Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres: Críticas - Página 4
Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres
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Eder Brito
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4,0
Enviada em 22 de junho de 2017
Primeiramente que atuação maravilhosa da Rooney Mara, ela conseguiu entrar muito bem no personagem. Eu não assisti a versão sueca de 2009 porém acho pouco provável ter ficado melhor do que essa de David Fincher. Uma história intrigante, roteiro muito bem montado me manteve ligado do começo ao fim, não entra em ritmos lentos, gostei bastante, fiquei curioso para assistir os demais na versão sueca que é o que temos disponível, me interessei bastante por me aprofundar sobre o passado de Lisbeth, que apesar de ter um estilo próprio tanto quanto "estranho" me gerou o sentimento de ser uma pessoa que é fria por fora mas por dentro é uma flor precisando de um carinho e amor verdadeiro do qual aparentemente jamais teve. Mas em fim sobre o filme com certeza vale apena ser visto, Recomendo!
“Millenium- Os Homens que não amavam as mulheres”, pois é, que nome forte, tal como o filme também é forte, com uma carinha de seven e uma pintada de zoadico, o suspense investigativo de fincher acerta de novo. Temos aqui um roteiro muito bem trabalhado, não apenas na construção e imersão ao que está sendo investigado, mas sim na construção de um ambiente como um todo, seus dois protagonistas são espetacularmente apresentados e desenvolvidos, todas suas nuanças e diques são mostrado, nem sempre jogado na cara do telespectador, mas para quem está prestando atenção percebera tudo que roteia nossos protagonistas, tal como a família Vanger, todo seu ódio de herança, suas rixas e desencontros são extremamente imersivos, culpa deste ótimo roteiro de fincher que conta a historia de Mikael Bomkvist (Daniel Craig) e Lisbeth Salander (Rooney Mara), um homem que vive dentro dos padrões sociais mas desacreditado profissionalmente e uma mulher que vive fora dos padrões sociais muito creditada profissionalmente, os dois se unem para investigar um caso em uma família, a onde ocorreu um desaparecimento a mais de 30 anos. O filme fala sobre invasão a privacidade, e violência domestica e abuso de uma maneira áspera, é como um soco no estomago, a personagem de Lisbeth Salander (Rooney Mara) é incrível, uma gótica, com um visual completamente oposto do que é descrito nas convenções sociais que luta contra si mesma numa busca por algo real. Tecnicamente, o filme é muito bom, primeiro a fotografia, não temos nada de outro mundo, mas a fotografia é sempre sóbria, cinza, com tons mais escuros, muito tradicional dos filmes de Fincher, a não ser nos momentos de flashbacks, ai o tons mais claros tomam conta, a película fica clara e com uma paleta de cores mais amarelada, podemos observar um cuidado nesse quesito em todo filme, e a trilha sonora é sempre sagaz, nada memorável, mas ela está ali, sempre. Rooney Mara, acostumada a papeis bonitinhos está aqui completamente descaracterizada, e faz uma atuação muito sóbria, tal como seu parceiro. Por fim, “Millenium- Os Homens que não amavam as mulheres” é um filme que agrada.
Já vi, filme muito bom, poderia ter sido melhor em alguns aspectos. Verei os outros dois, conforme a trilogia citada para um dos nobres daqui. Não gostei do final, o Craig liberando a hacker do jeito que foi. Mas tem que ser fazer jus ao título do filme. Nota 3 de 5.
Remake da versão sueca que mostra em minha cinéfila opinião uma melhora expressiva no suspense do filme e em sua intensidade, o que já poderia se esperar vindo de David Fincher. Descordo quando se diz que uma versão é melhor do que a outra pois ambas são excelentes e bem produzidas, a diferença está no orçamento e nos olhos do diretor. Fischer é sempre intenso enquanto Oplev é romântico. A atuação de Rooney Mara (Lisbeth), não só mereceu a indicação ao Oscar como deveria ter ficado com a estatueta, não desmerecendo Maryl Streep com igual e excelente atuação em a Dama de Ferro. Resumindo, película excelente, há apenas um detalhe: Ele peca no "the end" com a contradição de Lisbeth, ou não... Vejam!
Assisti a trilogia na versão Sueca e achei fantástica. Os três filmes são muito bons, apresentam bom conteúdo e enredo que prende a atenção do começo ao fim, (gosto de filmes para pessoas com cérebro mais aguçado) mas o show mesmo fica por conta da personagem Lisbeth Salander interpretada por Noomi Rapace nesta versão sueca. Personagem chave do filme, me encantou pela personalidade forte, de poucas palavras, mas extremamente inteligente... me espelho nela no quesito "não confie em ninguém"... e assim é Lisbeth, não dá moleza pra quem pisa no calo dela, e de forma muito "sutil" sabe dar o troco. Parabéns ao escritor, sou fã número 1 de Lisbeth Salander !
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