Meia Noite Em Paris
Média
4,3
1461 notas

110 Críticas do usuário

5
41 críticas
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Mateus Olivotti
Mateus Olivotti

6 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de novembro de 2020
Meia Noite em Paris é um filme de comédia romântica lançada em 2011 e dirigida por Woody Allen.

O filme conta a história de Gil Pender, um jovem escritor que sai de férias com sua noiva em Paris, porém, ao caminhar na cidade anoite, aparece um carro que o leva para os anos de 1920. Gil se apaixona por Adriana e então toda noite(quando dá meia noite) o carro aparece e o leva para esse época antiga e Gil se encontra com Adriana.

Esse é com certeza o melhor filme de Woody Allen dos últimos vinte anos. O visual do filme é muito bom, o roteiro é muito original e os atores estão esforçados. Uma das coisas mais divertidas do filme sem dúvidas é a aparição das mais diversas personalidades quando Gil viaja no tempo, como por exemplo: Salvador Dali, F. Scott Fitzgerald, Pablo Picasso, e mais diversas outras.

Porém, por mais que o filme seja divertido, com uma ótima fotografia e excelentes atores, o longa não é perfeito, muito disso se deve a pressa com que as coisas acontecem, tudo acontece muito rápido e as vezes de maneiras muito simples(como Gil se apaixonar por uma garota no final do filme que tinha visto apenas duas ou três vexes). Além disso, a participação do Salvador Dali no filme me incomodou um pouco, a atuação de Adrien Brody é caricata de mais e retrata Dali como se fosse um pintor completamente maluco que não fala nada com nada.

Meia Noite em Paris é um filme muito bom, o melhor de Woody Allen em anos, mas não é perfeito.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de novembro de 2020
Paris! Paris! Paris! Um bom roteiro, bem executado. Fiquei meio perdida por não conhecer todos os artistas abordados no filme, mas valeu pelo aprendizado, pela mensagem transmitida pelo filme, e principalmente pela fotografia. Local mais lindo que o outro.
Ramon Silva Araujo
Ramon Silva Araujo

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de julho de 2020
Meia noite em Paris é um tributo à cidade Luz. É filme muito bom de acompanhar e ver em tela diversos artistas conhecidos que nasceram ou viveram naquela cidade. Confesso que não conhecia todas os referências artísticas presentes, mas garanto que é possível aproveitar o filme mesmo não conhecendo todos. Mas quanto mais você souber mais profunda é a sua imersão na história.

Contudo, mais do que isso vi que o filme também é sobre aproveitar o agora porque independente da sua vontade de reviver o passado, nunca vai fazer isso de forma satisfatória. sempre vai existir uma época que foi melhor que a sua, e mesmo assim ela só é melhor quando se faz uma comparação apressada e apaixonada por algum aspecto.

Meia noite em Paris é uma viagem única, e apaixonante pela história daquela cidade, e isso só foi possível porque Paris preserva em cada rua, em cada esquina a sua história. Wood Allen foi muito perspicaz para aproveitar essas nuances e criar um excelente filme.
Sara S.
Sara S.

20 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de maio de 2020
Comecei assistindo sem nenhuma pretensão. Ao final me surpreendi, um daqueles filmes que deixa leve, do tipo de filme que traz um mix de sensações agradáveis e nostálgicas.
Guilherme Estevão
Guilherme Estevão

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de abril de 2020
Uma viagem no tempo à Paris!! Muito divertido e histórico.
Tá no Arts
Tá no Arts

3 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de janeiro de 2020
Baixei esse filme, por que inúmeras críticas e todas me levaram a crer que seria um filme lindo, que me levaria às lágrimas, eu, particularmente, curto romances, curto dramas, e curto muito filmes que tem lacunas de tempo, viagens no tempo, enfim. Vai eu assistir, meia noite em paris, infelizmente, o filme, de fato, é rico em conteúdo, mas, alguma coisa não deu liga. A ideia da viagem no tempo é até que boa, porém, na prática, a questão do romance, ficou bem xoxa, fraca, fraquinha mesmo. Não dá para saber por quem o personargem principal está apaixonado, não gera aquela empatia, não conecta a gente com o personargem, com a história. Os propósitos são razos. Talvez, para quem seja estudante de artes, literatura, literatura francesa, quem sabe.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 28 de abril de 2019
Woody Allen é aquele típico diretor veterano que sempre consegue fazer muito com pouco e o mais do mesmo dele é sempre bem melhor que a maioria dos filmes lançados atualmente.
Zelia C
Zelia C

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de novembro de 2018
Assisti pela segunda vez, é romântico, lindas fotografias de Paris, trilha sonora agradável. É um filme adorável!
Rodrigo  S.
Rodrigo S.

5 seguidores 28 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2018
Que filme Espetacular!
Um romance imprevisível, cheio de mistério e de muita comédia,
Gil Pender é um escritor antiquado, que luta para tentar escrever seu primeiro romance, ele é noivo de Inez mais não sabe se a ama ou não, os pais de Inez fazem uma viagem a Paris para negócios, então Gil e Inez aproveitam para ir, chegando lá Gil fica encantado pela apaixonante Paris, e aí começa sua descoberta pelo seu verdadeiro sentido na vida, desde então todos os dias a meia noite algo estranho acontece e ele volta à vários anos atrás na antiga Paris e a partir daí ele começa a juntar experiências de escritores famosos e consegue de forma inesperada encontrar seu verdadeiro amor. O roteiro é fenômenal e dirigido formidávelmente por Woody Allen. Maravilhosamente Romântico! 
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2018
Após o surpreendente contrato de Woody Allen com a Miramax, seus filmes passaram a incluir notoriamente concessões comerciais. Os superestimados “Match Point” e “Vicky Cristina Barcelona” têm o seu valor, porém entregam muito “ouro ao bandido”, algo q outrora não veríamos. A partir de “Tudo Pode Dar Certo”, o diretor retoma sua melhor pegada, até reassumir seu maior vigor com “Meia-Noite em Paris”. Extremamente poético, Allen discute as “eras de ouro” de cada um de nós (nossos ídolos mais admirados, os costumes mais sonhados, os cenários mais charmosos, as conversas mais deliciosas). A metáfora onírica serve com precisão a este fim. Um dos melhores de toda a vasta obra do eterno diretor. Oscar de Roteiro Original.
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