Millennium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, é um filme forte, com um bom roteiro, dirigido pelo ótimo David Fincher longa conta com cenas que ficarão na memória do telespectador. Daniel Craig está bem a vontade é mostra ser um bom ator, mas quem se sai bem mesmo é Rooney Mara. Um baita filme, forte, marcante e muito bem feito.
Filme interessantíssimo! Baseado na trilogia do escritor Stieg Larsson. Aparentemente parece um filme voltado pro romance. Engano! Uma trama policial bastante envolvente que desperta a curiosidade e te prende o filme inteiro. É um filme longo, mas vale a pena! #assistanetflixmisterio #assistanetflixpolicial
Filme muito bom, talvez um pouco longo demais! Porém é um daqueles filmes que todos devem ver ao menos uma vez, ainda mais por se tratar de um filme de David Fincher!
Rooney Mara surpreendente! Demorei a reconhecê-la.
Daniel Craig sobrio e correto no seu papel. Como sempre, dirão. Não, ainda mais.
Terminei 2:38 horas de filme com vontade de assistir à adaptação original sueca, do diretor Niels Arden Oplev (que tem como plus à Noomi Rapace interpretando à espetacular Lisbeth, presentão de personagem), e de ler a trilogia (“Os homens que não amavam as mulheres”, “A menina que brincava com fogo” e “A rainha do castelo de ar”).
Já julgarei o remake com mais propriedade quando assista ao original, mas desde já posso dizer que creio que a responsabilidade de dirigir a versão americana não poderia haver caído em melhores mãos que as de David Fincher (o mesmo do maravilhoso “Seven”
Amei ❤️❤️
... sobre as 2:38h de duração creio que o auge do filme aconteceu uns 30 minutos antes do final. Imagino que sua última 1/2 hora tenha tido o objetivo de ser fiel ao livro ou de dar um toque de ternura mais ao longa. Bom, funcionou. Não sobrou.
... mais sobre Rooney Mara: acho que merecia muitíssimo mais a indicação ao Oscar de atriz coadjuvante por este trabalho do que por “Carol”.
... parece ser que realmente haverá sequência, estreia prevista para este ano ainda (2018). Novo diretor, novo elenco. Não sei não se funcionará, acho que preferirei não estragar a lembrança.
O filme no geral é ótimo,porém com um final completamente injusto:a real vítima que sofre por quarenta anos com a morte da sobrinha e ainda por cima com "presentinhos do assassino a cada ano nem sequer percebe o quanto foi injustiçado por pura covardia!
filme que conta com ótima fotografia e edição (não a toa venceu o oscar). a história é rica e profunda, então é necessário ver com atenção. os protagonistas (sobretudo a mulher) são personagens complexos e bem interessantes. contudo, talvez a maior falha do filme seja as instabilidades de emoções entre altos e baixos, sobretudo na parte final da história (com cara de "puxadinho" extra para terminar alguns assuntos).
Fincher aproveita ao máximo os superlativos do material de origem e cria um thriller de jornalismo investigativo que não se vê com muita frequência, e ainda apresenta uma atuação marcante de Rooney Mara, que cai como uma luva na personagem. Pena que estas qualidades são postas à prova na maior parte do tempo pela repetição de lugares comuns e uma edição arrastadíssima, que parece não querer que a trama decole, quase nos forçando a desviar o foco tamanha a chateação de algumas cenas. Relevando estes problemas, ainda é melhor que as três versões suecas juntas. Daniel Craige fora da casinha, até que fim.
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