Os Suspeitos
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4,4
2181 notas

187 Críticas do usuário

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Ernesto R.
Ernesto R.

25 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de novembro de 2013
Bom filme. Não chega a ser excelente, mas é interessante. O problema é que o enredo é muito amarrado e algumas descobertas ao acaso são muito forçadas.
Olivia S
Olivia S

3 seguidores 14 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de novembro de 2013
Mais um grande filme dirigido pelo diretor canadense de Incêndios. Trama bem amarrada. Disputa de boa atuação entre os principais atores. Ponto fraco: atuação exagerada do ator que faz o pai da menina. Cena final desnecessária.
Lucas Collito
Lucas Collito

6 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de março de 2014
Gracioso jogo de quebra-cabeça, embora simples. Tecnicamente perfeito em roteiro e enredo. Boas atuações de Jake e Hugh. Sem mais...
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de outubro de 2013
O filme começa com ambiente bem climatizado, que de uma tomada para outra vemos a coisa esquentar. Porém esse clima tenso não continua como é de se esperar, pois não há um bom desenvolvimento na história. Os atores até conseguem com vozes grossas e força física arrancar algumas piscadas de olhos, mas nada mais. Também não gostei como as coisas são solucionadas, é muito simples, sem muita surpresa. Mas o que chamou atenção foi o seu final, que para o padrão do gênero, foi bem diferente. Poderia ser melhor!!
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de outubro de 2013
Diz um dito popular que a primeira impressão é a que fica. Infelizmente, no mundo do cinema, a premissa se inverte: a última impressão é a que fica. Ao sairmos do cinema, ou encerrarmos uma sessão doméstica, o final sempre assume uma importância desproporcional a tudo que veio antes dele. Por isso muitos diretores conquistam as plateias com finais "surpresa", mesmo que a história que os precede não seja lá essas coisas.
O diretor canadense Dennis Villeneuve havia conseguido com seu filme anterior o Olimpo da narrativa cinematográfica. Seu Incêndios , cujo roteiro foi tão bem trabalhado que escondia totalmente que sua origem é uma peça de teatro, tinha uma ótima história, que nos prendia até o final, um dos mais chocantes e inesperados dos últimos tempos.
Por isso, a expectativa era enorme em relação à primeira incursão do diretor no cinema americano. Desta vez ele contaria com uma história originalmente escrita para o cinema e com a presença da nata dos intérpretes em língua inglesa. Além dos astros Jackman e Gyllenhall nos papéis principais, Os Suspeitos tem no elenco o jovem talento Paul Dano (Sangue Negro, Pequena Miss Sunshine), e os experientes Viola Davis (Histórias Cruzadas, Dúvida), Melissa Leo (O Vencedor, Rio Congelado), Maria Bello (Uma História de Violência, Obrigado por Fumar) e Terrence Howard (Iron Man, Hustle & Flow - Ritmo de um Sonho).
Com relação ao elenco, parece não sobrar muito espaço aos que circundam Jackson, como se o filme fosse dele, com exceção de Paul Dano, que embora apareça pouco dá mais um show de interpretação. Quanto à parte técnica, Os Suspeitos se destaca com mais um excelente trabalho de iluminação do veterano Deakins, que optou por limitar a paleta de cores do filme a tons sóbrios, priorizando os contrastes do claro-escuro. As cores num tom bem monocromático parecem acentuar que a ausência das filhas deixou a vida dos familiares sem cor.
O Villeneuve de Os Suspeitos não lembra em nada o diretor de Incêndios. Nem na temática, nem na abordagem, nem na técnica. O que diferencia Os Suspeitos e o coloca acima de outros que já abordaram assunto semelhante é o foco no comportamento dos pais quando acreditam haver encontrado o responsável pelo desaparecimento de suas filhas. Não se trata apenas de fazer justiça com as próprias mãos, mas incorporar na alma e nas atitudes tudo o que o chamado "homem de bem" condena naqueles rotulados de criminosos. Mas, neste ponto, a densidade dramática e o flerte da história com o lado obscuro de todos nós se dilui, enveredando por uma série de falsas pistas, que rebaixam o filme a um nível comum dos inúmeros thrillers. Pior que isso, o final não une as diversas pontas, deixando coisas mal resolvidas, mal respondidas e mal entendidas. O excelente nivel técnico e narrativo de 2/3 do filme se perde totalmente no terço final.
Os Suspeitos no final das contas lembra a história de um rapaz que namora anos a mesma menina, enchendo-a de promessas, até o dia em que resolve marcar o casamento. Só que no dia da tão aguardada cerimônia, acaba deixando-a sozinha no altar, fugindo com outra, que para surpresa dela, nem é mais bonita. Talvez a menina guarde para sempre excelentes recordações do tempo de namoro, mas talvez, por outro lado, só vá lembrar da frustração do dia do casamento.
Camilla T.
Camilla T.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de outubro de 2013
Achei o contexto do filme interessante, toda a questão de fé e pecados, mas quanto a história em si, teve muitas coisas a desejar, como por exemplo, porque a amiguinha da filha do Keller (Jackman) acusou ele??? Fiquei boiando!!! Esperava mais do filme!
Diego M.
Diego M.

23 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de outubro de 2013
Filme, num contexto geral, considerado bom, onde nos coloca (telespectadores) em posição de dúvida quanto à questão do certo e errado, moral e antimoral, crença e ceticismo, absolvição e condenação, dentre outros milhares de pressupostos, os quais, corriqueiramente, julgamos de uma maneira, porém ao vivenciar situações adversas, conjecturas e dogmas podem ser facilmente modificados.
Em termos abstratos, o diretor Denis Villeneuve se destaca com maestria nesta área filosófica do verdadeiro sentido entre o bem e o mal, deixando-nos em meio a várias perguntas como: até onde iríamos por nossa família? Quais atitudes são consideradas errôneas, se o objetivo maior é salvar vidas? Podemos ser julgados por nossas ações pecaminosas, mesmo que a eficácia seja de benevolência para todos?
Porém, ideologias a parte, o diretor deixa um pouco a desejar no quesito “enredo”. Mas como assim? Primeiramente, esta trama nos direciona a um lado investigativo, o qual é de fraca importância, uma vez que pistas, raciocínios e resoluções são extremamente turvas. Em segundo lugar, “Os Suspeitos” deixa-nos literalmente “de castigo” por 2h e 30mins sentados, apreensivos por táticas, ações e atitudes mais enfáticas em geral orientadas para um desfecho excepcional, o qual não ocorre. Em terceiro lugar, não consegui ver Hugh Jackman (eterno Wolverine) com boa atuação em um papel tão dramático, com isso não me passando comoção ou sensibilização. Continuando ainda nesta linha de atuação, Jake Gyllenhall também não me convenceu, onde protagonizou um investigador sem maiores “insights”, estratégias ou ambições.
Enfim, como já mencionado antes, em relação a um “olhar intangível” do conteúdo em geral, onde este longa nos coloca no limite do benévolo e do malévolo, considera-se uma excelente conjuntura auto reflexiva, assim como também pode ser visto em “Ameaça Terrorista”, o qual paralelamente trata de atitudes violentas moralmente incorretas, porém “aceitáveis” no ponto de vista beneficente a um bem maior. Todavia, não tão bom, no aspecto “desenrolar”, sendo ineficazmente comparado a adversos filmes de investigação policial (Millenium e Busca Implacável) ou no requisito drama por sequestro, como em “A Troca”; desta meneira podendo ser classificado como “assistível”, entretanto não “surpreendente”, perfazendo uma nota 3.
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