnecessária como esta, uma exposição feminina tão absurda, e sem agregar em nada, sem nenhum contexto, sem nenhuma relevância, unicamente para descrever que Marilyn teve um possível envolvimento com o Presidente. Precisava mesmo de uma cena assim tão explícita?

Será que era realmente necessário transformar toda trajetória da Marilyn Monroe unicamente em uma sex symbol da época? Ela realmente só foi isso? Ela realmente só tinha isso para oferecer? Eu me recuso a aceitar uma decisão tão porca, tão mesquinha, tão indecente, tão abusiva, tão apelativa, tão ridícula, tão machista como essa. Pois obviamente desrespeitaram toda a sua história, pisaram em toda a sua trajetória, a rotularam como uma mulher fraca e submissa, sendo que em nenhum momento ela teve a grandeza e o respeito de uma mulher forte, de uma mulher imponente, independente, inteligente, respeitada, a sociedade a via unicamente como uma sex symbol e nada mais - essa foi a visão que Andrew Dominik deixou em seu filme.

Eu realmente fiquei sentido pelo tamanho da exposição sexual que a Ana de Armas foi obrigada a passar para compor sua personagem, que obviamente era ninguém menos que a Marilyn Monroe.
Ana é uma das pouquíssimas coisas que salvam nesse filme, pois ela incorporou a Marilyn com uma grandeza e um talento sem igual. Ana se transformou na Marilyn ao ponto de você realmente se perguntar se era a atriz ali ou um vídeo real. Um trabalho e um estudo na personagem do mais alto nível de dedicação. Uma atuação regrada, com uma linguagem corporal magnífica, com ótimas expressões faciais, sua caracterização, seus trejeitos, sua forma de falar, de andar, de se portar, de agir, de chorar, tudo completamente condizente com a verdadeira Marilyn Monroe (destaque para a cena icônica em que o vestido dela voa sobre a grade do metrô).
Ana de Armas foi gigante aqui, entregou uma atuação de altíssimo nível, mesmo que sua figura foi tão achincalhada, tão ridicularizada e tão banalizada no filme, ao ponto de ter seu corpo exposto ao máximo e desnecessariamente, como o fato dela se apresentar em inúmeras cenas com os seios completamente de fora, ela mostrou a grande atriz que é e segurou a sua personagem ao máximo. Palmas para Ana de Armas! Merecidamente e com justiça a sua indicação ao Oscar.

Completando o elenco ainda tivemos a Julianne Nicholson ("Mare of Easttown"), que esteve excelente no papel da Gladys, a mãe da Marilyn. Bobby Cannavale ("Eu, Tonya"), que deu vida ao Joe DiMaggio, o marido abusivo e ciumento da Marilyn. Adrien Brody ("O Pianista"), que também fez o papel de Arthur Miller, outro conturbado marido da Marilyn. Além de Evan Williams ("60 Minutos Para Morrer") como Edward G. Robinson Jr. e Xavier Samuel ("Elvis") como Charles Chaplin Jr. Os filhos Gêmeos de Charlie Chaplin.

Tecnicamente o longa de Andrew Dominik é bem estruturado!
Tem uma trilha sonora bem orquestrada com o ritmo do filme, ditando bem cada passagem e cada sentimento da Marilyn. Aquela mescla das cenas com o colorido e o preto e branco ficaram excelente, deixando uma fotografia mais bem caracterizada com a época. A direção de arte do filme está muito bem ajustada, conseguindo proporcionar veracidade e fidelidade com os cenários e todos os objetos de cena. Assim como todo trabalho de maquiagens, cabelos e figurinos, sendo tudo bem pensando e bem planejado, principalmente na figura da Marilyn Monroe.

"Blonde" alcançou indicações nos festivais de premiações unicamente pela sua principal estrela, Ana de Armas, que recebeu indicações ao Oscar, ao British Academy Film Award, ao Globo de Ouro e ao Screen Actors Guild Award de Melhor Atriz. Por outro lado o filme também recebeu oito indicações e liderou a lista de indicados ao Framboesa de Ouro, incluindo Pior Filme e Pior Diretor (que eu acho muito justo).

Infelizmente "Blonde" é aquele típico filme que falha miseravelmente em tudo que se propõe a fazer, pois é muito notável que todo potencial que o filme tinha foi completamente jogado no lixo. Difícil apontar o culpado (ou culpados) em toda essa tragédia, pois obviamente temos muitos envolvidos por trás, porém, cada um tem sua parcela de culpa; como a própria Plan B Entertainment e seus produtores, que fizeram escolhas erradas e precipitadas. O próprio Andrew Dominik tem sua grande parcela de culpa, por roteirizar e dirigir cenas tão apelativas, tão abusivas, tão irrelevantes, tão vulgares e tão banais. Principalmente por trazer a representação da vida da Marilyn de forma tão exploradora, covarde e antiética. Sem falar na própria figura da Marilyn, que foi transformada em fraca, frágil, submissa, sendo completamente banalizada, ridicularizada, explorada e vulgarizada. Algo como se a única coisa que ela sabia fazer na vida era expor sua nudez sem nenhum pudor e ser transformada e rotulada de sex symbol e desejo sexual de todos os homens que se aproximavam dela.

Como já mencionei anteriormente: uma visão completamente torpe, deturpada e ridícula de uma produção que sequer podemos chamar de biografia de um ícone e uma lenda - que foi Norma Jeane Mortenson (Marilyn Monroe).

Duas estrelas unicamente pela excelente atuação da Ana de Armas, e por ela ter suportado uma produção tão pífia, incompetente e vexatória como esta, e ter suportado trabalhar com um péssimo diretor como o Sr. Andrew Dominik. [17/02/2023]
Márcia Brandão
Márcia Brandão

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2023
Dou 1 estrela para este filme NÃO BIOGRÁFICO, que faz da Marilyn e da sua vida um conto de horror. Mas dou 5 estrelas para Ana De Armas, que merece o Oscar de Melhor Atriz. Esplendida!
Andrômeda Lux
Andrômeda Lux

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de dezembro de 2022
A Temática do filme é excelente, retratar a vida de uma mulher potente e magnética como Marilyn Monroe.
Porém, achei muito fora da realidade de uma estrela do cinema eles retratarem no filme que ela só vivia chorando e gritando pelos cantos da casa e até nas gravações, acredito que deveriam ter enfatizado mais os ótimos momentos prazerosos que ela passava, como quando ia a festas, fazia novas amizades etc. Acredito que tudo no mundo se dá através da dualidade, e nesse filme Blond enfatizaram muito as partes negativas de uma vida como a dela, acredito que para ser digno de um oscar tinha que ser um filme prazeroso de ver, que despertasse desejo, paixão, volúpia, mais só consegui sentir tristeza na maior parte do filme. E deveria também trazer um ensinamento mais profundo por trás do contexto do filme. O Fato de como uma simples garota que teve uma infância problemática conseguiu alçar voos tão altos como a Norma Jean fez. Mais a indústria do cinema adora retratar mulheres poderosas de uma forma pejorativa e negativa demonstrando como se ela só conseguisse seus sucessos através do seu corpo. E sim ela era Bela, mais ela era muito mais que isso. É uma avatar poderosa do Sagrado Feminino na terra, mais as pessoas estão tão dormentes espiritualmente falando que só enxergavam seu corpo e não a beleza intrínseca de sua alma. Aguardo amorosamente pelo dia em que façam um filme sobre ela, onde ela realmente seja vista como a mulher que ela sempre foi e sempre é. Permanece sempre viva em nossos corações.
Anni Rwk
Anni Rwk

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de dezembro de 2022
Perderam a oportunidade de homenagear essa mulher incrível, que mesmo tendo morrido há 60 anos continua um ícone vibrante, inesquecível. A Marilyn foi um artista incrível, inteligente, talentosa, criativa, esse filme é uma vergonha, desrespeito total à grande artista que ela foi, muito sofrido de olhar até o final, exceto pela atuação da Ana de Armas que foi só o que salvou.
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