Rei Arthur - A Lenda da Espada: Críticas - Página 5
Rei Arthur - A Lenda da Espada
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Lucas S.
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4,0
Enviada em 27 de maio de 2017
Filme com muitas críticas negativas e positivas. O que se deve fazer com essas informações? Lembrar que nem todo mundo é igual, portanto possuem gostos diferentes. Por isso escalo para assistir ao filme a quem gosta de filmes ficcionais, efeitos especiais, histórias que transcendem gerações e super heróis medievais. Isso tudo faz parte do filme, melhor é a forma de condução da história que não deixa a peteca cair e se desenvolve de forma gradativa até seu ápice final. A maneira com que foi dirigido e produzido foi show de bola, bons atores com ótimas interpretações.
Hoje dia de assistir um filme que já me preocupava um tanto, pra mim era só um filme simples, mas que ao assistir realmente vi que a coisa desandou demais. A introdução do filme é bem fraca, um cenário previsível onde o herói passa por um drama completamente forçado pra ser trágico, algo bastante sem sentido pra dar o tom do drama no todo. Logo após, cenas relatam o crescimento do personagem, em cenas aceleradas e uma música que até chega a empolgar um pouco, pareceu mais um vídeo clipe, algo interessante, mas que pareceu um tanto desnecessária, parece dar a ideia de como o personagem é, mas com uma justificativa que foge demais do Rei Arthur, algumas coisas até explicam com o andar do filme, mas que fez quase diferença nenhuma, poderiam ter reduzido pra algo mais contextualizado e menos exagerado. Finalmente o cenário presente do filme aparece. De certa forma até agrada chegar num cenário caótico de forma um tanto cômica quanto séria, o protagonista trata situações com sarcasmo exagerado e consegue dar uma boa dimensão de quem ele é, mesmo ele sendo o Rei Arthur. Para uma das cenas principais do filme, a retirada da espada, mais uma vez se apela pra uma situação um tanto forçada, praticamente sem noção, o que mostra um certo problema com o roteiro, tudo parece ser jogado demais no ar pra acontecer, o que faz parecer que as coisas acontecem de forma muito aleatória, enfraquecendo bastante a continuidade do filme. O miolo do filme é formado por alguns dramas que envolve o grupo do protagonista e a espada. Algumas coisas não parece ter muito sentido em ter no filme, e parecem coisa muito comuns, mesclando fantasia e realidade de uma forma muito simples, sendo que em vários pontos é muito faz se perguntar 'porque não fizeram isso antes?'. O final do filme é óbvio demais também, praticamente nada surpreende, só não chega a ser chato pela principal característica do filme: os Efeitos Especiais. Os efeitos especiais são de encher bastante os olhos desde as primeiras cenas, nisso o filme se mostra bastante imersivo, muita coisa na tela, e nas principais cenas, muita câmera lenta, efeitos de fumaça, areia e tudo mais, de forma a mostrar que investiram bem na produção, pena que com todo o resto sendo bastante debilitado, algumas cenas que poderia ser mais de atuação ou enredo, as vezes parece só um show pirotécnico e nada mais. No geral, um filme muito fraco, não há um bom roteiro, nem uma boa continuidade, nem atuação, parece um filme da sessão da tarde sobre algum herói qualquer, a única coisa boa foi ver um bom show de efeitos especiais mesmo sem fazer muito sentido.
A história do Rei Arthur é uma das mais exploradas no cinema. Você tem inúmeros filmes de todos os jeitos. A abordagem diferente do diretor Guy Ritchie não seria de todo mal para o conto se não fosse tão exagerado.
Aqui vemos uma mistura do conto medieval com misticismo, muita magia e uma direção frenética!! Vortigern, Vilão clichê interpretado por Judge Law, usurpou o trono e nosso herói interpretado pelo Charlie Humman, eterno Jax Teller dos Sons of Anarchy, é jogado numa quest de vingança e redenção.
Os filmes do Guy Ritchie são bem característicos. É bem filmado, a câmera balançando o tempo todo é bem bacana mas ele falha no roteiro. História batida, viradas sem sentido, CGI (computação gráfica) ridícula, olha...parece um vídeo game com chefão final....deixam o filme bem ruinzinho....as atuações não convencem são só poses...uma pena...nota 6,0!!
Rei Arthur, filme de 2017. A espada é linda, mas o filme é muito complicado, desordenado. Nem a mesa redonda do Rei tem verossimilhança. No entanto, mostra o que acontece quando o poder sobe na cabeça, surgem os tiranos capazes de tudo para impor a sua vontade e se conservar no poder, mesmo que seja através da dominação imposta pelo medo.
Felizmente surpreso com essa releitura. Bem diferente do anterior que é cansativo, esse vem dinâmico e atraente, dirigido de forma incrível por Guy Ritchie, fazendo toda a diferença. Os toques divertidos, métodos de filmagem, caracterização e interpretações perfeitas.
Espera-se mais de Guy Ritchie, mas dele só é reconhecível a trilha sonora, as cenas deslocadas e as lutas violentas e altamente realistas. A trama enfoca no pai do Rei Arthur que teria sido morto pelo irmão, mas o bebê Arthur viria a ser criado em um bordel e no devido tempo iria tirar a espada Excalibur da pedra matar o tio malvado. Muitas cenas menores em uma narrativa exaustiva, com personagens fracos e um Jude Law como o tio assassino e com sede de poder, altamente canastrão.
O ator Charlie Hunnam interpreta um Rei Arthur diferente do que estamos acostumados a ver no cinema, fazendo um Arthur mais jovem e muito mais parecido com um anti-herói do que com o glamoroso Arthur das histórias medievais. Isso não atrapalha a tentativa de se fazer um épico medieval com magias e ladrões engraçados, mas a confusão em misturar tudo isso em uma mesma história possa desagradar um pouco quem está assistindo Rei Arthur: A Lenda da Espada.
O diretor Guy Ritchie (Sherlock Holmes) está a frente do filme que mostra uma nova origem para o Rei Arthur, algo diferente com um personagem que não é romantizado. O diretor trouxe um pouco do filme Sherlock Holmes, de 2009, com momentos muito parecidos como quando os personagens contam algumas histórias durante a trama, as lutas muito bem coreografadas e a forma como a magia é apresentada no filme também é muito interessante e esses são os pontos fortes de Rei Arthur. Leia mais Site NãoSeiNada
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