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Celso F.
7 seguidores
25 críticas
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3,0
Enviada em 1 de abril de 2013
Uma das melhores imagens (semelhante a "Avatar") e o melhor 3D que vi (assisti no Imax, o que ajuda muito). Quanto ao restante, um filme para crianças ou adolescentes despretensiosos. Prelúdio do filme "O Mágico de Oz" (1939) e dirigido por Sam Raimi (trilogia "Homem-Aranha"). Depois de vê-lo, vale a pena assistir o de 1939 com Judy Garland.
A história é boa pois fala de magia, porém um pouco confusa. Porque o filme não tem nada a ver com o mágico de oz... Os cenários, as aventuras e o romance no filme eu gostei muito!
“Oz – Mágico e Poderoso” pode acabar soando muito chato e sem criatividade para quem não conferiu o longa de 1939, ou simplesmente para quem não se recorda muito bem. Algumas coisas podem parecer infantis demais, como as ideias mirabolantes e antiquarias de “Profecias” ou “O Grande Salvador que estávamos esperando...” – Alice... É você... Mesmo com sua fraqueza estrutural e seu nível “Pipoca”, com suas inesperadas “referências” a outros clássicos infantis ou até mesmo à produções recentes, o filme ainda pode ser uma diversão muito boa. Sem sombra de dúvidas, “O Mágico de Oz” de 1939 é um filme obrigatório para que a aventura de Sam Raimi possa transmitir todo o seu potencial e ter valido a pena. Fica a dica.
Oz, Mágico e Poderoso não é um daqueles filminhos, mais também não é aquele filmão. Foi criado um universo maravilhoso, com personagens belos e lições justas, mais parece que nesse primeiro filme não houve essa coesão. James Franco está caricato em seu personagem mais esboça simpatia, Mila Kunis também parece não se preocupar com sua bruxa, Rachel Weisz está boa e Michelle Willians parece não ter entendido seu papel. O roteiro permeiapor uma apresentação clara e objetivo da história, mais só. Os efeitos explodem na tela, mais parece não encantar, talvez tenha sido a falta de magia que lhe faltou. Um filme bom que vale ver só para conhecer. Que venha o dois com uma formula melhor!!!!!
Eu filme bom com uma história interessante mas, em alguns momentos, fica cansativo. Você não perde a atenção sobre a projeção mas quer que o filme termine, entende. As bruxas estão bem legais e as atrizes escolhidas estão perfeitas, e destaco os belíssimos vestidos.
Pelo que eu entendi, o diretor Sam Raimi tentou retratar como o Mágico chegou a terra de Oz, muito antes mesmo de Dorothy. Por isso havia o leão, que ao se assustar com o pó mágico, acho que ficou medroso. Tem referência aos espantalhos nos campos floridos, um deles deve ter criado vida para posteriormente "pedir um cérebro"... só não encontrei menção ao homem de lata. Outra referência interessante e curiosa é que Annie (no circo em preto e branco) diz ao mágico que vai se casar com "Mr. Gale", que é justamente o segundo nome de Dorothy Gale. E pra terminar, faltou o "Over the Rainbow" tradicional...
Bom... como foi dito acima, faltou mesmo expressão nos personagens e o mágico protagonista deveria mesmo ser interpretado por Johnny Depp.
O filme é inspirado na obra de L. Frank Baum e apresenta referências bem veladas ao clássico “O mágico de Oz” (1939). Nele se conta como o mágico de parque de diversões Oscar Diggs (James Franco) chega na terra encantada de Oz em um balão após fugir de uma briga. O problema é a atuação um tanto quanto preguiçosa de Franco na primeira metade do filme. Seu Oz não consegue ter carisma o suficiente, e passa a impressão de que o ator tentou emular, sem sucesso, os trejeitos de um" Johnny Depp", claro que o papel do Oz-Mágico Poderoso ficaria muito mais interessante se fosse interpretado por Johnny Depp. Somente quando Oz começa a mudar seu jeito egoísta e enganador que Franco parece encontrar o tom certo da atuação. Com tais características, o Oz de Sam Raimi (ou seria o Oz da Disney?) consegue ser um filme infantil digerível para crianças e adultos.
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