Eu gostei muito da estória e dos efeitos especiais em 3D, acho uma boa diversão e aconselho a todos irem assistir, é uma boa viagem, de encher os olhos, gostei.
FIlme muito bom, fui ver hoje em 3D, é fantástico, você fica alucinado com as cenas em 3D, vale muito a pena, grande prólogo de "O mágico de Oz", recomendo pra quem gosta de aventura...
Um excelente filme. Bem dirigido e produzido e com um bom visual de cenários feitos para deslumbrar em 3D. Não é uma refilmagem do magnífico O Mágico de Oz, de 1939, com Judy Garland. Na verdade é uma cena anterior aquele filme. A história é nova e conta como um mágico chegou à cidade e conquistou a confiança de todos. O enredo é bem feito e passa por diversas etapas bem calculadas. Com belas mensagens, e diálogos, o filme agrada do início ao fim. Vale a pena.
Filme fantástico e recheado de efeitos especiais,algo que realmente pude admirar melhor com a tecnologia 3D. O filme merece grande nota pelo grande trabalho dos atores (Rachel Weisz vive sua primeira personagem de fantasia),pelo cenário (vislumbroso aos olhos de quem vê),e por contarem a historia de como o "mágico" Oscar chegou a Oz e o que fez e passou por lá para vir a se tornar o famoso mágico de Oz,história a qual muitos (incluindo eu) não faziam ideia.
O filme é muito bem feito. O início em atmosfera vintage, mostra o habilidoso mágico Oscar, interpretado por James Franco, que está irresistivelmente sedutor; mas na prevalência do equilíbrio entre os gêneros e o domínio do ceticismo, da irresignação e da falta de disposição para se deixar seduzir características do chamado “mundo real”, os talentos do mágico não são notados e até mesmo vistos como charlatanismo, o que nos faz refletir sobre qual é a grande mágica que tanto aguardamos? Então a natureza entra em ação e um tufão lança o nosso fugitivo e autodefinido farsante Oz, no mundo colorido e perfeito para ele – seria um delírio de morte ? Nesse mundo acometido por uma importante ausência masculina, convenientemente recém-desprovido do rei, ele apenas acalma ou inflama a disposição para o desejo feminino, pois nesse mundo o masculino heterogêneo, que desperta o interesse, é representado pelo próprio Oz e o restante é formado por caricaturas incompletas, animalizadas e assexuadas; o protagonismo é feminino, na forma das bruxas ou da “delicada” boneca de porcelana, ou seja, tudo perfeito para o Mágico, que de lá se torna rei. O tema escolhido pelo roteiro permite a construção de inúmeras alegorias sobre o papel do masculino e do feminino como símbolos e sobre como o acolhimento ou a rejeição produzem paixão ou ódio, o qual afinal se revela como o verdadeiro poder do mágico. Interessante também ver como a rejeitada Theodora (Mila Kunis) é transformada pela irmã Evanora (Rachel Weisz), a verdadeira vilã da trama, em uma caricatura e como ela a incorpora gradualmente. Imperdível.
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