Média
3,8
1770 notas
5
29 críticas
4
43 críticas
3
43 críticas
2
20 críticas
1
8 críticas
0
2 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Eu achei que o filme seria um pouquinho mais legal, Mila Kunis e James Franco, não tiveram um grande desempenho em seus papeis, muito menos a atriz Michelle Williams. A única coisa que salvou o longa foram os efeitos. Roteiro? Amassa e joga fora, porque estava uma porcaria. Fico com "O Mágico de Oz" de 1939.
"Alice no País das Maravilhas", "A Fantástica Fábrica de Chocolate" e alguns dos filmes da disney/pixar são a prova que um conto/história infantil podem ser caricatos, mas sem perder a fidelidade a história, fazendo com que o telespectador "compre" o enredo e saia do cinema com a sensação de ter visto um bom filme, mesmo que seja apenas por entretenimento. "Oz, Mágico e Poderoso" é um filme caricato, porém segue no viés contrário, é um misto de atuações regulares, furos no roteiro, personagens clichês que, nem em cenas no qual a intenção é emocionar o filme funciona.
Quando se fala em qualidade técnica o filme é louvável, principalmente nos minutos iniciais, a tecnologia 3D foi bem aproveitada. Todavia, a chegada em Oz, que deveria ser o deleite do filme, é quando o mesmo começa a desandar...
Quando se fala em qualidade técnica o filme é louvável, principalmente nos minutos iniciais, a tecnologia 3D foi bem aproveitada. Todavia, a chegada em Oz, que deveria ser o deleite do filme, é quando o mesmo começa a desandar...
Filme bom é aquele que vc esquece da hora e quando se dá conta ele acabou, e esse filme é um ótimo exemplo disso, ótimos efeitos 3 D, meu filho de 4 anos que se dispersa em muitos filmes nesse ele nem piscou...o final é maravilhoso, impossível não se emocionar...
“Oz – Mágico e Poderoso” pode acabar soando muito chato e sem criatividade para quem não conferiu o longa de 1939, ou simplesmente para quem não se recorda muito bem. Algumas coisas podem parecer infantis demais, como as ideias mirabolantes e antiquarias de “Profecias” ou “O Grande Salvador que estávamos esperando...” – Alice... É você...
Mesmo com sua fraqueza estrutural e seu nível “Pipoca”, com suas inesperadas “referências” a outros clássicos infantis ou até mesmo à produções recentes, o filme ainda pode ser uma diversão muito boa. Sem sombra de dúvidas, “O Mágico de Oz” de 1939 é um filme obrigatório para que a aventura de Sam Raimi possa transmitir todo o seu potencial e ter valido a pena. Fica a dica.
Mesmo com sua fraqueza estrutural e seu nível “Pipoca”, com suas inesperadas “referências” a outros clássicos infantis ou até mesmo à produções recentes, o filme ainda pode ser uma diversão muito boa. Sem sombra de dúvidas, “O Mágico de Oz” de 1939 é um filme obrigatório para que a aventura de Sam Raimi possa transmitir todo o seu potencial e ter valido a pena. Fica a dica.
Estilo "Alice no País das Maravilhas", é um filme que enche os olhos de quem assiste. Efeitos grandiosos, atuações perfeitas, personagens cativantes... A única coisa que o filme peca é que o roteiro não se desenvolve tão perfeitamente ao longo do tempo. Alguns momentos você se encontra estagnado no mesmo lugar, parece que o filme não evoluiu; que algumas cenas não deveriam estar ali, e que só estão ali para ocupar tempo.
Ótimo para a diversão de todas as idades, o filme não é cansativo. Em alguns momentos parece que o ritmo vai cair, mas antes que você se entedie, ele retoma a todo vapor.
Ótimo para a diversão de todas as idades, o filme não é cansativo. Em alguns momentos parece que o ritmo vai cair, mas antes que você se entedie, ele retoma a todo vapor.
"Oz: Mágico e Poderoso" parte de uma premissa bastante interessante, a de um prequel do clássico absoluto da dos anos 30, que poderia gerar uma pérola cinematográfica, caso tivesse sido pensado pra ser algo além de um filme infantil bobo e esquecível.
Sam Raimi ainda tem muito crédito comigo, então até esperava que fosse sair uma coisa interessante desse projeto. Me animei quando ele ingressou no projeto, mas não deveria. Parece que o diretor deixou o filme ainda mais equivocado do que ele poderia ser.
Bom, diretor de atores ele nunca foi e todo mundo sabe. Então, é compreensível que James Franco esteja tão medíocre no papel. Ele até tenta, tem cenas muito boas que salvam certas coisas no filme, mas jamais sustenta tanta incoerência narrativa. São situações fakes criadas sem o menor pudor, plots twists que não fazem sentido, e nem conflito de verdade o filme tem, pelo contrário, toda a batalha travada pelas bruxas de Oz soa extremamente banal, pra não dizer sem sentido.
As atrizes que fazem as personagens antagônicas do filme merecem um destaque a mais. Não por estarem boas, mas sim, por atuarem extremamente mal. Michelle Williams ao menos não é uma surpresa, afinal, ela é mesmo uma atriz MUITO sem graça, além da mais fraca apadrinhada por Hollywood nesse milênio, e aqui não faz absolutamente nada diferente do que vem fazendo desde que surgiu: tentativas fracassadas de emocionar (apesar de não atingir um tom diferente sequer), irrisórias construções de personagens e uma incapacidade fora do comum de emitir expressões faciais. Mas a decepção mesmo vem em Mila Kunis, que é uma atriz tão interessante, mas aqui erra, e feio, na tentativa de criar uma personagem completamente boa, chegando a gerar duvidas sobre suas reais intenções (tamanha superficialidade de reações). Sua cena de choro quando descobre estar "abandonada" por Oz é uma candidata fortíssima a maior vergonha-alheia do Cinema em 2013. Pelo menos há Rachel Weisz, tentando nuançar uma personagem jogada num roteiro que não dá a mínima base para isso. Além de em certo ponto do filme, ser totalmente esquecida (por que ela aceitou fazer esse papel mesmo?).
A decisão de transpôr a imagem do inicio do filme para o Preto & Branco, numa clara alusão às produções da época do filme original é louvável (o momento em que finalmente vemos as imagens em colorido é muito bonito e EXTREMAMENTE bem feito), porém não se justifica por não passar de uma introdução manjada. A personagem de Michelle Williams, por exemplo, surge ali, e depois em Oz novamente, e simplesmente NÃO EXISTE menção alguma de explicar o porquê daquele ser surgir no filme de novo. E olha que a dúvida persiste em Oz logo quando a revê pela primeira vez. A impressão que dá é que os roteiristas simplesmente esqueceram que aquilo existiu, ou simplesmente negligenciaram, numa clara subestimação da inteligência do espectador.
Esse filme, aliás, tem uma das coleções mais DETESTÁVEIS de personagens secundários que eu já vi em um filme de fantasia. O anão Knuck é o rabugento clichê que é sempre trollado de alguma forma, o macaco que serve como um sidekick para o protagonista tem umas tiradas absurdamente sem graças (como todo o texto do filme, diga-se de passagem) e é muito - muito mesmo - desnecessário e a boneca China Girl é inacreditavelmente INSUPORTÁVEL. Em certos momentos senti uma vontade absurda de tacar aquela boneca na parede e despedaçá-la de uma vez.
Esse apêndice de O Mágico de Oz parece ser muito diferente dentro da filmografia de seu diretor, porém não é tanto. A bruxa completamente má que nasce em Theodorah é típica de Raimi, seus gritos em alto e bom tom: idem. A transformação final de Evanora em uma velha caindo aos pedaços (literalmente) também, inclusive com os closes no rosto que o cineasta faz funcionar tão bem em seus clássicos "terrir". Só se esqueceu que esse aqui não era pra ser encaixado nesse gênero, muito pelo contrário, seus exageros só fazem estragar o que já estava ruim, já que o uso do CGI com tanta força (que em certos momentos deixa a desejar) simplesmente não combina. Até a alusão a Tomas Jefferson é mal usada.
E é triste, uma verdadeira lástima que um filme tão absoluto e atemporal quanto O Mágico de Oz, de Victor Fleming, tenha sido lembrado e homenageado dessa forma tão porca e descaradamente mercenária.
Sam Raimi ainda tem muito crédito comigo, então até esperava que fosse sair uma coisa interessante desse projeto. Me animei quando ele ingressou no projeto, mas não deveria. Parece que o diretor deixou o filme ainda mais equivocado do que ele poderia ser.
Bom, diretor de atores ele nunca foi e todo mundo sabe. Então, é compreensível que James Franco esteja tão medíocre no papel. Ele até tenta, tem cenas muito boas que salvam certas coisas no filme, mas jamais sustenta tanta incoerência narrativa. São situações fakes criadas sem o menor pudor, plots twists que não fazem sentido, e nem conflito de verdade o filme tem, pelo contrário, toda a batalha travada pelas bruxas de Oz soa extremamente banal, pra não dizer sem sentido.
As atrizes que fazem as personagens antagônicas do filme merecem um destaque a mais. Não por estarem boas, mas sim, por atuarem extremamente mal. Michelle Williams ao menos não é uma surpresa, afinal, ela é mesmo uma atriz MUITO sem graça, além da mais fraca apadrinhada por Hollywood nesse milênio, e aqui não faz absolutamente nada diferente do que vem fazendo desde que surgiu: tentativas fracassadas de emocionar (apesar de não atingir um tom diferente sequer), irrisórias construções de personagens e uma incapacidade fora do comum de emitir expressões faciais. Mas a decepção mesmo vem em Mila Kunis, que é uma atriz tão interessante, mas aqui erra, e feio, na tentativa de criar uma personagem completamente boa, chegando a gerar duvidas sobre suas reais intenções (tamanha superficialidade de reações). Sua cena de choro quando descobre estar "abandonada" por Oz é uma candidata fortíssima a maior vergonha-alheia do Cinema em 2013. Pelo menos há Rachel Weisz, tentando nuançar uma personagem jogada num roteiro que não dá a mínima base para isso. Além de em certo ponto do filme, ser totalmente esquecida (por que ela aceitou fazer esse papel mesmo?).
A decisão de transpôr a imagem do inicio do filme para o Preto & Branco, numa clara alusão às produções da época do filme original é louvável (o momento em que finalmente vemos as imagens em colorido é muito bonito e EXTREMAMENTE bem feito), porém não se justifica por não passar de uma introdução manjada. A personagem de Michelle Williams, por exemplo, surge ali, e depois em Oz novamente, e simplesmente NÃO EXISTE menção alguma de explicar o porquê daquele ser surgir no filme de novo. E olha que a dúvida persiste em Oz logo quando a revê pela primeira vez. A impressão que dá é que os roteiristas simplesmente esqueceram que aquilo existiu, ou simplesmente negligenciaram, numa clara subestimação da inteligência do espectador.
Esse filme, aliás, tem uma das coleções mais DETESTÁVEIS de personagens secundários que eu já vi em um filme de fantasia. O anão Knuck é o rabugento clichê que é sempre trollado de alguma forma, o macaco que serve como um sidekick para o protagonista tem umas tiradas absurdamente sem graças (como todo o texto do filme, diga-se de passagem) e é muito - muito mesmo - desnecessário e a boneca China Girl é inacreditavelmente INSUPORTÁVEL. Em certos momentos senti uma vontade absurda de tacar aquela boneca na parede e despedaçá-la de uma vez.
Esse apêndice de O Mágico de Oz parece ser muito diferente dentro da filmografia de seu diretor, porém não é tanto. A bruxa completamente má que nasce em Theodorah é típica de Raimi, seus gritos em alto e bom tom: idem. A transformação final de Evanora em uma velha caindo aos pedaços (literalmente) também, inclusive com os closes no rosto que o cineasta faz funcionar tão bem em seus clássicos "terrir". Só se esqueceu que esse aqui não era pra ser encaixado nesse gênero, muito pelo contrário, seus exageros só fazem estragar o que já estava ruim, já que o uso do CGI com tanta força (que em certos momentos deixa a desejar) simplesmente não combina. Até a alusão a Tomas Jefferson é mal usada.
E é triste, uma verdadeira lástima que um filme tão absoluto e atemporal quanto O Mágico de Oz, de Victor Fleming, tenha sido lembrado e homenageado dessa forma tão porca e descaradamente mercenária.
Não tenho mt a dizer, esse filme apresenta efeitos mt bons, porém particularmente eu não gosto mt de filmes de magia, ainda mais quando ela é usada exageradamente, como no caso deste filme e o pior erro desta produção foi seu roteiro extremamente infantil, um dos filmes mais decepcionante do ano!
Um bolo cheio de piadas, recheado de lindos efeitos. Mas o filme se torna completamente cansativo. Com um 3D que escapa, mais não muito. Apenas a Trilha Sonora salva o filme. Pois nem o Roteiro é digno de elogios.
Amei esse filme e nem esperava muito dele me surpreendi...Se vc gosta de alice no país das maravilhas, branca de neve e o caçador veja sem medo...pois ele é +ou - no estilo desses dois citados ...vejam...
Inspirado em uma história meio que... antiga, Oz O Mágico e Poderoso mostra uma versão do diretor totalmente diferente do original, com efeitos especiais que nos fazem nos lembrar dos sucessos Avatar e Alice no País das Maravilhas(Tim Burton) por serem tão bons e tão realistas.
No decorrer do filme, podemos ficar maravilhados com o ambiente computadorizado do filme, e com as cenas em 3D.
Com certeza é um filme para crianças e adultos que impressiona com a história e a grande imaginação do diretor.
No decorrer do filme, podemos ficar maravilhados com o ambiente computadorizado do filme, e com as cenas em 3D.
Com certeza é um filme para crianças e adultos que impressiona com a história e a grande imaginação do diretor.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa